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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017152 páginasCódigo CVM 18465Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 21/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

Versões deste exercício: v1 (21/02/2018) · v2 (21/02/2018), esta

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
152
Ano de referência
2017*
Publicado em
21/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total28.340.32224.159.67017,3%
1.01Ativo Circulante15.201.29113.011.79616,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.002.0044.274.15817,0%
1.01.02Aplicações Financeiras1.283.4981.412.587−9,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber4.392.2803.898.18912,7%
1.01.03.01Clientes4.337.1183.502.32223,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber55.162395.867−86,1%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber44.02520.573114,0%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber11.1378.61629,3%
1.01.03.02.03Contas a receber - Indenização Seguradora0366.678−100,0%
1.01.04Estoques3.491.8792.761.20726,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar881.584541.77262,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas150.046123.88321,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante13.139.03111.147.87417,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.653.5761.846.60643,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo76.9777.655905,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.4497.4490,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber337.909229.76347,1%
1.02.01.03.01Clientes329.991227.08545,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber7.9182.678195,7%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos545.611417.34430,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos545.611417.34430,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas346.886222.51855,9%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.338.254961.38739,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar313.242182.61771,5%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais822.660778.7705,6%
1.02.01.09.05Ativo de Indenização - Combinação de Negócios202.3520—
1.02.02Investimentos150.194141.6876,0%
1.02.02.01Participações Societárias150.194141.6876,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas147.402138.8736,1%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.7922.814−0,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado6.607.7885.787.98214,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.727.4733.371.59910,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Ultrapar Participações S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ultrapar Participações S.A em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Avaliação do valor recuperável de ágio sobre combinações de negócios - Individuais e Consolidadas (Notas explicativas 2. (t) Redução ao valor recuperável e 13 Ativos Intangíveis)A aquisição das operações da Imifarma Produtos Farmacêuticos S.A. (Extrafarma) resultou em reconhecimento de ágio, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação da necessidade ou não de registro de provisão para perda ao valor recuperável é suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados pelo Conselho de Administração que são baseadas em metodologias e premissas que envolvem julgamento tais como: taxa de desconto e taxa de crescimento real, receitas de vendas, custos, margem bruta e novos investimentos. Devido à relevância dos valores, à complexidade, julgamento e incerteza inerentes ao processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura das unidades geradoras de caixa para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos e aos impactos que eventuais alterações nas premissas utilizadas no referido cálculo podem ter nas demonstrações financeiras consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes relativos a identificação e mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa onde o ágio foi alocado.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade da metodologia usada pela Companhia e as premissas utilizadas no cálculo dos fluxos de caixa descontados, incluindo taxas de crescimento e de desconto, comparamos com informações históricas e testamos a precisão aritmética das fórmulas utilizadas nos modelos de fluxo de caixa descontado. Avaliamos a sensibilidade de resultados elaboradas pela Companhia considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, por unidade geradora de caixa, com o valor contábil das respectivas unidades geradoras de caixa e avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras consolidadas. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que é aceitável o valor do ágio sobre combinação de negócios no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Contingências passivas - Individuais e Consolidadas (Nota explicativa 20 Provisões e Contingências)A Companhia é parte passiva em processos judiciais e administrativos de natureza fiscal, cível e trabalhista decorrente do curso normal de suas atividades. Algumas leis e regulamentos no Brasil possuem grau de complexidade elevado e, portanto, a mensuração e reconhecimento das provisões e passivos contingentes, relativos a esses processos podem requerer julgamento profissional da Companhia. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração e definição do momento do reconhecimento e divulgação dessas contingencias passivas que pode impactar o valor desses passivos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Companhia sobre a análise dos passivos contingentes e avaliamos a suficiência das provisões reconhecidas e divulgadas, por meio da avaliação dos critérios e premissas utilizadas em sua metodologia de mensuração, considerando ainda a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos da Companhia. Obtivemos e analisamos confirmações dos assessores jurídicos externos da Companhia quanto a classificação de risco, valor atualizado dos processos e o embasamento técnico aplicado. Efetuamos a comparação entre a nossa avaliação de probabilidade de êxito das principais teses fiscais e a da Companhia. Quando necessário, foi solicitada à Companhia a avaliação da probabilidade de êxito proveniente de um assessor jurídico externo, diferente daquele responsável pela condução do processo. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas fornecem informações sobre a natureza, exposição, valores provisionados ou divulgados, relativos as principais contingências que a Companhia está envolvida. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável a mensur ação das provisões e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Aquisição de participação societária Chevron Brasil Lubrificantes S.A. - Individuais e Consolidadas (Nota explicativa 3c Conclusão da associação com Chevron Brasil Lubrificantes S.A.) A Companhia por meio da sua subsidiária Ipiranga Produtos de Petróleo S.A. adquiriu em 2017 a participação societária na Empresa Chevron Brasil Lubrificantes S.A. que atua no segmento de produção e vendas de lubrificantes. As estimativas associadas com a contabilização de uma aquisição de um negócio envolvem um risco significativo uma vez que há julgamentos relevantes na determinação do valor justo da contraprestação transferida, dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, a apuração do ágio por expectativa de rentabilidade futura e das informações que devem ser divulgadas para possibilitar que os usuários das demonstrações financeiras avaliem a natureza e os efeitos financeiros provenientes da combinação de negócios. Devido à relevância dos valores, à complexidade, grau de julgamento das premissas e metodologia utilizadas nas referidas mensurações e do impacto que eventuais alterações nas premissas poderia ter nas demonstrações financeiras consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade dos controles internos relevantes referentes a identificação, avaliação e valorização da aquisição de negócios. Avaliamos os contratos que formalizaram a combinação de negócios e analisamos a documentação suporte para transação. Com auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas e metodologia utilizadas pela Companhia na determinação e o adequado reconhecimento do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos e na mensuração do ágio por rentabilidade futura, com base em nosso conhecimento sobre a Companhia e indústria em que opera e comparamos os cálculos independentes realizados com dados externos e históricos para analisar a razoabilidade do valor justo. Também consideramos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras consolidadas. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento e divulgação da combinação de negócio no contexto das demonstrações individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentesAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas comparativas da Ultrapar Participações S.A. (Companhia) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório em 22 de fevereiro de 2017 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Wagner BottinoContador CRC 1SP196907/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré Covre - Diretor João Benjamin Parolin - Diretor Leocadio Almeida Antunes Filho - Diretor Pedro Jorge Filho - Diretor Ricardo Isaac Catran - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré Covre - Diretor João Benjamin Parolin - Diretor Leocadio Almeida Antunes Filho - Diretor Pedro Jorge Filho - Diretor Ricardo Isaac Catran - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017. Com base nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas, dos auditores independentes, KPMG Auditores Independentes, datado de 21 de fevereiro de 2018, opina que os referidos documentos, bem como a proposta da destinação de lucro líquido do período, incluindo a distribuição de dividendos, estão em condições de serem apreciados pela assembleia geral ordinária.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.Flavio César Maia LuzGeraldo ToffanelloNilson Martiniano Moreira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.