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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2024131 páginasCódigo CVM 21393Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 02/04/2025valores em R$ mil

DFP 2024 de COMPANHIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR - EM LIQUIDACAO

COMPANHIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR - EM LIQUIDACAO · CNPJ 08.560.444/0001-93

Versões deste exercício: v1 (28/03/2025) · v2 (02/04/2025), esta

COMPANHIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR - EM LIQUIDACAO
CNPJ 08.560.444/0001-93
DFP 2024 (V2)
Exercício 2024
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Metadados

Empresa
COMPANHIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR - EM LIQUIDACAO
CNPJ
08.560.444/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
131
Ano de referência
2024*
Publicado em
02/04/2025 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202431/12/2023Var.
1Ativo Total844.625805.3434,9%
1.01Ativo Circulante259.739244.8426,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6799−32,3%
1.01.02Aplicações Financeiras207.768196.1965,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber33.75132.4244,1%
1.01.03.01Clientes2.6012.4585,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber31.15029.9664,0%
1.01.03.02.01Serviços em Curso1981875,9%
1.01.03.02.02Empréstimos15.65514.7096,4%
1.01.03.02.03Ativo de Contrato15.29715.0701,5%
1.01.04Estoques59121−51,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar6.7606.7440,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar6.7606.7440,2%
1.01.07Despesas Antecipadas13011117,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes11.2049.14722,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros11.2049.14722,5%
1.02Ativo Não Circulante584.886560.5014,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo275.399202.93635,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber171.392190.519−10,0%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04.03Empréstimos31.24146.759−33,2%
1.02.01.04.04Ativo de Contrato140.151143.760−2,5%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas537−86,5%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes104.00212.380740,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Investimentos Temporários1.4291.3099,2%
1.02.01.10.04Outros Ativos102.57311.071826,5%
1.02.02Investimentos296.686269.53210,1%
1.02.02.01Participações Societárias296.686269.53210,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado5.93180.306−92,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.93180.306−92,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível6.8707.727−11,1%
1.02.04.01Intangíveis6.8707.727−11,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

AosAcionistas, Conselheiros e Administradores daCompanhia CELG de Participações - CELGPARGoiânia - GOOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Companhia CELG de Participações S/A - CELGPAR ("CELGPAR" ou "companhia"), identificadas como controladora e consolidado, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2024 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia CELG de Participações S/A - CELGPAR em 31 de dezembro de 2024, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfases(a)Controlada em conjunto Planalto Solar Park S.A.Conforme nota explicativa n° 1.6, a controlada em conjunto Planalto Solar Park S.A. foi constituída em abril de 2017 com objetivo de construir e operar Usinas Fotovoltaicas ("UFV"), iniciando suas atividades operacionais em agosto de 2024, com a construção da primeira UFV, cuja conclusão ocorreu em dezembro de 2024. As primeiras receitas devem ser geradas a partir de abril de 2025. Nossa opinião não está modificada quanto a esse assunto.(b)Incerteza relacionada com a continuidade operacional e processo de desestatizaçãoChamamos a atenção para as notas explicativas nº 1.7 e 1.8, pois com a edição da Lei Estadual nº 22.286/2023 e o Ofício n° 3357/2023/SGG, foi dado início ao processo de desestatização e alienação da companhia, inclusive das participações societárias em outros empreendimentos. No exercício findo em 31 de dezembro de 2024, a companhia apresentou consumo de caixa líquido das atividades operacionais no montante de R$ 1.541 mil, enquanto o caixa líquido das operações foi negativo no valor de R$ 17.524 mil, e apresentou prejuízo operacional contábil de R$ 19.211 mil. Eventos e condições essas indicam a existência de incerteza relevante e que pode levantar dúvida significativa quanto a continuidade operacional da companhia. Nossa opinião não está modificada quanto a esses assuntos.(c)Nível de segurança da barragem da PCH RochedoConforme disposto na nota explicativa nº 1.9, estudo independente de estabilidade da UHE Rochedo (GP2665 - RE-INS-2665-001_rev06), concluiu que o nível de segurança da barragem PCH Rochedo está classificada como de classe "A", requerendo monitoramento e reparos das anomalias, e que a barragem se encontra com nível de segurança de "atenção". A CELGPAR deu início as ações de reparo e recuperação definidas no relatório do estudo de estabilidade das barragens de terra e concreto (GP2665 - RE-CON-2665-002-R04), datados de fevereiro de 2024. Nossa opinião não apresenta ressalva relacionada a esse assunto.(d)Reapresentação de saldos comparativos anterioresConforme nota explicativa nº 3.28, a companhia realizou a reapresentação de forma retrospectiva e espontânea de saldos comparativos da demonstração de resultado, demonstração dos fluxos de caixa e demonstração do valor adicionado, findas em 31 de dezembro de 2023, referente, essencialmente, a reclassificação dos ganhos (ou perdas) em RTA/RTP para a rubrica de "outras receitas e despesas operacionais", assim como os efeitos do PIS e da COFINS. Nossa opinião não apresenta ressalva relacionada a esse assunto.(e)Seguros dos principais ativos da companhiaChamamos a atenção para nota explicativa n° 29, pois a companhia não mantém apólices de seguro patrimonial para os ativos e instalações vinculadas aos contratos de concessão das atividades de geração de energia elétrica, em virtude de não ter encontrado no mercado seguradora interessada em firmar contrato de seguro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a este assunto.(f)Evento subsequente - compra e venda de participações societáriasChamamos atenção para a nota explicativa nº 33, pois a CELGPAR e a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ("Eletrobras"), concretizaram em 18 de fevereiro de 2025 o descruzamento de suas participações societárias nas transmissoras de energia Vale do São Bartolomeu Transmissora de Energia S.A., e, Lago Azul Transmissão S.A passando a CELGPAR a deter 100% das ações do capital social da Lago Azul Transmissão S.A. e a Eletrobras 100% da participação societária da Vale do São Bartolomeu Transmissora de Energia S.A. Nossa opinião não está ressalvada quanto a esse assunto.Principais assuntos de auditoria (PAA)Os Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria no exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Ativos de contrato - notas explicativas nº 1.3, 3.11, 3.26, 8 e 10O principal ativo da companhia e da sua controlada é o ativo de contrato, segregado em curto e longo prazo de acordo com a vigência do contrato de concessão, representado por: (a) contrato de concessão n° 02/2016, da Usina de Rochedo, (b) Portaria MME nº 352/2013, da Usina São Domingos, e o contrato de concessão nº 08/2016, Trindade - Firminópolis - C1, esta última subsidiária integral. A administração registra os contratos de concessão de transmissão de energia dentro dos critérios de aplicação da Interpretação Técnica ICPC 01 (R1) - Contratos de Concessão, CPC 47 - Receita de Contratos com Clientes, e as considerações do ofício CVM OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SNC/SEP/nº 04/2020.O reconhecimento do ativo contratual e da receita da companhia de acordo com o CPC 47 - Receita de contrato com cliente (IFRS 15) requer o exercício de julgamento significativo sobre o momento em que o cliente obtém o controle do ativo. Adicionalmente, a mensuração do progresso da companhia em relação ao cumprimento da obrigação de performance satisfeita ao longo do tempo requer também o uso de estimativas e julgamentos significativos pela administração para estimar os esforços ou insumos necessários para o cumprimento da obrigação de performance, tais como materiais e mão de obra, margens de lucros esperada, ou inexistência de margens de lucro esperada, em cada obrigação de performance identificada e as projeções das receitas esperadas.Porque o assunto é um PAAEsse assunto foi considerado um PAA tendo em vista a relevância dos valores envolvidos, eventuais impactos por julgamentos e entendimentos dos registros dos ativos de contrato, e a utilização de diferentes premissas e sua revisão, a partir das melhores práticas no mercado, pode modificar significativamente o valor do ativo mensu rado pela companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) o entendimento do ambiente de controles internos relacionados com o processo de mensuração do ativo contratual de concessões das linhas de transmissão de energia elétrica (ii) leitura dos contratos de concessão e respectivos aditivos, quando aplicável, e discussão com a administração dos principais aspectos, entre eles os componentes variáveis do preço do contrato (iii) avaliação das premissas relevantes relacionadas aos fluxos financeiros dos respectivos contratos, como: (a) definição da taxa de remuneração utilizada e (b) margem do contrato e (iv) a avaliação das divulgações efetuadas, pela companhia, nas demonstrações financeiras. Consideramos que as premissas e critérios adotados pela administração são razoavelmente consistentes com as divulgações em notas explicativas e as informações obtidas em nosso trabalho.Investimentos - nota explicativa nº 10A companhia possui participação acionária nas seguintes sociedades coligadas, controlada e controladas em conjunto, decorrente do processo de cisão parcial da CELG T, e com os seguintes percentuais: (a) 20% da Energética Fazenda Velha S/A, (b) 10% na Vale do São Bartolomeu Transmissora de Energia S/A (ver nota explicativa nº 33), (c) 37,50% da Energética Corumbá III S/A, (d) 49% na Pantanal Transmissão S/A, (e) 50,1% da Lago Azul Transmissão S/A (ver nota explicativa nº 33), e (f) 100% na Firminópolis Transmissão S/A.Porque o assunto é um PAA Esse assunto foi considerado um PAA pois a companhia possui saldos relevantes em investimentos contabilizados pelo método de equivalência patrimonial, inclusive considerando que a administração da companhia necessita de adequado controle desses investimentos para a correta representação dos saldos quando da consolidação dos valores apresentados. Adicionalmente, a utilização de diferentes premissas poderia modificar significativamente os valores recuperáveis apurados para os investimentos, pela companhia, e por suas coligadas, controlada e controladas em conjunto. Por essa razão, consideramos essa área como foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) revisão dos controles internos das informações das investidas para cálculo da equivalência patrimonial, (ii) revisão dos cálculos e composições da participação individual em cada investida, (iii) validação dos controles analíticos elaborados pela administração, (iv) testes na efetivação do saldo de equivalência patrimonial, movimentação do mapa de investimento e leitura das demonstrações financeiras das investidas e do relatório dos auditores independentes, (v) análise da razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos em tais documentos, e (vi) leitura das divulgações efetuadas nas notas explicativas e demonstrações financeiras pela companhia.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizadas pela administração são razoáveis e consistentes com dados e informações obtidas em nosso trabalho.Outros assuntos(i)Demonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, elaborada sob a responsabilidade da administração da companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da companhia, com o objetivo de concluir se essa demonstração está conciliada com as demais demonstrações e registros contábeis, conforme aplicável, e se sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.(ii)Auditoria correspondente ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras, da companhia, findas em 31 de dezembro de 2023, que estão sendo apresentadas pela administração como informações suplementares e comparativas, foram por nós revisadas, com emissão de relatório dos auditores independentes, em 26 de março de 2024, sem modificação na opinião, e com parágrafos de ênfases sobre: (a) guerra da Israel vs. Hamas, (b) ativos de contrato, (c) incerteza relacionada com a atividade operacional, (d) processo de desestatização, (e) distribuição de dividendos intermediários, (f) outros ativos - direitos creditórios do imóvel - "Clube da 90 - antigo clube da CELG", (g) aquisição do controle acionário da Firminópolis Transmissão S.A., (h) Firminópolis Transmissão S.A. - Covenants financeiros e garantias, (i) retirada de patrocínio do plano previdência da controlada CELG T (ELETRA), (j) redução do capital social da companhia, (k) capitalização de dividendos obrigatórios (AFAC) e aumento do capital social, (l) destinação do lucro líquido do exercício de 2022, (m) seguros dos principais ativos da companhia, e (n) contratação de assessoria técnica especializada para estruturação das operações de alienação da companhia e suas participações acionárias.Outros informações que acompanham a demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa op inião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Maceió/AL, 14 de março de 2025.C O N V I C T AAuditores Independentes S/SCRC/AL nº 196 - CVM nº 7.706 - CNAI-PJ nº 62Carlos Henrique do NascimentoContadorCRC/AL nº 3.376 - CNAI nº 594

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Companhia Celg de Participações - CELGPAR, em cumprimento ao disposto no art. 27, inciso VI da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, e às disposições estatutárias, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, findas em 31 de dezembro de 2024.Goiânia-GO, 25 de março de 2025.DIRETORIAJosé Fernando Navarrete PenaDiretor PresidenteCPF nº 303.118.701-63Marcos Roberto SilvaDiretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresCPF nº 938.380.341-04Anita Luzia de Souza Pinheiro da Costa BelchiorDiretora de Gestão CorporativaCPF nº 704.879.101-25Otaviano Vianna NetoDiretor Técnico e ComercialCPF nº 647.030.020-00

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Companhia Celg de Participações - CELGPAR, em cumprimento ao disposto no art. 27, inciso V da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, e às disposições estatutárias, declaram que reviram e discutiram as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes, concordando com o relatório emitido pela Convicta Auditores Independentes S.S. Ltda., datado de 14 de março de 2025, referente às Demonstrações Financeiras, individuais e consolidadas, findas em 31 de dezembro de 2024.Goiânia-GO, 25 de março de 2025.DIRETORIAJosé Fernando Navarrete PenaDiretor PresidenteCPF nº 303.118.701-63Marcos Roberto SilvaDiretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresCPF nº 938.380.341-04Anita Luzia de Souza Pinheiro da Costa BelchiorDiretora de Gestão CorporativaCPF nº 704.879.101-25Otaviano Vianna NetoDiretor Técnico e ComercialCPF nº 647.030.020-00

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

1.Examinamos o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e os documentos complementares, atinentes ao exercício social encerrado em 31.12.2024, da Companhia Celg de Participações - CELGPAR ("Celgpar"), segundo Lei nº 6.404, de 15.12.1976, publicada no Suplemento do Diário Oficial da União, em 17.12.1976.2.Concomitantemente, também, destacamos a fundamentação da avaliação desses demonstrativos financeiros, na reprodução dessas disposições no Art. 59, Inciso II e Inciso IV, do Estatuto Social, de 29.04.2024, disponibilizado nos sítios da Celgpar, Comissão de Valores Mobiliários - CVM, e da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão.3.Sucessivamente, averiguamos a proposição de Distribuição de Lucros, mediante pagamento de Dividendos do exercício social encerrado, em 31.12.2024, haja vista a presença de Lucro Líquido do Exercício Ajustado, no valor de R$ 37.486.205,48 (trinta e sete milhões, quatrocentos e oitenta e seis mil, duzentos e cinco reais, e quarenta e oito centavos).4.Constatamos, seguidamente, a constituição de Reserva Legal, fundamentado no Art. 193, da Lei nº 6.404, de 15.12.1976, na importância de R$ 1.874.310,27 (um milhão, oitocentos e setenta e quatro mil, trezentos e dez reais, e vinte e sete centavos).5.Identificamos o montante global de Dividendos, foco de declaração em próxima Assembleia Geral Ordinária, no valor de R$ 8.902.973,80 (oito milhões, novecentos e dois mil, novecentos e setenta e três reais e oitenta centavos), correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do Lucro Líquido do Exercício Ajustado.6.Confirmamos, considerados os Dividendos declarados (R$ 8.902.973,80) e o número de ações do Capital Social (79.676.502), os Dividendos atribuídos a cada 1 (uma) ação Ordinária Escritural, representado por R$ 0,111739014 (cento e onze milhões, setecentos e trinta e nove mil, e quatorze bilionésimos de real).7.Constatamos, seguidamente, a incompatibilidade dos referidos pagamentos, embora a presença de declaração motivada por disposição legal, serem incompatíveis com a situação financeira da Celgpar, conforme comunicado ao Conselho de Administração e aos membros desse Conselho Fiscal, segundo Art. 202, § 4º, da Lei nº 6.404, de 15.12.1976.8.Consideramos, ainda, a obrigatoriedade dos lucros, ausentes de distribuição, serem registrados como Reserva Especial e, caso não sejam absorvidos por prejuízos em exercícios subsequentes, deverão ser pagos como Dividendos assim que a situação financeira da Celgpar permitir, consoante ao Art. 202, § 5º, da Lei nº 6.404, de 15.12.1976.9.Ratificamos, também, a constituição de Reserva de Retenção de Lucros, resultado do Lucro Líquido Ajustado (R$ 37.486.205,48) deduzido a soma entre a Reserva Legal (R$ 1.874.310,27) e os Dividendos (R$ 8.902.973,80), no valor de R$ 26.708.921,41 (vinte e seis milhões, setecentos e oito mil, novecentos e vinte e um reais, e quarenta e um centavos).10.Enfatizamos nosso acatamento ao Relatório dos Auditores Independentes Sobre as Demonstrações Financeiras, emitido sem ressalvas pela Convicta Auditores Independentes S.S., em 14.03.2025, e com o Parecer do Comitê de Auditoria Estatutário, emitido em 26.03.2025, também relativo a esses demonstrativos contábeis.11.Portanto, opinamos favoravelmente, fundamentado nos exames efetuados e nos esclarecimentos recebidos, à remessa e deliberação no âmbito de Assembleia Geral Ordinária, objetivando a aprovação do Relatório Anual da Administração, Demonstrações Financeiras e dos documentos complementares.12.Finalizando, apresentamos opinião complementar, mediante ratificação de regularidade, segundo dispositivos alocados neste Parecer, justificando a ausência de pagamentos, enquanto a situação financeira não permitir, de Dividendos declarados, seguida de remessa e aprovação na esfera de Assembleia Geral Ordinária, segundo os seguintes dispositivos:Art. 89, § 3 e § 4º, do Estatuto Social, de 29.04.2024 e Art. 17 e Art. 18, da Política de Distribuição de Dividendos, de 29.05.2018.Goiânia, 26 de março de 2025.Adriano da Rocha LimaPresidente do Conselho FiscalMarcio Cesar PereiraVice-Presidente do Conselho FiscalHenrique Moraes ZillerConselheiro FiscalPedro Henrique Ramos SalesConselheiro Fiscal Samir MustafaConselheiro Fiscal

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Os integrantes do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia Celg de Participações-CELGPAR, em cumprimento à Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e às demais disposições legais e estatutárias, conheceram e examinaram as Demonstrações Financeiras e os respectivos documentos complementares, referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2024. Com base nos exames efetuados e, considerando, ainda, o Relatório dos Auditores Independentes Sobre as Demonstrações Financeiras, emitido sem ressalvas pela Convicta Auditores Independentes S.S., em 14.03.2025, bem como as informações e esclarecimentos recebidos da Administração da Companhia Celg de Participações - CELGPAR, opinam que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação do Conselho Fiscal, em consonância com o § 1º, Art. 66, do Estatuto Social.Goiânia, 25 de março de 2025.Dionizio Jerônimo AlvesPresidenteBianca Christine Martins Rezende SteindorffIntegrante do Comitê de Auditoria EstatutárioPetersonn Gomes Caparrosa SilvaIntegrante do Comitê de Auditoria EstatutárioMichèlle Nunes SilvaIntegrante do Comitê de Auditoria Estatutário

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

O Comitê de Auditoria EstatutárioO Comitê de Auditoria Estatutário ("COAUD") da Companhia Celg de Participações - CELGPAR ("CELGPAR" e/ou "Companhia") é um órgão permanente de assessoramento que se reporta diretamente ao Conselho de Administração, sem possuir poder decisório ou atribuições executivas, conforme estabelecido no Art. 16 do Estatuto Social da Companhia. Como parte do processo contínuo de aprimoramento da governança corporativa da Companhia, o Comitê foi criado durante a 44ª Assembleia Geral Extraordinária em 28 de junho de 2018. No exercício de 2024, o Comitê permaneceu composto por quatro membros independentes:Dionizio Jerônimo Alves (Presidente) Bianca Christine Martins Rezende SteindorffMichèlle Nunes SilvaPetersonn Gomes Caparrosa Silva.Atribuições e ResponsabilidadesAs competências e obrigações do Comitê estão definidas nos Artigos 67 e 68 do Estatuto Social da Companhia. Seus principais objetivos incluem supervisionar a qualidade e integridade dos relatórios financeiros, garantir a conformidade com as normas legais, estatutárias e regulatórias, além de verificar a adequação dos processos relacionados à gestão de riscos e às atividades da auditoria interna e externa da Companhia.Atividades Realizadas no PeríodoDurante o exercício social de 2024, o Comitê cumpriu suas atribuições reunindo-se cinco vezes. Nessas reuniões, foram discutidos diversos assuntos, tais como:25ª Reunião, em 16 de janeiro de 2024:oExame da Minuta do Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna - RAINT do exercício social de 2023oExame da Minuta do Plano Anual de Auditoria Interna - PAAI do exercício social de 2024oDefinição do cronograma de elaboração do Relatório Anual das Atividades do Comitê de Auditoria Estatutário, relativas ao exercício social de 2023.26ª Reunião, em 25 de março de 2024:oAnálise das Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2023oApreciação do Relatório Anual das Atividades do Comitê de Auditoria Estatutário, relativas ao exercício social de 2023.27ª Reunião, em 14 de maio de 2024:oAnálise das Informações Trimestrais do primeiro trimestre de 2024.28ª Reunião, em 13 de agosto de 2024:oAnálise das Informações Trimestrais do segundo trimestre de 2024oApreciação do andamento dos trabalhos previstos no Plano Anual de Auditoria Interna - PAINT, relativo ao exercício social de 2024.29ª Reunião, em 13 de novembro de 2024:oAnálise das Informações Trimestrais do terceiro trimestre de 2024.Em conformidade com a legislação societária, os despachos das atas foram devidamente alocados nos Portais da Comissão de Valores Mobiliários e da B³ S.A., assim como no sítio da CELGPAR.Auditoria ExternaA empresa Convicta Auditores Independentes S/S, que desempenhou a mesma função no exercício anterior, é responsável por examinar as demonstrações financeiras da Companhia e emitir opinião quanto ao seu preparo consoante às práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais. Não foram identificadas situações que pudessem afetar a objetividade, efetividade e independência da Convicta Auditores Independentes S/S.ConclusãoNo exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, os membros do Comitê acompanharam e analisaram as atividades realizadas pela Auditoria Independente. Considerando as informações da Administração e da Auditoria Independente, o Comitê avalia positivamente a cobertura e a qualidade dos trabalhos realizados até o momento. As Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2023, bem como as Demonstrações Financeiras Intermediárias dos trimestres de 2024, foram consideradas adequadas. A avaliação das Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, será realizada na primeira reunião do exercício social de 2025. Com base nos resultados dos trabalhos, e nos relatórios gerados pela Convicta Auditores Independentes S/S, o Comitê recomenda a aprovação desse Relatório Anual de Atividades pelo Conselho de Administração da Companhia.Goiânia, 18 de março de 2025.Dionizio Jeronimo AlvesPresidenteBianca Christine Martins Rezende SteindorffIntegrante do Comitê de Auditoria EstatutárioMichèlle Nunes SilvaIntegrante do Comitê de Auditoria EstatutárioPetersonn Gomes Caparrosa SilvaIntegrante do Comitê de Auditoria Estatutário

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias79.6760
Preferenciais00
Total79.6760

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.