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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20605Versão 1Recebida em 21/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de JHS F PARTICIPACOES S.A.

JHS F PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 08.294.224/0001-65

JHS F PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 08.294.224/0001-65
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
JHS F PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
08.294.224/0001-65
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
21/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total4.815.0614.466.1817,8%
1.01Ativo Circulante657.085321.996104,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa42.5519.126366,3%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa42.5519.126366,3%
1.01.02Aplicações Financeiras193.04623.786711,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado193.04623.786711,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber273.119122.111123,7%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques96.992110.214−12,0%
1.01.04.01Imóveis a Comercializar96.992110.214−12,0%
1.01.04.02Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.07.01Despesas com vendas a apropriar00
1.01.08Outros Ativos Circulantes51.37756.759−9,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros51.37756.759−9,5%
1.01.08.03.01Créditos Diversos51.37756.759−9,5%
1.01.08.03.02Créditos com Partes Relacionadas00
1.02Ativo Não Circulante4.157.9764.144.1850,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo730.417726.9260,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber115.172103.11911,7%
1.02.01.05Estoques465.944501.104−7,0%
1.02.01.05.01Imóveis a comercializar465.944501.104−7,0%
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas139.04196.55044,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes10.26026.153−60,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Créditos Diversos10.26026.153−60,8%
1.02.02Investimentos2.588.7432.680.324−3,4%
1.02.02.01Participações Societárias6423.536−81,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas6423.536−81,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento2.588.1012.676.788−3,3%
1.02.03Imobilizado740.014640.59215,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação740.014640.59215,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível98.80296.3432,6%
1.02.04.01Intangíveis98.80296.3432,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daJHSF Participações S.A.São Paulo - SPOpinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVMExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da JHSF Participações S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da JHSF Participações S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na Comissão de Valores Mobiliários ("CVM").Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM. Dessa forma, o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída está consistente com a orientação contida no Ofício circular/CVM/SNC/SEP nº 02/18. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Mensuração do valor justo das propriedades para investimentoEm 31 de dezembro de 2018, o saldo de propriedades para investimento, mensuradas ao seu valor justo, totalizava R$2.319.565 mil, representando 48,2% do total do ativo do Consolidado. As metodologias e modelagens utilizadas para a determinação do valor justo, envolveram julgamento significativo e foram baseadas em premissas subjetivas adotadas pelos avaliadores externos contratados que suportaram a Companhia, as quais incluem o desempenho atual e histórico dos contratos com locatários, projeções de receitas futuras de aluguel, condições de mercado, taxas de ocupação e taxas de desconto, dentre outros.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos em relação ao total do ativo, ao patrimônio líquido, e os efeitos dos ajustes ao valor justo no resultado do exercício, além das incertezas inerentes à estimativa de valor justo, dado o elevado grau de julgamento associado e à determinação das principais premissas descritas na Nota 9. Uma mudança em alguma dessas premissas pode gerar um impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidas da Companhia.Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em avaliação para auxiliar na revisão da metodologia e dos modelos utilizados na mensuração do valor justo das propriedades para investimento, incluindo a análise da razoabilidade das premissas utilizadas e da integridade dos dados sobre a propriedade fornecidos pela Administração da Companhia e pelos avaliadores externos. Analisamos informações que pudessem contradizer as premissas mais significativas e às metodologias selecionadas, bem como analisamos os dados de empresas comparáveis. Também analisamos a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento do valor justo registrado, considerando outros cenários e premissas, com base em dados de mercado.Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações da Companhia sobre o assunto, incluídas na Nota 9 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a mensuração do valor justo das propriedades para investimento, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas considerados para a determinação do valor justo dessas propriedades para investimento adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na Nota 9, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto.Avaliação do valor recuperável do ativo imobilizado relacionado ao Aeroporto CatarinaConforme mencionado na Nota 8, em 31 de dezembro de 2018, o saldo do ativo imobilizado referente ao São Paulo Catarina Aeroporto Executivo ("Aeroporto Catarina") era de R$577.485 mil, que representava 12,0% do total do ativo consolidado da Companhia, naquela data. O aeroporto encontra-se em construção com previsão de inauguração para o segundo semestre de 2019. A Companhia efetua o teste sobre o valor recuperável desse ativo anualmente, com base na análise do valor em uso em uma abordagem de renda pelo método do fluxo de caixa descontado. Essa avaliação considera os planos de negócio e orçamento anual, adotadas pela Administração, suportadas por julgamentos significativos em função de diversas premissas econômicas e de negócios, avaliação das taxas de crescimento e de desconto. A Companhia, suportada por avaliadores externos contratados, avaliou as premissas que suportaram tais estimativas de rentabilidade, assim como as taxas de desconto, do crescimento da receita, dos custos e geração de caixa, dentre outras.Consideramos este um principal assunto de auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos em relação ao total do ativo, do estágio atual de construção em relação ao orçamento de custos relacionado ao empreendimento, além das incertezas inerentes às estimativas para a determinação do valor recuperável desse ativo imobilizado, dado o julgamento exercido na determinação das premissas utilizadas nas projeções de rentabilidade e geração de caixa, as quais estão descritas na Nota 8. Distorções na determinação do valor recuperável do ativo imobilizado poderiam resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em avaliação para nos auxiliar na análise e revisão das metodologias e modelos utilizados pela Administração e avaliadores externos contratados, e na avaliação das premissas que suportaram as projeções que determinaram o plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável desse ativo da Companhia. Nossos procedimentos também incluíram a avaliação da razoabilidade e consistência dos dados e das premissas utilizadas na preparação desses documentos, incluindo taxas de crescimento, taxas de desconto, risco país e projeções de fluxo de caixa, dentre outros, conforme fornecidos pela Administração da Companhia e pelos avaliadores externos, além da análise da exatidão dos cálculos aritméticos e matemáticos. Comparamos a assertividade de projeções realizadas em períodos anteriores em relação ao desempenho atingido pela Companhia e analisamos informações que pudessem contradizer as premissas mais significativas e as metodologias selecionadas.Adicionalmente, comparamos o valor recuperável calculado pela Administração da Companhia, com base no fluxo de caixa descontado, com o valor contábil do Aeroporto Catarina e avaliamos a adequação das divulgações da Nota 8 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o teste do valor recuperável do ativo imobilizado referente ao Aeroporto Catarina, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de valor recuperável desse ativo imobilizado adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na Nota 8, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de fevereiro de 2019.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP034519/O-6Uilian Dias Castro de OliveiraContador CRC-1SP223185/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da JHSF Participações S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 e(ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 21 de fevereiro de 2019 por Ernst & Young Auditores Independentes S.S., auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 21 de Fevereiro de 2019.José Auriemo Neto - Presidente do Conselho de AdministraçãoThiago Alonso Oliveira - Diretor Presidente, Diretor Financeiro e Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da JHSF Participações S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 e(ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 21 de fevereiro de 2019 por Ernst & Young Auditores Independentes S.S., auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 21 de Fevereiro de 2019.José Auriemo Neto - Presidente do Conselho de AdministraçãoThiago Alonso Oliveira - Diretor Presidente, Diretor Financeiro e Diretor de Relações com Investidores

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Aos Conselheiros de Administração da JHSF Participações S.A.1.ApresentaçãoO Comitê de Auditoria Estatutário - CAE, órgão de caráter permanente, tem finalidade de assessorar o Conselho de Administração ("CA"), atuando principalmente sobre (I) a qualidade, transparência e integridade das Demonstrações Contábeis individuais e consolidadas (II) a efetividade dos processos de controles internos para a produção de relatórios financeiros e (III) a atuação, independência e qualidade dos trabalhos dos Auditores Independentes e dos Auditores Internos.Tendo como base o Estatuto Social da Companhia e nos termos de seu Regimento Interno, de 01/01 a 05/07/2018, o CAE era composto por Ademir José Scarpin, Osvaldo Roberto Nieto (Coordenador do CAE) e Renato Ferreira Barbosa, tendo sido eleitos pelo CA em 15/07/2017. Em 06/07/2018, Ademir José Scarpin e Osvaldo Roberto Nieto (Coordenador do CAE) tiveram seus mandatos renovados por mais 5 anos, e Ariovaldo dos Santos foi eleito membro do CAE, também com mandato de 5 anos, em substituição a Renato Ferreira Barbosa. Nessa composição, todos os membros do CAE são independentes.O planejamento, a condução de auditoria independente e quaisquer afirmações sobre a completude, exatidão e apresentação das Demonstrações Contábeis em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil são responsabilidades da Administração e dos Auditores Independentes, e não são atribuídas ao CAE. Ainda, os membros do CAE não desempenham funções atribuídas a auditores ou a contadores.2.Atribuições e Responsabilidades da Administração da CompanhiaA Administração da Companhia é responsável: (I) pela definição e implementação de processos e procedimentos que visam coletar dados na elaboração das demonstrações contábeis, com observância da legislação societária, das práticas contábeis adotadas no Brasil, dos atos normativos pertinentes da CVM (II) por elaborar e garantir a integridade das demonstrações contábeis, gerir os riscos, manter sistemas de controles internos efetivos e zelar pela conformidade das atividades em atendimento às normas legais e regulamentares, e (III) pelos processos, políticas e procedimentos de controles internos que assegurem a salvaguarda de ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos e a eliminação ou a redução, em níveis aceitáveis, dos fatores de risco inerentes à Companhia.3.Resumo das atividades em 2018No período de janeiro a abril/18, o CAE concentrou suas atividades em assuntos relacionados ao encerramento das Demonstrações Contábeis de 2017, que foram publicadas em 16/04/2018. No período de julho de 2018 (primeira reunião ordinária do CAE com a nova composição e após apreciação das Demonstrações Contábeis de 2017) a 18 de fevereiro de 2019 (reunião do CAE para apreciação das Demonstrações Contábeis de 2018), o CAE realizou 11 reuniões que abordaram pautas regimentais e diversos temas discutidos com Conselheiros de Administração, Diretores Executivos, Gerentes, Auditores Internos, Auditores Independentes e Advogados Internos. Dentre os diversos assuntos abordados, dedicou-se especial atenção aos seguintes temas, principalmente levando-se em consideração sua relevância para o negócio e o atual contexto da Companhia:a.Revisões das Informações Trimestrais de 2018 e das Demonstrações Contábeis de 31/12/2018b.Acompanhamento da implantação de ações corretivas, no sentido de aprimoramento dos controles internos, reportadas pelos auditores independentes relativas ao processo de elaboração das Demonstrações Contábeis de 2017c.Análise dos aspectos contábeis da transação envolvendo JHSF Malls e Fundo XP Malls, inclusive contratação de firma especializada para discutir os pontos levantados durante a concretização da operaçãod.Análise do processo de mensuração de ativos da Companhia a valor justo, com ênfase às expansões de shoppings e do Aeroporto Catarina. Ainda, considerando o mesmo objetivo, o CAE visitou as obras de construção do Aeroporto Catarina e de expansão do Catarina Fashion Outlete.Ações da Companhia para o aprimoramento dos saldos e dos controles sobre transações com partes relacionadasf.Implantação de estrutura de governança corporativa, que inclui os temas Auditoria Interna, Controles Internos e Gestão de Riscos Corporativo.g.Acompanhamento dos resultados dos trabalhos realizados pela Auditoria Internah.Monitoramento do reporte das denúncias recebidas por meio do Canal de Denúnciasi.Análise de ofícios de órgãos reguladores recebidos pela Companhia e das respectivas respostas:j.Acompanhamento do cumprimento dos requisitos do Código Brasileiro de Governança Corporativa - Companhias Abertas contido na Instrução CVM 586/2017k.Discussão do plano de trabalho dos auditores independentes, seu desempenho e sua independência4.Comunicações com o Conselho de AdministraçãoForam reportados periodicamente, em reuniões do Conselho de Administração, os assuntos tratados em nossas reuniões e nosso posicionamento como órgão de assessoramento os assuntos relacionados à governança da companhia e suas controladas, ao monitoramento das atividades da Auditoria Interna, de Controles Internos, de Gestão de Riscos e dos Auditores Independentes. 5.Conclusões e recomendações ao Conselho de AdministraçãoNo exercício de nossas atribuições e responsabilidades, acompanhamos os aprimoramentos e os investimentos referentes aos itens "a" a "k" do tópico 3 e permaneceremos monitorando a efetividade das ações da Administração durante o exercício de 2019.Também como parte de nossas atribuições, realizamos a análise das Demonstrações Contábeis trimestrais e do exercício social encerrado em 31/12/2018, assim como o Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório Anual da Administração.Considerando as análises e os debates ocorridos nas reuniões e nos trabalhos de acompanhamento e supervisão por nós conduzidos, assim como em razão das informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos auditores independentes - EY, concluímos que todos os fatos relevantes estão adequadamente divulgados nas Demonstrações Contábeis, devidamente auditadas, relativas a 31/12/2018 e no "Relatório Anual de 2018", e, portanto, recomendamos sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 21 de fevereiro de 2019.Ademir José ScarpinMembro do Comitê de AuditoriaAriovaldo dos SantosMembro do Comitê de AuditoriaOsvaldo Roberto NietoCoordenador do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.