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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015171 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 25/02/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
171
Ano de referência
2015*
Publicado em
25/02/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total21.683.49417.223.17625,9%
1.01Ativo Circulante3.704.6232.531.04646,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.296.4201.588.64744,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Conta Reserva00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber909.174645.26440,9%
1.01.03.01Clientes909.174645.26440,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber565.146321.78375,6%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas344.028323.4816,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar108.023107.9420,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar108.023107.9420,1%
1.01.07Despesas Antecipadas90.15664.79939,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes300.850124.394141,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros300.850124.394141,9%
1.01.08.03.01Contas a Receber com Operações de Derivativos165.57727.623499,4%
1.01.08.03.02Dividendos, Juros sobre Capital Próprio53.24114.739261,2%
1.01.08.03.03Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão82.03282.0320,0%
1.01.08.03.04Outros Créditos00—
1.02Ativo Não Circulante17.978.87114.692.13022,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.523.8763.545.25327,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo233736−68,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Conta Reserva233736−68,3%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber371.985118.111214,9%
1.02.01.03.01Clientes371.985118.111214,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos496.278320.74454,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos496.278320.74454,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.4991.17927,1%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas276.051196.88240,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas276.051196.88240,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.377.8302.907.60116,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Contas a Receber com Operações de Derivativos421.59573.024477,3%
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Recuperar162.589128.98526,1%
1.02.01.09.05Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão2.772.4092.684.9173,3%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais e Outros21.23720.6752,7%
1.02.02Investimentos1.327.206790.59167,9%
1.02.02.01Participações Societárias1.327.206790.59167,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado774.587649.18019,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação557.743466.49819,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento216.844182.68218,7%
1.02.04Intangível11.353.2029.707.10617,0%
1.02.04.01Intangíveis11.353.2029.707.10617,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCCR S.A.São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, da CCR S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA administração da companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 22 de fevereiro de 2016DELOITTE TOUCHE TOHMATSUMaurício Pires A. ResendeAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 MG 049699/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 22 de fevereiro de 2016, com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015.São Paulo, 22 de fevereiro de 2016.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz Cioffi Diretor Vice-Presidente de Gestão de Negócios Ricardo Antônio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntônio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento Empresarial Arthur Piotto Filho Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFrancisco de Assis Nunes BulhõesDiretor de Comunicação e SustentabilidadeLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e ControleRicardo Bisordi de Oliveira LimaDiretor de Negócios

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 22 de fevereiro de 2016, com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015.São Paulo, 22 de fevereiro de 2016.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz Cioffi Diretor Vice-Presidente de Gestão de Negócios Ricardo Antônio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntônio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento Empresarial Arthur Piotto Filho Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFrancisco de Assis Nunes BulhõesDiretor de Comunicação e SustentabilidadeLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e ControleRicardo Bisordi de Oliveira LimaDiretor de Negócios

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CCR S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015 ("Demonstrações Financeiras e Anuais de 2014"), bem como revisaram o orçamento de capital e a proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015 e, considerando ainda, o Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes e o Parecer do Comitê de Auditoria, emitidos em 22 de fevereiro de 2016, manifestam-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à revisão do orçamento de capital e à proposta de destinação de resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015, que estão em plenas condições de serem votados pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.São Paulo, 22 de fevereiro de 2016. Newton Brandão Ferraz RamosAdalgiso Fragoso de FariaJosé Valdir Pesce

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.