Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 20346Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 20/04/2018valores em R$ mil

DFP 2016 de PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA

PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA · CNPJ 45.453.214/0001-51

Versões deste exercício: v1 (23/03/2017) · v2 (20/04/2018), esta

PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA
CNPJ 45.453.214/0001-51
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA
CNPJ
45.453.214/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
20/04/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total2.712.2332.282.15918,8%
1.01Ativo Circulante1.692.9561.642.6373,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa205.506253.048−18,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber527.268487.4178,2%
1.01.03.01Clientes527.268487.4178,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques649.508597.6628,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar249.948237.0925,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar249.948237.0925,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes60.72667.418−9,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.01.01Instrumentos Financeiros00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros60.72667.418−9,9%
1.01.08.03.01Adiantamentos8.1428.355−2,5%
1.01.08.03.02Outras contas a receber52.58430.49472,4%
1.01.08.03.03Instrumentos Financeiros028.285−100,0%
1.01.08.03.04Adiantamento Controlada Conjunto0284−100,0%
1.02Ativo Não Circulante1.019.277639.52259,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo102.31477.82931,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber7.64312.377−38,2%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber7.64312.377−38,2%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos59.84017.203247,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos59.84017.203247,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes34.83148.249−27,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais23.70826.116−9,2%
1.02.01.09.04IR e CS Diferidos00
1.02.01.09.05Instrumentos Financeiros09.697−100,0%
1.02.01.09.06Impostos a Recuperar5.2534.56615,0%
1.02.01.09.07Ativo Disponível para Venda5.8707.870−25,4%
1.02.02Investimentos79.82358.52236,4%
1.02.02.01Participações Societárias79.82358.52236,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas79.82358.52236,4%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado112.06874.84349,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação82.46957.43943,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento29.59917.40470,1%
1.02.04Intangível725.072428.32869,3%
1.02.04.01Intangíveis725.072428.32869,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Marcas e Patentes116.89694.85123,2%
1.02.04.01.03Software4.6124.689−1,6%
1.02.04.01.04Ágio489.228255.75191,3%
1.02.04.01.05Software em Desenvolvimento342070,0%
1.02.04.01.06Direito de Distribuição1326−99,7%
1.02.04.01.07Carteira de Clientes00
1.02.04.01.08Opção de Compras00
1.02.04.01.09Ponto Comercial/Goodwill113.20971.72257,8%
1.02.04.01.10Outros1.09296912,7%
1.02.04.02Goodwill00
1.02.04.02.01Goodwill00
1.02.04.02.09Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório independentes sobre as demonstrações financeiras dos auditores Aos Conselheiros, Diretores e Acionistas da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A.Rio de Janeiro - Rio de JaneiroOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional e nas Normas Profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Existência e mensuração dos estoques e custos das mercadorias vendidas (notas explicativas 4g e 8) - Controladora e Consolidado O segmento mais representativo da Companhia é a distribuição de medicamentos para seus clientes (farmácias). Os estoques de medicamentos, que são extremamente relevante nas demonstrações financeiras como um todo, são registrados pelo valor de custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor. Esse custo pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. Quando aplicável, a redução ao valor recuperável líquido é estimada com base na comparação do custo médio com os respectivos preços de vendas recentes. Em função do volume significativo de itens, dos processos tempestivos de contagem de inventário e da determinação da estimativa do custo do estoque e da perda por redução ao valor recuperável líquido envolverem estimativas e julgamentos feitos pela Companhia que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados à aprovação, registro, e contagem física de estoques e à mensuração da perda por redução ao valor recuperável dos estoques.Acompanhamos, com base em amostragem, os inventários físicos efetuados pela CompanhiaCom base em amostragem, examinamos o custo das entradas de mercadoria e recalcularmos o custo médio registradoExecutamos testes de realização dos produtos revendidos, com o intuito de verificarmos se os estoques estão sendo realizados com margens positivas, concluindo que os estoques estão registrados a preço de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia.Provisão de Crédito de Liquidação Duvidosa - PCLD (nota explicativa 7) - Controladora e ConsolidadoA Companhia revisa periodicamente sua posição de contas a receber com o objetivo de estimar a necessidade de constituição de provisão para perda por redução ao valor recuperável ("Provisão"). Os critérios e metodologias para determinação da Provisão são documentados em políticas internas e exigem, por sua natureza, a utilização de julgamentos e premissas por parte da Companhia, que incluem análises sobre fatores externos e condições econômicas gerais, e internos, tais como perdas históricas e risco de crédito de clientes. Devido à relevância das contas a receber, ao alto grau de julgamento envolvido, ao nível de incerteza para a determinação da perda por redução ao valor recuperável e ao impacto que eventuais alterações nas premissas usadas em sua determinação poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse tema um assunto significativo para a auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e a efetividade dos controles internos chave relacionados à identificação e registro das contas a receber.Avaliamos os critérios, premissas e dados utilizados pela Companhia para determinar os níveis de inadimplência atentando para políticas de recebimento de créditos de difícil liquidação em comparação com dados históricos e recalculamos o saldo de provisão com base no prazo de atraso das contas a receber.Efetuamos testes da integridade dos relatórios utilizados pela Companhia e consistência dos percentuais utilizados no cálculo. Efetuamos ainda o recálculo do valor da provisão com base nas premissas adotadas pela companhia e efetuamos o confronto dos saldos de clientes relevantes com as premissas utilizadas pela Companhia. Avaliamos ainda a evolução histórico da PCLD no decorrer do tempo e consideramos a adequação das divulgações nas demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectarão as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam causar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente, e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso Relatório de Auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação poderiam, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as Demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 17 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJMarcelo Luiz FerreiraContador CRC RJ-087095/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇAOOs diretores da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. e de suas controladas, abaixo assinados, deram que, em reunião nesta data, revisaram e discutiram as Demonstrações Financeiras da Companhia (Controladora e Consolidado), tendo aprovado os referidos documentos e deliberado encaminhar ao conselho de administração proposta de sua aprovação por aquele órgão.Rio de Janeiro, 10 de março de 2017.-----------------------------------------------Sammy BirmarckerPresidente-----------------------------------------------Maximiliano Guimarães FischerDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇAOOs diretores da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. e de suas controladas, abaixo assinados, deram que, em reunião nesta data, revisaram e discutiram o parecer dos auditores independentes, tendo aprovado o referido documento e deliberado encaminhar ao conselho de administração proposta de sua aprovação por aquele órgão.Rio de Janeiro, 17 de março de 2017.-----------------------------------------------Sammy BirmarckerPresidente-----------------------------------------------Maximiliano Guimarães FischerDiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO CONSELHO FISCAL da PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/1976, examinou o relatório anual da administração, as demonstrações financeiras, a proposta para a destinação do resultado, todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representante da Companhia e tendo em conta, ainda, o relatório dos auditores externos, KPMG Auditores Independentes, que expressa uma opinião sem ressalvas, datado de 17 de março de 2017, o CONSELHO FISCAL, por unanimidade, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados para deliberação e recomendam sua aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas. Rio de Janeiro, 17 de março de 2017. GILBERTO BRAGA, PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL, ELIAS DE MATOS BRITO, MEMBRO DO CONSELHO FISCAL, FLAVIO JOSÉ RISSATO ADORNO, MEMBRO DO CONSELHO FISCAL.Rio de Janeiro, 17 de março de 2017.GILBERTO BRAGAPresidente do Conselho Fiscal e Presidente da ReuniãoELIAS DE MATOS BRITOMembro do Conselho FiscalFLAVIO JOSÉ RISSATO ADORNOMembro do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.