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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 22365Versão 1Recebida em 18/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de ENAUTA PARTICIPACOES S.A.

ENAUTA PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 11.669.021/0001-10

ENAUTA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 11.669.021/0001-10
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ENAUTA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
11.669.021/0001-10
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
18/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total3.943.5333.938.5410,1%
1.01Ativo Circulante2.241.1022.284.376−1,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa60.03818.815219,1%
1.01.02Aplicações Financeiras1.870.2021.874.376−0,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.870.2021.874.376−0,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber134.424128.5394,6%
1.01.03.01Clientes134.424128.5394,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques12.7688631.379,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar34.45050.024−31,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar34.45050.024−31,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes129.220211.759−39,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda070.003−100,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros129.220141.756−8,8%
1.01.08.03.01Partes relacionadas40.68120.028103,1%
1.01.08.03.02créditos com parceiros49.777108.005−53,9%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros19.9120
1.01.08.03.04Outros18.85013.72337,4%
1.02Ativo Não Circulante1.702.4311.654.1652,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo389.335365.3736,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado0156.545−100,0%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo0156.545−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado379.808158.270140,0%
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos2.84645.361−93,7%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.84645.361−93,7%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes6.6815.19728,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos167.888143.39717,1%
1.02.02.01Participações Societárias167.888143.39717,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado738.423735.1910,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível406.785410.204−0,8%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daQGEP Participações S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da QGEP Participações S.A. (Companhia), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da QGEP Participações S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalPrincipais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1 - Perda por redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) - Individual e ConsolidadoConforme Notas Explicativas 2.9, 13 e 14 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaComo nossa auditoria conduziu esse assuntoEm 31 de dezembro de 2018 as demonstrações financeiras consolidadas apresentam ativo imobilizado e intangível no montante de R$ 738 milhões e R$ 407 milhões, respectivamente.A Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGCs") às quais esses ativos estão alocados. Para o cálculo do valor recuperável, e avaliação sobre a necessidade de registro de impairment, a Companhia utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado que incorpora julgamentos significativos em relação a fatores associados ao nível de produção futura, preço das commodities, custo de produção e premissas econômicas como taxas de desconto, taxas de inflação e taxas de câmbio onde a Companhia opera.Devido à relevância do ativo imobilizado e do ativo intangível e ao nível de incerteza para a determinação da perda por redução ao valor recuperável relacionado, que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse tema um assunto significativo para a auditoria.Nossos procedimentos incluíram, entre outros: Avaliação sobre os procedimentos de valorização dos ativos da Companhia, incluindo aqueles que visam identificar a necessidade de se constituir ou reverter um impairment Avaliação das premissas da Companhia para determinar o valor recuperável dos seus ativos, incluindo aqueles relacionados a produção, custo de produção, investimentos de capital, taxas de desconto e taxas de câmbio Avaliação dos critérios de definição e identificação das Unidades Geradoras de Caixa (UGC) Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas de Corporate Finance, da projeção de fluxos de caixa, da razoabilidade e da consistência das premissas utilizadas na preparação das projeções de fluxos de caixa e comparação dessas premissas com informações do mercado e com base em nosso conhecimento da Companhia e da indústria, bem como avaliação da análise de sensibilidade elaborada pela Administração Efetuamos também a análise da adequação dos cálculos matemáticos dos modelos econômicos dos fluxos de caixa futuros e resultados projetados, efetuando o cruzamento dos mesmos com as informações contábeis e relatórios gerenciais e com os planos de negócios aprovados e Avaliação da adequação da divulgação em relação ao teste do valor em uso e sua comparação com o valor justo, líquido do custo para vender ativos, nos casos aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis os saldos do ativo imobilizado e intangível, bem como as divulgações relacionadas, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. 2 - Provisão para abandono de áreas - Individual e ConsolidadoConforme Notas Explicativas 2.8 e 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaComo nossa auditoria conduziu esse assuntoEm 31 de dezembro de 2018 as demonstrações financeiras consolidadas apresentam provisão para o abandono de áreas (ARO) no montante de R$ 209 milhões.Devido à natureza das suas operações, a Companhia incorre em obrigações para restaurar e reabilitar o meio ambiente quando há o abandono de áreas.A reabilitação de áreas e do meio ambiente é requerida tanto pela legislação em vigor quanto pelas políticas da Companhia. Estimar os custos associados a estas atividades futuras exige considerável julgamento em relação a fatores como o período de utilização de determinada área, o tempo necessário para reabilitá-la e determinadas premissas econômicas como taxa de desconto, taxas de moeda estrangeira e os valores originais que são cotados por fornecedores específicos. Devido à relevância da provisão para abandono de áreas e o nível de incerteza para a determinação da sua estimativa que pode impactar o valor dessa provisão nas demonstrações financeiras consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse tema um assunto significativo para a auditoria. Nossos procedimentos incluíram, entre outros: Avaliação dos procedimentos relacionados à determinação das estimativas do valor da provisão para restaurar e reabilitar áreas exploradas comercialmente pela Companhia Com auxílio de nossos especialistas de Corporate Finance, analisamos as premissas utilizadas, incluindo o custo base das áre as a serem abandonadas, taxas de inflação, de desconto e de risco Análise da movimentação da provisão no exercício relativa às áreas abandonadas, restauradas/reabilitadas e a obrigação ambiental pertinente, visando avaliar os principais inputs, como os custos, a inflação e as taxas de desconto, assim como do plano de abandono Conferência aritmética dos resultados das estimativas, confrontando-os com as informações contábeis e relatórios gerenciais e Avaliação da adequação da divulgação da provisão das obrigações para restaurar e reabilitar o meio ambiente quando do abandono de áreas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o saldo da provisão para restaurar e reabilitar áreas exploradas comercialmente pela Companhia, bem como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 12 de março de 2019Bernardo Moreira Peixoto NetoContador CRC RJ-064887/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, INCISO VI DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da QGEP PARTICIPAÇÕES S.A., sociedade anônima com sede na Avenida Almirante Barroso, nº 52, sala 1301 (parte), Centro, Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob nº 11.669.021/0001-10 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º artigo 25 da Instrução Normativa nº480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2018 e 31 de dezembro de 2018.Rio de Janeiro, 12 de março de 2019.________________________________________Lincoln Rumenos GuardadoDiretor Presidente________________________________________Paula Vasconcelos da Costa Corte-RealDiretor Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________________Danilo OliveiraDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, INCISO V DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da QGEP PARTICIPAÇÕES S.A., sociedade anônima com sede na Avenida Almirante Barroso, nº 52, sala 1301 (parte), Centro, Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob nº 11.669.021/0001-10 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º artigo 25 da Instrução Normativa nº480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia (KPMG Auditores Independentes) referentes às demonstrações financeiras da Companhia relativas ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2018 e 31 de dezembro de 2018.Rio de Janeiro, 12 de março de 2019.. ________________________________________Lincoln Rumenos GuardadoDiretor Presidente_________________________________________Paula Vasconcelos da Costa Corte-RealDiretor Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________________Danilo OliveiraDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

QGEP PARTICIPAÇÕES S.A.CNPJ/MF nº. 11.669.021/0001-10NIRE: 33300292896Anexo I à Ata de Reunião do Conselho Fiscalrealizada em 05 de março de 2018PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal, todos independentes, eleitos pela Assembleia Geral Ordinária da QGEP Participações S.A. realizada em 11 de abril de 2018, desenvolveram, a partir da sua posse, trabalhos de forma abrangente tanto em conjunto como individualmente.As reuniões do Conselho Fiscal realizadas até a presente data contaram sempre com a presença dos três membros efetivos.Não somente, mas também nessas ocasiões, documentos e amplo conjunto de informações e esclarecimentos foram solicitados pelos membros do Conselho Fiscal e fornecidos pela Companhia. Nas reuniões, quando solicitadas, foram registradas as presenças de representantes da Administração e suas equipes, de sócio e gerentes da KPMG Auditores Independentes, bem como consultores jurídicos externos, para prestação de esclarecimentos, dentre outros, sobre (i) as demonstrações financeiras (ii) as operações da Companhia e das controladas (iii) a dinâmica dos negócios no período (iv) gestão de riscos (v) produção e receita provenientes do Campo de Manati (vi) o Bloco BS-4 (Campo de Atlanta), no tocante a produção e receita, recebíveis da parceira Dommo Energia S.A., processo arbitral instaurado e decisão final favorável (vii) Relatório de Recomendações sobre os Controles Internos referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, emitido pela KPMG Auditores Independentes, e repostas da Administração (viii) análise de premissas e demonstrativos de cálculo utilizados para testes sobre os ativos, incluindo a realização dos mesmos (impairment) e sobre as obrigações registradas nos passivos (ix) obrigações para desmobilização de ativos (x) contingências de créditos e passivos previstos em processos administrativos e judiciais (xi) mudanças decorrentes da Lei 13.586/17 e (xii) eventuais impactos das novas normas contábeis nas demonstrações financeiras.Os membros do Conselho Fiscal da QGEP Participações, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em cumprimento ao que dispõe a Lei nº. 6.404/1976 e suas alterações, examinaram (i) o Relatório da Administração, (ii) as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e respectivas notas explicativas, (iii) a Proposta da Administração para destinação do resultado e (iv) o estudo técnico para manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos em 31 de dezembro de 2018, conforme Instrução CVM nº. 371, de 27 de junho de 2002. Com base nos documentos examinados, nas análises realizadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração no decorrer do exercício social e no Relatório da KPMG Auditores Independentes, desta data, sem ressalvas, os membros do Conselho Fiscal opinam, por unanimidade, que os documentos acima referidos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral de Acionistas para deliberação.Rio de Janeiro, 12 de março de 2019.________________________________________________________________Carlos Eduardo Alves José Ribamar Lemos de Souza__________________________________Sérgio Tuffy Sayeg

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.