Pular para o conteúdo
BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201366 páginasCódigo CVM 80098Versão 1Recebida em 28/05/2013valores em R$ mil

ITR 31/03/2013 de LAEP INVESTMENTS LTD

LAEP INVESTMENTS LTD · CNPJ 08.904.552/0001-36

LAEP INVESTMENTS LTD
CNPJ 08.904.552/0001-36
ITR 31/03/2013
Exercício 2013
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
LAEP INVESTMENTS LTD
CNPJ
08.904.552/0001-36
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
66
Ano de referência
2013*
Publicado em
28/05/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:39

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201331/12/2012Var.
1Ativo Total450.753461.518−2,3%
1.01Ativo Circulante161.892163.354−0,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa210486−56,8%
1.01.01.01Caixa e Banco210486−56,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicação Financeira00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber19.96221.972−9,1%
1.01.03.01Clientes6.4628.784−26,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber13.50013.1882,4%
1.01.03.02.01Impostos a recuperar1.8011.810−0,5%
1.01.03.02.02Outros Créditos11.69911.3782,8%
1.01.04Estoques6.1425.6738,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas31353490,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes135.265135.1700,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros135.265135.1700,1%
1.01.08.03.01Gastos com Representação a Apropriar00—
1.01.08.03.02Bens Destinados a Venda00—
1.01.08.03.03Créditos com Controladas00—
1.01.08.03.04Fundos de Investimento135.265135.1700,1%
1.02Ativo Não Circulante288.861298.164−3,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo131.354133.119−1,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes131.354133.119−1,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos Judiciais11.64311.5870,5%
1.02.01.09.04Bens destinados a venda00—
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar119.401121.222−1,5%
1.02.01.09.06Outros Créditos3103100,0%
1.02.01.09.07Gastos a Apropriar00—
1.02.02Investimentos1.5842.084−24,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.5842.084−24,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.5842.084−24,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado153.585160.623−4,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação153.585160.623−4,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.3382.3380,0%
1.02.04.01Intangíveis2.3382.3380,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível2.3382.3380,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTESAosAcionistas e Administradores daLAEP Investments Ltd.São Paulo - SPINTRODUÇÃORevisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, da LAEP Investments Ltd., contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referente ao trimestre findo em 31 de março de 2013,que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de março de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestrefindo nessa data, incluindo o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias individuais de acordocom o pronunciamento técnico CPC 21 - Demonstração Intermediária e das informações contábeis intermediárias consolidadas de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 - Demonstração Intermediária e com a normainternacional de contabilidade IAS 34 - Interim Financial Reporting, emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.ALCANCE DA REVISÃOConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVADiversos fatores geram incertezas relevantes quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia:A)Conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, a Companhia tem sofrido contínuos prejuízos operacionais e apresentado deficiência de capital de giro e excesso de passivo circulante sobre ativo circulante em R$ 164.524 mil(consolidado). Em decorrência dessa deficiência de capital de giro, a Companhia e suas controladas incorreram emrelevantes atrasos com fornecedores e apresentam obrigações tributárias e encargos sociais vencidos em períodos superiores à três meses.B)Conforme descrito nas notas explicativas nº 9 e nº 11, a recuperação do valor do investimento em cotas dos Fundos de Investimento que detém participação indireta na LBR Lacteos do Brasil e na DSL (em 2011, investidas indiretas), depende do sucesso dos planos de recuperação judicial das empresas investidas (ainda não homologado no caso da LBR).A controlada Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos se encontra em processo de recuperação judicial. C)Conforme descrito na nota explicativa nº 20, "riscos cíveis", a Companhia sofre processo de execução judicial em seu país sede que poderá, até, resultar em sua liquidação.D)Conforme descrito na nota explicativa nº 1, item "q", a Companhia deu início ao processo de descontinuidade de seu Programa de Brazilian Depositary Receipts - BDRs. Embora o processo encontre-se suspenso, aguardando manifestação da CVM quanto a sua conformidade, a Companhia necessita desenvolver novas fontes de captação de recursos para fazer frente à suas deficiências de capital de giro.E)Conforme descrito na nota explicativa nº 01, item "q", a Companhia, em função de ação civil pública, teve determinados bens e direitos bloqueados judicialmente.Os planos da Administração, com relação aos assuntos acima mencionados, estão descritos na Nota Explicativa nº 1 e a recuperação do desenvolvimento normal das atividades da Companhia está diretamente condicionada ao sucesso desses planos e ao desfecho favorável das ações judiciais em curso. As demonstrações contábeis individuais e consolidadas não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e à classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e à classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia e suas controladas continuarem operando.CONCLUSÃO SOBRE AS INFORMAÇÕES INTERMEDIÁRIAS INDIVIDUAISCom base em nossa revisão, exceto pelos possíveis efeitos decorrentes dos assuntos mencionados no parágrafo Base para Opinião com Ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias individuais incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21R1 e a IAS 34 aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários. CONCLUSÃO SOBRE AS INFORMAÇÕES INTERMEDIÁRIAS CONSOLIDADASCom base em nossa revisão, exceto pelos possíveis efeitos decorrentes dos assuntos mencionados no parágrafo Base para Opinião com Ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias consolidadas incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21R1 e a IAS 34 aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários. ÊNFASEConforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Laep Investments Ltd. essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS deveria ser aplicado o critério de custo ou valor justo. Nossa revisão não contém ressalva em relação a este assunto.Conforme descrito na nota explicativa nº 31, item "a", em 10 de abril de 2013 esgotou-se o prazo concedido em liminar para que a Secretaria da Receita Federal concluísse a avaliação do processo de avaliação de créditos tributários de PIS e COFINSregistrados pela Companhia e suas controladas, a serem utilizados em compensação com saldos de parcelamentos tributáriosem aberto. A Companhia e seus consultores jurídicos consideram que, em função disso, não estão sendo descumpridas as condições pactuadas em tais processos de parcelamento e que, portanto, não se tratam de dívidas tributárias vencidas, sujeitas a inclusão na dívida ativa bem como ao seu registro pelos valores originais atualizados. Nossa revisão não contém ressalva em relação a este assunto.OUTROS ASSUNTOSDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonst rações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormentee, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, de forma consistente, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nossa revisão não contém ressalva em relação a este assunto.BAKER TILLY BRASIL AUDITORES INDEPENDENTESCRC-2SP016754/O-1 EDUARDO AFFONSO DE VASCONCELOSCONTADOR - CRC-1SP166001/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Laep Investments, com sede na Rua Xavier de Toledo, 266 - 12º andar - sala 121 - Centro - São Paulo - SP - Brasil, declaram que:a) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Laep Investments do períodofindo em 31 de março de 2013.São Paulo, 14 de maio de 2013.Antonio Romildo da SilvaDiretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.