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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017157 páginasCódigo CVM 18970Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de AES TIETE ENERGIA S.A.

AES TIETE ENERGIA S.A. · CNPJ 04.128.563/0001-10

Versões deste exercício: v1 (26/02/2018) · v2 (27/02/2018), esta

AES TIETE ENERGIA S.A.
CNPJ 04.128.563/0001-10
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
AES TIETE ENERGIA S.A.
CNPJ
04.128.563/0001-10
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
157
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total6.817.9134.099.57966,3%
1.01Ativo Circulante1.578.644776.479103,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa134.59372.08686,7%
1.01.02Aplicações Financeiras1.069.928505.531111,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.069.928505.531111,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.069.928505.531111,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber312.995151.817106,2%
1.01.03.01Clientes312.995146.897113,1%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes312.995146.897113,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber04.920−100,0%
1.01.03.02.01Contas a receber de partes relacionadas04.920−100,0%
1.01.03.02.02Contas a Receber - Acordos00—
1.01.04Estoques00—
1.01.04.01Almoxarifado00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar32.70344.346−26,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar32.70344.346−26,3%
1.01.06.01.01Tributos e Contribuições Sociais Compensáveis32.70344.346−26,3%
1.01.06.01.02Outros Tributos Compensáveis00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes28.4252.699953,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros28.4252.699953,2%
1.01.08.03.01Dividendos a Receber00—
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos14.0300—
1.01.08.03.03Outros Créditos6.6802.056224,9%
1.01.08.03.04Caixa Restrito00—
1.01.08.03.05Previdência Privada - Ativo de Benefício Definido00—
1.01.08.03.06Conta de Ressarcimento - CCEE/Distribuidoras1590—
1.01.08.03.07Cauções e Depósitos Vinculados7.5566431.075,1%
1.02Ativo Não Circulante5.239.2693.323.10057,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo372.901177.942109,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber13.07513.0750,0%
1.02.01.03.01Clientes13.07513.0750,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos142.529159.665−10,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.6070—
1.02.01.06.04Tributos a Recuperar140.922159.665−11,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes217.2975.2024.077,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.04Cauções e Depósitos Vinculados213.6324.4654.684,6%
1.02.01.09.06Tributos e Contribuições Sociais Compensáveis474698−32,1%
1.02.01.09.07Ativo Financeiro de Concessão00—
1.02.01.09.08Instrumentos Financeiros Derivativos780—
1.02.01.09.09Outros Créditos1.860394.669,2%
1.02.01.09.11Conta de Ressarcimento - CCEE/Distribuidoras1.2530—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado4.722.1423.089.30752,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação4.608.8112.946.76856,4%
1.02.03.01.01Imobilizado em serviço4.611.4932.949.45056,4%
1.02.03.01.02Obrigações especiais−4.781−4.7810,0%
1.02.03.01.03Imóveis destinados a uso futuro2.0992.0990,0%
1.02.03.01.04Provisão para Redução ao Provável Valor de Realização de Ativos00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado74960024,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento112.582141.939−20,7%
1.02.04Intangível144.22655.851158,2%
1.02.04.01Intangíveis144.22655.851158,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Uso do Bem Público32.28334.973−7,7%
1.02.04.01.03Gerado na Aquisição de Investimentos101.9500—
1.02.04.01.04Outros Intangíveis9.99320.878−52,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Ao Conselho de Administração e Acionistas daAES Tietê Energia S/ABarueri - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da AES Tietê Energia S/A (Companhia) identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da AES Tietê Energia S/A em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações contábeis. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações contábeis da Companhia. Obrigação de expansãoDe acordo com o detalhado na nota explicativa 1.1 às demonstrações contábeis, o Edital de Privatização prevê a obrigação da Companhia expandir a capacidade instalada do seu sistema de geração no período de oito anos contados a partir da data de assinatura do Contrato de Concessão, ocorrida em 20 de dezembro de 1999. Entretanto, a partir de 2004, em decorrência de profundas mudanças no ambiente regulatório do setor elétrico brasileiro que fizeram com que o cumprimento da obrigação de expansão acima referida, na opinião da administração, se tornasse inviável dentro do prazo originalmente previsto.Como consequência, a Companhia é parte de ação impetrada pelo Estado de São Paulo visando o cumprimento da obrigação assumida quando de sua privatização, de expandir a capacidade instalada de geração em, no mínimo, quinze por cento (correspondente a aproximadamente 398 MW), ou a pagar indenização por perdas e danos. Os consultores jurídicos externos da Companhia classificam as chances de perda da ação como "possível", não sendo, no entanto, possível estimar o valor em caso de perda neste momento. O monitoramento do cumprimento dessa obrigação foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista que a mesma consta dos acordos assinados com o Governo do Estado de São Paulo quando do processo de privatização da Companhia, e o seu descumprimento poderia ter impacto sobre a continuidade da concessão.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, discussões com a Administração sobre: (i) as ações tomadas durante o exercício de 2017, resultando em aquisições de novos empreendimentos (Parque Solar Boa Hora e Acordo de Investimentos assinado com a Cobra Brasil Serviços, Comunicações e Energia S.A., detalhados nas notas explicativas 4.2 e 4.3), que contribuíram para o cumprimento parcial dessa obrigação de expansão, (ii) os planos da Companhia visando expansão futura da capacidade, (iii) obtenção e análise de pareceres atualizados dos consultores jurídicos externos responsáveis pelo acompanhamento da ação judicial anteriormente mencionada, além da avaliação da adequada divulgação deste tema nas notas explicativas às demonstrações contábeis. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a obrigação de expansão, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios adotados pela administração da Companhia para determinar a probabilidade de perda atribuída ao processo, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 1.1, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Rebaixamento hidrelétrico - Generation Scaling Factor (GSF)A Associação dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (APINE) obteve, em 1º de junho de 2015, decisão judicial em caráter liminar (a "Liminar") favorável a todas as geradoras elétricas abarcadas por aquela Associação, entre elas a Companhia, que impede que os rateios de custos advindos do denominado rebaixamento hidrelétrico, sejam alocados aos geradores detentores da Liminar, quando das liquidações financeiras da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).Em 9 de dezembro de 2015 foi publicada a Lei 13.203/2015, dispondo sobre a repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2015, mediante contrapartida dos geradores hidrelétricos. A Lei determinava que para que houvesse a repactuação proposta, era necessária a desistência dos geradores nas ações judiciais para assim requererem a repactuação do risco hidrológico. A Companhia decidiu por não aderir à repactuação proposta e, em 31 de dezembro de 2017 a Liminar anteriormente mencionada continua vigente. Caso a mesma seja cassada, a Companhia terá que desembolsar o montante de R$ 711.048 mil, o qual já se encontra provisionado em suas demonstrações contábeis, sob a rubrica de "Fornecedores". Conforme informações dos assessores legais da Companhia, a chance de sucesso na discussão do mérito dessa ação é classificada como "possível". Este assunto está divulgado nas notas explicativas 20.3 e 32.3 às demonstrações contábeis.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista a magnitude dos montantes envolvidos e seus impactos sobre as disponibilidades e índice de endividamento da Companhia, em caso de necessidade de desembolso, assim como a necessidade de confirmar que os valores registrados nas demonstrações contábeis, refletem efetivamente o valor das obrigações apuradas pela CCEE, relativamente às obrigações da Companhia em relação às suas operações no mercado e energia. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros procedimentos, discussões com a Administração, obtenção e análise de pareceres atualizados dos consultores jurídicos externos, teste dos valores apurados pela CCEE em relação às operações de responsabilidades da Companhia naquela Câmara, e avaliação da divulgação deste tema nas notas explicativas às demonstrações contábeis. Baseados nos resultados dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios determinados pela Administração para determinação dos montantes registrados, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 20.3 e 32.3, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Discussões judiciais sobre temas trabalhistas, cíveis, fiscais e regulatóriosA Companhia é parte em diversos processos trabalhistas, cíveis, fiscais e regulatórios, sendo que para aquelas cuja probabilidade de perda é considerada provável, registra provisão no montante de R$ 137.445 mil. Adicionalmente, a mesma é parte em outros diversos processos cujo valor agregado totaliza R$ 481.026 mil, e que foram classificados como perda possível (dos quais R$ 276.745 mil se refere a ações de natureza tributária), e, portanto, nenhuma provisão foi constituída em 31 de dezembro de 2017. Este assunto está divulgado na nota explicativa 20 às demonstrações contábeis.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, devido à relevância dos valores envolvidos, ao julgamento necessário para a determinação de reconhecimento ou não de uma provisão pela Administração com base na avaliação dos consultores jurídicos externos responsáveis pelo acompanhamento das causas, e pela complexidade dos assuntos e do ambiente jurídico no Brasil.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria envolveram, dentre outros, obtenção de cartas de confirmação junto aos consultores jurídicos externos da Companhia, bem como a realização de reuniões periódicas com a Administração para discutir a evolução dos principais processos judiciais em aberto, a fim de comparar suas avaliações acerca das causas em aberto com as posições informadas por aqueles consultores. Também, envolvemos especialistas para analisar a razoabilidade das expectativas de perdas das causas mais significativas. Baseados nos resultados dos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação da probabilidade de perda, assim como a determinação da necessidade ou não do registro de provisão para os mencionados processos, e as respectivas divulgações na nota explicativa 20 são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Reconhecimento e mensuração de aquisiçõesEm 2017, a Companhia concluiu o processo de aquisição do Parque Solar Alto Sertão II (Nova Energia S.A) e a aquisição de ativos do Parque Solar Boa Hora. Estes assuntos estão divulgados nas notas explicativas 4.1 e 4.2 respectivamente, às demonstrações contábeis. O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, devido à complexidade dos processos de aquisições e investimentos, combinados ao alto grau de julgamento pela Administração na análise de premissas e determinação do valor justo dos ativos e passivos adquiridos e tratamento contábil atribuído às operações. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a leitura dos documentos que formalizaram a operação, tais como contratos e atas e a obtenção das evidências que fundamentaram a determinação da data de aquisição do controle e a determinação do valor justo da contraprestação transferida, incluindo a avaliação a valor justo do investimento anteriormente detido, preparado por especialistas externos contratados. Com auxílio de nossos especialistas em avaliação, analisamos a metodologia utilizada para mensuração a valor justo dos ativos e passivos adquiridos e avaliamos a razoabilidade das premissas utilizadas e cálculos efetuados, confrontando, quando disponíveis, com informações de mercado, bem como, avaliamos a análise de sensibilidade sobre as principais premissas utilizadas e os impactos de possíveis mudanças em tais premissas e sua relevância em relação às demonstrações contábeis como um todo.Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados sobre os processos de aquisições, que estão consistentes com a avaliação da Administração, consideramos que a metodologia utilizada e premissas adotadas para identificação e mensuração a valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 4.1 e 4.2, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Bra sil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionaisObtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladasAvaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 19 de fevereiro de 2018.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC- 2SP034519/O-6Marcos Antonio QuintanilhaContador CRC-1SP132776/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da AES TIETÊ ENERGIA S.A. ("Companhia"), inscrita no CNPJ/MF sob o nº 04.128.563/0001-10, com sede na Avenida Doutor Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, nº 939, 5º andar, sala individual 2, Bairro Sítio Tamboré, Torre II do Condomínio Castelo Branco Office Park, Barueri - SP, nos termos e para os fins das disposições constantes nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, DECLARAM que reviram, discutiram e concordam com as conclusões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes da Companhia, Ernst & Young Auditores Independentes S.S., bem como que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Contábeis da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Barueri, 19 de fevereiro de 2017.Diretores:Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho Diretor Presidente Clarissa Della Nina Sadock AccorsiDiretora Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresRicardo de Abreu Sampaio CyrinoDiretor Vice-Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da AES TIETÊ ENERGIA S.A. ("Companhia"), inscrita no CNPJ/MF sob o nº 04.128.563/0001-10, com sede na Avenida Doutor Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, nº 939, 5º andar, sala individual 2, Bairro Sítio Tamboré, Torre II do Condomínio Castelo Branco Office Park, Barueri - SP, nos termos e para os fins das disposições constantes nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, DECLARAM que reviram, discutiram e concordam com as conclusões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes da Companhia, Ernst & Young Auditores Independentes S.S., bem como que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Contábeis da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Barueri, 19 de fevereiro de 2017.Diretores:Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho Diretor Presidente Clarissa Della Nina Sadock AccorsiDiretora Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresRicardo de Abreu Sampaio CyrinoDiretor Vice-Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da AES Tietê Energia S.A. ("Companhia"), dentro de suas atribuições e responsabilidades legais e estatutárias, com base nos seus trabalhos, entrevistas e acompanhamentos realizados ao longo do exercício e nas informações e esclarecimentos dos auditores independentes e considerando, ainda, o Relatório da Ernst & Young Auditores Independentes, opina que as demonstrações contábeis e correspondentes notas explicativas, o relatório da administração e a proposta da administração da Companhia para a destinação do resultado, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, em todos os seus aspectos relevantes, estão em condições de serem apreciados pelos acionistas da Companhia, quando da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária prevista para ocorrer em 24 de abril de 2018. Barueri, 26 de fevereiro de 2018.Mário ShinzatoRaimundo Cláudio BatistaMaria Carmen Westerlund MonteraAndré Eduardo DantasCarlos Eduardo Teixeira Taveiros

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.