Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202098 páginasCódigo CVM 20516Versão 1Recebida em 29/06/2020valores em R$ mil

DFP 2020 de SAO MARTINHO S/A

SAO MARTINHO S/A · CNPJ 51.466.860/0001-56

SAO MARTINHO S/A
CNPJ 51.466.860/0001-56
DFP 2020
Exercício 2020
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
SAO MARTINHO S/A
CNPJ
51.466.860/0001-56
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
98
Ano de referência
2020*
Publicado em
29/06/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/202031/03/2019Var.
1Ativo Total12.113.5269.748.72224,3%
1.01Ativo Circulante3.486.1503.252.7007,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa92.066197.607−53,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.831.5041.838.261−0,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.831.5041.838.261−0,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações financeiras1.831.5041.838.261−0,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber165.829163.4121,5%
1.01.03.01Clientes165.829163.4121,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques366.177232.32257,6%
1.01.05Ativos Biológicos713.547657.0578,6%
1.01.06Tributos a Recuperar83.56099.883−16,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar83.56099.883−16,3%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social71.25779.759−10,7%
1.01.06.01.02Demais tributos a recuperar12.30320.124−38,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes233.46764.158263,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros233.46764.158263,9%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos224.63553.967316,2%
1.01.08.03.02Dividendos a receber00—
1.01.08.03.03Outros ativos8.83210.191−13,3%
1.02Ativo Não Circulante8.627.3766.496.02232,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo563.861339.32666,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado38.49453.345−27,8%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo38.49453.345−27,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber27.19222.48820,9%
1.02.01.04.01Clientes27.19222.48820,9%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques49.916131.881−62,2%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes448.259131.612240,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Valores a receber da copersucar10.01710.0170,0%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar81.04679.7901,6%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais271.06027.210896,2%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos28.97722912.553,7%
1.02.01.10.07Aplicações financeiras00—
1.02.01.10.08Imposto de renda e contribuição social00—
1.02.01.10.09Outros ativos57.15914.366297,9%
1.02.02Investimentos33.86833.5371,0%
1.02.02.01Participações Societárias33.86833.5371,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado7.563.9585.644.66034,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.844.5050—
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.719.4530—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível465.689478.499−2,7%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasSão Martinho S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da São Martinho S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2020 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da São Martinho S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de março de 2020 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da São Martinho S.A. e da São Martinho S.A. e suas controladas em 31 de março de 2020, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAA Mensuração do valor justo de ativos biológicos - Nota 7Os ativos biológicos (cana-de-açúcar) da Companhia são mensurados ao valor justo menos despesas de venda, calculado com base no fluxo de caixa descontado da safra em formação, uma vez que não existe mercado ativo para estes ativos.Conforme divulgado na Nota 7 às demonstrações financeiras, a mensuração do valor justo destes ativos biológicos é determinada através de técnicas de avaliação amparada por mercado não observável e líquido (Nível 3), com premissas que consideram dados internos e externos, principalmente relacionadas à produtividade prevista, preços médios projetados de ATR (Açúcar Total Recuperável) e taxa de desconto dos fluxos de caixa. Adicionalmente, em função da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), as incertezas relacionadas à determinação de premissas são maiores que em um cenário usual, principalmente em relação a projeções de preços futuros que podem influenciar na determinação do valor justo dos referidos ativos biológicos.Esse é um assunto de atenção de nossa auditoria, considerando especialmente os riscos inerentes à subjetividade de determinadas premissas que requerem o exercício de julgamento da administração e podem ter impacto relevante na determinação do valor justo dos ativos biológicos e, por consequência, no resultado do exercício e na posição patrimonial da Controladora e do Consolidado.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos envolveram, entre outros, o entendimento dos principais controles internos estabelecidos em relação à mensuração dos ativos biológicos, bem como a análise do modelo utilizado para a estimativa do valor justo menos despesa de venda dos ativos biológicos.Testamos a consistência das informações e principais premissas utilizadas nas projeções de fluxo de caixa, mediante comparação com as informações e dados internos da Companhia aprovados pela administração e públicos e/ou de acesso limitado no mercado, bem como as metodologias utilizadas pela Administração. Adicionalmente, comparamos os dados utilizados com os indicadores-chave de monitoramento da administração e com dados externos divulgados para o setor sucroalcooleiro. Finalmente, comparamos os dados das avaliações feitas com as respectivas divulgações, incluindo a descrição dos principais fatores que podem influenciar na determinação e variação do valor justo menos despesa de venda dos ativos biológicos. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos.Adoção inicial da norma contábil IFRS 16 / CPC 06 (02) - Arrendamentos - Notas 2.7 e 13A Companhia possui contratos de parceria agrícola e arrendamento de terras na região de atuação de suas usinas, que foram caracterizados dentro do escopo do IFRS 16 / CPC 06 (R2) - Arrendamentos, que entrou em vigor para exercícios findos a partir de 1º de janeiro de 2019. A adoção inicial dessa nova norma resultou no reconhecimento contábil de ativo por direito de uso e passivo de arrendamento no montante de R$ 1.587.561 mil no balanço patrimonial em 1º de abril de 2019. A administração decidiu adotar a abordagem simplificada de efeito cumulativo, que permite que informações comparativas de períodos anteriores não sejam reapresentadas.A adoção inicial do novo pronunciamento contábil foi considerada como um principal assunto de auditoria devido a sua complexidade e relevância, pois envolveu (i) análise de volume significativo de contratos de arrendamento e parceria agrícola, e (ii) o uso de julgamento significativo da administração na definição de premissas, tais como: a taxa incremental de empréstimo e a determinação dos prazos de arrendamentos, além da adoção dos expedientes práticos trazidos pela nova norma, entre outros.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos controles internos e processos implementados pela administração para adoção do IFRS 16 / CPC 06 (R2) - Arrendamentos, bem como dos expedientes práticos adotados permitidos pela norma.Avaliamos a integridade da base de contratos e os procedimentos aplicados pela Administração para identificação de contratos com potencial aderência ao escopo da norma.Para uma amostra de contratos, efetuamos a conferência de dados do arrendamento/parceria agrícola e recálculo de valores apurados. Adicionalmente, avaliamos as principais premissas e estimativas utilizadas pela administração para mensuração do passivo financeiro de arrendamento/parceria agrícola e o direito de uso dos ativos, bem como das contabilizações efetuadas, incluindo aspectos quantitativos e qualitativos. Avaliamos a contabilização do ativo de dir eito de uso e seus critérios de depreciação e do passivo de arrendamento/parceria agrícola e a apropriação de juros, suas liquidações e remensurações por índices estabelecidos nos contratos. Adicionalmente, efetuamos leitura das divulgações nas notas explicativas sobre o assunto, incluindo questões de mensuração requeridas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a apuração e divulgação dos impactos decorrentes do efeito de inflação no fluxo de contraprestações futuras do passivo de arrendamento.Com base nos procedimentos executados, consideramos que os julgamentos e premissas utilizados pela administração na mensuração do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento/parceira agrícola são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de março de 2020, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de março de 2019, apresentadas para fins de comparação, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram seu relatório de auditoria em 24 de junho de 2019, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transa ções e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Ribeirão Preto, 29 de junho de 2020PricewaterhouseCoopers Maurício Cardoso de MoraesAuditores Independentes Contador CRC 1PR035795/O-1 "T" SPCRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2020.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 29 de Junho de 2020 pela PricewaterhouseCoopers, CRC 2SP000160/O-5.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

SÃO MARTINHO S.A.CNPJ/MF Nº 51.466.860/0001-56NIRE Nº 35.300.010.485Companhia AbertaPARECER DO CONSELHO FISCAL DA SÃO MARTINHO S.A.Os membros do Conselho Fiscal da SÃO MARTINHO S.A., abaixo assinados, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, nos termos do artigo 163, incisos II, III e VII, da Lei 6.404/76, procederam a análise das Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas tomadas em seu conjunto e o Relatório Anual da Administração, referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2020, e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando ainda, o relatório sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras dos Auditores Independentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 29 de junho de 2020 e seus esclarecimentos, concluíram que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, e opinam favoravelmente pelo seu encaminhamento para deliberação em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária dos Acionistas, assim como, opinam favoravelmente sobre as propostas da Administração para: i) Destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31/03/2020 ii) Distribuição de dividendo obrigatório e adicional iii) Orçamento de Capital safra 2020/2021, base para retenção de lucros e, iv) Aumento do Capital Social, com utilização da Reserva de Incentivo Fiscal e Reserva de Capital.São Paulo, 29 de junho de 2020. Carlos Alberto ErcolinMembro EfetivoMaurício Curvelo de Almeida PradoMembro EfetivoMassao Fábio OyaMembro Efetivo

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias354.011.3297.267.063
Preferenciais00
Total354.011.3297.267.063

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.