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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010105 páginasCódigo CVM 80098Versão 1Recebida em 11/11/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de LAEP INVESTMENTS LTD

LAEP INVESTMENTS LTD · CNPJ 08.904.552/0001-36

LAEP INVESTMENTS LTD
CNPJ 08.904.552/0001-36
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
LAEP INVESTMENTS LTD
CNPJ
08.904.552/0001-36
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2010*
Publicado em
11/11/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total718.705770.801−6,8%
1.01Ativo Circulante119.550164.613−27,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa77.4795.8551.223,3%
1.01.01.01Caixa e Banco77.4795.8551.223,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicação Financeira00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber41.979102.028−58,9%
1.01.03.01Clientes12.63570.483−82,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber29.34431.545−7,0%
1.01.03.02.01Impostos a recuperar3.2874.611−28,7%
1.01.03.02.02Outros Créditos26.05726.934−3,3%
1.01.04Estoques034.504−100,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas922.584−96,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes019.642−100,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros019.642−100,0%
1.01.08.03.01Gastos com Representação a Apropriar02.700−100,0%
1.01.08.03.02Bens Destinados a Venda016.942−100,0%
1.01.08.03.03Créditos com Controladas00—
1.02Ativo Não Circulante599.155606.188−1,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo207.100287.553−28,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas21.8840—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores21.8840—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes185.216287.553−35,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos Judiciais32.93927.37820,3%
1.02.01.09.04Bens destinados a venda00—
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar139.868164.668−15,1%
1.02.01.09.06Outros Créditos12.40976.157−83,7%
1.02.01.09.07Gastos a Apropriar019.350−100,0%
1.02.02Investimentos167.99684199.895,2%
1.02.02.01Participações Societárias167.99684199.895,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias167.99684199.895,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado221.721255.420−13,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação221.721255.420−13,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.33863.131−96,3%
1.02.04.01Intangíveis2.33863.131−96,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível2.33863.131−96,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

AoConselho de Administração e aos Acionistas da Laep Investments Ltd.São Paulo - SP1.Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Laep Investments Ltd. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras2.A administração da Companhia é responsável pela elaboração e pela adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes 3.Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. 4.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.5.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeirasRespostas às circularizações de operações com instituições financeiras 6.Até a presente data não recebemos algumas das respostas às nossas cartas de circularização para a confirmação de saldos e operações de qualquer natureza com as instituições financeiras, incluindo as factorings com as quais a Companhia e suas controladas mantêm operações, relacionadas aos saldos contábeis das rubricas caixa e equivalentes de caixa e empréstimos e financiamentos. Não foi possível, nas circunstâncias, efetuar procedimentos alternativos de auditoria que nos possibilitassem concluir quanto à adequação dos saldos de caixa e equivalentes de caixa, nos montantes de R$ 74.783 mil e R$ 398 mil, das controladas New Participations Ltd. e Retail Participation 2 Ltd., respectivamente, bem como os saldos de empréstimos e financiamentos nos montantes de R$ 3.799 mil, R$ 22.533 mil, R$ 22.533 mil, das controladas Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos, Companhia de Alimentos Glória S.A e Companhia de Alimentos Ibituruna S.A., respectivamente, e R$ 85.074 mil, da Laep Investments Ltd., dos referidos saldos registrados nas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010, e os seus respectivos impactos financeiros no resultado do exercício. Também não foi possível nos assegurar sobre a inexistência de possíveis passivos, tais como empréstimos e garantias, avais ou operações materiais que eventualmente não tenham sido registradas e/ou divulgadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Conciliação entre os registros auxiliares do ativo imobilizado com os registros contábeis, falta de teste de recuperabilidade do ativo imobilizado e do custo atribuído.7.Conforme descrito na Nota Explicativa nº 15, por conta das reestruturações societárias e operacionais ocorridas durante o exercício de 2009, as controladas Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos, Companhia de Alimentos Glória S.A. e Companhia de Alimentos Ibituruna S.A. sofreram diversas alterações nas composições de seus ativos imobilizados e, em 31 de dezembro de 2010, essas controladas apresentam diferenças em fase de conciliação entre os controles auxiliares das contas do ativo imobilizado, comparado com os registros contábeis, que estão a maior em R$ 4.435 mil. Adicionalmente, a Companhia vem passando por um processo de reestruturação de suas operações tendo em vista o novo cenário com a criação do consórcio mencionado na Nota Explicativa nº 1 (o) e está em processo de efetuar as análises de recuperabilidade do ativo imobilizado dentro desse novo cenário. No entanto, a Companhia ainda não concluiu as análises de recuperabilidade e do custo atribuído (deemed cost) do seu ativo imobilizado, conforme pronunciamentos técnicos pelos CPCs 1 e 27, respectivamente. Desta forma, não foi praticável, nas circunstâncias, concluirmos sobre a adequação dos saldos do ativo imobilizado no ativo não circulante, imposto de renda diferido passivo sobre a reserva de reavaliação no passivo não circulante, reserva de reavaliação no patrimônio líquido e despesas de depreciação dessas controladas no exercício findo em 31 de dezembro de 2010, nos montantes consolidados de R$ 221.721 mil, R$ 24.866 mil, R$ 8.722 mil, R$ 34.423 mil, respectivamente. Também ficamos impossibilitados de concluir sobre os impactos reflexos nas demonstrações financeiras individuais. Conciliação de depósitos judiciais8.As controladas Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos, Companhia de Alimentos Glória S.A., Companhia de Alimentos Ibituruna S.A., Lacteos do Brasil S.A. e PRLT S.A. Indústria de Alimentos possuem registrados na rubrica "Depósitos judiciais", no ativo não circulante consolidado, o montante de R$ 32.939 mil em 31 de dezembro de 2010. Pela ausência da informação enviada nas respostas às nossas cartas de circularização dos assessores jurídicos, para confirmação dos respectivos saldos, e pela não disponibilização da composição/conciliação dos saldos, não nos foi possível, nas circunstâncias, efetuar procedimentos alternativos de auditoria que nos possibilitassem concluir quanto à adequação dos referidos saldos contábeis dessas controladas, bem como os seus reflexos na controladora, na rubrica de "Investimentos", no montante de R$ 32.939 mil, registrados nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010. Saldos de investimentos9.O investimento efetuado durante o exercício pela controlada, Retail Participation 2 Ltd., na empresa Chipilands Holdings LLC, contabilizado pelo método custo, está registrado por R$ 3.332 mil no balanço patrimonial consolidado de 31 de dezembro de 2010. As demonstrações financeiras da Chipilands Holdings LLC não foram auditadas por nós nem por outros auditores independentes. Consequentemente, não nos foi possível obter evidência quanto à adequação desse saldo de investimento nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010.Divulgações de transações comerciais com partes relacionadas 10.Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 1 (o), as controladas, Companhia de Alimentos Glória S.A. e Companhia de Alimentos Ibituruna S.A., assinaram o contrato de prestação de serviços de industrialização dos diversos produtos das marcas Glória, Ibituruna e Parmalat, com a Lacteos Brasil S.A. - LBR, empresa controlada pela Monticiano Participações S.A., cuja capacidade produtiva das fábricas de propriedade das referidas controladas será exclusivamente utilizada na prestação de serviços de industrialização para a LBR.Todavia, não foram divulgadas em notas explicativas as transações comerciais e financeiras entre as partes relacionadas, conforme requerido no pronunciamento técnico CPC 5. Realização de créditos a receber 11.Conforme descrito na Nota Explicativa nº 10, a Companhia possui na rubrica "Outros créditos", no ativo não circulante consolidado, o montante de R$ 14.475 mil, referente ao adiantamento efetuado a sua controlada direta Retail Participation 2 Ltd., para pagamento parcial na aquisição da empresa Lommel Empreendimentos Comerciais S.A. Conforme também mencionado na Nota Explicativa nº 35(d), esses créditos foram aportados nas empresas do Grupo Daslu. A realização desse crédito dependerá efetivamente das medidas que serão tomadas pela Companhia na gestão desse negócio. Consequentemente, não nos foi possível obter evidência quanto à adequação do respectivo crédito a receber nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010.Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais12.Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos mencionados nos parágrafos 6 a 11, se houver, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Laep Investments Ltd. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras consolidadas13.Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos mencionados nos parágrafos 6 a 11, se houver, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Laep Investments Ltd. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesContinuidade14.As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia, as quais preveem a realização dos ativos, bem como a liquidação das obrigações no curso normal de suas atividades. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, a Companhia tem sofrido contínuos prejuízos operacionais e apresentado deficiência de capital de giro e capital circulante líquido negativos em R$ 379.582 mil (consolidado) e R$ 152.200 mil (controladora), a Companhia e suas controladas possuem atrasos com fornecedores e obrigações tributárias, conforme Notas Explicativas nº 19 e 20, respectivamente, bem como a sua controlada Parmalat Brasil S.A. Indústra de Alimentos se encontra em processo de recuperação judicial, fatores que geram incertezas relevantes que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da entidade. Os planos da Administração, com relação a estes assuntos, também estão descritos na Nota Explicativa nº 1. O desenvolvimento normal das atividades da Companhia está diretamente condicionado ao sucesso desses planos e das ações da Administração. Todavia, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e à classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e à classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia e suas controladas continuarem operando. Nossa opinião não contém ressalva em relação a este assunto.Diferença entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS 15.Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Laep Investments Ltd. essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não contém ressalva em relação a este assunto. Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentes do exercício anterior16.As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2009 foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 3 de setembro de 2010, com ressalva semelhante ao assunto mencionado no parágrafo 7 e ênfase semelhante ao assunto mencionado no parágrafo 14, e ênfase sobre créditos a recuperar de COFINS e PIS. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras de 2010, examinamos também os ajustes e as reclassificações descritas na Nota Explicativa nº 4 que foram efetuados para alterar certos saldos patrimoniais em 1º de janeiro de 2009 e referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre os saldos patrimoniais em 1º de janeiro de 2009 e referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009 da Companhia e suas controladas, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre esses saldos patrimoniais tomados em conjunto.Demonstrações do valor adicionado 17.Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos mencionados nos parágrafos 6 a 11, se houver, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 18 de outubro de 2011KPMG Auditores Associados (nova denominação social da BDO Auditores Independentes)CRC 2SP013439/O-5Mateus de Lima SoaresContador CRC 1RJ079681/O-0 S-SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Revisamos este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, da Laep Investments Ltd e baseado nas discussões subseqüentes, concordamos que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A Companhia contratou, em setembro de 2010, a BDO Auditores para realizar os trabalhos de auditoria. Referidos trabalhos só foram formalmente concluídos na presente data, 11/11/2011.Durante todo o período dos trabalhos, que se alongaram atipicamente, expusemos por diversas vezes aos auditores, tanto verbalmente e quanto por escrito, nossa contrariedade e discordância quando ao ritmo e velocidade de implementação dos trabalhos de auditoria , bem como, quanto às constantes mudanças de interpretação relativas aos procedimentos e ajustes contábeis que deveríamos adotar. Esses procedimentos geraram diversos atrasos e a necessidade de grande retrabalho. Importante ressaltar que a Companhia não concorda com parte das ressalvas descritas no Parecer, uma vez que é nosso entendimento que provemos todas as informações necessárias e solicitadas para o perfeito entendimento do auditor e a conseqüente opinião do mesmo.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.