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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 922Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 14/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO DA AMAZONIA SA

BANCO DA AMAZONIA SA · CNPJ 04.902.979/0001-44

Versões deste exercício: v1 (14/03/2019) · v2 (14/03/2019), esta

BANCO DA AMAZONIA SA
CNPJ 04.902.979/0001-44
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DA AMAZONIA SA
CNPJ
04.902.979/0001-44
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
14/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total18.939.95916.952.09211,7%
1.01Ativo Circulante5.328.6695.300.8290,5%
1.01.01Disponibilidades49.23143.29113,7%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez2.285.8602.377.221−3,8%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto2.163.5712.201.814−1,7%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros154.563207.681−25,6%
1.01.02.03(Provisões para Perdas)−32.274−32.2740,0%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.228.121519.520136,4%
1.01.03.01Carteira Própria1.123.912414.160171,4%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra100.257105.360−4,8%
1.01.03.03Vinculados à Prestação de Garantias3.9520
1.01.04Relações Interfinanceiras232.692247.391−5,9%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar9951.839−45,9%
1.01.04.02Créditos Vinculados - Depósitos no Bacen231.673245.460−5,6%
1.01.04.03Créditos Vinculados - SFH2492−73,9%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito1.126.3561.722.083−34,6%
1.01.06.01Operações de Crédito - Setor Público65.619254.455−74,2%
1.01.06.02Operações de Crédito - Setor Privado1.204.2791.609.437−25,2%
1.01.06.03(Provisões para operações de Crédito)−143.542−141.809−1,2%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos405.389390.0633,9%
1.01.08.01Carteira de Cambio51.64353.563−3,6%
1.01.08.02Rendas a Receber78.58471.6659,7%
1.01.08.03Devedores por Compra de Valores e Bens079−100,0%
1.01.08.04Devedores por Depósitos em Garantia49.47044.16712,0%
1.01.08.05Títulos e Créditos a Receber4521.319−65,7%
1.01.08.06Pagamentos a Ressarcir14.84815.084−1,6%
1.01.08.07Créditos Tributários - IR/CS188.236164.98714,1%
1.01.08.08Impostos e Contribuições a Compensar23870240,0%
1.01.08.09Diversos22.46241.040−45,3%
1.01.08.10(Provisão para Outros Créditos)−544−1.91171,5%
1.01.08.11Negociação e Intermediação de Valores00
1.01.09Outros Valores e Bens1.0201.260−19,0%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1.6821.922−12,5%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−669−6690,0%
1.01.09.03Despesas Antecipadas770,0%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo13.264.49811.310.60917,3%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez51.6920
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros51.6920
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários10.601.9729.025.67917,5%
1.02.02.01Carteira Própria10.574.7228.996.67917,5%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra00
1.02.02.03Vinculados ao Banco Central00
1.02.02.04Vinculados a Prestação de Garantias27.25029.000−6,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras12.56912.5690,0%
1.02.03.01Créditos Vinculados - SFH12.56912.5690,0%
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito1.566.6411.178.58232,9%
1.02.05.01Operações de Crédito - Setor Público1.23968.235−98,2%
1.02.05.02Operações de Crédito - Setor Privado1.661.2771.183.09440,4%
1.02.05.03(Provisão para Operações de Crédito)−95.875−72.747−31,8%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos1.031.6241.093.779−5,7%
1.02.07.01Rendas a Receber00
1.02.07.02Pagamentos a Ressarcir00
1.02.07.03Créditos Tributários de IR/CS1.031.6241.072.074−3,8%
1.02.07.04Devedores por Compra de Valores e Bens00
1.02.07.05Devedores por Depósito em Garantia00
1.02.07.06Titulos e Créditos a Receber021.705−100,0%
1.02.07.07Diversos00
1.02.07.08(Provisão para Outros Créditos)00
1.02.08Outros Valores e Bens00
1.02.08.01Despesas Antecipadas00
1.03Ativo Permanente346.792340.6541,8%
1.03.01Investimentos2672670,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos1.6251.6250,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−1.358−1.3580,0%
1.03.02Imobilizado de Uso152.170165.676−8,2%
1.03.02.01Imóveis de Uso63.17462.4661,1%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso191.787198.924−3,6%
1.03.02.03Reavaliações de Imóveis de Uso48.02948.0290,0%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−150.820−143.743−4,9%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível194.355174.71111,2%
1.03.04.01Outros Ativos Intangíveis346.514299.87515,6%
1.03.04.02Amortizações Acumuladas−152.159−125.164−21,6%
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00
1.03.05.02Amortizações Acumuladas00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
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KPMG Auditores Independentes Tv. Dom Romualdo de Seixas, 1.476, salas 1.505 e 1.506Ed. Evolution - Bairro Umarizal66055-200 - Belém/PA - BrasilCaixa Postal 81 - CEP 66017-970 - Belém/PA - BrasilTelefone +55 (91) 3321-0150, Fax +55 (91) 3321-0151www.kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosAcionistas, ao Conselho de Administração e aos Administradores doBanco da Amazônia S.A.Belém - PAOpinião com ressalva Examinamos as demonstrações financeiras do Banco da Amazônia S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco da Amazônia S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião com ressalva Valor líquido de passivo de benefício definido e demandas judiciais correlatasConforme mencionado nas notas explicativas nºs 13, 17 e 25, o Banco mantém, em 31 de dezembro de 2018, valor líquido de passivo de benefício definido no montante de R$ 682.802 mil (R$ 630.333 mil em 31 de dezembro de 2017) que, segundo o julgamento de sua Administração, representaria o déficit ajustado para refletir qualquer efeito da limitação de valor líquido de ativo de benefício definido ao teto de ativo (asset ceiling) para reconhecimento. A determinação de parte desse montante correspondente a R$ 278.580 mil (R$ 243.123 mil em 31 de dezembro de 2017) levou em consideração os parâmetros das Leis Complementares nºs 108 e 109 de 2001, utilizando-se da paridade contributiva de 50%, cujos critérios divergem dos previstos pela Deliberação CVM nº 695/12 e Resolução CMN nº 4.424/15. Adicionalmente, e conforme mencionado na nota explicativa nº 25, o Banco foi condenado, considerando a sua responsabilidade solidária, a aportar à Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia S.A. (Capaf) os valores complementares referentes ao pagamento da íntegra dos benefícios previstos no plano de benefício definido, cuja ação judicial transitou em julgado em 06 de fevereiro de 2017. A Administração do Banco, amparada pelos seus assessores jurídicos e atuariais, analisou a decisão e conjuntamente com a Advocacia Geral da União (AGU) ajuizou ação rescisória, visando rescindir o julgado. Como resultado dessas tratativas, o Banco procedeu o registro de déficit complementar em contrapartida de outros resultados abrangentes no patrimônio líquido, considerando apenas os assistidos elegíveis anteriormente a Lei Complementar nº 109/2001. Todavia, o Banco não dispõe, nesse momento, de um estudo determinando a origem (custo de serviço passado ou perda atuarial) desse déficit, bem como laudo atuarial específico para a massa de assistidos beneficiados pelo mérito da sentença transitada em julgado supracitada.Em razão dessas circunstâncias e considerando ainda a ausência de embasamento em jurisprudência dos Tribunais Superiores para desconstituir a decisão transitada em julgado, não é praticável determinar o provável desembolso para suportar as saídas futuras que serão requeridas pelo desfecho da referida ação rescisória e da conclusão do processo de liquidação dos planos de benefício definido (BD) e Misto, bem como a adequada mensuração do valor líquido de passivo de benefício definido, baseado nas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, bem como não foi possível determinar, por meio de procedimentos alternativos de auditoria, qual o impacto sobre os montantes da provisão atuarial, da provisão para demandas judiciais (ações trabalhistas - Capaf) e de ajustes de avaliações patrimoniais - planos BD e Misto, nos valores de R$ 682.802 mil, R$ 35.360 mil e R$ 175.950 mil, respectivamente, em 31 de dezembro de 2018 (R$ 630.333 mil, R$ 35.432 mil e R$ 225.204 mil, respectivamente, em 31 de dezembro de 2017) e das despesas com benefícios pós-emprego - planos BD e Misto e com demandas judiciais trabalhistas - Capaf no montante total de R$ 24.542 mil para o semestre findo em 31 de dezembro de 2018 e R$ 77.004 mil para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018 (R$ 47.860 mil para o semestre findo em 31 de dezembro de 2017 e R$ 98.554 para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017) e os correspondentes créditos tributários constituídos sobre o montante dessas provisões em 31 de dezembro de 2018, no montante de R$ 103.106 mil (R$ 107.113 mil em 31 de dezembro de 2017).Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. ÊnfaseDesfecho de ações referentes à liquidação dos planos de benefícioChamamos a atenção para a nota explicativa nº 25, que menciona as incertezas relacionadas aos desfechos das ações judiciais (mandados de segurança) relacionadas à suspensão dos processos de liquidação dos planos de benefícios e descreve sobre a nova prorrogação, por mais 180 (cento e oitenta) dias a contar de 27 de outubro de 2018, da intervenção na Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia S.A. (Capaf) pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício correntes. Estes assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre estas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. Provisão para créditos de liquidação duvidosaConforme mencionado nas notas explicativas nºs 3.g, 7 e 20, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa e das provisões para fazer face ao risco de crédito compartilhado pelo Banco com o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), cujos valores apresentados nas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2018 são de R$ 239.417 mil e de R$ 1.362.520, respectivamente, o Banco clas sifica suas operações de crédito e outros créditos em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico-financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias e demais fatores e premissas da Resolução nº 2.682 do Conselho Monetário Nacional (CMN), sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos da Administração, baseados em suas metodologias internas de classificação de risco, de forma que a provisão para créditos de liquidação duvidosa represente a melhor estimativa do Banco quanto as perdas da carteira. Devido à relevância do saldo das operações de crédito e de outros créditos com características de concessão de crédito e ao grau de julgamento relacionado à estimativa de provisão necessária para créditos de liquidação duvidosa, consideramos este como um dos principais assuntos para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes, e com o auxílio dos nossos especialistas em tecnologia de informação avaliamos os controles chave automatizados relacionados aos processos de aprovação, registro, classificação e atualização dos ratings das operações de crédito e de outros créditos com características de concessão de crédito, bem como, as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Analisamos, também, se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas nas notas explicativas, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o nível de provisionamento e divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto, relativas ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Valor de mercado de instrumentos financeirosO Banco possui o montante de R$ 11.107.211 mil, apresentado nas demonstrações financeiras, de instrumentos financeiros derivativos e títulos e valores mobiliários classificados como títulos disponíveis para venda e negociação registrados a valor de mercado, conforme Circulares n° 3.068/2001 e n° 3.082/2002 do Banco Central do Brasil, e informações divulgadas nas notas explicativas nºs 3.f e 6. Para os instrumentos financeiros que não são ativamente negociados e para os quais os preços e parâmetros de mercado não estão disponíveis, a determinação do valor de mercado está sujeita a julgamentos significativos do Banco para estimar esses valores. A utilização de diferentes técnicas de valorização e premissas pode resultar em estimativas de valor de mercado significativamente diferentes. Desta forma consideramos a mensuração do valor de mercado desses instrumentos financeiros como um dos principais assuntos para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes, e com o auxílio dos nossos especialistas em tecnologia de informação avaliamos os controles chave automatizados do processo de aprovação pelo Banco das premissas utilizadas para a aprovação, classificação, marcação a mercado, bem como os cálculos efetuados na mensuração dos valores registrados e divulgados. Com o suporte técnico de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos os modelos desenvolvidos pelo Banco para a determinação dos valores de mercado e a razoabilidade dos dados, os parâmetros e informações incluídos nos modelos de precificação utilizados e recalculamos os valores das operações de toda a carteira. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas nas notas explicativas nºs 3.f e 6, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável a mensuração dos valores de mercado dos instrumentos financeiros e divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto, referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Provisões e passivos contingentes - fiscais, cíveis e trabalhistasConforme descrito nas notas explicativas nºs 3.n e 13.c das demonstrações financeiras, o Banco constituiu provisão no valor total de R$ 245.142 mil para demandas judiciais e/ou administrativas trabalhistas, cíveis e fiscais, decorrentes de eventos passados em que é provável o desembolso financeiro e o valor pode ser estimado de forma confiável. Os passivos contingentes, de mensuração massificada, são provisionados considerando as causas semelhantes e usuais, cujo valor não seja individualmente relevante segundo parâmetro estatístico. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pela natureza das ações e pelo julgamento do Banco, considerando a opinião dos assessores jurídicos, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência de demandas semelhantes, inclusive para as causas individualmente significativas. Devido a essa avaliação realizada pelo Banco envolver estimativas complexas e relevantes para a mensuração e divulgação das Provisões para Passivos Contingentes, consideramos este como um dos principais assuntos para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos chave do Banco relativos à aprovação do cálculo das provisões e executamos procedimentos que incluíram a análise, por amostragem, da adequação da mensuração e reconhecimento da provisão e dos passivos contingentes, quanto às constituições, reversões, suficiência da provisão, risco processual das causas de assuntos e valores relevantes, bem como dados e informações históricas. Analisamos as mudanças na estimativa em relação a períodos anteriores. Obtivemos confirmações externas com advogados contratados pelo Banco, bem como avaliamos os valores envolvidos e probabilidade de perda ou êxito indicada pelos seus assessores jurídicos. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais processos em que o Banco está envolvido.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis o nível de provisionamento e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto, referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Realização de ativos fiscais diferidosConforme descrito na nota explicativa nº 16, as demonstrações financeiras do Banco incluem ativos fiscais diferidos no montante de R$ 1.219.860 mil, substancialmente oriundos de diferenças temporárias, cuja constituição e realização estão suportadas por estudo técnico que demonstra as estimativas de capacidade de realização futura. Devido ao grau de julgamento envolvido nas definições das premissas utilizadas e do impacto que eventuais mudanças nessas premissas teriam nas demonstrações finance iras, consideramos este como um dos principais assuntos para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAnalisamos o estudo técnico de realização dos créditos tributários disponibilizado pelo Banco. Adicionalmente, examinamos, a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizados na preparação desses documentos, tais como desfechos de processos judiciais, estimativa da efetivação de perdas e recuperação de operações de créditos, entre outros fatores. Também, efetuamos recálculo matemático dos valores incluídos no estudo técnico que suportam os créditos tributários. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pelo Banco nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, os saldos dos ativos fiscais diferidos e divulgações correlatas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos da limitação de escopo descrita no parágrafo "Base para opinião com ressalva", essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente preparada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração somos requeridos a comunicar esse fato. Conforme descrito na seção "Base para opinião com ressalva" acima, não foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente devido à não conclusão, pela Administração do Banco, dos cálculos do potencial desembolso para suportar as saídas futuras que serão requeridas quando do desfecho da ação judicial e da conclusão do processo de liquidação dos planos de benefícios. Consequentemente, exceto quanto à referida limitação de escopo, não temos nada a relatar. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre e exercício correntes e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belém, 11 de março de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC PA-000742/FCarlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO A Diretoria do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutária, examinou e discutiu as Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas do exercício findo em 2018 e declara estar de acordo com as informações constantes nos referidos documentos.Quanto ao Parecer emitido pela KPMG Auditores independentes, datado de 11 de março de 2019, relativo a essas demonstrações financeiras, a Administração do Banco está adotando todas as medidas ao seu alcance, para a solução dos itens ressalvados.Belém (PA), 11 de março de 2019. Diretoria ExecutivaValdecir José de Souza TosePresidenteFrancimar Rodrigues MacielDiretorLuis Petrônio Nunes AguiarDiretorLuiz Otávio Monteiro Maciel JúniorDiretorLuiz Cláudio Teixeira SampaioDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO A Diretoria do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutária, examinou e discutiu as Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas do exercício findo em 2018 e declara estar de acordo com as informações constantes nos referidos documentos.Quanto ao Parecer emitido pela KPMG Auditores independentes, datado de 11 de março de 2019, relativo a essas demonstrações financeiras, a Administração do Banco está adotando todas as medidas ao seu alcance, para a solução dos itens ressalvados.Belém (PA), 11 de março de 2019. Diretoria ExecutivaValdecir José de Souza TosePresidenteFrancimar Rodrigues MacielDiretorLuis Petrônio Nunes AguiarDiretorLuiz Otávio Monteiro Maciel JúniorDiretorLuiz Cláudio Teixeira SampaioDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CONSELHO FISCALPARECER CF N° 2019/001Ref. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO BANCO DA AMAZÔNIA S/A - EXERCÍCIO DE 2018.O Conselho Fiscal do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o artigo 163 da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras, as Notas Explicativas da Instituição relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 e o Parecer da Auditoria Independente KPMG Auditores Independentes, de 11 de março de 2019.Os exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal, no decorrer do exercício, pela Administração da Instituição, essencialmente, pela Contadoria.Concluída a análise, o Conselho Fiscal opina que, com exceção dos possíveis efeitos decorrentes dos apontamentos relativos à Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia - CAPAF, mencionados nas Notas Explicativas nºs 13, 17 e 25, os referidos documentos estão aptos a serem apresentados à Assembléia Geral Ordinária (AGO) do Banco da Amazônia S.A. Brasília(DF), 11 de março de 2019.ROGÉRIO GABRIEL NOGALHA DE LIMAPresidenteMÁRCIA RIBEIRO ABREUConselheiraPAULO MAUGERConselheiro (Suplente)ANTONIO LEONARDO SILVA LINDOSOConselheiro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO SEMESTRAL - 2º SEMESTRE/2018Em conformidade com o estabelecido no parágrafo 2º do artigo 17 da Resolução CMN nº 3.198/2004 e no parágrafo 2º do artigo 6º de seu Regimento Interno, o Comitê de Auditoria (COAUD) do Banco da Amazônia S.A. apresenta o resumo de seu Relatório Semestral referente ao período de 1º/07/2018 a 31/12/2018. Ressalvado o escopo de sua atuação e com suporte nas informações recebidas no regular exercício de suas atribuições, o COAUD destaca que o lucro líquido do Banco no semestre decorreu de múltiplos fatores, com especial destaque para a ativação do crédito tributário. Persiste o regime de Intervenção na Caixa de Previdência Complementar dos Funcionários do Banco da Amazônia (CAPAF). Em consequência, remanesce a pendência relativa ao auxílio pós-emprego, com significativo impacto no resultado operacional do Banco, pois é o seu patrocinador.O Banco permanece plenamente enquadrado em relação ao capital regulamentar. Manteve-se conservador em relação aos riscos de liquidez e de mercado, mais bem consolidado com referência ao risco operacional e ao risco de crédito, tendo passado a gerir esses riscos de maneira integrada.Manteve regular atuação do grupo de trabalho que monitora o fiel atendimento das modificações propostas na norma que orienta a constituição de provisões para operações de liquidação duvidosa (Resolução CMN nº 2.682/2009), para tempestiva e adequada aderência às normas internacionais de contabilidade divulgadas pelo International Financial Reporting Standards (IFRS).Na busca de resultado operacional condizente com a estrutura e porte da Instituição, conferiu maior grau de implemento na centralização da análise do crédito e melhorias no processo de cadastro. Entretanto, esse resultado é objetivo a ser alcançado a partir do ano em curso.Não chegaram ao conhecimento do COAUD informações que comprometessem a probidade em relação à administração do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), a gestão dos recursos do Fundo de Investimentos da Amazônia (FINAM), tampouco sobre eventual descumprimento de regras ou regulamentos da área de sustentabilidade ou sobre a atuação da Ouvidoria. O COAUD, órgão estatutário de assessoramento do Conselho de Administração, cumpriu suas atribuições legais e regulamentares. Mantém, no endereço eletrônico http://www.bancoamazonia. com.br/index.php/2013-09-03-20-21-58/comite-de-auditoria, canal para recebimento de informações acerca do descumprimento de normativos e códigos internos, bem como de dispositivos legais e regulamentares aplicáveis à Instituição.Implementando seu plano de trabalho aprovado pelo Conselho de Administração do Banco, o COAUD promoveu 24 reuniões formais com representantes da alta administração e com executivos das áreas de negócios, controles internos, gestão de riscos, contabilidade, segurança corporativa, jurídica, governança, crédito, finanças, tecnologia, ouvidoria, além de sua participação nas reuniões do Conselho e de assembleias de acionistas. Na interação com as auditorias interna e independente, avaliou os seus planos de trabalho, tomou conhecimento de resultados, respectivas conclusões e recomendações. Avaliou a implementação das recomendações de auditoria emitidas por elas e por órgãos externos de fiscalização, que vêm sendo cumpridas pela Administração. Identificada necessidade de melhorias, sugeriu ao Conselho a recomendação de aprimoramentos. Revisou o Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas e avaliou o Relatório do Auditor Independente com data-base 31/12/2018.Na conclusão de suas atividades de avaliação, supervisão e monitoramento, e respeitadas as suas atribuições e prerrogativas, o COAUD avalia que o sistema de controles internos apresentou-se adequado ao porte e à complexidade dos negócios do Banco da Amazônia a Auditoria Interna foi efetiva e desempenhou suas funções com independência técnica, objetividade e qualidade a Auditoria Independente foi efetiva e não foram identificadas ocorrências que pudessem comprometer sua independência, sendo essas atividades objeto de permanente atenção por parte da Administração. Conclui também que as demonstrações contábeis do semestre findo em 31/12/2018 e que consolidam o exercício de 2018 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as boas práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e refletem, com a justificada ressalva dos auditores independentes, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira naquela data, razão pela qual recomenda ao Conselho de Administração a sua aprovação.Belém (PA), 11 de março de 2019.Wagner OrmanesMembroCarlito Silvério LudwigCoordenadorClenio Severio TeribeleMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.