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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201678 páginasCódigo CVM 922Versão 1Recebida em 01/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO DA AMAZONIA SA

BANCO DA AMAZONIA SA · CNPJ 04.902.979/0001-44

BANCO DA AMAZONIA SA
CNPJ 04.902.979/0001-44
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BANCO DA AMAZONIA SA
CNPJ
04.902.979/0001-44
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
78
Ano de referência
2016*
Publicado em
01/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total14.174.35912.083.09217,3%
1.01Ativo Circulante5.554.9874.688.05018,5%
1.01.01Disponibilidades30.97937.685−17,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez1.438.494421.876241,0%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto1.313.232309.995323,6%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros157.536148.1486,3%
1.01.02.03(Provisões para Perdas)−32.274−36.26711,0%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.042.1551.472.960−29,2%
1.01.03.01Carteira Própria800.7041.372.793−41,7%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra220.109100.167119,7%
1.01.03.03Vinculados à Prestação de Garantias21.3420—
1.01.04Relações Interfinanceiras391.799250.50956,4%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar9841.381−28,7%
1.01.04.02Créditos Vinculados - Depósitos no Bacen390.727249.10556,9%
1.01.04.03Créditos Vinculados - SFH8823282,6%
1.01.05Relações Interdependências01.154−100,0%
1.01.06Operações de Crédito2.223.0902.207.6480,7%
1.01.06.01Operações de Crédito - Setor Público352.415152.155131,6%
1.01.06.02Operações de Crédito - Setor Privado2.028.2152.194.719−7,6%
1.01.06.03(Provisões para operações de Crédito)−157.540−139.226−13,2%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos427.446295.28444,8%
1.01.08.01Carteira de Cambio52.78948.3949,1%
1.01.08.02Rendas a Receber133.46459.783123,2%
1.01.08.03Devedores por Compra de Valores e Bens219230−4,8%
1.01.08.04Devedores por Depósitos em Garantia39.70746.824−15,2%
1.01.08.05Títulos e Créditos a Receber3251.244−73,9%
1.01.08.06Pagamentos a Ressarcir14.40611.57624,4%
1.01.08.07Créditos Tributários - IR/CS169.117106.51258,8%
1.01.08.08Impostos e Contribuições a Compensar3214128,6%
1.01.08.09Diversos18.54220.855−11,1%
1.01.08.10(Provisão para Outros Créditos)−1.204−225−435,1%
1.01.08.11Negociação e Intermediação de Valores4977−36,4%
1.01.09Outros Valores e Bens1.0249349,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1.6771.5875,7%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−670−6700,0%
1.01.09.03Despesas Antecipadas17170,0%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo8.307.6327.120.43616,7%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários6.000.2024.578.58531,0%
1.02.02.01Carteira Própria5.996.3124.556.68331,6%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra00—
1.02.02.03Vinculados ao Banco Central00—
1.02.02.04Vinculados a Prestação de Garantias3.89021.902−82,2%
1.02.03Relações Interfinanceiras12.56912.5690,0%
1.02.03.01Créditos Vinculados - SFH12.56912.5690,0%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito1.288.4271.549.036−16,8%
1.02.05.01Operações de Crédito - Setor Público31.157248.711−87,5%
1.02.05.02Operações de Crédito - Setor Privado1.300.7291.339.234−2,9%
1.02.05.03(Provisão para Operações de Crédito)−43.459−38.909−11,7%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos1.006.434980.2462,7%
1.02.07.01Rendas a Receber00—
1.02.07.02Pagamentos a Ressarcir00—
1.02.07.03Créditos Tributários de IR/CS984.658958.2842,8%
1.02.07.04Devedores por Compra de Valores e Bens73257−71,6%
1.02.07.05Devedores por Depósito em Garantia00—
1.02.07.06Titulos e Créditos a Receber21.70521.7050,0%
1.02.07.07Diversos00—
1.02.07.08(Provisão para Outros Créditos)−20—
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.02.08.01Despesas Antecipadas00—
1.03Ativo Permanente311.740274.60613,5%
1.03.01Investimentos2672670,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos1.6251.6250,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−1.358−1.3580,0%
1.03.02Imobilizado de Uso166.017158.6004,7%
1.03.02.01Imóveis de Uso61.32656.6858,2%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso199.372193.5323,0%
1.03.02.03Reavaliações de Imóveis de Uso48.02948.0290,0%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−142.710−139.646−2,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível145.456115.73925,7%
1.03.04.01Outros Ativos Intangíveis253.759208.13221,9%
1.03.04.02Amortizações Acumuladas−108.303−92.393−17,2%
1.03.05Diferido00—
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00—
1.03.05.02Amortizações Acumuladas00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAosAcionistas, ao Conselho de Administração, e aos Administradores doBanco da Amazônia S.A.Belém - PAOpinião com ressalva Examinamos as demonstrações financeiras do Banco da Amazônia S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos da limitação de escopo descrita no parágrafo "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco da Amazônia S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião com ressalva Limitação de escopo relacionada à reserva matemática dos planos de benefícios liquidadosConforme mencionado nas Notas Explicativas nºs 13, 16 e 24, o Banco mantém, em 31 de dezembro de 2016, uma provisão no montante de R$ 402.295 mil (R$ 342.016 mil em 2015), que segundo o seu julgamento é suficiente para cobrir as prováveis saídas de recursos decorrentes da obrigação dos planos de benefícios. A determinação do montante dessa provisão levou em consideração os parâmetros das Leis Complementares nºs 108 e 109 de 2001, utilizando-se da paridade contributiva de 50%, cujos critérios divergem dos previstos pela Deliberação CVM nº 695/12 e Resolução CMN nº 4.424/15. Considerando que a Administração encontra-se em processo de conclusão dos cálculos do potencial desembolso para suportar as saídas futuras dos planos BD e Misto que serão requeridas quando do desfecho do processo de liquidação dos planos, baseado nas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, não foi possível determinar por meio de procedimentos alternativos de auditoria qual seria o impacto, se houver, sobre o montante da provisão, bem como sobre as movimentações líquidas negativas ocorridas no exercício findo em 31 de dezembro de 2016 nas rubricas "Outros ajustes de avaliação patrimonial", no patrimônio líquido, no montante de R$ 58.054 mil (movimentações positivas no montante de R$ 61.964 mil em 2015) e na despesa com benefícios pós-emprego no montante de R$ 82.793 mil, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 (R$ 67.721 mil em 2015) e os respectivos créditos tributários constituídos sobre o montante dessa provisão em 31 de dezembro de 2016, no montante de R$ 104.216 mil (R$ 105.325 mil em 2015).Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. ÊnfaseDesfecho de ações referente à liquidação dos planos de benefícioChamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 24, que descreve as incertezas relacionadas aos desfechos das ações judiciais (mandados de segurança) relacionadas à suspensão dos processos de liquidação dos planos de benefícios e informa sobre a prorrogação por mais 90 (noventa) dias do prazo de intervenção na Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia S.A. (Capaf) a contar de 4 de fevereiro de 2017. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Estes assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre estas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. Provisão para créditos de liquidação duvidosaConforme mencionado na nota explicativa nº 7, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, cujo valor total apresentado nas demonstrações financeiras é de R$ 202.205 mil em 31 de dezembro de 2016, o Banco classifica suas operações de crédito e outros créditos em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico-financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias e demais fatores e premissas da Resolução nº 2.682 do Conselho Monetário Nacional (CMN), sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos da Administração, baseados em suas metodologias internas de classificação de risco, de forma que a provisão para créditos de liquidação duvidosa represente a melhor estimativa do Banco quanto as perdas da carteira. Devido à relevância do saldo das operações de crédito e de outros créditos com características de concessão de crédito e ao grau de julgamento relacionado à estimativa de provisão necessária para créditos de liquidação duvidosa, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria. Ainda neste contexto, referimos ao reconhecimento de provisões para fazer face ao risco de crédito compartilhado pelo Banco com o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), cujas estimativas levam em consideração as mesmas premissas citadas anteriormente para mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa dos empréstimos e financiamentos da carteira do FNO. (Nota Explicativa nº 13.b).Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes, e com o auxílio dos nossos especialistas em tecnologia de informação avaliamos os controles chaves automatizados relacionados aos processos de aprovação, registro, classificação e atualização dos ratings das operações de crédito e de outros créditos com características de concessão de crédito, bem como, as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Analisamos, também, se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas nas notas explicativas, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evi dências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável o nível de provisionamento no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto. Valor de mercado de instrumentos financeirosO Banco possui o montante de R$ 6.266.357 mil de instrumentos financeiros derivativos e títulos e valores mobiliários classificados como títulos disponíveis para venda e negociação registrados a valor de mercado, conforme Circulares n° 3.068/2001 e n° 3.082/2002 do Banco Central do Brasil, e informações divulgadas nas notas explicativas nºs 3.f e 6. Para os instrumentos financeiros que não são ativamente negociados e para os quais os preços e parâmetros de mercado não estão disponíveis, a determinação do valor de mercado está sujeita a julgamentos significativos do Banco para estimar esses valores. A utilização de diferentes técnicas de valorização e premissas podem resultar em estimativas de valor de mercado significativamente diferentes. Desta forma consideramos a mensuração do valor de mercado desses instrumentos financeiros como um assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes, e com o auxílio dos nossos especialistas em tecnologia de informação avaliamos os controles chave automatizados do processo de aprovação pelo Banco das premissas utilizadas para a aprovação, classificação, marcação a mercado, bem como os cálculos efetuados na mensuração dos valores registrados e divulgados. Para uma amostra de instrumentos financeiros, com o suporte técnico de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos os modelos desenvolvidos pelo Banco para a determinação dos valores de mercado e a razoabilidade dos dados, os parâmetros e informações incluídos nos modelos de precificação utilizados e recalculamos os valores das operações. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas nas notas explicativas nºs 3.f e 6, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a mensuração dos valores de mercado dos instrumentos financeiros no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto.Provisões e passivos contingentes - fiscais, cíveis e trabalhistasConforme descrito nas notas explicativas nºs 3.o e 13.b das demonstrações financeiras, o Banco constitui provisão no valor total de R$ 140.361 mil para demandas judiciais e/ou administrativas trabalhistas, cíveis e fiscais, quando estas são decorrentes de eventos passados em que seja provável o desembolso financeiro e o valor possa ser estimado de forma confiável. Os passivos contingentes, de mensuração massificada, são provisionados considerando as causas semelhantes e usuais, cujo valor não seja relevante segundo parâmetro estatístico. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pela natureza das ações e pelo julgamento do Banco, considerando a opinião dos assessores jurídicos, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência de demandas semelhantes. Devido a essa avaliação realizada pelo Banco envolver estimativas complexas e relevantes para a mensuração e divulgação das Provisões para Passivos Contingentes, consideramos essa área significativa para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho dos processos do Banco relativos à aprovação do cálculo das provisões e executamos procedimentos que incluíram a análise, por amostragem, da adequação da mensuração e reconhecimento da provisão e dos passivos contingentes, quanto às constituições, reversões, suficiência da provisão, risco processual das causas de assuntos e valores relevantes, bem como dados e informações históricas. Analisamos as mudanças na estimativa em relação a períodos anteriores. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas nas notas explicativas nºs 3.o e 3.b, estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais processos em que o Banco está envolvido, bem como confirmações externas com advogados contratados pelo Banco.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitáveis o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações financeiras do Banco tomadas em conjunto.Realização de ativos fiscais diferidosConforme descrito na nota explicativa nº 15, as demonstrações financeiras do Banco incluem ativos relativos a créditos tributários no montante de R$ 1.153.775 mil, substancialmente oriundos de diferenças temporárias, cuja constituição e realização estão suportadas por estudo técnico que demonstra as estimativas de capacidade de realização futura. Devido ao grau de julgamento envolvido nas definições das premissas utilizadas e do impacto que eventuais mudanças nessas premissas teriam nas demonstrações financeiras, consideramos este assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAnalisamos o estudo técnico de realização dos créditos tributários disponibilizado pelo Banco. Adicionalmente, examinamos, a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizados na preparação desses documentos, tais como desfechos de processos judiciais, estimativa da efetivação de perdas e recuperação de operações de créditos, entre outros fatores. Também, efetuamos a análise do recálculo matemático incluídos em tais documentos. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pelo Banco nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a mensuração dos valores recuperáveis dos ativos no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos da limitação de escopo descrita no parágrafo "Base para opinião com ressalva", essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, seguem do os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabil idade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração somos requeridos a comunicar esse fato. Conforme descrito na seção "Base para opinião com ressalva" acima, não foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente devido à não conclusão, pela Administração do Banco, dos cálculos do potencial desembolso para suportar as saídas futuras que serão requeridas quando do desfecho do processo de liquidação dos planos de benefício definido. Consequentemente, exceto quanto à referida limitação de escopo, não temos nada a relatar. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Brasília, 17 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFMarcelo Faria PereiraContador CRC RJ-077911/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO A Diretoria do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutária, examinou e discutiu as Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas do exercício findo em 2016 e declara estar de acordo com as informações constantes nos referidos documentos.Quanto ao Parecer emitido pela KPMG Auditores independentes, datado de 17 de fevereiro de 2017, relativo a essas demonstrações financeiras, a Administração do Banco está adotando todas as medidas ao seu alcance para a solução dos itens ressalvados.Belém (PA), 17 de fevereiro de 2017. Diretoria ExecutivaMarivaldo Gonçalves de MeloPresidenteValdecir José de Souza ToseDiretorFrancimar Rodrigues MacielDiretorLuis Petrônio Nunes AguiarDiretorLuiz Otávio Monteiro Maciel JúniorDiretorLuiz Cláudio Teixeira SampaioDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO A Diretoria do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutária, examinou e discutiu as Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas do exercício findo em 2016 e declara estar de acordo com as informações constantes nos referidos documentos.Quanto ao Parecer emitido pela KPMG Auditores independentes, datado de 17 de fevereiro de 2017, relativo a essas demonstrações financeiras, a Administração do Banco está adotando todas as medidas ao seu alcance para a solução dos itens ressalvados.Belém (PA), 17 de fevereiro de 2017. Diretoria ExecutivaMarivaldo Gonçalves de MeloPresidenteValdecir José de Souza ToseDiretorFrancimar Rodrigues MacielDiretorLuis Petrônio Nunes AguiarDiretorLuiz Otávio Monteiro Maciel JúniorDiretorLuiz Cláudio Teixeira SampaioDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CONSELHO FISCALPARECER CF N° 2017/001Ref. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO BANCO DA AMAZÔNIA S/A - EXERCÍCIO DE 2016.O Conselho Fiscal do Banco da Amazônia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o artigo 163 da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras, as Notas Explicativas da Instituição relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e o Parecer da Auditoria Independente KPMG Auditores Independentes, de 17 de fevereiro de 2017.Os exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal, no decorrer do exercício, pela Administração da Instituição, essencialmente, pela Contadoria.Concluída a análise, o Conselho Fiscal opina que, com exceção dos apontamentos relativos à Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia - CAPAF mencionados nas Notas Explicativas nºs 13, 16 e 24, e possíveis efeitos decorrentes, os referidos documentos estão aptos a serem apresentados à Assembléia Geral Ordinária (AGO) do Banco da Amazônia. Belém (PA), 17 de fevereiro de 2017.Marcelo Saraiva CavalcantiPresidenteRogério Gabriel Nogalha de LimaConselheiroRenato da Câmara PinheiroConselheiroPenha Maria Barroso AguiarConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.