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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201755 páginasCódigo CVM 20567Versão 1Recebida em 14/08/2017valores em R$ mil

ITR 30/06/2017 de BANCO PINE S/A

BANCO PINE S/A · CNPJ 62.144.175/0001-20

BANCO PINE S/A
CNPJ 62.144.175/0001-20
ITR 30/06/2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
BANCO PINE S/A
CNPJ
62.144.175/0001-20
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
55
Ano de referência
2017*
Publicado em
14/08/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:13

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201731/12/2016Var.
1Ativo Total9.027.3428.194.59710,2%
1.01Ativo Circulante4.060.3414.131.478−1,7%
1.01.01Disponibilidades196.87573.426168,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez1.116.290586.80990,2%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto1.076.199428.768151,0%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros40.0910—
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estangeira0158.041−100,0%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários462.5471.366.583−66,2%
1.01.03.01Carteira Própria129.732721.457−82,0%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra183.025365.684−49,9%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos84.843209.862−59,6%
1.01.03.04Vinculados ao Banco Central00—
1.01.03.05Vinculados à Prestação de Garantias64.94769.580−6,7%
1.01.04Relações Interfinanceiras798848−5,9%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar110—
1.01.04.02Depósitos no Banco Central do Brasil787848−7,2%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito1.596.1361.544.1573,4%
1.01.06.01Setor Privado1.804.9221.637.12810,2%
1.01.06.02Setor Público00—
1.01.06.03(-) Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−208.786−92.971−124,6%
1.01.06.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos580.315429.72135,0%
1.01.08.01Carteira de Câmbio296.235229.45829,1%
1.01.08.02Rendas a Receber37.26830.38922,6%
1.01.08.03Negociação e Intermediação de Valores11.96923.907−49,9%
1.01.08.04Diversos216.241152.22742,1%
1.01.08.05(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−7.043−6.260−12,5%
1.01.08.06Avais e Fianças Honradas25.6450—
1.01.09Outros Valores e Bens107.380129.934−17,4%
1.01.09.01Bens não de Uso Próprio89.946110.864−18,9%
1.01.09.02Despesas Antecipadas17.43419.070−8,6%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo4.699.4693.802.58423,6%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros00—
1.02.01.02Aplicações em Moeda Estangeira00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários2.209.6861.378.26060,3%
1.02.02.01Carteira Própria367.736133.519175,4%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos1.010.826799.14226,5%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias831.124445.59986,5%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito1.482.0371.552.041−4,5%
1.02.05.01Setor Privado1.538.2031.666.255−7,7%
1.02.05.02Setor Público00—
1.02.05.03(-) Provisão para Operações de Crédito com Liquidação Duvidosa−56.166−114.21450,8%
1.02.05.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos805.410689.27816,8%
1.02.07.01Carteira de Câmbio00—
1.02.07.02Rendas a Receber57.31645.47626,0%
1.02.07.03Devedores por Depósito em Garantia85.69248.33577,3%
1.02.07.04Diversos675.570608.69311,0%
1.02.07.05(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−13.168−13.2260,4%
1.02.08Outros Valores e Bens202.336183.00510,6%
1.02.08.01Despesas Antecipadas1.3771.636−15,8%
1.02.08.02Bens não de uso próprio200.959181.36910,8%
1.03Ativo Permanente267.532260.5352,7%
1.03.01Investimentos257.915250.8122,8%
1.03.01.01Dependências no Exterior4.0214.511−10,9%
1.03.01.02Participações em Controladas253.894246.3013,1%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso9.5069.575−0,7%
1.03.02.01Instalações, Móveis Equipamentos de Uso13.23213.1450,7%
1.03.02.02Outras Imbobilizações de Uso15.28714.6264,5%
1.03.02.03(-) Depreciações Acumuladas−19.013−18.196−4,5%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível111148−25,0%
1.03.04.01Gastos com Aquisição e Desenvolvimento de Logiciais9.6149.6140,0%
1.03.04.02(-) Amortização Acumulada−9.503−9.466−0,4%
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Banco Pine S.A.Informações Trimestrais - ITR em 30 de junho de 2017 Relatório sobre a revisão de informações trimestraisAos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A.IntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, do Banco Pine S.A. (a "Instituição") e do Banco Pine S.A. e de suas controladas ("Consolidado"), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2017, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente para os períodos de três e seis meses findos nessa data, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.A Administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Conclusão sobre as informações intermediáriasCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoRevisamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao período de três e seis meses findos em 30 de junho de 2017, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas de maneira consistente, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.São Paulo, 14 de agosto de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Luiz Antonio FossaContador CRC 1SP196161/O-8

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BANCO PINE S/ACNPJ 62.144.175/0001-20 - Companhia Aberta NIRE 35300525515RESUMO DO COMITÊ DE AUDITORIASEMESTRE FINDO EM 30 DE JUNHO DE 2017O Comitê de Auditoria do Banco Pine S/A e suas controladas ("Conglomerado Pine") é um órgão estatutário subordinado ao Conselho de Administração, implantado em atendimento às regulamentações do Banco Central do Brasil - BACEN e da Comissão de Valores mobiliários - CVM, e seu regimento está disponível no site ri.pine.com.A elaboração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e suas controladas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil é de responsabilidade de sua Administração. A Administração também é responsável por (i) estabelecer procedimentos que assegurem a qualidade das informações e dos processos utilizados na preparação das Demonstrações Financeiras (ii) gerenciar os riscos das operações do Conglomerado Pine e (iii) supervisionar as atividades de controle interno e compliance, entre outras.A auditoria independente é responsável por examinar as Demonstrações Financeiras e emitir relatório sobre sua adequação, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrente da legislação societária, das normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.A auditoria interna tem suas atividades direcionadas para a avaliação da eficiência e eficácia dos controles internos e do gerenciamento de riscos, e na aderência dos processos às normas e procedimentos estabelecidos pela Administração.Das atividades do Comitê no 1º semestre de 2017:O Plano de trabalho do Comitê de Auditoria, para o 1º semestre de 2017, teve como objetivo principal a análise das estruturas, das operações, dos processos e dos sistemas inerentes aos negócios do Conglomerado Pine, incluindo reuniões com os responsáveis pelas principais áreas de negócio.Reuniões específicas foram realizadas com a Auditoria Independente e com a Auditoria Interna, com objetivo de avaliar os planos anuais e suas execuções, bem como o acompanhamento das ações estabelecidas pela Administração aos apontamentos das auditorias. Também foi realizada reunião com o Banco Central do Brasil para apresentação e avaliação desses planos anuais, dos fechamentos semestrais e de aspectos de sua regulamentação e normatização.Em sessão realizada em 07 de agosto de 2017, foram analisadas as Demonstrações Financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2017 e elaborado o correspondente Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, das atividades desenvolvidas no semestre. Do Sistema de Controles Internos:Conforme cronograma e plano de trabalho definidos para o 1º semestre de 2017, o Comitê tomou conhecimento dos processos, métodos e sistemas de controles e de informações do Conglomerado Pine, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos gestores na manutenção e aprimoramento.Todas as principais atividades do Conglomerado Pine, inclusive as atividades exercidas por outras empresas (terceiros relevantes), foram analisadas e tiveram os seus riscos identificados, assim como os controles utilizados para mitiga-los e/ou reduzi-los a um nível considerado adequado de gerenciamento. Esses mapeamentos, riscos e controles são armazenados em um sistema eletrônico de dados adquirido de consultoria especializada e de renome no mercado.O Comitê, com base nas informações e observações colhidas durante suas reuniões, avalia como adequado ao porte e complexidade de operações do Conglomerado Pine, os sistemas de controles internos, contribuindo para a eficiência de seus negócios, para a adequação dos relatórios financeiros e para a observância às normas e regulamentações aplicáveis às suas transações.Da Administração de Riscos:A Gestão de Risco do Conglomerado Pine é exercida de forma integrada, compreendendo Risco de Crédito, Risco de Mercado, Risco de Liquidez e Risco Operacional, regulamentados pelo Banco Central do Brasil.O Comitê acompanhou os aspectos relativos ao gerenciamento e controle de riscos do Conglomerado Pine, dentre eles, os processos, métodos, sistemas e relatórios para a gestão de riscos de Mercado, Liquidez, Crédito e Operacional.Da Auditoria Independente:O Comitê realizou reuniões com a Auditoria Independente - PricewaterhouseCoopers (PwC) - para a apreciação das Informações Financeiras Trimestrais (ITR) e aprovação das Demonstrações Financeiras semestrais. Por ocasião destas reuniões, foi apresentado o Plano Anual de Auditoria e verificado o cumprimento da Política de Independência.As recomendações incluídas nos relatórios de controles internos foram apresentadas ao Comitê e estabelecidos, em conjunto com a Auditoria Interna e com as áreas respectivas, Planos de Ação para solucioná-las. Não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, das regulamentações e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade dos negócios do Conglomerado Pine. O Comitê avaliou como adequados o planejamento e os trabalhos dos auditores independentes para o porte e complexidade das operações do Conglomerado Pine.Da Auditoria Interna:O Comitê aprovou a estrutura da Auditoria Interna e o Plano Anual compreendendo todas as operações, riscos e processos do Conglomerado Pine e acompanha em suas reuniões o seu cumprimento. Nas reuniões do Comitê, a presença permanente da Auditoria Interna proporciona o suporte necessário às atividades e o atendimento às demandas.Das Demonstrações Financeiras Consolidadas:O Comitê avaliou os processos de elaboração das Informações Financeiras Trimestrais, os balanços individuais e consolidados, os relatórios financeiros e as notas explicativas divulgadas em conjunto com as Demonstrações Financeiras. Abordou com a Auditoria Externa e com os executivos do Conglomerado Pine as práticas relevantes utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Conclusão:O Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo da sua atuação, recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e suas controladas para o semestre findo em 30 de junho de 2017.São Paulo, 07 de agosto de 2017.Gustavo Diniz JunqueiraPresidenteWilliam Pereira PintoEspecialista FinanceiroHarumi Susana Ueta WaldeckMembro Sérgio Machado Zica de CastroMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.