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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 21636Versão 1Recebida em 18/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de RENOVA ENERGIA S/A

RENOVA ENERGIA S/A · CNPJ 08.534.605/0001-74

RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ 08.534.605/0001-74
DFP 2012
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ
08.534.605/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
18/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total2.678.0391.614.58165,9%
1.01Ativo Circulante669.298411.83062,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa608.122389.84656,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber21.3095.152313,6%
1.01.03.01Clientes21.3095.152313,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar7.0951.512369,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas6.45414.887−56,6%
1.01.07.01Crédito com Fornecedores00
1.01.07.02Pagamentos Antecipados2.1441.40852,3%
1.01.07.03Adiantamento a fornecedores4.31013.479−68,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes26.3184335.978,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros26.3184335.978,1%
1.01.08.03.01Outros Créditos915393132,8%
1.01.08.03.02Cauções e Depósitos Vinculados25.4034063.407,5%
1.02Ativo Não Circulante2.008.7411.202.75167,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo83.76812.144589,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo25250,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação25250,0%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos9060
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos9060
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0244−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores0244−100,0%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes82.83711.875597,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Cauções e Depósitos Vinculados82.79111.875597,2%
1.02.01.09.04Ágio119.272119.2720,0%
1.02.01.09.05(-) Provisão do ágio no momento da incorporação−119.272−119.2720,0%
1.02.01.09.06Outros créditos460
1.02.02Investimentos70700,0%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento70700,0%
1.02.02.02.01Outros Investimentos70700,0%
1.02.03Imobilizado1.924.9031.190.53761,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.507.775196.337668,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento417.128994.200−58,0%
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Renova Energia S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Renova Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exerício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesConforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção da manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Conforme descrito na nota explicativa nº 2.7, os bens do imobilizado da atividade de geração de energia no regime de produção independente são depreciados pelo seu prazo estimado de vida-útil, considerando-se os fatos e circunstâncias que estão mencionados na referida nota. À medida que novas informações ou decisões do órgão regulador ou do poder concedente sejam conhecidas, o atual prazo de depreciação desses ativos poderá ou não ser alterado. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Outros assuntosAuditoria das informações contábeis referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011As demonstrações financeiras correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, estão sendo reapresentadas, conforme descrito na nota explicativa no 2.6 e foram auditadas por outros auditores independentes, os quais emitiram relatório datado de 15 de março de 2013, sem ressalvas e com parágrafo de ênfase similar ao descrito acima, referente à nota explicativa nº 2. Informação suplementar - Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparados sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Salvador, 18 de março de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSUJosé Luiz Santos Vaz SampaioAuditores Independentes ContadorCRC- n° 2SP 011.609/O-8-"F" BACRC-BA n° 015.640/O-3 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Independentes - Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes.São Paulo, 18 de março de 2013.______________________________ _______________________________ Carlos Mathias A. Becker Neto Pedro Villas Boas Pileggi Diretor Presidente Diretor de RI e Novos Negócios ______________________________ ________________________________ Pedro Villas Boas Pileggi Luiz Eduardo Bittencourt FreitasDiretor Financeiro, de Controladoria, Diretor Jurídico e Regulatório de Planejamento e Administração(*)______________________________ ______________________________ Ney Maron de Freitas Alexandre Nogueira Machado Diretor de Meio Ambiente Diretor de Engenharia e Construção______________________________ (*) Interinamente Alexandre Nogueira Machado Diretor de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Independentes - Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes.São Paulo, 18 de março de 2013.______________________________ _______________________________ Carlos Mathias A. Becker Neto Pedro Villas Boas Pileggi Diretor Presidente Diretor de RI e Novos Negócios ______________________________ ________________________________ Pedro Villas Boas Pileggi Luiz Eduardo Bittencourt FreitasDiretor Financeiro, de Controladoria, Diretor Jurídico e Regulatório de Planejamento e Administração(*)______________________________ ______________________________ Ney Maron de Freitas Alexandre Nogueira Machado Diretor de Meio Ambiente Diretor de Engenharia e Construção______________________________ (*) Interinamente Alexandre Nogueira Machado Diretor de Operações

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.