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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201086 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 16/02/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
86
Ano de referência
2010*
Publicado em
16/02/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total23.783.71619.154.46624,2%
1.01Ativo Circulante10.838.39211.095.395−2,3%
1.01.01Disponibilidades82.39172.98312,9%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez3.872.1103.248.63419,2%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto3.451.5212.937.12817,5%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros420.589311.50635,0%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.026.9462.227.338−53,9%
1.01.03.01Carteira Própria809.2651.765.055−54,2%
1.01.03.02Vinculados a compromisso de recompra0350.792−100,0%
1.01.03.03Vinculados a Prestação de Garantias217.471111.49195,1%
1.01.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos2100—
1.01.04Relações Interfinanceiras238.268178.39233,6%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar2.3202.328−0,3%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central230.048172.81833,1%
1.01.04.03Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural3.9711.363191,3%
1.01.04.04Repasses Interfinanceiros8057773,6%
1.01.04.05Correspondentes1.1241.1061,6%
1.01.05Relações Interdependências285128.400,0%
1.01.06Operações de Crédito4.224.1644.177.8101,1%
1.01.06.01Setor Público58.37892.410−36,8%
1.01.06.02Setor Privado4.411.8604.425.233−0,3%
1.01.06.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−246.074−339.83327,6%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos1.380.5251.182.34316,8%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados830−73,3%
1.01.08.02Carteira de Câmbio521.843453.77715,0%
1.01.08.03Rendas a Receber25.57021.13421,0%
1.01.08.04Créditos Específicos00—
1.01.08.05Diversos851.425745.67214,2%
1.01.08.06(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−18.321−38.27052,1%
1.01.09Outros Valores e Bens13.7037.89473,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens6.7026.3904,9%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−1.302−1.47611,8%
1.01.09.03Despesas Antecipadas8.3032.980178,6%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo12.753.2697.862.66662,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários6.739.8203.011.201123,8%
1.02.02.01Carteira Própria6.293.6472.925.119115,2%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra437.9480—
1.02.02.03Instrumentos Financeiros e Derivativos95268−64,6%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias8.13085.814−90,5%
1.02.03Relações Interfinanceiras32.47438.603−15,9%
1.02.03.01Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural329333−1,2%
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro Nacional27.71832.808−15,5%
1.02.03.03Repasses Interfinanceiros4.4275.462−18,9%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito5.910.7404.710.82525,5%
1.02.05.01Setor Público1.209.1931.101.9629,7%
1.02.05.02Setor Privado5.036.4073.824.18531,7%
1.02.05.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−334.860−215.322−55,5%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos70.235102.037−31,2%
1.02.07.01Crédito por Avais e Fianças Honrados1235−65,7%
1.02.07.02Diversos155.592156.888−0,8%
1.02.07.03(Provisão para Outros Crédits de Liquidação Duvidosa)−85.369−54.886−55,5%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente192.055196.405−2,2%
1.03.01Investimentos1.4291.3793,6%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos6.7326.6820,7%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.303−5.3030,0%
1.03.02Imobilizado de Uso188.219191.962−1,9%
1.03.02.01Imóveis de Uso132.615127.0004,4%
1.03.02.02Ravaliações de Imóveis de Uso111.628111.6280,0%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso151.302142.3206,3%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−207.326−188.986−9,7%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido2.4073.064−21,4%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão6.0968.059−24,4%
1.03.05.02(Amortização Acumulada)−3.689−4.99526,1%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
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RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAoConselho de Administração, Acionistas e Administradores doBanco do Nordeste do Brasil S.A.Fortaleza - CE Examinamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data e ao semestre findo em 31 de dezembro de 2010, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data e ao semestre findo em 31 de dezembro de 2010, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Fortaleza, 4 de fevereiro de 2011DELOITTE TOUCHE TOHMATSUClaudio Lino LipiAuditores IndependentesContadorCRC 2SP 011.609/O-8 "F" CECRC 1SP 097.866 - TPE S/CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2010. Fortaleza, 04 de fevereiro de 2011Roberto Smith (Presidente) Oswaldo Serrano de Oliveira (Diretor de Relações com Investidores) Luiz Carlos Everton de Farias (Diretor de Controle e Risco) Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios) José Sydrião de Alencar Júnior (Diretor de Gestão do Desenvolvimento)Stélio Gama Lyra Junior (Diretor Administrativo e de TI)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Parecer, exarado em 4 de fevereiro de 2011, pela Deloitte Touche Tohmatsu - Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2010. Fortaleza, 04 de fevereiro de 2011Roberto Smith (Presidente) Oswaldo Serrano de Oliveira (Diretor de Relações com Investidores) Luiz Carlos Everton de Farias (Diretor de Controle e Risco) Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios) José Sydrião de Alencar Júnior (Diretor de Gestão do Desenvolvimento)Stélio Gama Lyra Junior (Diretor Administrativo e de TI)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, após haver procedido ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, e com base no Parecer dos Auditores Independentes - Deloitte Touche Tohmatsu, de 4 de fevereiro de 2011, é de opinião que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis refletem adequadamente as atividades desenvolvidas, a situação financeira e patrimonial e o resultado das operações do Banco do Nordeste do Brasil S.A, no exercício de 2010. Fortaleza (CE), 4 de fevereiro de 2011.Rodrigo Silveira Veiga Cabral (Presidente) Cláudio Xavier Seefelder Filho Gideval Marques de Santana Cláudia da Costa Martinelli Wehbe Marco Antonio Fiori

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.