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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 1171Versão 1Recebida em 23/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total6.937.3646.337.4739,5%
1.01Ativo Circulante4.230.4933.811.74311,0%
1.01.01Disponibilidades139.793138.7610,7%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez1.294.5981.341.883−3,5%
1.01.02.01Aplicações no mercado Aberto942.592970.729−2,9%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros352.006371.154−5,2%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estrangeira00
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários816.115568.55043,5%
1.01.03.01Carteira Própria775.114161.457380,1%
1.01.03.02Vinculados a Compra e Recompra33.577400.349−91,6%
1.01.03.03Vinculados ao Banco Central00
1.01.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.01.03.05Vinculados a Prestação de Garantias7.4246.74410,1%
1.01.04Relações Interfinanceiras177.19880.005121,5%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar1630
1.01.04.02Depósitos no Banco Central76.32879.147−3,6%
1.01.04.03SFH - Sistema Financeiro de Habitação00
1.01.04.04Correspondentes100.70785811.637,4%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito1.556.1221.441.1908,0%
1.01.06.01Setor Público00
1.01.06.02Setor Privado1.612.7701.503.0747,3%
1.01.06.03(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−56.648−61.8848,5%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos241.031236.5041,9%
1.01.08.01Carteira de Câmbio670994−32,6%
1.01.08.02Rendas a Receber9641.027−6,1%
1.01.08.03Negociações e Intermediações de Valores00
1.01.08.04Diversos243.843237.6982,6%
1.01.08.05(Provisão p/ Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−4.446−3.215−38,3%
1.01.09Outros Valores e Bens5.6364.85016,2%
1.01.09.01Outros Valores e Bens3.4423.3831,7%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−1.508−1.5210,9%
1.01.09.03Despesas Antecipadas3.7022.98823,9%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo2.549.2452.399.9616,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários125.497138.184−9,2%
1.02.02.01Carteira Própria125.497138.184−9,2%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra00
1.02.02.03Vinculados a Prestação de Garantias00
1.02.03Relações Interfinanceiras55.82758.204−4,1%
1.02.03.01SFH - Sistema Financeiro de Habitação55.82758.204−4,1%
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito2.115.5162.003.3575,6%
1.02.05.01Setor Público00
1.02.05.02Setor Privado2.192.5282.087.3055,0%
1.02.05.05(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−77.012−83.9488,3%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos252.405200.21626,1%
1.02.07.01Diversos252.405200.21626,1%
1.02.08Outros Valores e Bens00
1.03Ativo Permanente157.626125.76925,3%
1.03.01Investimentos33330,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos1711710,0%
1.03.01.04.01Outros Investimentos1671670,0%
1.03.01.04.02No Exterior440,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−138−1380,0%
1.03.02Imobilizado de Uso71.04451.69237,4%
1.03.02.01Imóveis de Uso46.19846.1980,0%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso135.324105.53028,2%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−110.478−100.036−10,4%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível86.54974.04416,9%
1.03.04.01Outros Ativos Intangíveis66.71662.2227,2%
1.03.04.02(Amortização Acumulada - Intangível)−35.301−24.152−46,2%
1.03.04.03Intangível em curso55.13435.97453,3%
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00
1.03.05.02(Amortização Acumulada)00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, ao Conselho de Administração, e aos Administradores do Banco do Estado do Pará S.A.Belém-PAOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras padronizadas do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nesta data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras padronizadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nesta data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para Opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras padronizadas". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras padronizadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras padronizadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosa Conforme mencionado nas notas explicativas nº 3g e 7.2, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, cujo valor total apresentado nas demonstrações financeiras padronizadas e de R$ 134.492 mil, o Banco classifica suas operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias, e demais fatores e premissas da Resolução CMN nº 2.682/1999, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos do Banco baseados em suas metodologias internas de classificação de risco, e a provisão para créditos de liquidação duvidosa representa a melhor estimativa do Banco quanto às perdas da carteira. Devido a relevância das operações de crédito e às incertezas relacionadas à estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa, consideramos que este é um dos principais assuntos para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNós avaliamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados aos processos de aprovação, registro, atualização das operações de crédito, bem como as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com a apuração da provisão para credito de liquidação duvidosa. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras padronizadas, descritas nas notas explicativas nº 3g e 7.2, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para a provisão para créditos de liquidação duvidosa, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras padronizadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Provisões e passivos contingentes - fiscais, cíveis e trabalhistasConforme descrito nas notas explicativas nº 3p e 12, o Banco é parte passiva em processos judiciais de natureza fiscal, cível e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades, cujo o total de provisão registrado nas demonstrações financeiras monta R$ 3.502 mil, R$ 8.278 mil e R$ 123.697 mil, respectivamente. Algumas leis e regulamentos no Brasil tem grau de complexidade elevados, e portanto, a mensuração, reconhecimento e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes, relativa a processos requer julgamento profissional do Banco. Devido à relevância, especificidades e julgamentos envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões e Passivos Contingentes, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho, a implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados à identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes. Adicionalmente, com base em testes, avaliamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados, por meio da avaliação dos critérios e premissas utilizados em sua metodologia de mensuração, considerando ainda a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos do Banco, bem como dados e informações históricas. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras padronizadas estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais assuntos fiscais, cíveis e trabalhistas que o Banco está envolvido.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para a provisão e passivos contigentes, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras padronizadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Estimativa de realização futura de ativos fiscais diferidosAs demonstrações financeiras padronizadas do Banco incluem ativos relativos a créditos tributários no valor de R$ 281.591 mil (notas explicativas nº 3q e 18), cuja realização depende de estimativa de rentabilidade futura baseado nos planos de negócios e orçamento preparados pelo Banco e que estão suportados por diversas premissas econômicas e de negócios, entre outras. Uma vez que exigem o exercício de julgamento, tais estimativas são preparadas e revisadas internamente de acordo com a estrutura de governança do Banco. Face às alterações que ocorrem no ambiente econômico ou regulatório nos seus mercados de atuação, o Banco avalia continuamente as premissas e estimativas de lucros tributáveis. Devido à relevância das estimativas de rentabilidade futura efetuadas e do imp acto que eventuais mudanças nas premissas dessas estimativas teriam nas demonstrações financeiras padronizadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos chaves relacionados com a preparação e revisão do estudo técnico de realização dos créditos tributários e outros controles disponibilizados pelo Banco. Adicionalmente, analisamos com suporte técnico de nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizados na preparação desses documentos, tais como taxas de crescimento, desfechos de processos judiciais, estimativa da efetivação de perdas e recuperação de operações de créditos, entre outros fatores. Também efetuamos a verificação da precisão dos cálculos matemáticos incluídos em tais documentos. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pelo Banco nas demonstrações financeiras padronizadas descritas na nota explicativa nº 18, em relação às exigências regulamentares.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável a mensuração dos valores dos ativos fiscais diferidos e as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras padronizadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários, foram submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras padronizadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras padronizadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras padronizadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras padronizadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras padronizadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras padronizadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras padronizadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluírmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras padronizadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras padronizadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras padronizadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras padronizadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras padronizadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras padronizadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras padronizadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras padronizadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras padronizadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras padronizadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluírmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras padronizadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o co nteúdo das demonstrações financeiras padronizadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras padronizadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras padronizadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belém, 23 de fevereiro de 2018. KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Carlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 do Banco do Estado do Pará S/A - Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Belém (PA), 22 de fevereiro de 2018.Augusto Sérgio Amorim Costa- Diretor PresidenteBraselino Carlos da Assunção Sousa da Silva - DiretorMárcia Regina Maués da Costa Miranda - DiretoraJorge Wilson Campos e Silva Antunes - DiretorGeize Maria Teixeira da Silva de Figueiredo - DiretoraEugênio Luis de Sousa Pessoa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 do Banco do Estado do Pará S/A - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém (PA), 23 de fevereiro de 2018.Augusto Sérgio Amorim Costa- Diretor PresidenteBraselino Carlos da Assunção Sousa da Silva - DiretorMárcia Regina Maués da Costa Miranda - DiretoraJorge Wilson Campos e Silva Antunes - DiretorGeize Maria Teixeira da Silva de Figueiredo - DiretoraEugênio Luis de Sousa Pessoa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo artigo nº 163 da Lei nº 6.404/76, tendo examinado o Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, do fluxo de caixa e do valor adicionado, correspondentes ao semestre findo naquela data, acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório da administração, constataram que o critério das normas contábeis observado na elaboração das citadas demonstrações, confirma a posição financeira e o resultado das operações do Banco e que as mesmas refletem, com clareza, as atividades desenvolvidas pela Instituição no período. Deste modo, se manifestam favoráveis à sua aprovação.Belém (PA), 21 de fevereiro de 2018.Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.