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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016122 páginasCódigo CVM 20842Versão 1Recebida em 15/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MAGNESITA REFRATARIOS S.A

MAGNESITA REFRATARIOS S.A · CNPJ 08.684.547/0001-65

MAGNESITA REFRATARIOS S.A
CNPJ 08.684.547/0001-65
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
MAGNESITA REFRATARIOS S.A
CNPJ
08.684.547/0001-65
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
122
Ano de referência
2016*
Publicado em
15/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total6.145.6806.510.840−5,6%
1.01Ativo Circulante2.450.7682.502.449−2,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa960.342796.18720,6%
1.01.02Aplicações Financeiras38.3158.238365,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo38.3158.238365,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação38.3158.238365,1%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber482.545627.204−23,1%
1.01.03.01Clientes480.592626.210−23,3%
1.01.03.01.01Clientes Nacionais133.480153.355−13,0%
1.01.03.01.02Clientes Estrangeiros340.801471.797−27,8%
1.01.03.01.03Provisão para riscos de crédito−42.414−45.3856,5%
1.01.03.01.04Medições a faturar48.72546.4434,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.95399496,5%
1.01.03.02.01Crédito por venda de imóvel1.95399496,5%
1.01.03.02.02Valores a receber-Eletrobrás00—
1.01.03.02.03Outros00—
1.01.04Estoques826.489920.435−10,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar109.560105.8573,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar109.560105.8573,5%
1.01.06.01.01Tributos sobre lucros a recuperar35.45655.959−36,6%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar74.10449.89848,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes33.51744.528−24,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros33.51744.528−24,7%
1.02Ativo Não Circulante3.694.9124.008.391−7,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo129.115105.42822,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber23.2946.422262,7%
1.02.01.03.01Clientes17.2230—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber6.0716.422−5,5%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos33.49823.46142,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos33.49823.46142,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes72.32375.545−4,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ágio na incorporação acionista, líquido de provisão00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais16.91715.29310,6%
1.02.01.09.05Outros55.40660.252−8,0%
1.02.02Investimentos47.21148.906−3,5%
1.02.02.01Participações Societárias9.34211.037−15,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias9.34211.037−15,4%
1.02.02.02Propriedades para Investimento37.86937.8690,0%
1.02.03Imobilizado1.413.3751.597.117−11,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.232.7321.363.560−9,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento180.643233.557−22,7%
1.02.04Intangível2.105.2112.256.940−6,7%
1.02.04.01Intangíveis124.07074.97165,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill1.981.1412.181.969−9,2%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Magnesita Refratários S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Magnesita Refratários S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board - IASB.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valor recuperável de ativos de longo prazo (Imobilizado, Intangível e Ágio) - ImpairmentDe acordo com a CPC 01 (R1) e IAS 36 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a Companhia deve avaliar ao fim de cada período de reporte, se há alguma indicação de que um ativo imobilizado ou intangível de vida útil definida possa ter sofrido desvalorização, e se forem encontrados indicadores, efetuar o teste de recuperabilidade desses ativos. Adicionalmente, independentemente de existir ou não qualquer indicação de redução ao valor recuperável, a Companhia deve testar ao menos anualmente o valor recuperável do ágio ou ativo de vida útil indefinida para determinar se houve perda do valor recuperável em comparação ao seu valor contábil. Esse teste anual de valor recuperável, divulgado na nota explicativa 18, foi importante para a nossa auditoria porque os saldos individuais e consolidados nos montantes totais de R$1.505.607 mil e R$3.518.229 mil, respectivamente, de ativos imobilizado, intangível e ágio em 31 de dezembro de 2016, que estão relacionados a várias unidades geradoras de caixa, são relevantes para as demonstrações financeiras e processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseada em diversas premissas que envolvem julgamento profissional da Administração, tais como: determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de descontos, projeção de inflação, percentuais de crescimento, cotação de moedas estrangeiras e consequente rentabilidade futura dos negócios da Companhia. Tais premissas serão afetadas, de forma relevante, pelas condições de mercado e eventos econômicos futuros dos países nos quais a Companhia opera.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o uso de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologias usadas pelo Companhia, em particular aquelas relacionadas às estimativas de vendas futuras, margens de lucro, taxa de crescimento e taxa de desconto. Adicionalmente verificamos: (i) avaliação da exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos (ii) realização de uma revisão retrospectiva de projeções anteriores para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento futuro das estimativas e (iii) realização de cálculo independente sensibilizando as principais premissas utilizadas. Também avaliamos a adequação das divulgações da Companhia.Realização de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos decorrentes de prejuízos fiscais em determinadas entidadesDe acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), um ativo fiscal diferido deve ser reconhecido com relação aos prejuízos fiscais e créditos fiscais não utilizados na medida em que seja provável que estarão disponíveis lucros tributáveis futuros contra os quais esses prejuízos fiscais e os créditos fiscais acumulados possam ser utilizados.Conforme divulgado na nota explicativa 12, a Companhia possui saldos relevantes de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos decorrentes de prejuízos fiscais e base negativa acumulados no montante de R$298.493 mil na controladora, e no montante de R$354.369 mil no consolidado. A Companhia possui controladas operacionais relevantes em alguns países, que estão sujeitos a legislação tributária específica. A administração efetua a análise da recuperabilidade dos ativos fiscais diferidos com base em projeções que contêm estimativas e estratégias fiscais para lucros tributáveis futuros. A avaliação da realização do ativo fiscal diferido é significativa para nossa auditoria em decorrência do processo de avaliação ser complexo e baseado em estimativas de lucros tributáveis futuros em diferentes entidades do grupo Magnesita.Os testes de auditoria realizados sobre a expectativa de realização do ativo fiscal diferido incluíram, entre outros, o uso de especialistas tributários e de avaliação para nos auxiliar na análise da razoabilidade dos saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos reconhecidos no balanço patrimonial e sua consequente realização. Nossas análises incluíram a revisão das premissas e julgamentos utilizados nestas projeções, bem como as sensibilidades das projeções de lucro tributável. Adicionalmente verificamos: (i) avaliação da exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos (ii) realização de uma revisão retrospectiva de projeções anteriores para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento futuro das estimativas e (iii) realização de cálculo independente sensibilizando as principais premissas utilizadas. Avaliamos, também, a adequação das divulgações fiscais nas demonstrações financeiras de acordo com os requerimentos da norma contábil CPC 32 e IAS 12 Tributos sobre o Lucro. Alienação de ativos e passivos do negócio de TalcoEm dezembro de 2016, a Companhia concluiu a venda de ativos e passivos de seu negócio de talco para a IMI Fabi Talc Company (parte não relacionada) por uma contraprestação total de R$185.976 mil (USD55 milhões), resultando em um ganho líquido antes de imposto de renda e contribuição social nas demonstraç ões financeiras individuais e consolidadas de R$129.393 mil. Consideramos como um assunto significativo de auditoria em decorrência da relevância dos saldos envolvidos, e por se tratar de uma transação não recorrente através da cisão de certos ativos e passivos seguida da venda, e que também incluiu algumas etapas de reorganização societária que antecederam a transação.Nossos testes compreenderam a obtenção e análise dos documentos suporte referentes à venda, bem como avaliação dos respectivos impactos contábeis. Obtivemos o contrato de compra e venda de participação e transferência de ações e avaliamos os respectivos cálculos do acervo contábil líquido e ganhos apurados na venda. Examinamos a contraprestação recebida nos extratos bancários. Avaliamos, juntamente com nossos especialistas tributários a contabilização dos impactos fiscais decorrentes da venda dos referidos ativos e passivos do negócio de talco. Revisamos também as respectivas divulgações relacionadas à essa transação, descrito na nota explicativa 29. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possa levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de manei ra compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belo Horizonte (MG), 14 de março de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/F6Tomás Menezes Contador CRC-1MG090648/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoNa qualidade de Diretores Estatutários da Magnesita Refratários S.A., declaramos nos termos da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, artigo 25 parágrafo 1º itens V e VI que:Analisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016Analisamos, discutimos e concordamos com os termos do relatório dos auditores externos relativo às demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Contagem, 14 de março de 2017.Luís Rodolfo Mariani BittencourtDiretor-PresidenteEduardo Romeu FerrazDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDiretores sem designação específica:Otto Alexandre Levy Reis Gilmar Fava CarraraFrancisco José Carrara Fava Otávio Augusto Castro Lustosa NogueiraResponsável Técnico:Thiago Mendes da Motta CoutoContador - CRC-MG 105385/O-0

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoNa qualidade de Diretores Estatutários da Magnesita Refratários S.A., declaramos nos termos da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, artigo 25 parágrafo 1º itens V e VI que:Analisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016Analisamos, discutimos e concordamos com os termos do relatório dos auditores externos relativo às demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Contagem, 14 de março de 2017.Luís Rodolfo Mariani BittencourtDiretor-PresidenteEduardo Romeu FerrazDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDiretores sem designação específica:Otto Alexandre Levy Reis Gilmar Fava CarraraFrancisco José Carrara Fava Otávio Augusto Castro Lustosa NogueiraResponsável Técnico:Thiago Mendes da Motta CoutoContador - CRC-MG 105385/O-0

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Magnesita Refratários S.A. ("Companhia"), no desempenho de suas funções legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração, as contas dos administradores e as demonstrações financeiras auditadas da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, cujo parecer, sem ressalvas, foi emitido pelos auditores da Ernst & Young Auditores Independentes S.S. com data de 14 de março de 2017, e a proposta da administração a respeito da destinação do resultado do exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, em observância ao disposto no artigo 163, incisos II, III e VII, da Lei nº 6.404/76, e nos artigos 2º, inciso II, e 4º, ambos da Instrução CVM nº 371/02, opina favoravelmente à aprovação integral dos referidos documentos.Contagem, 14 de março de 2017.Pedro Wagner Pereira CoelhoRicardo ScalzoThiago Costa Jacinto

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.