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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201358 páginasCódigo CVM 15083Versão 1Recebida em 28/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 00.354.053/0001-00

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 00.354.053/0001-00
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
00.354.053/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
58
Ano de referência
2013*
Publicado em
28/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total91.797126.719−27,6%
1.01Ativo Circulante34.85268.341−49,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.4543.43629,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber4.34736.595−88,1%
1.01.03.01Clientes4.34736.595−88,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3.3382.88415,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar21.56824.738−12,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar21.56824.738−12,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.14568866,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.14568866,4%
1.01.08.03.01Arrematação de Imóveis00—
1.01.08.03.02Outros Créditos1.14568866,4%
1.02Ativo Não Circulante56.94558.378−2,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo26.36626.815−1,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.8954.242−8,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas3.8954.242−8,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes22.47122.573−0,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais22.47122.573−0,5%
1.02.02Investimentos110,0%
1.02.02.01Participações Societárias110,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias110,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado30.45931.400−3,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação30.45931.400−3,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível119162−26,5%
1.02.04.01Intangíveis119162−26,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentesAos:Conselheiros e Administradores daLojas Arapuã S/A - em Recuperação JudicialSão Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Lojas Arapuã S/A(Companhia) - em Recuperação Judicial, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, demonstrações do resultado abrangente, das mutações do passivo a descoberto, dos fluxos de caixa e demonstração do valor adicionado para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração destas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e também que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter a segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia individual e consolidada para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasConforme mencionado na NotaExplicativa n°18, a Companhia possui registrado no ativo não circulante o montante de R$ 54.023 mil (Controladora) e R$ 3.895 (Consolidado) a receber junto as suas partes relacionadas, controladas ou não em 31 de dezembro de 2013, as quais apresentam prejuízo no exercício de 2013 e possuem passivo a descoberto, gerando incerteza sobre se essas partes relacionadas teriam condições financeiras de liquidar os referidos montantes. Não foi possível chegarmos a uma conclusão sobre a realização desse montante e nenhuma provisão para perdas foi registradas pela Companhia.Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis consolidadasConforme mencionado na Nota Explicativa n°15 b) a controlada Novelty Modas S.A. possui provisão de ICMS a pagar no montante de R$ 60.604 mil, correspondente a valores não recolhidos do período de maio de 1999 a dezembro de 2005 e dezembro de 2013, os quaisencontram-se devidamente atualizados de multa e juros. A Novelty Modas S.A. possui também registrado uma provisão para contingências referentes a autos de infração de ICMS no montante de R$ 360.673 mil,constituída e suportada com base na opinião de seus assessores legais. A Administração da Companhia está efetuando uma reconciliação dos autos de infração em relação aos valores de ICMS a recolher registrados no passivo circulante, desta forma não temos como concluir se existiria ou não ajustes a serem registradas nas demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, exceto pelo assunto descrito na "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas" as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira das Lojas Arapuã S/A em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, exceto peloassunto descrito na "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, e se houver, pelos eventuais eventos descritos na "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis consolidadas" as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada das Lojas Arapuã S/A em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseSem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para o fato que conforme descrito na Nota Explicativa n° 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso das Lojas Arapuã S/A, essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Conforme descrito na Nota Explicativa n° 1, a Companhia obteve, em 1998, o benefício legal da concordata preventiva. Diversos desdobramentos judiciais ocorreram ao longo da década de 2000, em virtude das contestações ao plano da concordada por parte de alguns credores, bem como do pedido de falência impetrado por esses credores. Em 2009, não obstante contestação judicial de determinados credores, a Companhia obteve o direito ao processamento de seu pedido de recuperação judicial. Em 16 de dezembro de 2011 foi aprovado, em Assembleia de credores, por maioria, o plano de recuperação judicial das Lojas Arapuã S/A, o qual foi homologado na justiça em 13 de fevereiro de 2012. Um dos credores, contudo, ingressou com recurso contestando os termos deste acordo e aguarda-se o seu julgamento. Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia apresentava uma situação financeira e patrimonial deficitária, inclusive com passivo a descoberto, gerando dúvidas significativa quanto à sua possibilidade de continuar em operação. As demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2013 foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia e não incluem quaisquer ajustes às contas de ativo e passivo que poderiam ser requeridos no caso de eventual paralisação das suas operações. Essas demonstrações contábeis também não contemplam os ajustes con tábeis que decorrem dos termos aprovados no plano de recuperação judicial aprovado na Assembleia de 16 de dezembro de 2011, uma vez que transita na justiça recurso contestando os termos do acordo. Nossa opinião não contém ressalvas sobre este assunto.Conforme Nota Explicativa n° 15, a Companhia aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal - REFIS, instituído pelo Governo Federal através da Lei nº 9.964, de 10 de abril de 2000, de modo a regularizar seus débitos tributários e previdenciários, inclusive os parcelados visando consolidar estes débitos no referido exercício. Posteriormente, a Companhia foi excluída do Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) instituído pela Lei 9.964/00. A eventual exclusão do parcelamento poderá resultar em efeitos a serem recalculados e registrados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, no que se referem a multas, juros e encargos legais sobre os valores originais. A Companhia face ao exposto, entende que os valores contabilizados são suficientes para fazer frente a possíveis efeitos sobre a referida discussão. Nossa opinião não contém ressalvas sobre este assunto.Conforme mencionado na Nota Explicativa n°4, na apresentação das demonstrações contábeis comparativas de 31 de dezembro de 2012 foi efetuada a reclassificação de certos ativos e passivos para melhor comparabilidade. As reclassificações efetuadas não afetaram o resultado ou o patrimônio líquido da Companhia no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e foram reapresentados como previsto no pronunciamento CPC 23 "Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro" e CPC 26 (R1) "Apresentação das demonstrações contábeis". Nossa opinião não contém ressalvas sobre este assunto.Outros assuntos Demonstração dos Valores Adicionados (DVA)Examinamos também a Demonstração dos Valores Adicionados (DVA) individuais e consolidadas, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para as companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelo assunto descrito na "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais" e pelos eventuais efeitos, se houver, do assunto descrito na "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis consolidadas" estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Demonstrações contábeis do exercício anteriorAs demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foram por nós auditadas, no qual emitimos relatório sem ressalva, datado de 22 de março de 2013, contendo as duas primeiras ênfases mencionadas acima. São Paulo, 14 de março de 2014.Rafael Dominguez BarrosContador CRC 1SP-208.108/O-0Nelson Fernandes Barreto FilhoContador CRC 1SP- 151.079/O-0Grant Thornton Auditores Independentes CRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do art. 25 da IN nº 480 de 07 de Dezembro de 2.009, com redação dada pela instrução CVM 509/11, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2.013.São Paulo, 14 de Março de 2.014.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do art. 25 da IN nº 480 de 07 de Dezembro de 2.009, e com a redação dada pela instrução CVM 509/11, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes , referente ao encerramento do exercício findo em 31 de Dezembro de 2.013.São Paulo, 14 de março de 2.014.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.