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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201874 páginasCódigo CVM 22500Versão 1Recebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BRASIL PHARMA S.A. - FALIDO

BRASIL PHARMA S.A. - FALIDO · CNPJ 11.395.624/0001-71

BRASIL PHARMA S.A. - FALIDO
CNPJ 11.395.624/0001-71
DFP 2018
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
BRASIL PHARMA S.A. - FALIDO
CNPJ
11.395.624/0001-71
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
74
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total72.150144.941−50,2%
1.01Ativo Circulante11.44556.273−79,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4383.362−87,0%
1.01.01.01Caixa4383.362−87,0%
1.01.02Aplicações Financeiras7140—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado7140—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação7140—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.4662.633−44,3%
1.01.03.01Clientes1.4662.633−44,3%
1.01.03.01.01Clientes1.4662.633−44,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Acordos Comerciais00—
1.01.04Estoques042.070−100,0%
1.01.04.01Estoques042.070−100,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar960—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar960—
1.01.06.01.01Creditos Tributários Previdenciários960—
1.01.06.01.02Imposto de Renda Pessoa Jurídica00—
1.01.06.01.03Contribuição Social sobre o Lucro Liquido00—
1.01.07Despesas Antecipadas6.7296.879−2,2%
1.01.07.01Adiantamento a Fornecedores1.9601.58323,8%
1.01.07.02Despesas pagas Antecipadamente4.7695.296−10,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.0021.32950,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda2.0021.32950,6%
1.01.08.01.01Outros Ativos - CP2.0021.32950,6%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.01.08.03.01Outros Créditos00—
1.02Ativo Não Circulante60.70588.668−31,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo60.70579.552−23,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber23.55723.2151,5%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber23.55723.2151,5%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos27.65542.588−35,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos27.65542.588−35,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas9.49313.749−31,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas9.49313.749−31,0%
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Outros Ativos00—
1.02.01.10.05Créditos Tributarios e Previdenciários00—
1.02.01.10.06Imposto de Renda Pessoa Jurídica00—
1.02.01.10.07Contribuição Social sobre o Lucro Liquido00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado05.797−100,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação05.797−100,0%
1.02.03.01.01Imobilizado em Operação05.797−100,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível03.319−100,0%
1.02.04.01Intangíveis03.319−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão03.319−100,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daBrasil Pharma S.A. - Em Recuperação JudicialSão Paulo - SP Abstenção de opinião Fomos contratados para examinar as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Brasil Pharma S.A. - Em Recuperação Judicial ('Companhia') e suas controladas, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia pois, devido à relevância do assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis.Base para abstenção de opinião Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 1 e 34, a Companhia apresentou seu pedido de Recuperação Judicial ao qual foi aprovado. Posteriormente apresentou um Plano de Recuperação Judicial ("PRJ") ao qual foi aprovado em Assembleia Geral de Credores e homologado judicialmente pelo Juiz de Primeira Instância. Em 28 de fevereiro de 2019, foram interpostos por alguns credores agravos de instrumento perante o Tribunal de Justiça de São Paulo, que concedeu antecipação de tutela recursal para suspender a homologação judicial do PRJ e a conclusão do leilão que se havia iniciado. Sendo assim na presente data a homologação do PRJ está suspensa, via de consequência, a própria concessão da recuperação judicial, com novação das obrigações sujeitas, diante da ausência de trânsito em julgado. Após a homologação pela Primeira Instância do Poder Judiciário do PRJ, a Administração da Companhia efetuou os registros dos efeitos da PRJ e contabilizou o início de pagamento dos créditos da Classe I e a realização do leilão. Considerado que a continuidade normal dos negócios da Companhia e de suas controladas está diretamente vinculada à implementação do Plano de Recuperação Judicial e à eventual geração de caixa para liquidação de suas dívidas, não é possível determinar, no estágio atual, qual será o desfecho desse assunto nas instâncias judiciais, seus impactos nas demonstrações contábeis, bem como concluirmos se o pressuposto de continuidade operacional, base para apresentação das demonstrações contábeis, é apropriado.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) da Companhia pois, devido à relevância do assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis e opinar se essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e se são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações contábeis correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foram anteriormente auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado de 29 de março de 2018, com abstenção de opinião sobre a continuidade operacional devido à época terem ingressado no processo de recuperação judicial. Considerando que Companhia e suas controladas estavam em processo de elaboração do Plano de Recuperação Judicial ("Plano") e que a continuidade operacional depende da aprovação do referido plano em Assembleia Geral de Credores ("AGC"), não foi possível determinar qual o desfecho desse assunto, seus impactos nas demonstrações contábeis, bem como conclusão para o pressuposto de continuidade operacional, base para a elaboração das demonstrações contábeis, estava apropriado. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações contábeis da Companhia de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e a de emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido ao assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. São Paulo, 29 de março de 2019. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1Julian Clemente Contador CRC 1 SP 197232/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o artigo 25 da Instrução CVM No. 480 (Inciso VI), de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 29 de março de 2019.Paulo Remy Gillet NetoDiretor PresidenteLeonardo Leirinha Souza CamposDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesOs Diretores da Brasil Pharma S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 11.395.624/0001-71, com escritório na Rua dos Pinheiros, 498, 9º andar, no bairro de Pinheiros, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, declaram para os fins do disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 conforme alterada, que:i) reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2018 eii) reviram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 29 de março de 2019.Paulo Remy Gillet NetoDiretor PresidenteLeonardo Leirinha Souza CamposDiretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.