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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2021142 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 24/02/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2021
Exercício 2021
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
142
Ano de referência
2021*
Publicado em
24/02/2022 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total60.302.03361.817.640−2,5%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.689.0393.346.19310,2%
1.01.01Caixa136.166155.045−12,2%
1.01.02Aplicações de Liquidez3.552.8733.191.14811,3%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto3.552.8733.191.14811,3%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros00—
1.02Ativos Financeiros52.679.44054.315.876−3,0%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central749.122907.033−17,4%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado6.7710—
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.02.02Derivativos00—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes35.041.14038.548.015−9,1%
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários35.041.14038.548.015−9,1%
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado16.882.40714.860.82813,6%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros746.1701.190.015−37,3%
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários306.730287.7936,6%
1.02.04.04Operações de Crédito15.087.27112.343.05922,2%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−855.502−760.987−12,4%
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros1.597.7381.800.948−11,3%
1.03Tributos3.670.1913.920.755−6,4%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes00—
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos00—
1.03.03Outros3.670.1913.920.755−6,4%
1.03.03.01Crédito Tributário3.153.7653.381.973−6,7%
1.03.03.02Impostos e Contribuições a Compensar516.426538.782−4,1%
1.04Outros Ativos00—
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros00—
1.05Investimentos1.2611.412−10,7%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Participações em Controladas00—
1.05.04Propriedades para Investimento00—
1.05.05Outros Investimentos1.2611.412−10,7%
1.06Imobilizado259.849232.68311,7%
1.06.01Imobilizado de Uso630.495606.1644,0%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−370.646−373.4810,8%
1.07Intangível2.253721212,5%
1.07.01Intangíveis2.253721212,5%
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasBanco do Nordeste do Brasil S.A.FortalezaOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2021, desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras do Banco.1.Contingências trabalhistas, fiscais e cíveisConforme mencionado na nota explicativa n° 23, o Banco é parte em diversos processos administrativos e judiciais envolvendo questões de naturezas trabalhistas, fiscais e cíveis, oriundos do curso ordinário de seus negócios. Consideramos como um dos principais assuntos de auditoria, devido ao fato de que a expectativa de perda e os montantes atribuídos envolverem julgamentos da administração e de seus assessores jurídicos, sobre temas muitas vezes complexos. Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, obtivemos confirmações quanto aos processos em andamento, com os assessores jurídicos internos e externos do Banco e confrontamos as estimativas de perda e montantes atribuídos com os controles operacionais e registros contábeis do Banco. Para os processos mais relevantes, testamos o cálculo dos valores registrados e divulgados e analisamos a razoabilidade das estimativas em relação a jurisprudência e teses jurídicas conhecidas. Analisamos, também, as comunicações recebidas dos órgãos de fiscalização relacionadas a processos, autuações e discussões das quais o Banco é parte, e a suficiência das divulgações relacionadas às questões oriundas de contingências e das provisões registradas. Por fim, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pelo Banco sobre os riscos fiscais, cíveis e trabalhistas na nota explicativa n° 23 às demonstrações financeiras.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os riscos trabalhistas, fiscais e cíveis e nos resultados obtidos, consideramos aceitáveis as provisões e divulgações preparadas pela administração, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 2.Planos de benefício pós-empregoO Banco possui passivos relevantes relacionados a planos de benefícios pós-emprego que, conforme mencionado na nota explicativa n° 25, compreendem benefícios de aposentadoria, saúde e seguro de vida. Consideramos como um dos principais assuntos de auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos e à complexidade dos modelos de avaliação dos passivos atuariais, que contemplam a utilização de premissas de longo prazo, tais como: mortalidade geral entrada em invalidez custos médicos crescimento salarial composição familiar taxa de desconto e inflação. Portanto, eventuais diferenças nas premissas e estimativas utilizadas no cálculo, podem afetar significativamente o resultado da avaliação atuarial e impactar o valor de obrigação atuarial determinado.Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, analisamos, com o suporte de nossos especialistas, a metodologia e as principais premissas utilizadas pela administração na avaliação das obrigações atuariais decorrentes dos planos de benefício pós-emprego, verificando a exatidão matemática do cálculo e analisando a consistência dos resultados face aos parâmetros utilizados e às avaliações anteriores. Também fez parte dos procedimentos de auditoria a realização de testes de integridade das bases de dados cadastrais utilizadas nas projeções atuariais e a suficiência das divulgações relacionadas aos planos de benefício pós-emprego. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os planos de benefício pós-emprego, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação das obrigações atuariais adotadas pela administração, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa n° 25, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.3.Recuperabilidade dos créditos tributáriosO Banco possui ativo fiscal diferido, constituído sobre diferenças temporárias na apuração da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido, decorrentes principalmente de despesas de provisões para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, benefícios pós-emprego, despesas de outras provisões contingenciais e ajustes a valor de mercado e instrumentos financeiros derivativos.Consideramos como um dos principais assuntos de auditoria devido ao expressivo montante registrado, e pelo fato do estudo de realização desses ativos envolver um alto grau de julgamento na determinação de premissas sobre a performance futura do Banco, conforme descrito na nota explicativa n° 22. Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, analisamos a metodologia e as premissas utilizadas pela administração no estudo de realização dos créditos tributários, incluindo as projeções de resultados futuros, bem como o atendimento aos requerimentos do Banco Central do Brasil. Verificamos a exatidão matemática no cálculo e a consistência entre os dados utilizados e os saldos contábeis, assim como as avaliações anteriores e a razoabilidade das premissas utilizadas. Também analisamos a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento das projeções com suas oscilações e a suficiência das divulgações em notas explicativas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuado s sobre os créditos tributários, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas relacionadas ao estudo de realização, incluindo as projeções de resultados futuros, preparados pela administração do Banco, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa n° 22, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.4.Provisões para perdas esperadas associadas ao risco de créditoConforme mencionado na nota explicativa n° 9, o Banco classifica o nível de risco das operações de crédito, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada, as garantias atreladas, os atrasos e o histórico de renegociações, conforme os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Consideramos como um dos principais assuntos de auditoria devido à relevância dos montantes, e pelo fato da classificação de nível de risco dos clientes, da avaliação das garantias e do cenário econômico atual e prospectivo, envolverem julgamento por parte da administração.Como nossa auditoria conduziu o assuntoEfetuamos, entre outros testes, análise da avaliação econômica e financeira realizada pelo Banco no momento de classificação de nível de risco dos clientes, por meio de uma amostra selecionada para teste e, recalculamos a provisão para perdas associadas ao risco de crédito com base nos parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Adicionalmente, efetuamos procedimentos para mensuração das garantias e monitoramento das transações renegociadas. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a provisões para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas associadas à provisão adotadas pela administração, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa n° 9, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.5.Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco são extremamente dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações do Banco, a estratégia de nossa auditoria é baseada na eficácia do ambiente de tecnologia.Como nossa auditoria conduziu o assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles gerais de tecnologia ("ITGCs") implementados pelo Banco para os sistemas considerados relevantes para o processo de auditoria. A avaliação dos ITGCs incluiu o envolvimento de especialistas em tecnologia para auxílio na execução de procedimentos de auditoria desenhados para avaliar os controles sobre os acessos, gestão de mudanças e outros aspectos de tecnologia. No que se refere à auditoria dos acessos, analisamos, em bases amostrais, o processo de autorização e concessão de novos usuários, de revogação tempestiva de acesso a colaboradores transferidos ou desligados e de revisão periódica de usuários.Além disso, avaliamos as políticas de senhas, configurações de segurança e acesso aos recursos de tecnologia. No que se refere ao processo de gestão de mudanças, avaliamos se as mudanças nos sistemas foram devidamente autorizadas e aprovadas pelo Banco em níveis apropriados. Nos processos considerados significativos para as demonstrações financeiras, identificamos os principais controles automatizados ou que dependem de tecnologia, para, em bases amostrais, efetuar testes com foco no desenho e na efetividade operacional de tais controles. Nossos testes do desenho e da operação dos ITGCs e dos controles automatizados considerados relevantes para os procedimentos de auditoria efetuados forneceram uma base para que pudéssemos continuar com a natureza, época e extensão planejadas de nossos procedimentos de auditoria.Outros assuntosDemonstração do Valor Adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, elaborada sob a responsabilidade da diretoria do Banco, e apresentada como informação suplementar às demonstrações financeiras pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A diretoria do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras A diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profiss ional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 22 de fevereiro de 2022. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP034519/O-6Renata Zanotta CalçadaContador CRC-1RS062793/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das Demonstrações Financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2021. Fortaleza, 10 de Fevereiro de 2022DIRETORIA: José Gomes da Costa (Presidente Interino e Diretor Financeiro e de Crédito) - Anderson Aorivan da Cunha Possa (Diretor de Negócios) - Bruno Ricardo Pena de Sousa (Diretor de Planejamento) - Haroldo Maia Júnior (Diretor de Administração) - Lourival Nery dos Santos (Diretor de Controle e Risco).

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESNós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Relatório, exarado em 22 de fevereiro de 2022, pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as Demonstrações Financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2021. Fortaleza, 22 de Fevereiro de 2022DIRETORIA: José Gomes da Costa (Presidente Interino e Diretor Financeiro e de Crédito) - Anderson Aorivan da Cunha Possa (Diretor de Negócios) - Bruno Ricardo Pena de Sousa (Diretor de Planejamento) - Haroldo Maia Júnior (Diretor de Administração) - Lourival Nery dos Santos (Diretor de Controle e Risco).

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, do Resultado Abrangente, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, além do Estudo Técnico sobre Constituição de Ativos e Passivos Fiscais Diferidos do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S.S., sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que os documentos estão em condições de serem encaminhados para deliberação da Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas.Fortaleza (CE), 22 de fevereiro de 2022O CONSELHO FISCALFabiano de Figueiredo Araújo (Presidente) - Fernanda Peixoto Souto - Luiz Alberto da Silva Júnior

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIASegundo Semestre de 20211 - IntroduçãoO Comitê de Auditoria do Banco do Nordeste do Brasil S.A. (Coaud) é um órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração (Consad), composto por até quatro membros eleitos pelo Consad, sendo um integrante do próprio Conselho. No endereço eletrônico do Comitê de Auditoria na internet em www.bnb.gov.br, encontram-se disponíveis o Regimento Interno do Comitê, as atas ou extratos de atas das reuniões bem como demais informações do Colegiado.2 - Atribuições e ResponsabilidadesO Comitê de Auditoria tem suas atribuições determinadas pela Lei 13.303/2016 (Lei das Estatais), pelo Decreto 8.945/2016, pela Resolução CMN 4.910/2021, pelo Estatuto Social do Banco do Nordeste do Brasil e por seu Regimento Interno. Em síntese, compete ao Comitê de Auditoria avaliar a qualidade, transparência e a integridade das Demonstrações Financeiras, a efetividade, independência e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e externa, bem como a qualidade e a efetividade do Sistema de Controles Internos e da gestão de riscos. A Diretoria Executiva do Banco do Nordeste do Brasil S.A. é responsável por elaborar e garantir a integridade das Demonstrações Financeiras, gerir os riscos, manter um Sistema de Controles Internos efetivo e zelar pela conformidade das atividades com as normas legais e regulamentares.O Comitê de Riscos e de Capital (CRC) assessora o Consad em suas funções relativas à gestão de riscos e de capital. O Coaud avalia e monitora as exposições a riscos mediante interação com o CRC.A Auditoria Externa é responsável pela auditoria das Demonstrações Financeiras semestrais e pela revisão das informações trimestrais (ITR) arquivadas na CVM, bem como avalia a qualidade e suficiência dos controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das Demonstrações, emitindo opinião sobre elas, sustentada em procedimentos e padrões estabelecidos em normas que regem o exercício da profissão.A Auditoria Interna, responde pela avaliação independente, contínua e sistemática dos principais riscos a que o Banco está exposto. Os trabalhos abrangem as áreas e processos que apresentam os riscos mais sensíveis às operações e à estratégia do BNB, por meio de verificações quanto à existência, qualidade, suficiência, cumprimento e efetividade dos controles internos para mitigação desses riscos.3 - Atividades do períodoAs atividades desenvolvidas pelo Coaud estão registradas em atas de reuniões e cobriram o conjunto de responsabilidades atribuídas ao Comitê.Durante o 2º semestre de 2021 o Coaud realizou 63 reuniões distribuídas ao longo de 37 dias de encontros de trabalho. Em face da continuidade das orientações de distanciamento social, todas as reuniões foram realizadas por meio de vídeo conferência, com exceção dos dias 15 a 17/09/2021, em que os encontros ocorreram de forma presencial, na sede do Banco do Nordeste. Foram realizadas reuniões com o Conselho de Administração, com o Conselho Fiscal, com o Comitê de Riscos e de Capital, com a Diretoria Executiva e com gestores das principais áreas do Banco, incluindo, dentre outros, os responsáveis pelas áreas de Controles Internos e Compliance, Segurança, Tecnologia da Informação, Contabilidade, Controladoria, além de executivos das áreas de negócios. O Comitê também realizou reunião com a CAPEF - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil.Nessas reuniões o Coaud abordou os temas elencados em seu planejamento para acompanhamento no período, inclusive aqueles decorrentes dos impactos da pandemia Covid-19. Sempre que entendeu necessário o Comitê fez demandas adicionais, ofereceu sugestões e emitiu recomendações.O Comitê também acompanhou e atuou sobre demandas e resultados de inspeções e apontamentos de órgãos externos, tendo observado adequado nível de qualidade e tempestividade no atendimento a esses órgãos de controle. Com base em critérios de seleção baseados em risco e relevância, determinadas demandas foram levadas ao conhecimento e debatidas com o Conselho de Administração.O Relatório Semestral de atividades, as atas das reuniões do Comitê, bem como o Plano Anual de Trabalho foram regularmente submetidos ao Conselho de Administração. Não chegou ao conhecimento do Coaud, no semestre, a ocorrência e/ou evidências de fraudes ou inobservância de normas legais e regulamentares perpetradas pela Administração, por funcionários ou por terceiros, que pudessem colocar em risco a continuidade da instituição. As denúncias recebidas pelo Coaud foram comunicadas ao Conselho e encaminhadas à Auditora Interna para tratamento na forma das normas.Relativamente ao desempenho de suas atribuições e cumprimento do planejamento anual, o Comitê de Auditoria desenvolveu as seguintes atividades:3.1 Auditoria InternaEm reuniões mensais com a Superintendência de Auditoria foram debatidos e avaliados os relatórios dos principais trabalhos e realizado acompanhamento das principais recomendações das auditorias interna e dos órgãos externos de fiscalização e controle. Também foi feito acompanhamento de casos relevantes de auditoria disciplinar e das Tomadas de Contas Especiais (TCE) instauradas pela Auditoria. 3.2 Auditoria ExternaO Coaud avaliou o planejamento e os resultados dos trabalhos realizados pelos auditores independentes, suas conclusões e recomendações, os principais assuntos de auditoria por eles abordados e a conformidade com as normas de auditoria aplicáveis relacionados às Demonstrações Financeiras e recomendações para melhoria dos controles internos. O Coaud acompanhou as implementações das respectivas recomendações para aprimoramento de processos, sistemas e mitigação de riscos.3.3 Sistema de Controles Internos (SCI) e CompliancePara a avaliação da efetividade do SCI e Compliance foram considerados, principalmente, os resultados dos trabalhos realizados pelas auditorias interna e externa, pelos órgãos externos de fiscalização e controle, pela Diretoria de Controle e Risco, além das informações e documentos recebidos, oriundos de diversas áreas do BNB, as quais subsidiaram as análises realizadas pelo próprio Comitê.3.4 Transações com Partes RelacionadasO Coaud avaliou e monitorou, em conjunto com a Administração e com a Auditoria Interna, a adequação das transações com partes relacionadas e concluiu que as mesmas se encontram adequadas e de acordo com os requerimentos legais. 3.5 Parâmetros e resultado atuarialForam realizadas reuniões com as áreas responsáveis e com a entidade de Previdência Fechada sobre o processo de avaliação atuarial do BNB em relação aos planos patrocinados, bem como foram avaliadas as premissas utilizadas, a aderência das hipóteses atuariais e os resultados auferidos pelos planos.3.6 Exposição a RiscoForam avaliadas e monitoradas, em conjunto com o Comitê de Riscos e de Capital, as políticas, principais atividades e limites relacionados ao gerenciamento de riscos.3.7 Demonstrações FinanceirasForam examinadas e revisadas as Demonstrações Financeiras do BNB, inclusive notas explicativas, o Relatório da Administração e o Relatório da Auditoria Independente, sem ressalvas, relativos a 31/12/2021. Foram examinadas as principais práticas contábeis adotadas pelo Banco e analisadas mensalmente as variações mais relevantes nos saldos e suas respectivas origens, a partir das demonstrações contábeis fornecidas pela Superintendência de Controladoria e demais informações providas pela Diretoria de Controle e Risco.Ao longo do semestre, o Coaud reuniu-se com os auditores independentes para avaliar os aspectos de independência dos auditores e do ambiente de controle na geração das informações a serem divulgadas.3.8 Recomendações do Comitê de AuditoriaO Comitê analisou temas de sua responsabilidade e que foram objeto de pauta do Conselho de Administração durante o semestre. Nessas ocoasiões manifestou opiniões e emitiu sugestões para assessorar o Conselho na tomada de decisões.Além di sso, foram feitas durante o semestre novas recomendações e acompanhada a implementação das recomendações existentes.4 - Conclusões Com base nas atividades desenvolvidas no âmbito das suas competências, e com as limitações inerentes ao escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria apresenta suas conclusões, a seguir:a)O Sistema de Controles Internos é adequado ao porte e à complexidade dos negócios do Banco, oferece segurança razoável de que os objetivos relacionados à eficiência e à eficácia operacional, ao cumprimento das leis e regulamentos aplicáveis e à proteção dos ativos do Banco estão sendo atingidos e é objeto de permanente atenção por parte da Administraçãob)A Auditoria Interna mostrou-se efetiva, tendo atuado com independência e objetividade. Sua estrutura e recursos foram considerados adequados para o exercício das funções e manutenção dos projetos de melhoria em cursoc)A Auditoria Independente é efetiva e atuou com independência. Sua atuação foi adequada e contribuiu para assegurar a qualidade e a integridade das Demonstrações Financeirasd)As transações com partes relacionadas, avaliadas e monitoradas no período em conjunto com a Administração e com a Auditoria Interna, estão em conformidade com as normas aplicáveis.e)Há razoabilidade nos principais parâmetros e premissas em que se fundamentam os cálculos atuariais dos planos de benefícios pós-emprego patrocinados pelo Bancof)As principais exposições a riscos vêm sendo gerenciadas adequadamente pela Administração e contam com monitoramento contínuo do CRC.g)As Demonstrações Financeiras do 2º semestre de 2021 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira do Banco. Fortaleza (CE), 22 de fevereiro de 2022.Comitê de Auditoria João Decio Ames (Coordenador) - João Andrade Vieira da Silva - Leonardo Faletti - Luiz Alberto de Castro Falleiros (Membros)

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias86.3710
Preferenciais00
Total86.3710

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.