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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025128 páginasCódigo CVM 12190Versão 1Recebida em 26/06/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de BOMBRIL S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

BOMBRIL S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 50.564.053/0001-03

BOMBRIL S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 50.564.053/0001-03
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
BOMBRIL S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
50.564.053/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
128
Ano de referência
2025*
Publicado em
26/06/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total909.527829.6399,6%
1.01Ativo Circulante430.648381.10913,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa33.22436.396−8,7%
1.01.01.01Caixa e Bancos23.33224.237−3,7%
1.01.01.02Aplicações Financeiras9.89212.159−18,6%
1.01.02Aplicações Financeiras1.31513.894−90,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.31513.894−90,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos Mantidos até o Vencimento1.31513.894−90,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber208.895198.4495,3%
1.01.03.01Clientes193.472196.709−1,6%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes202.967206.619−1,8%
1.01.03.01.02(-) Perdas estimadas créd. liquid. duvidosa−9.495−8.726−8,8%
1.01.03.01.03(-) Ajuste a valor presente0−1.184100,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber15.4231.740786,4%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber15.4231.740786,4%
1.01.04Estoques161.868119.56535,4%
1.01.04.01Estoques161.868119.56535,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar14.5266.741115,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar14.5266.741115,5%
1.01.06.01.01Imposto a Recuperar14.5266.741115,5%
1.01.07Despesas Antecipadas10.8206.06478,4%
1.01.07.01Despesas Antecipadas10.8206.06478,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante478.879448.5306,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo176.861157.76012,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.85216.728−83,0%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo2.85216.728−83,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber2.9031.065172,6%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber2.9031.065172,6%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos59.80163.794−6,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos59.80163.794−6,3%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes111.30576.17346,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos a Recuperar6.7552.863135,9%
1.02.01.10.04Depositos Judiciais104.55073.31042,6%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado299.965287.6734,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação294.374278.9995,5%
1.02.03.01.01Imobilizado294.374278.9995,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento5.5918.674−35,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.0533.097−33,7%
1.02.04.01Intangíveis2.0533.097−33,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis2.0533.097−33,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Acionistas, à Administração e ao Conselho de Administração da Bombril S.A. - Em Recuperação Judicial e ControladasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Bombril S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada da Bombril S.A. - Em recuperação judicial em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para as notas explicativas nº 1.1 e nº 1.3 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descrevem que, em 31 de dezembro de 2025, a Companhia apresentava capital circulante líquido consolidado negativo de R$150.710 mil, patrimônio líquido negativo de R$1.539.713 mil e obrigações tributárias a recolher no montante de R$1.749.004 mil, em fase de negociação com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ("PGFN"). Os planos da Administração com relação a esses assuntos estão descritos nas referidas notas explicativas. Esses eventos ou condições indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não está modificada em relação a esse tema. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito anteriormente, na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos a seguir são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Plano de Recuperação JudicialPor que é um Principal Assunto de AuditoriaA Companhia e suas controladas, Brilmaq Empreendimentos Imobiliários S.A. e Bril Cosméticos S.A. encontram-se em processo de recuperação judicial. Conforme divulgado na nota explicativa nº 1.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, durante o exercício de 2025 a Companhia e suas controladas ingressaram com pedido de recuperação judicial ("PRJ"), o qual foi deferido pelo juízo competente em fevereiro de 2025. O PRJ foi aprovado em Assembleia Geral de Credores em 06 de agosto de 2025 e homologado judicialmente em 28 novembro de 2025. Ações relevantes previstas no PRJ foram concluídas e implementadas após a data-base das demonstrações financeiras, incluindo a reestruturação da dívida e a captação de novos recursos conforme estabelecido no PRJ (vide nota explicativa nº 1.4 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas). A reestruturação da dívida da Companhia, incluiu, entre outros, a novação de passivos, definição de novas condições de pagamento por classe de credores, possibilidade de captação de novos recursos por meio de financiamento "Debtor-in- Possession - DIP", bem como a definição de fluxos de pagamentos futuros com base nas opções de liquidação eleitas pelos credores. No âmbito da implementação do plano, a Companhia realizou julgamentos significativos relacionados à avaliação da mensuração e divulgação dos efeitos do PRJ aprovado, incluindo a divulgação, como eventos subsequentes, dos efeitos de valor justo decorrentes das modificações substanciais dos instrumentos financeiros passivos afetados pelas eleições dos credores. Esse assunto foi considerado um principal assunto de auditoria devido: (i) à sua relevância, e natureza não recorrente no exercício (ii) à elevada complexidade envolvida na aprovação, homologação e ações executadas no âmbito do PRJ e (iii) à magnitude dos potenciais efeitos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:a)Com o apoio de especialistas internos em recuperação judicial, acompanhamos e discutimos com a Administração da Companhia as diversas etapas do PRJ, efetuamos a leitura e análise da documentação relevante, incluindo o pedido de recuperação judicial, o Plano de Recuperação Judicial aprovado, a ata da assembleia de credores, a decisão de homologação judicial, quadro de eleição de credores publicada pelo Administrador Judicial e demais documentos importantes relacionados ao processo de PRJ. b)Analisamos as principais condições do plano aprovado, incluindo as modalidades de pagamento aos credores, prazos, taxas de atualização, descontos ("haircut") e opções de liquidação.c)Avaliamos as metodologias e premissas adotadas pela Administração para mensuração e divulgação como eventos subsequentes dos efeitos contábeis decorrentes da reestruturação das dívidas.d)Avaliamos a adequação das divulgações realizadas pela Companhia em suas demonstrações financeiras, à luz dos pronunciamentos contábeis aplicáveis.Conclusão dos procedimentosCom base nos procedimentos de auditoria efetuados relacionados ao PRJ e nas evidências de auditoria obtidas que suportam os nossos testes, entendemos que os critérios de avaliação e mensuração dos impactos das ações realizadas no âmbito do PRJ adotados pela Administração da Companhia, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Obrigação tributária em fase de negociação com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ("PGFN")Por que é um Principal Assunto de AuditoriaConforme divulgado nas notas explicativas nº 1.1, nº 1.3 e nº 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui, em 31 de dezembro de 2025, obrigações tributárias a recolher no montante de R$1.749.004 mil, reconhecidas no passivo não circulante, bem como contingência com probabilidade de perda possível no montante de R$440.182 mil, as quais se encontram em fase de negociação com a PGFN.Esse assunto foi considerado um principal assunto de au ditoria em função de:i.Da sua relevância nas demonstrações financeiras.ii.Da complexidade jurídica e fiscal associada às discussões.iii.Alto grau de julgamento envolvido na avaliação da probabilidade de perda e na mensuração dos valores reconhecidos ou divulgados, considerando-se: o estágio processual das discussões judiciais, a avaliação de probabilidade de perda baseada em pareceres jurídicos externos de advogados independentes, a interpretação de decisões já proferidas e a avaliação dos impactos esperados no desfecho final em instâncias superiores e a definição do tratamento contábil aplicável entre passivo contabilizado ou contingência divulgada.iv.Da existência de negociações em andamento para a liquidação dos passivos e contingências que podem impactar significativamente a liquidação futura desses passivos.v.Potencial impacto na continuidade operacional da Companhia. Vide seção mencionada anteriormente intitulada "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional". Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:a)Entendimento e avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relacionado à mensuração da referida obrigação tributária e contingência passiva.b)Com o apoio de especialistas internos tributários, efetuamos a leitura dos principais documentos relacionados aos processos, incluindo autos de infração, memorandos técnicos da Administração, carta do advogado patrono dos processos, pareceres jurídicos internos da Companhia e opiniões legais de assessores externos independentes contratados pela Companhia.c)Avaliamos a independência, competência e objetividade dos assessores legais utilizados pela Administração como especialistas externos.d)Avaliamos a razoabilidade das conclusões da Administração quanto às probabilidades de perdas, considerando os cenários jurídicos apresentados, bem como o estágio atual dos processos judiciais e administrativos.e)Avaliamos as metodologias e premissas utilizadas na mensuração e classificação dos valores registrados no passivo e valores divulgados como contingências passivas, incluindo apuração do valor do principal, atualização monetária, juros e multas, conforme aplicável.f)Comparamos os valores contabilizados e divulgados com extratos da dívida advindos de fonte externa e independente (PGFN).g)Avaliamos as evidências disponíveis relacionadas às negociações em andamento com a PGFN sobre a proposta de transação tributária e obtivemos confirmação do advogado externo que assessora a Companhia sobre o estágio atual das negociações.h)Avaliamos a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Conclusão dos procedimentosComo resultado da execução destes procedimentos, identificamos deficiência de controle interno relacionada ao processo de mensuração da obrigação tributária, que ocasionou um ajuste contábil proposto e não corrigido pela Administração, por ter sido considerado imaterial, bem como um ajuste proposto e corrigido pela Administração sobre valores divulgados em nota explicativa. A deficiência de controle interno e os ajustes identificados nos levaram a alterar a nossa abordagem de auditoria, modificando a natureza, a época e a extensão dos nossos procedimentos substantivos planejados, a fim de obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas.Com base nos procedimentos de auditoria realizados e nas evidências obtidas, consideramos que os julgamentos adotados pela Administração quanto ao reconhecimento, mensuração e divulgação das obrigações tributárias e contingências passivas em fase de negociação com a PGFN são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentes Os valores correspondentes, relativos às demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, apresentados para fins de comparação nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, foram auditados por outro auditor independente, que emitiu relatório de auditoria em 26 de novembro de 2025, contendo abstenção de opinião, cuja base para abstenção de opinião foi a existência de múltiplas incertezas relacionadas: (i) ao Plano de Recuperação Judicial da Companhia, aprovado pela Assembleia Geral de Credores, mas ainda pendente de homologação naquela data (ii) à negociação dos pagamentos de autos de infração com a PGFN e (iii) à provisão de fretes, nos montantes de R$17.465 mil na controladora e R$5.477 mil no consolidado, registrados em 31 de dezembro de 2024.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins das IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 (R1) - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, bem como comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de junho de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUDélio Rocha LeiteCRC nº 1 SP 189302/O-8Auditores Independentes Ltda.ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, na qualidade de Diretores Estatutários da Bombril S.A. - Em Recuperação Judicial, sociedade por ações com sede na Cidade de São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo, na Via Anchieta, Km 14, Bairro Rudge Ramos, CEP 09696-000, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 50.564.053/0001-03 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80 de 29 de março de 2022, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Bernardo do Campo, 26 de junho de 2026.Silvia Suemy TomaDiretora PresidenteRenata Baraldi MarguttiDiretora FinanceiraDiretora de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, na qualidade de Diretores Estatutários da Bombril S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo, na Via Anchieta, Km 14, Bairro Rudge Ramos, CEP 09696-000, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 50.564.053/0001-03 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80 de 29 de março de 2022, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda., auditores independentes da Companhia, referente às Informações demonstrações financeiras para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Bernardo do Campo, 26 de junho de 2026.Silvia Suemy TomaDiretora PresidenteRenata Baraldi MarguttiDiretora FinanceiraDiretora de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Bombril S.A - Em Recuperação Judicial ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei 6.404/1976, examinou as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, incluindo as notas explicativas, o relatório da administração e o parecer emitido pelos auditores Independentes Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. ("DTT").Com base nos documentos examinados, nas informações e esclarecimentos prestados pela administração da Companhia e pela auditoria independente, o Conselho Fiscal, por unanimidade, opina que o relatório da administração e as demonstrações financeiras estão em condições de serem submetidos à apreciação dos acionistas da Companhia na assembleia geral.São Bernardo do Campo, 26 de junho de 2026.Erica Rodrigues PradoMarcelo Adilson Tavarone TorresiThiago Gatti Barbosa

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias137.615.3170
Preferenciais122.894.4610
Total260.509.7780

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.