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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016175 páginasCódigo CVM 17329Versão 1Recebida em 23/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.474.103/0001-19

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.474.103/0001-19
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.474.103/0001-19
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
175
Ano de referência
2016*
Publicado em
23/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total14.419.69115.289.386−5,7%
1.01Ativo Circulante3.355.0914.431.818−24,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.815.3402.396.854−24,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber873.551917.851−4,8%
1.01.03.01Clientes824.079773.6026,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber49.472144.249−65,7%
1.01.03.02.01Combustível a reembolsar49.472144.249−65,7%
1.01.04Estoques105.54188.88818,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar14.58946.385−68,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar14.58946.385−68,5%
1.01.06.01.01Créditos fiscais a recuperar14.58946.385−68,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes546.070981.840−44,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros546.070981.840−44,4%
1.01.08.03.01Depósitos vinculados8.7608.4264,0%
1.01.08.03.02Ganhos não realizados em operações de hedge1.490778.227−99,8%
1.01.08.03.03Repactuação de risco hidrológico a apropriar26.06426.0640,0%
1.01.08.03.04Outros ativos circulantes90.15382.2379,6%
1.01.08.03.05Ativos não circulantes mantidos para venda419.60386.886382,9%
1.02Ativo Não Circulante11.064.60010.857.5681,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo612.302716.695−14,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes612.302716.695−14,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos fiscais a recuperar37.99146.763−18,8%
1.02.01.09.04Depósitos vinculados185.768158.13917,5%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais149.730132.48013,0%
1.02.01.09.06Ganhos não realizados em operações de hedge1.965130.240−98,5%
1.02.01.09.07Repactuação de risco hidrológico a apropriar171.015197.079−13,2%
1.02.01.09.08Outros ativos não circulantes65.83351.99426,6%
1.02.02Investimentos4.8860—
1.02.02.01Participações Societárias4.8860—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias4.8860—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado10.194.8989.897.5503,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.548.3139.154.772−6,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.646.585742.778121,7%
1.02.04Intangível252.514243.3233,8%
1.02.04.01Intangíveis252.514243.3233,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Conselheiros, Diretores e Acionistas daEngie Brasil Energia S.A. (nova denominação da Tractebel Energia S.A.)Florianópolis - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Engie Brasil Energia S.A. (nova denominação da Tractebel Energia S.A.) ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Engie Brasil Energia S.A. (nova denominação da Tractebel Energia S.A.) em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Engie Brasil Energia S.A. (nova denominação da Tractebel Energia S.A.) em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Obrigações com Benefício pós-emprego - Controladora e Consolidado(Nota explicativa 25)A Companhia patrocina planos de Benefício Definido que estão fechados para novas adesões. As obrigações desses planos são calculadas com referência a premissas atuariais, incluindo, entre outras, tábuas de mortalidade, estimativas de inflação, de previsão de crescimento salarial, de desligamento e de rotatividade, que podem ser diferentes dos resultados reais devido a mudanças nas condições econômicas e de mercado, eventos regulatórios, decisões judiciais ou períodos de vida mais curtos ou longos dos participantes. Por se tratar de uma obrigação relevante e que envolve alto grau de julgamento da Companhia na definição das premissas envolvidas na mensuração das obrigações atuarias dos planos de benefício definido, e do impacto que eventuais alterações nas premissas poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos este assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoCom base em amostragem, validamos a precisão das bases de dados utilizadas nos cálculos das obrigações e com auxílio de nossos especialistas atuariais analisamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas, tais como tabua de mortalidade, taxa de desconto, taxa de inflação e taxa de crescimento salarial e efetuamos teste de recálculo das obrigações atuarias do plano de benefício definido de maior representatividade e comparamos com as expectativas e informações de mercado existentes na data-base das demonstrações financeiras. Avaliamos, ainda, as divulgações efetuadas pela Engie nas demonstrações financeiras.Provisões e passivos contingentes - cíveis, fiscais e trabalhista - Controladora e Consolidado(Nota explicativa 24)A Companhia é parte passiva em vários processos envolvendo questões jurídicas de naturezas cível, fiscal e trabalhista. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pela natureza das ações e pelo julgamento da Companhia, suportada pela opinião de seus assessores jurídicos, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência de demandas semelhantes. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para o reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões e Passivos Contingentes e ao impacto que eventuais alterações nas premissas usadas poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e implementação dos controles internos relevantes, manuais e automatizados, implementados pela Companhia, relativos à captura dos processos, avaliação de risco processual, cálculo da provisão, condução dos processos e etapas de encerramento. Avaliamos a adequação da mensuração e reconhecimento da provisão e a divulgação de passivos contingentes. Por amostragem, realizamos procedimentos de auditoria quanto aos valores de constituições e reversões e quanto à suficiência da provisão. Avaliamos a determinação do risco processual das causas para assuntos e valores relevantes da Companhia, por meio da avaliação dos critérios utilizados na metodologia de mensuração dos valores provisionados e/ou divulgados, bem como dados e informações históricas e analisamos as mudanças nas estimativas em relação a períodos anteriores, quando aplicável. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis, descritas na nota explicativa nº 24, estão de acordo com as regras aplicáveis.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critéri os definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente, e que, dessa maneira constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública de uma assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinamos que o assunto não deveria ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação poderiam, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Florianópolis, 23 de fevereiro de 2017KPMG Auditores Indepe ndentesCRC SC-000071/F-8Claudio Henrique Damasceno ReisContador CRC SC-024494/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, KPMG Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-PresidenteCarlos Henrique Boquimpani de FreitasDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresMarco Antônio Amaral SureckDiretor de Comercialização de EnergiaGustavo Henrique Labanca NovoDiretor de Desenvolvimento de NegóciosJosé Luiz Jansson LaydnerDiretor de GeraçãoEdson Luiz da SilvaDiretor de Estratégia e RegulaçãoJúlio César LunardiDiretor AdministrativoFlorianópolis, 23 de fevereiro de 2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, KPMG Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-PresidenteCarlos Henrique Boquimpani de FreitasDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresMarco Antônio Amaral SureckDiretor de Comercialização de EnergiaGustavo Henrique Labanca NovoDiretor de Desenvolvimento de NegóciosJosé Luiz Jansson LaydnerDiretor de GeraçãoEdson Luiz da SilvaDiretor de Estratégia e RegulaçãoJúlio César LunardiDiretor AdministrativoFlorianópolis, 23 de fevereiro de 2017.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da Companhia, os Senhores Paulo de Resende Salgado, Carlos Guerreiro Pinto e Manoel Eduardo Lima Lopes, abaixo assinados, após examinarem o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Contábeis e a proposta da Administração sobre a destinação dos lucros relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 para reserva legal reserva de incentivos fiscais e distribuição de dividendos e juros sobre o capital próprio, com base no relatório dos auditores independentes, a KPMG, emitido em 23 de fevereiro de 2017, sobre essas demonstrações contábeis, declaram que os mesmos representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ENGIE Brasil Energia S.A., em 31 de dezembro de 2016, estando em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral dos Acionistas da Companhia.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.Paulo de Resende SalgadoCarlos Guerreiro PintoConselheiro PresidenteConselheiro Manoel Eduardo Lima LopesConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.