Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011Código CVM 19330Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 21/09/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de TPI - TRIUNFO PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A.

TPI - TRIUNFO PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A. · CNPJ 03.014.553/0001-91

Versões deste exercício: v1 (26/03/2012) · v2 (21/09/2012), esta

TPI - TRIUNFO PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A.
CNPJ 03.014.553/0001-91
DFP 2011 (V2)
Exercício 2011
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
TPI - TRIUNFO PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A.
CNPJ
03.014.553/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2011*
Publicado em
21/09/2012 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total3.403.6873.015.61412,9%
1.01Ativo Circulante297.433166.17479,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa141.93760.689133,9%
1.01.02Aplicações Financeiras55.53339.32741,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo55.53339.32741,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas55.53339.32741,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber87.56854.72160,0%
1.01.03.01Clientes45.40227.96962,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber42.16626.75257,6%
1.01.03.02.01Adiantamento a Fornecedores34.33014.017144,9%
1.01.03.02.02Contas a Receber - Partes Relacionadas2.7362610.423,1%
1.01.03.02.03Outros Créditos5.1008.988−43,3%
1.01.03.02.04Indenizações de Seguro a Receber03.721−100,0%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar8.0715.87937,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar8.0715.87937,3%
1.01.07Despesas Antecipadas4.3245.558−22,2%
1.01.07.01Despesas de Exercícios Seguintes4.3245.558−22,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante3.106.2542.849.4409,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo698.455713.552−2,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo652.769696.578−6,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas503.527−98,6%
1.02.01.01.04Depósitos Judiciais1.4291.18320,8%
1.02.01.01.05Impostos a Recuperar2.310877163,4%
1.02.01.01.06Outros Créditos2930−3,3%
1.02.01.01.07Ativos de Operações Descontinuadas648.951690.961−6,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber9570
1.02.01.03.01Clientes9570
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos33.21216.97495,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Créditos Tributários Diferidos33.21216.97495,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.8750
1.02.01.07.01Despesas de Exercícios Seguintes1.8750
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas9.6420
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas9.6420
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos352166,7%
1.02.02.01Participações Societárias352166,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias352166,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado1.236.2011.005.78222,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.236.2011.005.78222,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.171.5631.130.0853,7%
1.02.04.01Intangíveis1.171.5631.130.0853,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas da Triunfo Participações e Investimentos S.A. São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Triunfo Participações e Investimentos S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Triunfo Participações e Investimentos S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Triunfo Participações e Investimentos S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de cai consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil Ênfases Conforme descrito na nota explicativa 2.1 b), as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Triunfo Participações e Investimentos S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Conforme descrito na nota explicativa 1.a) iii., a Companhia continua em fase de negociação para alienação de sua controlada Rio Verde Energia S.A.. Os saldos referentes a esse investimento estão registrados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas nas rubricas de "participações a comercializar" e "ativos e passivos de operações descontinuadas", respectivamente. Nossa opinião não está ressalvada em função desses assuntos.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 22 de março de 2012.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Luciano NerisContador CRC-1PA007729/O-8-S-SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras com o Parecer dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Ernst&Young Terco Auditores Independentes S.S. sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 22 de março de 2012 e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 22 de março de 2012.Carlo Alberto BottarelliDiretor Presidente Sandro Antonio de LimaDiretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras com o Parecer dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Ernst&Young Terco Auditores Independentes S.S. sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 22 de março de 2012 e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 22 de março de 2012.Carlo Alberto BottarelliDiretor Presidente Sandro Antonio de LimaDiretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual de Administração, as Demonstrações Financeiras e a proposta da Destinação dos Resultados, documentos esses relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, da Controladora e Consolidado.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, tendo em conta, ainda, o relatório da Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S., emitido em 22 de março de 2012, sem ressalvas, o CONSELHO FISCAL, pela unanimidade de seus membros, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembléia Geral Ordinária de Acionistas para deliberação.São Paulo, 22 de março de 2012.Bruno Shigueyoshi OshiroPresidentePaulo Roberto FranceschiMembroVanderlei Dominguez da Rosa Membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.