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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20478Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 03/04/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES · CNPJ 02.950.811/0001-89

Versões deste exercício: v1 (29/03/2019) · v2 (03/04/2019), esta

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ 02.950.811/0001-89
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ
02.950.811/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
03/04/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total2.475.6282.968.868−16,6%
1.01Ativo Circulante1.921.8042.178.330−11,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa128.274144.784−11,4%
1.01.01.01Caixa e Bancos51.46146.06711,7%
1.01.01.02Aplicações Financeiras76.81398.717−22,2%
1.01.02Aplicações Financeiras9.96767.911−85,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado9.96767.911−85,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação9.96767.911−85,3%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber330.526688.172−52,0%
1.01.03.01Clientes330.526688.172−52,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques1.422.4211.203.16118,2%
1.01.04.01Estoques de Imóveis a Comercializar1.422.4211.203.16118,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar18.28726.471−30,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar18.28726.471−30,9%
1.01.07Despesas Antecipadas07.270−100,0%
1.01.07.01Despesas a Apropriar07.270−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes12.32940.561−69,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros12.32940.561−69,6%
1.01.08.03.02Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos00
1.01.08.03.04Direitos Creditórios Adquiridos00
1.01.08.03.06Contrato de Mútuo7.52327.004−72,1%
1.01.08.03.07Outros Créditos00
1.01.08.03.10Impostos Diferidos4.80613.557−64,5%
1.02Ativo Não Circulante553.824790.538−29,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo494.904692.314−28,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber130.807162.167−19,3%
1.02.01.04.01Clientes130.807162.167−19,3%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques224.652380.523−41,0%
1.02.01.05.01Estoques de Imóveis a Comercializar224.652380.523−41,0%
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes139.445149.624−6,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos42.58967.891−37,3%
1.02.01.10.04Assunção de dívida a receber4.3890
1.02.01.10.05Dividendos a Receber00
1.02.01.10.06Contratos de Mútuo00
1.02.01.10.07Direitos Creditórios Adquiridos00
1.02.01.10.08Partes Relacionadas00
1.02.01.10.09Debêntures00
1.02.01.10.10Outros Créditos78.06471.0179,9%
1.02.01.10.11Adiantamento p/ Novos Negócios00
1.02.01.10.12Impostos Diferidos00
1.02.01.10.13Tributos Correntes a Recuperar14.40310.71634,4%
1.02.02Investimentos53.32047.45912,3%
1.02.02.01Participações Societárias53.32047.45912,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas53.32047.45912,3%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado25913.801−98,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação25913.801−98,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível5.34136.964−85,6%
1.02.04.01Intangíveis5.34136.964−85,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
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RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS (EMITIDO COM ABSTENÇÃO DE OPINIÃO)Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daPDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicialSão Paulo - SPAbstenção de opinião Fomos contratados para examinar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicial ("Companhia"), identificadas como "Controladora" e "Consolidado", respectivamente, e que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicial, devido à relevância dos assuntos 1 e 2, descritos na seção a seguir intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Base para abstenção de opiniãoLimitações de escopo para o nosso exame1.Conforme descrito na nota explicativa nº 1(b), o plano de recuperação judicial da Companhia ("plano") e de determinadas controladas foi majoritariamente aprovado em assembleia de credores realizada no dia 30 de novembro de 2017 e homologado em 6 de dezembro de 2017 pelo juiz da 1º Vara de Falências e Recuperações Judiciais e Conflitos Relacionados a Arbitragem da Comarca de São Paulo, efetivando todos os seus efeitos legais e obrigando tanto o devedor quanto todos os credores a ele sujeitos ao seu cumprimento a partir desta data, nos termos da lei nº 11.101/2005, o que representou, entre outras, uma mudança substancial nos termos dos passivos financeiros sujeitos ao processo de recuperação judicial. Atualmente, o plano encontra-se homologado nos autos do processo e em execução pela Companhia, porém, ainda pode sofrer alterações em seu valor, reclassificações dos credores entre classes de dívida e/ou opção de pagamento, após o julgamento das impugnações e agravos em curso, os quais devem ser concluídos após as reuniões de conciliações a serem agendadas em juízo, bem como da inclusão de determinados credores que não foram previamente considerados no plano de recuperação judicial.Considerando a atual situação patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, que no exercício findo em 31 de dezembro de 2018, incorreram em prejuízo de R$ 838.910 mil (lucro de R$ 173.221 mil em 2017) na Controladora e R$ 846.015 mil (lucro de R$ 160.563 mil em 2017) no Consolidado, além de apresentarem capital circulante líquido negativo de R$ 1.054.625 mil (R$ 1.985.300 mil em 2017) na Controladora e R$ 1.661.457 mil (R$ 1.281.497 mil em 2017) no Consolidado e patrimônio líquido negativo de R$ 3.963.662 mil (R$ 3.198.942 mil em 2017) na Controladora e R$ 3.999.480 mil (R$ 3.228.359 mil em 2017) no Consolidado, em conjunto com os assuntos e eventos apresentados nas notas explicativas nº 1(b), 12 e 15(a), reflete dúvida significativa de como os ativos serão realizados e os passivos serão pagos, se por meio das operações da Companhia ou por meio de venda de parte ou de todos os ativos. Desta forma, as situações acima descritas indicam a existência de incerteza relevante que podem levantar dúvida significativa quanto a capacidade operacional da Companhia e suas controladas, e não nos foi possível determinar se essas demonstrações financeiras deveriam ser preparadas em base de liquidação. 2.Conforme mencionado na nota explicativa nº 7(a), a Companhia possui investimentos nas controladas: Esperança Incorporadora Ltda. Torre de Ferrara Incorporadora Ltda. Torre de Rhodes Incorporadora Ltda. Gundel Incorporadora Ltda. Orion Incorporadora Ltda. e More Alphaville Empreendimentos Imobiliários Ltda., os quais estão avaliados nas demonstrações financeiras individuais pelo método de equivalência patrimonial, sendo consolidados nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia.A Companhia questiona, em câmara de arbitragem, determinados quotistas não controladores sobre a ausência de prestação de contas e da apresentação das informações financeiras e contábeis de empresas controladas, cuja responsabilidade das rotinas contábeis está sob gestão destes quotistas. Em razão da limitação de acesso às informações financeiras e contábeis atualizadas dessas empresas, não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar a nossa conclusão e para determinar se algum ajuste seria necessário no saldo de R$ 19.714 mil (R$ 19.174 mil em 2017) em conta de investimentos, no saldo de R$ 3.969 mil (R$ 4.266 mil em 2017) em provisão para perdas com investimentos, ambas nas demonstrações financeiras individuais, e nos saldos de R$ 226.714 mil (R$ 127.580 mil em 2017) e de R$ 203.512 mil (R$ 104.774 mil em 2017), correspondentes aos totais de ativos e passivos nas demonstrações financeiras consolidadas advindas dessas empresas, bem como dos eventuais efeitos no resultado de equivalência patrimonial no balanço da Controladora e no resultado consolidado do período.Inobservância de princípio contábil3.O prejuízo do exercício findo em 31 de dezembro de 2018, individual e consolidado, está superavaliado em R$ 44.660 mil (R$ 193.031 mil em 2017) e em R$ 41.637 mil (R$ 200.790 mil em 2017), respectivamente. Esses resultados foram influenciados pelo fato da Companhia ter reconhecido no resultado do exercício sob exame, determinados ajustes no balanço patrimonial originados em exercícios anteriores. Tais ajustes, de acordo com a normativa contábil vigente, deveriam ter sido atribuídos retroativamente aos exercícios anteriores afetados. O reconhecimento desses ajustes no corrente exercício regularizou as contas patrimoniais, incluindo o patrimônio líquido da Companhia em relação àquele anteriormente apresentado em 31 de dezembro de 2017 e 2016. Dessa forma, a ressalva limita-se aos efeitos reconhecidos nas demonstrações do resultado dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, que deveriam ter sido registrados em exercícios anteriores. ÊnfaseOfício circular/CVM/SNC/SEP/nº 02/2018Conforme descrito na nota explicativa nº 2.2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM, e as demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM. Dessa forma, a determinação da política contábil adotada pela entidade, para o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída, sobre os aspectos relacionados à transferência de controle, segue o entendimento manifestado pela CVM no Ofício circular/CVM/SNC/SEP/nº 02/2018 sobre a aplicação da NBC TG 47 (IFRS 15). Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Outros assuntos Demonstração do valor adicionadoFomos contratados para avaliar também as demonstraçõ es, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS. Para a emissão do nosso relatório, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Entretanto, devido à relevância dos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar nossa opinião sobre essas demonstrações do valor adicionado, bem como se elas são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Consequentemente, não expressamos opinião ou qualquer afirmação sobre elas.Demonstrações financeiras de exercícios anteriores O exame das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, apresentadas para fins de comparação, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria com abstenção de opinião em decorrência da incerteza significativa sobre o uso do pressuposto de continuidade para a elaboração das demonstrações financeiras e do estágio do plano de recuperação judicial, de significativas deficiências nos controles internos relacionados ao processo de elaboração das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, ausência de evidências apropriadas e suficientes sobre determinados investimentos com reflexos no balanço individual e consolidado, conforme descrito na seção "Base para abstenção de opinião", emitido em 29 de março de 2018.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erroNa elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria e a de emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido aos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.São Paulo, 26 de março de 2019.PP&C Auditores IndependentesCRC2SP16.839/O-0E. Camillo PachikoskiContadorCRC1SP158.871/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25, §1°, INCISO VI, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.955, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.950.811/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 26 de março de 2019.VLADIMIR KUNDERT RANEVSKYDiretor PresidenteDiretor Vice-Presidente Financeiro eDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25, § 1°, INCISO V, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaro, na qualidade de diretor responsável por fazer elaborar as demonstrações financeiras da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.955, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.950.811/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revi, discuti e discordo da abstenção de opinião expressa no parecer dos auditores independentes da Companhia (PP&C Auditores Independentes) referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018 (o "Parecer"), pelas seguintes razões:1. A Companhia encontra-se atualmente em recuperação judicial com seu plano de recuperação aprovado pelos credores da Companhia em Assembleia Geral de Credores, realizada em 30 de novembro de 2017 (o "Plano de Recuperação"). Desde 6 de dezembro de 2017, o Juízo da 1º. Vara de Falências e Recuperações Judiciais e Conflitos e relacionados a Arbitragem da Comarca de São Paulo homologou o referido plano, autorizando a Companhia a iniciar sua implementação.2. A Companhia está seguindo as fases previstas no Plano de Recuperação e cumpriu, até o momento, integralmente os pagamentos previstos, estando em dia com todas as suas obrigações.3. Sobre as incertezas na continuidade operacional da Companhia em razão de possíveis alterações no Plano de Recuperação, por conta de valor, reclassificações dos credores entre classes de dívida e/ou opção de pagamento após o julgamento de impugnações e agravos em curso, bem como a possível inclusão de determinados credores que não foram previamente considerados na relação de credores, a Companhia esclarece que está previsto um procedimento de conciliação para análise de impugnações de crédito apresentadas por determinados credores, o qual, em conjunto com o julgamento das impugnações em si, poderão gerar alterações exclusivamente à relação de credores da Companhia inclusos no Plano de Recuperação. Contudo o referido procedimento, bem como as impugnações em curso não tem o propósito ou o condão seja de alterar o Plano de Recuperação, seja de invalidá-lo ou interrompê-lo. Além disso, os agravos de instrumento ajuizados contra decisão homologatória do Plano de Recuperação não gozam de efeito suspensivo.4. Portanto, o Plano de Recuperação encontra-se atualmente com plena eficácia e em fase de implementação, de modo que várias das medidas nele previstas, tais como (i) o aumento de capital, no valor de R$ 74,2 milhões para conversão de dívidas concursais (ii) o pagamento dos créditos trabalhistas quirografários e detidos por microempresas e empresas de pequena porte no valor de mais de R$ 91 milhões, e (iii) dações em pagamento no valor de R$ 84,3 milhões, foram realizados no exercício de 2018.5.Assim, entendemos por relevante ressaltar que, a Companhia já quitou em 2018, mais de R$ 250 milhões em dívidas concursais, ou seja, dívidas que foram reestruturadas dentro do Plano de Recuperação.Desta forma, considerando o acima, apesar de respeitarmos a opinião do auditor, discordamos de que existem incertezas significativas, que sejam do nosso conhecimento até o presente momento, na implementação do Plano de Recuperação que possam se refletir em um questionamento razoável sobre a continuidade operacional da Companhia. São Paulo, 29 de março de 2019.VLADIMIR KUNDERT RANEVSKYDiretor PresidenteDiretor Vice-Presidente Financeiro Diretor de Relação com investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, no uso das suas atribuições legais, em reunião realizada em 26 de março de 2019, analisou o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, compreendendo o balanço patrimonial, a demonstração de resultados, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração do fluxo de caixa, a demonstração do valor adicionado e as notas explicativas.Com base nos exames por nós efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração e pelos auditores independentes (PP&C Auditores Independentes), o Conselho Fiscal concluiu sobre as demonstrações financeiras citadas, acompanhadas do parecer dos auditores independentes e do relatório da administração, e que os mesmos devem ser submetidos e apreciados pelo Conselho de Administração da Companhia.Ainda, encorajamos e avocamos à atenção da administração, principalmente para (i) reiterar o disposto no subitem 2 do item 6 da ata de reunião do Conselho Fiscal, realizada em 14 de novembro de 2018, tendo em vista o não cumprimento da referida recomendação, visto não terem sido enviados as projeções do fluxo de caixa da Empresa ii) que, doravante, sejam estabelecidos parâmetros para negociação de passivos (empréstimos, dentre outros), de modo a que tais decisões sejam tomadas em instâncias colegiadas diferentes (Diretoria Estatutária e Conselho de Administração), com regime de alçada específica, e ainda, que os negócios sejam sempre realizados dentro de parâmetros de mercado, preservando o valor da Companhia, a exemplo da recomendação efetuada por este Conselho na ata de reunião realizada em 10 de agosto de 2018.Luiz Claudio Fontes, presidente Flávio Pereira de Costa Barros, membroLuis Antonio Tauffer Padilha, membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.