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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20567Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO PINE S/A

BANCO PINE S/A · CNPJ 62.144.175/0001-20

Versões deste exercício: v1 (08/02/2018) · v2 (29/03/2018), esta

BANCO PINE S/A
CNPJ 62.144.175/0001-20
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO PINE S/A
CNPJ
62.144.175/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total8.799.6718.290.4506,1%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.157.989663.98174,4%
1.02Aplicações Financeiras2.839.0882.987.717−5,0%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.839.0882.987.717−5,0%
1.02.01.01Títulos para Negociação1.143.4711.000.82214,3%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.631.6771.843.544−11,5%
1.02.01.03Instrumentos de Hedge (Derivativos)63.940143.351−55,4%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Empréstimos e Recebíveis3.668.0213.617.8121,4%
1.04Tributos Diferidos615.549445.52138,2%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos615.549445.52138,2%
1.05Outros Ativos516.356565.198−8,6%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda279.758292.234−4,3%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros236.598272.964−13,3%
1.06Investimentos00
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado2.2619.745−76,8%
1.07.01Imobilizado de Uso2.2619.745−76,8%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível407476−14,5%
1.08.01Intangíveis407476−14,5%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Pine S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pine S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Pine S.A. e do Banco Pine S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadascomo um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Planejamos e executamos nossa auditoria do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Valor justo de títulos de dívida emitidos por companhias de capital fechadoPorque é um PAAConforme divulgado nas notas 3(e) e 6(a), em 31 de dezembro de 2017 o Banco mantêm os investimentos em títulos de dívida de companhias de capital fechado classificados na categoria disponível para venda e mensurados ao valor justo.Esses investimentos em títulos de dívida não são negociados em mercado ativo. Dessa forma, no processo de mensuração do valor justo, a Administração aplicou seu julgamento em relação à definição do modelo aplicado e às premissas adotadas. A mensuração do valor justo foi efetuada por meio do método de fluxo de caixa descontado, que considera premissas estabelecidas internamente pela Administração.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, uma vez que o uso de diferentes modelos de mensuração ou de premissas poderiam produzir variações no valor justo significativamente diferentes daquelas estimadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles relevantes identificados nesse processo, tais como os controles de validação da captura das premissas e da aplicação dessas no processo de mensuração do valor justo dos títulos de dívida. Analisamos a metodologia de mensuração do valor justo desses títulos de dívida e a razoabilidade das premissas adotadas pela Administração por meio da comparação com as praticadas pelo mercado em instrumentos similares, bem como analisamos a consistência dessas premissas com as adotadas em exercícios anteriores.Efetuamos, também, para amostras selecionadas, testes de recálculo do valor justo com base nas premissas adotadas pela Administração e testes independentes de precificação ao valor justo dos títulos de dívida.Consideramos que os modelos e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLDPorque é um PAAConforme divulgado nas notas 3(h) e 7(d), o Banco mensurou a provisão para créditos de liquidação duvidosa por meio do estabelecimento de níveis de risco (rating) para cada operação, conforme previsto na Resolução n° 2.682/99, do Conselho Monetário Nacional (CMN).A definição de risco (rating) para cada operação considera julgamento por parte da Administração quanto à definição das premissas e, da conjuntura econômica, da experiência passada, dos níveis de inadimplência, de riscos específicos em relação às operações e aos devedores e suas respectivas garantias.Essa é uma área que permanece como foco de auditoria pois o uso desse julgamento na apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa poderia resultar em variações significativas na estimativa das perdas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles internos relevantes relacionados ao processo de classificação dos níveis de risco, de monitoramento das garantias recebidas, e da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa.Efetuamos, também, em base amostral, testes documentais sobre a existência de garantias apresentadas, bem como sobre a razoabilidade do julgamento e das premissas adotadas pela Administração para (i) a determinação dos ratings e (ii) a aplicação da metodologia de cálculo da provisão com base nos referidos níveis de riscos atribuídos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Valor recuperável do crédito tributário Porque é um PAAConforme divulgado nas notas 3(s) e 9(b), o Banco possui ativos decorrentes de créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Esses créditos foram constituídos com base em estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração, conforme requerido pelo Banco Central do Brasil.Na elaboração do referido estudo, foram utilizados julgamentos e premissas de natureza subjetiva, estabelecidos pela Administraç ão, para projeção de lucros tributários futuros.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas poderia alterar significativamente a projeção de lucros tributários, e consequentemente, os prazos previstos de realização do crédito tributário, com consequente impacto contábil.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram a análise da razoabilidade das premissas relevantes e da metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis futuros contidas no estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração.Comparamos as premissas críticas utilizadas com as projeções orçamentarias atualizadas e aprovadas pelo Conselho de Administração e, quando aplicável, com projeções macroeconômicas divulgadas no mercado.Como base no resultado dos procedimentos de auditoria e no contexto das incertezas inerentes de realização dos valores registrados como crédito tributário, consideramos que as premissas adotadas pela Administração são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Provisões para contingências fiscais Porque é um PAAConforme divulgado nas notas 3(q) e 16, o Banco é parte em processos administrativos e judiciais de natureza fiscal, inerentes ao curso normal de suas operações, os quais são avaliados de forma recorrente, com os impactos contábeis reconhecidos de acordo com a probabilidade de perda.A determinação da probabilidade de perda envolve elevado nível de julgamento por parte da Administração que conta com o apoio de seus assessores jurídicos internos e externos.As contingências fiscais podem ser encerradas após um longo espaço temporal e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também de aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, devido aos aspectos processuais e ao nível de julgamento envolvido na determinação da probabilidade de perda atribuída a cada processo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram, entre outros, o apoio de nossos especialistas na leitura e o entendimento dos processos administrativos ou judiciais relevantes. Adicionalmente realizamos a inspeção documental das principais movimentações dos processos.Realizamos o confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte e confirmamos com os assessores jurídicos os dados dos processos, incluindo sua avaliação da probabilidade de perda.Consideramos que os critérios adotados pela Administração para a determinação da provisão para contingências fiscais, bem como as divulgações efetuadas são apropriados.Ambiente de tecnologia da informação Porque é um PAADevido à diversidade e volume de transações, o Banco é altamente dependente da sua estrutura de tecnologia para a gestão e geração de informações utilizadas no processamento de suas operações.A busca por maior eficiência operacional e criação de novas modalidades de transações requer também a sofisticação do portfólio de produtos e, principalmente, o desenvolvimento e aprimoramento das tecnologias utilizadas.Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações, bem como de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações financeiras. Essa é uma área que permanece como foco de auditoria, devido à complexidade do ambiente de tecnologia e a dependência do Banco em sua operação. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram os diferentes níveis de maturidade dos controles e incluíram, entre outros, o apoio de nossos especialistas em sistemas para a atualização do nosso entendimento e testes sobre a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia da informação que consideram também segurança da informação e gerenciamento de mudanças sistêmicas.Testamos também a efetividade dos principais controles automatizados ou dependentes de tecnologia, bem como os necessários controles compensatórios, quando aplicável.Consideramos que o ambiente de tecnologia da informação e controles estabelecidos pela Administração apresentaram uma base razoável de eficácia para suportar os principais processos de negócios que geram informações críticas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 8 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Luís Carlos Matias RamosContador CRC 1SP171564/O-1__________________________________________________________________________________Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pine S.A. ("Instituição") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Pine S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco Pine S.A. e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses as suntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Planejamos e executamos nossa auditoria do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 considerando que as operações do Banco Pine S.A. e controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAAValor justo de títulos de dívida emitidos por companhias de capital fechado e ações de companhias abertas com baixa liquidez Conforme divulgado nas notas 3.n.ix.a e 7, o Banco detêm investimentos em títulos de dívida de companhias de capital fechado e ações de companhias abertas com baixa liquidez classificados na categoria disponível para venda e mensurados ao valor justo.Os investimentos em títulos de dívida não possuem cotação em mercado ativo e as ações de companhias abertas possuem baixa liquidez no mercado. Dessa forma, a Administração efetuou a mensuração do valor justo desses investimentos pelo método do fluxo de caixa descontado, que considera premissas estabelecidas internamente. Nesse processo de mensuração do valor justo, a Administração aplicou seu julgamento tanto em relação a definição do modelo quanto às premissas adotadas.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, uma vez que o uso de diferentes modelos de mensuração ou de premissas poderiam produzir variações no valor justo significativamente diferentes daquelas estimadasComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles relevantes identificados nesse processo, tais como os controles de validação da captura das premissas e da aplicação dessas no processo de mensuração do valor justo dos títulos de dívida e das ações de companhia aberta.Testamos os modelos de mensuração do valor justo desses ativos, e analisamos a razoabilidade das premissas adotadas pela Administração com as praticadas pelo mercado, bem como analisamos a consistência dessas premissas com as adotadas em exercícios anteriores.Efetuamos, também, para amostras selecionadas, testes de recálculo do valor justo com base nas premissas adotadas pela Administração e testes independentes de precificação ao valor justo dos títulos de dívida e ações de companhia abertas.Consideramos que os modelos e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros são razoáveis e consistentes com as divulgações em nota explicativas.Porque é um PAAMensuração da provisão para perdas por não recuperação (impairment) em empréstimos e adiantamentos a clientesConforme divulgado nas notas 3.c.ii e 9, o Banco mensurou a provisão para perdas sobre empréstimos e adiantamentos a clientes por meio de julgamentos aplicados em suas matrizes de perda incorrida.A avaliação é realizada de forma individualizada e considera a existência de evidências de perdas incorridas no valor recuperável do crédito, bem como certas premissas que são aplicáveis aos modelos internos, tais como (i) probabilidade de inadimplência da operação, (ii) as perdas históricas, através de dados observáveis de inadimplência de devedores classificados com risco de crédito semelhante e (iii) garantias obtidas.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois o uso desse julgamento na apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa poderia resultar em variações significativas nessa estimativa.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles internos relevantes relacionados ao processo de classificação dos níveis de risco, de monitoramento das garantias recebidas, da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para perdas.Testamos, em base amostrais, (i) as premissas e metodologias utilizadas para apuração da probabilidade de inadimplência, (ii) a existência de garantias apresentadas, e (iii) recálculo das perdas históricas.Adicionalmente, efetuamos testes documentais sobre as principais variações na movimentação da provisão para perdas.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Porque é um PAAValor recuperável do crédito tributárioConforme divulgado nas notas 3.c.iii e 38, o Banco possui ativos decorrentes de créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Esses créditos foram constituídos com base em estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração.Na elaboração do referido estudo, foram utilizados julgamentos e premissas de natureza subjetiva, estabelecidos pela Administração, para projeção de lucros tributários futuros.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas poderia alterar significativamente a projeção de lucros tributários, e consequentemente, os prazos previstos de realização do crédito tributário, com consequente impacto contábil.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram a análise da razoabilidade das premissas relevantes e da metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis futuros contidas no estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração.Comparamos as premissas críticas utilizadas com as projeções orçamentárias atualizadas e aprovadas pelo Conselho de Administração e, quando aplicável, com projeções macroeconômicas divulgadas no mercado. Como base no resultado dos procedimentos de auditoria e no contexto das incertezas inerentes de realização dos valores registrados como crédito tributário, consideramos que as premissas adotadas pela Administração são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Provisões para contingências fiscaisPorque é um PAAConforme divulgado nas notas 3.c.iv e 22.b.i, o Banco é parte em processos administrativos e judiciais de natureza fiscal, inerentes ao curso normal de suas operações, os quais são avaliados de forma recorrente, com os impactos contábeis reconhecidos de acordo com a probabilidade de perda.A determinação da probabilidade de perda envolve elevado nível de julgamento por parte da Administração que conta com o apoio de seus assessores jurídicos internos e externos.As contingências fiscais podem ser encerradas após um longo espaço temporal e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também de aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, devido aos aspectos processuais e ao nível de julgamento envolvido na determinação da probabilidade de perda atribuída a cada processo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram, entre outros, o apoio de nossos especialistas na leitura e o entendimento dos processos administrat ivos ou judiciais relevantes. Adicionalmente realizamos a inspeção documental das principais movimentações dos processos.Realizamos o confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte e confirmamos com os assessores jurídicos os dados dos processos, incluindo sua avaliação da probabilidade de perda.Consideramos que os critérios adotados pela Administração para a determinação da provisão para contingências fiscais, bem como as divulgações efetuadas são apropriados.Ambiente de tecnologia da informaçãoPorque é um PAADevido à diversidade e volume de transações, o Banco é altamente dependente da sua estrutura de tecnologia para a gestão e geração de informações utilizadas no processamento de suas operações.A busca por maior eficiência operacional e criação de novas modalidades de transações requer também a sofisticação do portfólio de produtos e, principalmente, o desenvolvimento e aprimoramento das tecnologias utilizadas.Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações, bem como de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações financeiras. Essa é uma área que permanece como foco de auditoria, devido à complexidade do ambiente de tecnologia e a dependência do Banco em sua operação. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram os diferentes níveis de maturidade dos controles e incluíram, entre outros, o apoio de nossos especialistas em sistemas para a atualização do nosso entendimento e testes sobre a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia da informação que consideram também segurança da informação e gerenciamento de mudanças sistêmicas.Testamos também a efetividade dos principais controles automatizados ou dependentes de tecnologia, bem como os necessários controles compensatórios, quando aplicável.Consideramos que o ambiente de tecnologia da informação e controles estabelecidos pela Administração apresentaram uma base razoável de eficácia para suportar os principais processos de negócios que geram informações críticas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade da Instituição continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Instituição ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco Pine S.A. e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco Pine S.A. e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Instituição. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Instituição a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelme nte, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2018PricewaterhouseCoopersLuís Carlos Matias RamosAuditores IndependentesContador CRC 1SP171564/O-1 CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

BANCO PINE S.A.Companhia AbertaCNPJ 62.144.175/0001-20DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, Relatório dos Auditores Independentes e Parecer do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras.São Paulo, 08 de fevereiro de 2018.Membros da Diretoria ExecutivaNorberto Zaiet JuniorUlisses Marcio AlcantarillaJoão Vicente Peregrino de BritoMauro SanchezJefferson Dias MiceliRaquel Varela BastosSergio Luis PatricioEduardo FonsecaEugenio Fabbri

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

BANCO PINE S.A.Companhia AbertaCNPJ 62.144.175/0001-20DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, Relatório dos Auditores Independentes e Parecer do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.São Paulo, 08 de fevereiro de 2018.Membros da Diretoria ExecutivaNorberto Zaiet JuniorUlisses Marcio AlcantarillaJoão Vicente Peregrino de BritoMauro SanchezJefferson Dias MiceliRaquel Varela BastosSergio Luis PatricioEduardo FonsecaEugenio Fabbri

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BANCO PINE S/ACNPJ 62.144.175/0001-20 - Companhia Aberta NIRE 35300525515RESUMO DO COMITÊ DE AUDITORIASEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017O Comitê de Auditoria do Banco Pine S.A. e suas controladas ("Conglomerado Pine") é um órgão estatutário subordinado ao Conselho de Administração, implantado em atendimento às regulamentações do Banco Central do Brasil - BACEN e da Comissão de Valores mobiliários - CVM, seu regimento está disponível no site ri.pine.com. Conforme descrito em seu regimento compete ao Comitê zelar pela qualidade e integridade das Demonstrações Financeiras do Conglomerado Pine, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das auditorias independente e interna e pela qualidade e efetividade dos controles internos e gestão de riscos do Conglomerado Pine. Para isso o Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, da Auditoria Interna e Auditoria Externa, do responsável pelo gerenciamento de riscos e controles internos, bem como, em suas próprias análises. O Comitê de Auditoria é atualmente composto por três membros independentes, eleitos na Reunião do Conselho de Administração de 08 de janeiro de 2018. A elaboração das Demonstrações Financeiras do Conglomerado Pine de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil é de responsabilidade de sua Administração. A Administração também é responsável por (i) estabelecer procedimentos que assegurem a qualidade das informações e dos processos utilizados na elaboração das Demonstrações Financeiras (ii) gerenciar os riscos das operações do Conglomerado Pine e (iii) supervisionar as atividades de controle interno e compliance, entre outras.A Auditoria Independente é responsável por examinar as Demonstrações Financeiras e emitir relatório sobre sua adequação, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrente da legislação societária, das normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.A Auditoria Interna tem suas atividades direcionadas para a avaliação da eficiência e eficácia dos controles internos do gerenciamento de riscos, e na aderência dos processos às normas e procedimentos estabelecidos pela Administração.Atividades do Comitê no 2º semestre de 2017O Plano de trabalho do Comitê de Auditoria, para o 2º semestre de 2017, teve como objetivo principal a análise das estruturas, das operações, dos processos e dos sistemas inerentes aos negócios do Conglomerado Pine, incluindo reuniões com os responsáveis pelas principais áreas de negócio.Reuniões específicas foram realizadas com a Auditoria Independente e com a Auditoria Interna, com objetivo de avaliar os planos anuais e suas execuções, bem como o acompanhamento das ações estabelecidas pela Administração aos apontamentos das auditorias. Também foi realizada reunião com o Banco Central do Brasil para apresentação e avaliação desse plano anual, dos fechamentos semestrais e de aspectos de sua regulamentação e normatização.No que tange às suas atribuições, o Comitê de Auditoria acompanhou e avaliou:I - Sistema de Controles InternosO Comitê tomou conhecimento ao longo do exercício de 2017, dos processos, métodos e sistemas de controles e de informações do Conglomerado Pine, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos gestores na manutenção e aprimoramento.Todas as principais atividades do Conglomerado Pine, inclusive as atividades exercidas por outras empresas (terceiros relevantes), foram analisadas e tiveram os seus riscos identificados, assim como os controles utilizados para mitiga-los e/ou reduzi-los a um nível considerado adequado de gerenciamento. Esses mapeamentos, riscos e controles são armazenados em um sistema eletrônico de dados adquirido de consultoria especializada e de renome no mercado.O Comitê, com base nas informações e observações adquiridas durante suas reuniões, avalia como adequado ao porte e complexidade de operações do Conglomerado Pine, os sistemas de controles internos, contribuindo para a eficiência de seus negócios, para a adequação dos relatórios financeiros e para a observância às normas e regulamentações aplicáveis às suas transações.II - Cumprimento da Legislação, da Regulamentação e das Normas InternasO Comitê de Auditoria considera que as atribuições e responsabilidades, assim como os procedimentos relativos à avaliação e monitoramento dos riscos legais estão definidos e continuam sendo praticados de acordo com as orientações da Administração. Com base nas informações recebidas das áreas responsáveis, da Auditoria Interna e da Auditoria Externa, O Comitê concluiu que não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, da regulamentação e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade da Conglomerado Pine.III - Administração de RiscosA Gestão de Risco do Conglomerado Pine é exercida de forma integrada, compreendendo Risco de Crédito, Risco de Mercado, Risco de Liquidez e Risco Operacional, regulamentados pelo Banco Central do Brasil.O Comitê acompanhou os aspectos relativos ao gerenciamento e controle de riscos do Conglomerado Pine, dentre eles, os processos, métodos, sistemas e relatórios para a gestão de riscos de Mercado, Liquidez, Crédito e Operacional.IV - Auditoria IndependenteO Comitê realizou reuniões com a Auditoria Independente - PricewaterhouseCoopers (PwC) - para a apreciação das Informações Financeiras Trimestrais (ITR) e aprovação das Demonstrações Financeiras semestrais. Por ocasião destas reuniões, foi apresentado o Plano Anual de Auditoria e verificado o cumprimento da Política de Independência.As recomendações incluídas nos relatórios de controles internos foram apresentadas ao Comitê e estabelecidos, em conjunto com a Auditoria Interna e com as áreas respectivas, Planos de Ação para solucioná-las. Não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, das regulamentações e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade dos negócios do Conglomerado Pine. O Comitê avaliou como adequados o planejamento e os trabalhos dos auditores independentes para o porte e complexidade das operações do Conglomerado Pine.V - Auditoria InternaO Comitê acompanhou o processo de auditoria realizado pela Auditoria Interna, através de reuniões periódicas e aprovou sua estrutura e o Plano Anual que compreende as principais operações, riscos e processos do Conglomerado Pine. Nas reuniões do Comitê com as áreas de negócio do Conglomerado Pine, a presença permanente da Auditoria Interna proporciona o suporte necessário às atividades e o atendimento às demandas.VI - Demonstrações Financeiras ConsolidadasO Comitê avaliou os processos de elaboração das Demonstrações Financeiras, os balanços individuais e consolidados, os relatórios financeiros e as notas explicativas divulgadas em conjunto.Abordou com a Auditoria Externa e com os executivos do Conglomerado Pine as práticas relevantes utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Em reunião realizada em 30 de janeiro de 2018, foram analisadas as Demonstrações Financeiras do Conglomerado Pine relativas ao semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2017. ConclusãoO Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsa bilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo da sua atuação, concluiu que os trabalhos desenvolvidos são adequados e conferem transparência e qualidade às referidas Demonstrações Financeiras do Banco Pine S.A. e suas controladas para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 30 de janeiro de 2018.William Pereira PintoPresidenteLavinia Moraes de Almeida Nogueira JunqueiraEspecialista FinanceiroCarlos Elder Maciel de Aquino Membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.