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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20702Versão 1Recebida em 28/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. · CNPJ 67.571.414/0001-41

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
CNPJ 67.571.414/0001-41
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
CNPJ
67.571.414/0001-41
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
28/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total821.007984.399−16,6%
1.01Ativo Circulante627.845742.538−15,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa15.54533.081−53,0%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa15.54533.081−53,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber317.937386.336−17,7%
1.01.03.01Clientes317.937386.336−17,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques283.909304.252−6,7%
1.01.04.01Imóveis a comercializar283.909304.252−6,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar3.2874.985−34,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.2874.985−34,1%
1.01.07Despesas Antecipadas220852−74,2%
1.01.07.01Despesas com vendas a apropriar220852−74,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes6.94713.032−46,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.02.01Ativos mantidos para venda00
1.01.08.03Outros6.94713.032−46,7%
1.01.08.03.01Créditos Diversos6.94713.032−46,7%
1.02Ativo Não Circulante193.162241.861−20,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo171.733194.985−11,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber15.11020.732−27,1%
1.02.01.03.01Clientes15.11020.732−27,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques134.874138.855−2,9%
1.02.01.04.01Imóveis a comercializar134.874138.855−2,9%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.262615105,2%
1.02.01.07.01Despesas com vendas a apropriar1.262615105,2%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas4.5165.940−24,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4.5165.940−24,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes15.97128.843−44,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Contas correntes com parceiros nos empreendimentos10.32023.276−55,7%
1.02.01.09.04Impostos e contribuições a compensar5.6515.5671,5%
1.02.02Investimentos8.55730.091−71,6%
1.02.02.01Participações Societárias8.55730.091−71,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas8.55730.091−71,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado5.9227.601−22,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.9227.601−22,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível6.9509.184−24,3%
1.02.04.01Intangíveis6.9509.184−24,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Software/Outros6.9509.184−24,3%
1.02.04.01.03Ágio na aquisição de empresas00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daViver Incorporadora e Construtora S.A.São Paulo - SP OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Viver Incorporadora e Construtora S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Viver Incorporadora e Construtora S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas Em nossa opinião as demonstrações contábeis consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Viver Incorporadora e Construtora S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis a entidade de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 1 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, que indica que a Companhia apresenta prejuízos acumulados de R$ 1.911.804 mil em suas operações, tendo apurado prejuízo recorrente de R$ 120.632 mil em 2017 (R$ 347.170 mil em 2016). Ainda que o Plano de Recuperação Judicial da Companhia tenha sido aprovado, existem certos eventos ou condições, juntamente com outros assuntos descritos na referida nota explicativa, que indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não contém modificação em relação a esse assunto.ÊnfaseRisco de descaracterização ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) Conforme descrito na Nota Explicativa nº 21 às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, a Companhia aderiu ao PERT instituído pela Lei nº 13.496/2017 ("Lei"), abrangendo os débitos de natureza tributária e não tributária, vencidos até 30 de abril de 2017, inclusive aqueles objetos de parcelamentos homologados anteriores. Conforme estabelecido no PERT, a Companhia registrou os benefícios previstos, considerando a redução dos encargos financeiros e compensou Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Prejuízo fiscal e Base de Cálculo Negativa de Contribuição Social, respectivamente ("Créditos fiscais diferidos"), com o saldo da dívida tributária dentro dos limites legais previstos na Lei. Embora a Administração da Companhia entenda que a mensuração, o registro dos benefícios de redução de encargos e a compensação do débito fiscal com Créditos fiscais diferidos atendeu a todos os requisitos definidos pela Lei, esta adesão ao PERT encontra-se no aguardo de homologação pelas autoridades competentes. A Administração da Companhia não possui expectativa de ajustes relevantes decorrentes desses processos. Nossa opinião não contém modificação em relação a esse assunto.Orientação OCPC 04Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2.1 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, essas demonstrações foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações contábeis consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras ("Orientação"), editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Essa Orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na referida nota explicativa. Nossa opinião não contém modificação em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperação judicialConforme descrito na Nota Explicativa nº 1 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Companhia está em recuperação judicial desde 28 de setembro de 2016 quando o juiz de Direito da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital do Estado de São Paulo deferiu o processamento do pedido juntamente com outras sociedades integrantes do grupo societário.A Companhia obteve aprovação do Plano de Recuperação Judicial (PRJ) na Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 20 de novembro de 2017, homologado pelo juiz em 13 de dezembro de 2017 e cumprido o prazo de demais ritos do processo de recuperação de recuperação judicial no período subsequente conforme previsto na Lei nº 11.101/2005, detalhados na referida nota explicativa.O PRJ da Companhia tem como premissa econômica, dentre outros, a capitalização dos créditos concursais, por meio de emissão de novas ações da Companhia, que foi registrado como Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC) em 31 de dezembro de 2017. Consideramos como um assunto significativo para a auditoria em decorrência dos impactos relacionados a regularização de sua situação econômica e financ eira e determinação relevante quanto a sua continuidade operacional.Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram:- Leitura do Plano de Recuperação Judicial homologado pelo juiz a fim de compreender os impactos nas demonstrações contábeis- Reuniões periódicas com a Administração da Companhia, advogados e seus especialistas para acompanhamento- Cruzamento dos valores do Quadro Geral de Credores elaborado pelo Administrador Judicial com as demonstrações contábeis- Avaliação dos impactos definidos no plano de recuperação judicial homologado pelo juiz nos registros contábeis- Avaliação dos fatores relevantes do processo de aprovação do plano de recuperação de judicial- Avaliação quanto a preparação e divulgação efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas em relação às regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas, por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que estão adequados os registros contábeis e as divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Redução ao valor recuperável de ativosA Companhia revisa periodicamente a recuperabilidade das rubricas Contas a receber e Estoques com o objetivo de estimar a necessidade de constituição de perdas por redução ao valor realizável. Esta avaliação leva em consideração fatores de mercado à época e uso de premissas que se fundamentam e julgamento relevante por parte da Administração da Companhia. Consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria devido à relevância do Contas a receber e Estoques e ao alto grau de julgamento da Administração, além do valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis da controladora.Resposta da auditoria ao assuntoAvaliamos a razoabilidade dos critérios, premissas e dados utilizados pela Companhia para mensurar a base de recuperação do Contas a receber, incluindo o recálculo matemático das provisões para perdas, avaliação do histórico de inadimplência e fatores relevantes na avaliação das estimativas de perdas. Para os estoques, com base em amostragem, analisamos a documentação e as premissas que suportam a decisão da Companhia quanto ao valor realizável desses ativos, incluindo a comparação das estimativas com o histórico dos preços praticados nas vendas de unidades imobiliárias e cotações independentes do valor dos terrenos. Avaliamos também a sua adequada divulgação nas demonstrações contábeis.Com base nas evidências obtidas, por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que os valores apresentados nas demonstrações contábeis da Companhia são aceitáveis quanto à recuperabilidade do Contas a receber e Estoques.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram auditadas por nós, com relatório de auditoria com abstenção, datado de 17 de março de 2017, em decorrência da incerteza relevante relacionada a continuidade operacional pelo fato de a Companhia ter ingressado com o Pano de Recuperação Judicial como única forma determinada pela Administração para conseguir manter a sua continuidade, cuja avaliação e pressupostos de continuidade não estavam totalmente sobre o controle da Companhia e somente poderia ser confirmado após a homologação do Plano de Recuperação Judicial que ocorreu em 2017, bem como a Companhia não conseguia apresentar outras formas de demonstração da sua continuidade operacional.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasil eiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: - Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. - Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de março de 2018. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1Julian Clemente Contador CRC 1 SP 197232/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasVIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.CNPJ/MF nº 67.571.414/0001-41NIRE 35.300.338.421(Companhia Aberta)Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPelo presente instrumento, declaramos para fins do disposto no inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM número 480 que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Viver Incorporadora e Construtora S.A. relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Viver Incorporadora e Construtora S.A.Eduardo Ramos CanônicoDiretor Presidente, Vice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresRicardo dos SantosDiretor Vice-Presidente Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesVIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.CNPJ/MF nº 67.571.414/0001-41NIRE 35.300.338.421(Companhia Aberta)Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesPelo presente instrumento, declaramos para fins do disposto no inciso V do artigo 25 da Instrução CVM número 480 que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer da BDO RCS Auditores Independentes S/S para as Demonstrações Financeiras da Viver Incorporadora e Construtora S.A. referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Viver Incorporadora e Construtora S.A.Eduardo Ramos CanônicoDiretor Presidente, Vice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresRicardo dos SantosDiretor Vice-Presidente Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros do Conselho Fiscal da Viver Incorporadora e Construtora S.A. abaixo assinados, no exercício de suas atribuições e responsabilidades estatutárias e legais, conforme previsto nos incisos II e VII, do artigo 163 da Lei 6.404/76:(i)Procederam ao exame e análise do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, com parecer favorável.(ii)Por fim, entendem que o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia estão em condições de ser apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia.São Paulo, 26 de março de 2018.João Paulo Vargas da SilveiraAlexandre Machado Navarro StotzAnna Maria Cerentini Gouvea Guimarães

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.