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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2022178 páginasCódigo CVM 18465Versão 1Recebida em 15/02/2023valores em R$ mil

DFP 2022 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2022
Exercício 2022
Carregando…

Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
178
Ano de referência
2022*
Publicado em
15/02/2023 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:48

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202231/12/2021Var.
1Ativo Total36.441.00339.010.357−6,6%
1.01Ativo Circulante18.564.60025.024.181−25,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.621.7692.280.074146,6%
1.01.02Aplicações Financeiras520.3521.804.122−71,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado520.3521.804.122−71,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Títulos mensurados ao valor justo por meio do resultado00
1.01.02.01.04Títulos mensurados ao valor justo por outros resultados abrangentes00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber5.072.1394.014.16026,4%
1.01.03.01Clientes4.708.9363.957.80819,0%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes4.149.1113.375.24622,9%
1.01.03.01.02Financiamentos a Clientes559.825582.562−3,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber363.20356.352544,5%
1.01.03.02.01Demais Contas a Receber174.15356.205209,9%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber4.2961472.822,4%
1.01.03.02.03Contas a receber - venda de controladas184.7540
1.01.04Estoques4.906.0833.918.77225,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar1.706.4461.353.06026,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.706.4461.353.06026,1%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes a Recuperar96.134291.833−67,1%
1.01.06.01.02Demais Tributos Correntes a Recuperar1.610.3121.061.22751,7%
1.01.07Despesas Antecipadas123.69998.02426,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes614.11211.555.969−94,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros614.11211.555.969−94,7%
1.01.08.03.01Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade614.112555.05210,6%
1.01.08.03.02Ativo não circulante mantido para venda011.000.917−100,0%
1.02Ativo Não Circulante17.876.40313.986.17627,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo8.192.8805.250.44156,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado442.841379.27716,8%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber1.536.229508.969201,8%
1.02.01.04.01Clientes61.46363.749−3,6%
1.02.01.04.02Finaciamento a Clientes501.522415.47220,7%
1.02.01.04.03Outras Contas a Receber61.43329.748106,5%
1.02.01.04.04Contas a receber - venda de controladas911.8110
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos898.235571.75557,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos898.235571.75557,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas74.81371.3684,8%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas0490−100,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0490−100,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes5.240.7623.718.58240,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Impostos a Recuperar2.172.9591.046.798107,6%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais946.383871.2618,6%
1.02.01.10.05Ativo de indenização - combinação de negócios126.558120.9914,6%
1.02.01.10.06Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade1.591.4791.524.1744,4%
1.02.01.10.07Imposto de renda e contribuição social a recuperar403.383155.358159,6%
1.02.02Investimentos111.38478.59341,7%
1.02.02.01Participações Societárias111.38478.59341,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas4.5137.176−37,1%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto106.84371.38949,7%
1.02.02.01.05Outros Investimentos28280,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado7.653.7907.185.8866,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.862.4135.534.5915,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.791.3771.651.2958,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.918.3491.471.25630,4%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daUltrapar Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A. ("Sociedade"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ultrapar Participações S.A. em 31 de dezembro de 2022, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS") emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Sociedade e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Vendas da Oxiteno e da ExtrafarmaPor que é um PAA?Conforme divulgado nas notas explicativas nº 1.b.2, nº 1.b.3 e nº 4, em 2021 a Sociedade assinou contratos de venda de suas participações em suas controladas Oxiteno S.A. - Indústria e Comércio ("Oxiteno") e Imifarma Produtos Farmacêuticos e Cosméticos S.A. ("Extrafarma"). Neste sentido, em 31 de dezembro de 2021, a Sociedade classificou os ativos e os passivos relacionados da Oxiteno e Extrafarma como "Mantidos para venda" e os resultados como "Operações descontinuadas". Em 2022, a Sociedade concluiu a venda da Oxiteno e Extrafarma, após o cumprimento das condições precedentes, apurando uma perda de R$ 19.973 mil e um ganho de R$ 58.403 mil com a venda da Extrafarma e Oxiteno, respectivamente, após o efeito de imposto de renda e contribuição social, conforme nota explicativa nº 4. O resultado das operações descontinuadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2022 foi de R$ 301.858 mil, que inclui o resultado com a venda dos investimentos. A Sociedade contabilizou a venda dos investimentos de acordo com o pronunciamento técnico CPC 31 e a norma internacional IFRS 5 "Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada", que determinam que os ativos e passivos sejam apresentados como "Ativos mantidos para venda" e "Passivos relacionados aos ativos mantidos para venda" no balanço patrimonial e que os resultados das empresas vendidas até a data da venda, bem como o resultado decorrente da venda, sejam apresentados como "Operações descontinuadas" na demonstração do resultado. A venda dos investimentos é considerada uma transação não usual significativa, que envolve complexidade e elevado grau de julgamento pela Administração da Sociedade com relação a sua contabilização, apresentação e divulgação. Adicionalmente, as vendas da Oxiteno e da Extrafarma envolveram parcelas a receber a prazo classificadas no ativo não circulante para as quais foram avaliadas necessidade de ajuste a valor presente, e a venda da Oxiteno resultou em reclassificações de efeitos que estavam contabilizados em "Ajustes de avaliação patrimonial" e "Ajustes acumulados de conversão" para o "Resultado de operações descontinuadas", entre outros impactos que afetaram o resultado do exercício.Este tema foi considerado um principal assunto de auditoria em função: (i) da relevância dos valores (ii) do elevado grau de complexidade e julgamento pela Administração na aplicação do CPC 31 e IFRS 5 (iii) elevado grau de complexidade e julgamento aplicado pela Administração no cálculo do ganho ou perda com a venda dos investimentos, incluindo a avaliação dos impactos tributários das transações e (iv) elevado grau de complexidade e julgamento na identificação dos ativos, passivos e resultados das operações descontinuadas. A auditoria deste assunto requer um elevado grau de julgamento e esforço, incluindo o envolvimento de nossos especialistas de impostos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos relacionadas à identificação e ao tratamento contábil da transação, incluindo os controles relacionados com a aplicação de prática contábil relacionada à contabilização, apresentação e divulgação das vendas dos investimentos (ii) o entendimento e avaliação da natureza e substância econômica da transação e análise dos contratos estabelecidos entre as partes, bem como leitura das atas de Reunião do Conselho de Administração que deliberaram sobre as vendas dos investimentos (iii) a avaliação e desafio dos julgamentos e critérios adotados pela Administração na aplicação do CPC 31 e IFRS 5 e na determinação e mensuração do resultado das operações descontinuadas (iv) envolvimento de nossos especialistas de impostos para avaliação dos impactos tributários da transação e (v) a análise e avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que o tratamento contábil adotado na transação acima descrita e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Créditos de PIS e COFINS oriundos da Lei Complementar 192 Por que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 8.a.2, em 31 de dezembro de 2022 a Sociedade registrou créditos de PIS e COFINS oriundos da Lei Complementar 192. Os créditos de PIS e COFINS podem ser utilizados para compensação com outros tributos federais ou podem ser restituídos pela Receita Federal através de pedido de ressarcimento, desde que dentro dos prazos legais.O registro e a mensuração dos créditos de PIS e COFINS envolvem elevado grau de julgamento pela Administração, tendo em vista a complexidade nas interpretações da legislação tributária aplicável, bem como as incertezas que envolvem expectativa de realização dos valores e elevado esforço da Administração para preparar os cálculos usados para mensurar e registrar esses créditos.Este tema foi considerado um principal assunto de auditoria em função: (i) da relevância dos valores (ii) da complexidade e do elevado grau de julgamento envolvido para avaliar e desafiar as premissas e julgamentos d a Administração sobre o reconhecimento dos créditos e da perspectiva de sua realização, que incluiu a necessidade de envolvimento de nossos especialistas tributários. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e implementação das atividades de controles internos relacionadas ao registro, mensuração e realização dos créditos tributários (ii) o entendimento da natureza dos créditos e análise da legislação tributária aplicável, com o auxílio de nossos especialistas tributários (iii) teste da documentação que suporta o reconhecimento dos créditos (iv) indagações à Administração e aos advogados externos da Sociedade e avaliação dos pareceres legais acerca do tema (v) o envolvimento de nossos especialistas tributários nas indagações à Administração e aos advogados externos, na avaliação dos pareceres legais e nos desafios às premissas utilizadas pela Administração (vi) a análise, os desafios e os testes sobre a metodologia e premissas utilizadas para as projeções que suportam a realização dos créditos, incluindo a realização de indagações às áreas de negócios, tesouraria e controladoria acerca das premissas e projeções que suportam os resultados projetados e do desempenho histórico, análise retrospectiva de resultados, histórico de compensações e restituições dos impostos, incluindo a avaliação de evidências contraditórias (vii) o envolvimento de especialistas em normas técnicas e profissionais de contabilidade na análise da aplicação da prática contábil à transação e (viii) a análise e avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que o tratamento contábil adotado na transação acima descrita e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Sociedade e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados com a auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021As demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, foram auditadas por outro auditor independente, que emitiu relatório datado de 23 de fevereiro de 2022 com uma opinião sem modificação sobre essas demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Sociedade é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Sociedade continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Sociedade e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Sociedade e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Sociedade e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Sociedade e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 15 de fevereiro de 2023DELOITTE TOUCHE TOHMATSUDaniel Corrêa de SáAuditores Independentes Ltda.ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8CRC nº SP-248616/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoEm atendimento ao artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução CVM nº 80/2022, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2022 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2022.São Paulo, 15 de fevereiro de 2023.Marcos Marinho Lutz - Diretor PresidenteRodrigo de Almeida Pizzinatto - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDécio de Sampaio Amaral - Diretor Leonardo Remião Linden - DiretorMarcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Tabajara Bertelli Costa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoEm atendimento ao artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução CVM nº 80/2022, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2022 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2022.São Paulo, 15 de fevereiro de 2023.Marcos Marinho Lutz - Diretor PresidenteRodrigo de Almeida Pizzinatto - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDécio de Sampaio Amaral - Diretor Leonardo Remião Linden - DiretorMarcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Tabajara Bertelli Costa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A.Companhia AbertaCNPJ nº 33.256.439/0001- 39 NIRE 35.300.109.724PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A. ("Companhia"), em cumprimento às disposições legais e estatutárias, declara que examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras (controladora e consolidado) elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2022 e aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 15 de fevereiro de 2023. Com base nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas, apresentado pelos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda, datado de 15 de fevereiro de 2023, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos, bem como a proposta da destinação de lucro líquido do exercício, incluindo a distribuição de dividendos, estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada oportunamente, dentro do prazo legal.São Paulo, 15 de fevereiro de 2023. Flávio Cesar Maia LuzGeraldo ToffanelloNilson Martiniano Moreira

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCOS ATRIBUIÇÕES DO COMITÊO Comitê de Auditoria e Riscos da Ultrapar ("Comitê") é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento próprio, de caráter permanente, submetido à legislação e à regulamentação aplicável, em especial a Resolução CVM nº 23/2021, o Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, o Estatuto Social da Companhia e seu Regimento Interno ("Regimento").Conforme o Regimento, o objetivo do Comitê é assessorar o Conselho de Administração na supervisão (1) da integridade e qualidade das demonstrações financeiras da Companhia, (2) da conformidade da Companhia com requisitos legais e regulatórios, (3) das qualificações e independência do auditor independente, e (4) do desempenho das funções de auditoria interna da Companhia e dos auditores independentes, e (5) da gestão de riscos.Atualmente, o Comitê é composto por três membros independentes do Conselho de Administração, sendo um o coordenador do Comitê. O Comitê opina sobre a contratação e destituição dos auditores independentes e assessora o Conselho de Administração na supervisão de suas atividades, qualificações e independência, avaliando e aprovando previamente a prestação de serviços permitidos pela legislação que não sejam relacionados à auditoria. A Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. ("Deloitte") é a empresa atualmente responsável pela auditoria anual das demonstrações financeiras, pelas suas revisões trimestrais e pela avaliação da estrutura de controles internos aplicáveis à elaboração das demonstrações financeiras, de forma a atender às normas da CVM - Comissão de Valores Imobiliários, B3 - Brasil, Bolsa, Balcão no Brasil e da SEC - Security Exchange Comission e NYSE - New York Stock Exchange nos Estados Unidos da América, inclusive no tocante ao cumprimento do requerido no Sarbanes-Oxley Act ("SOX"). O Comitê é responsável por revisar, em conjunto com os auditores independentes, a qualidade e a integridade das demonstrações financeiras, reportando os temas relevantes ao Conselho de Administração.Cabe ao Comitê acompanhar as atividades da Diretoria de Riscos, Integridade e Auditoria, avaliando a sua estrutura, procedimentos e efetividade da auditoria interna, revisando em conjunto com o Conselho de Administração o seu desempenho e eventuais recomendações para melhorias dos processos da Companhia.Adicionalmente, o Comitê de Auditoria e Riscos monitora as exposições de riscos identificadas pela Diretoria da Companhia, nos termos da Política Corporativa de Gerenciamento de Riscos, manifestando-se sobre revisões de seu conteúdo e assessorando o Conselho de Administração na definição dos níveis aceitáveis de riscos estratégicos. O Comitê deve, também, assegurar que a Companhia possua meios específicos para recepção e tratamento confidencial de informações e denúncias acerca do descumprimento de dispositivos legais, estatutários, Código de Ética e demais políticas e normativos internos aplicados a seus colaboradores e demais stakeholders.Anualmente, o Comitê prepara o presente relatório de atividades, que é encaminhado ao Conselho de Administração e divulgado pela Companhia ao mercado. Periodicamente, os membros do Comitê realizam sua autoavaliação e discutem os resultados e eventuais pontos de melhoria.No período dos últimos doze meses, o Comitê de Auditoria e Riscos reuniu-se nove vezes. Nesse período, foi facultado ao Comitê o livre acesso a todos os órgãos de governança da Companhia, bem como a todos os seus executivos e, sempre que necessário, foi solicitada a presença de representantes da Deloitte em suas reuniões.ATIVIDADES DO COMITÊAuditores IndependentesDiscussão e recomendação sobre os honorários dos auditores independentes, incluindo a recomendação ao Conselho de Administração sobre o rodízio de auditoria e processo de seleção e contratação da nova empresa, nos termos do artigo 31 da Resolução CVM 23/21. Verificação da qualificação e independência da equipe de auditores externos.Análise e aprovação do planejamento anual dos trabalhos de auditoria e autorizações de serviços adicionais não conflitantes com a auditoria.Reuniões periódicas de trabalho e sessões reservadas com os auditores independentes.Demonstrações FinanceirasAcompanhamento do ambiente dos controles internos voltados à elaboração das demonstrações financeiras, juntamente com as auditorias externa e interna.Análise da carta de controles internos emitida pelos auditores independentes do último exercício com recomendações de melhorias e discussão com a administração acerca dos planos de ação para endereçamento dos pontos identificados.Avaliação da adequação das práticas contábeis e estimativas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras da Companhia. Análise e discussão do contencioso fiscal, cível e trabalhista da Companhia e suas controladas.Apresentação e análise das projeções financeiras utilizadas pela administração da Companhia para fins de identificação da eventual necessidade de impairment de ativos e recuperabilidade de impostos. Revisões trimestrais das demonstrações financeiras intermediárias em conjunto com a administração da Companhia e os auditores independentes. Revisão das demonstrações financeiras anuais auditadas, relatório da administração e relatório dos auditores independentes, com a presença dos representantes da Companhia e da Deloitte para a apresentação e discussão sobre os principais assuntos de auditoria e demais temas relevantes à qualidade e integridade das referidas demonstrações financeiras.Relato e análise sobre os principais pontos relativos ao formulário 20F enviado à SEC.Auditoria InternaAvaliação e aprovação do planejamento anual dos trabalhos de auditoria interna.Acompanhamento dos resultados referentes aos trabalhos de auditoria interna realizados e dos eventuais planos de ação visando o endereçamento das recomendações apresentadas.Acompanhamento de testes de controles internos para fins de certificação SOX.Gestão Integrada de RiscosAnálise das atualizações dos riscos da Matriz Sistêmica de Riscos, periodicamente elaboradas pelas áreas de negócios da Companhia e monitoradas pela Diretoria de Riscos, Integridade e Auditoria.ConformidadeAcompanhamento da quantidade, distribuição e tipologia das denúncias recebidas pelo Canal Aberto Ultra. Análise e discussão sobre os indicadores das apurações internas realizadas e medidas adotadas para o encaminhamento dos pontos identificados.Acompanhamento das ações do Programa de Integridade da Companhia.GovernançaReporte das atividades do Comitê de Auditoria e Riscos nas reuniões do Conselho de Administração.Elaboração do calendário e da pauta temática de atividades do Comitê. Preparação e aprovação do orçamento anual do Comitê.Análise de alterações no Formulário de Referência e Relatório de Governança encaminhados à CVM.Elaboração e encaminhamento ao Conselho de Administração do Relatório Anual do Comitê de Auditoria e Riscos.CONCLUSÃO DO RELATÓRIOConsiderando as responsabilidades do Comitê de Auditoria e Riscos, descritas no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno do Comitê, com as limitações naturais do alcance de sua atuação nas atividades desenvolvidas, o Comitê expressa a seguinte opinião:As informações fornecidas pela administração e pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes foram adequadas para as recomendações deste Comitê, não tendo sido identificadas divergências entre as equipes ou perda de independência dos referidos auditores.A cobertura e qualidade dos trabalhos da auditoria interna são satisfatórios e realizados com apropriada isenção.O ambiente de controles internos, as políticas de conformidade e a gestão integrada de riscos são coerentes com a estrutura, porte e complexidade da Companhia.Com base nos trabalhos e análises efetuados e no relatório sem ressalvas da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, o Comitê de Auditoria e Riscos recomenda ao Conselho de Administração o encaminhamento do Relatório da Administração e Demonstrações Financeiras da Ultrapar S.A. relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2022 à Assembleia Geral, para a sua apreciação.São Paulo, 14 de fevereiro de 2023Ana Paula Vitali Janes VescoviCoordenadora do Comitê de Auditoria e RiscosJosé Maurício Pereira CoelhoJorge Marques de Toledo CamargoMembros do Comitê de Auditoria e Riscos

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.115.173.08019.974.556
Preferenciais00
Total1.115.173.08019.974.556

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.