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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016102 páginasCódigo CVM 10472Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de SARAIVA LIVREIROS SA FALIDO

SARAIVA LIVREIROS SA FALIDO · CNPJ 60.500.139/0001-26

SARAIVA LIVREIROS SA FALIDO
CNPJ 60.500.139/0001-26
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
SARAIVA LIVREIROS SA FALIDO
CNPJ
60.500.139/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
102
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.333.8771.750.734−23,8%
1.01Ativo Circulante984.6641.384.113−28,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa125.290126.503−1,0%
1.01.02Aplicações Financeiras062.513−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo062.513−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação062.513−100,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber366.535671.032−45,4%
1.01.03.01Clientes357.494318.36012,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber9.041352.672−97,4%
1.01.03.02.01Contas a Receber Venda Segmento Editorial0337.111−100,0%
1.01.03.02.02Adiantamento de Direitos Autorais00—
1.01.03.02.03Adiantamento a Fornecedores2.8812.15133,9%
1.01.03.02.04Outras Contas de Fornecedores4.5718.104−43,6%
1.01.03.02.05Adiantamento Fundo Fixo0152−100,0%
1.01.03.02.06Adiantamento a Funcionários00—
1.01.03.02.07Contratos Operação de Cambio1.2703.084−58,8%
1.01.03.02.09Outras3192.070−84,6%
1.01.04Estoques292.045289.4620,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar181.152145.74624,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar181.152145.74624,3%
1.01.07Despesas Antecipadas2.3375.608−58,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.30583.249−79,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.30583.249−79,2%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos17.30583.249−79,2%
1.02Ativo Não Circulante349.213366.621−4,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo114.844122.098−5,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos24.82812.52198,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos24.82812.52198,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas602885−32,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes89.414108.692−17,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais36.95343.770−15,6%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar48.09338.10126,2%
1.02.01.09.05Cessão de Direitos Autorais00—
1.02.01.09.06Contas a Receber Venda Segmento Editorial026.779−100,0%
1.02.01.09.07Instrumentos Financeiros Derivativos4.3260—
1.02.01.09.08Outros42420,0%
1.02.02Investimentos1581580,0%
1.02.02.01Participações Societárias1581580,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1581580,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado91.13099.361−8,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação88.99695.096−6,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado5571.126−50,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.5773.139−49,8%
1.02.04Intangível143.081145.004−1,3%
1.02.04.01Intangíveis143.081145.004−1,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível em Operação37.14848.732−23,8%
1.02.04.01.03Intangível em Andamento43.24633.48629,1%
1.02.04.01.04Intangível Arrendado17116−85,3%
1.02.04.01.05Ágio62.67062.6700,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAosAcionistas, Conselheiros e Administradores da Saraiva S.A Livreiros EditoresSão Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Saraiva S.A Livreiros Editores ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Saraiva S.A Livreiros Editores em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Existência e valorização dos estoques do Varejo (Conforme notas explicativas 3. Principais politicas contábeis g) estoques e 6. Estoques)Os estoques são compostos basicamente por mercadoria para revenda que estão estocados em dois centros de distribuições localizados em Cajamar - SP e Salvador - BA e nas lojas físicas. A valorização dos estoques pode ser afetada por eventual erro na movimentação e controle sobre as quantidades físicas, que são controladas por meio de controles sistêmicos de entradas de saídas e checadas por meio de inventários físicos anuais pela Companhia. Este assunto foi considerado um PAA, devido ao risco significativo relacionado a eventual existência de erro que possa ocorrer na movimentação dessa quantidade física, que resultaria em uma valorização inadequadas dos saldos de estoques em 31 de dezembro de 2016, uma vez que existe um número considerável de itens nos estoques, sendo também alto o volume de movimentação de entradas e saídas dentro do período/exercício.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais na valorização dos estoques, devido a eventual erro na movimentação e controle físico dos estoques, realizamos, entre outros procedimentos: Avaliação dos controles internos implementados pela Administração para estabelecer as normas e procedimentos para contagem física dos estoques e respectiva valorização teste dos controles chaves de estoques com base em amostragem procedemos ao acompanhamento e contagem física dos estoques por meio de amostragem nos dois centros de distribuição e, em uma amostra de lojas selecionadas, e testamos a movimentação entre a data da contagem física e a data base do balanço checamos as diferenças de inventário identificadas e respectiva conciliação pela Administração das diferenças e suporte para explicação das diferenças identificas obtivemos demonstrativos e testamos se as divergências foram adequadamente registradas e valorizadas e os respectivos impostos adequadamente registrados. Estimativas de redução ao valor realizável dos estoques do Varejo(Conforme notas explicativas 3. Principais politicas contábeis g) estoques e 6. Estoques)Os estoques são compostos basicamente por mercadoria para revenda. Os estoques são demonstrados ao custo médio de aquisição, deduzidos de provisão para ajustá-los ao valor liquido de realização, conforme determinados pelo "CPC 16 - Estoques" e "CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos". Este assunto foi considerado um PAA, devido aos riscos significativos relacionados a mensuração das eventuais estimativas de perdas em decorrência da redução dos estoques ao valor de realização, tendo em vista o alto volume de itens no estoque e número de estabelecimentos comerciais que aumenta a criticidade do processo de identificação de itens invendáveis por obsolescência e/ou deterioração.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais na mensuração da provisão para redução ao valor realizável dos estoques, foram realizados, entre outros procedimentos: Entendimento da estrutura de controles internos da Companhia, no que tange a avaliação e registo da estimativa de redução ao valor realizável para produtos obsoletos e/ou deteriorados desafiamos os critérios e as premissas adotadas pela Administração para a determinação destas estimativas, checamos o histórico de perdas e como foram registradas e sua correlação com as operações da Companhia, com o objetivo de avaliar se as premissas adotadas estavam adequadamente fundamentadas e suportadas por documentação e analises consistentes e adequadas checamos se houve alteração de critério de constituição da referida provisão em relação a anos anteriores e se o critério deveria ser revisado em relação ao ano anterior procedemos com testes de detalhes e recálculo da exatidão matemática das estimativas elaboradas pela Administração da Companhia testamos as movimentações das provisões no exercício e em período subsequente, para validar, os valores provisionados, as baixas ocorridas e registros e controles sobre os itens baixados, sem realização/venda e examinamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, descritas estavam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e regras aplicáveis.Cláusulas restritivas ("covenants") para a Controladora e para o Varejo(Conforme notas explicativas 3. Principais politicas contábeis e) Instrumentos financeiros, l) Empréstimos e financiamentos, m) Custos de transações de captação do empréstimos e financiamentos e 14. Empréstimos e financiamentos)A Companhia e o Varejo têm como pratica de gestão de caixa, obter empréstimos e financiamentos junto a instituições financeiras privadas e públicas, com a finalidade de recompor o caixa e gerenciar a liquidação dos passivos de curto prazo e realizar investimentos. Este assunto foi considerado um PAA, devido ao risco significativo em relação ao cumprimento das cláusulas contratuais, denominado de covenants financeiros estabelecidos nos contratos de empréstimos e financiamentos firmados com as instituições financeiras. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais na mensuração dos contratos de empréstimos, realizamos, entre outros procedimentos: Avaliação dos controles internos implementados pela Administração para monitoramento das cláusulas restritivas. Nesse sentido, examinamos a liquidação financeira das parcelas registradas no passivo circulante realizadas no decorrer do exercício e corroboramos por meio de testes substantivos do recalculou os indicies financeiros estabelecidos nos contratos, visando averiguar se em 31 de dezembro de 2016 a Companhia estava em compliance com os Covenants firmados nos contratos de empréstimos e financiamentos.Recuperação dos créditos tributários(Conforme notas explicativas 3. Principais politicas contábeis p) Imposto de renda e contribuição social - correntes e diferidos), 7. Impostos e contribuições a recuperar)A Companhia e o Varejo possuem registrados no ativo circulante e não circulante créditos tributários, relacionados às contribuições PIS/COFINS apurados sobre as compras de mercadorias e serviços, insumos e despesas. O Varejo possui ainda, créditos de ICMS e ICMS ST apurados substancialmente nas operações de abastecimento realizadas pelo Centro de Distribuição em São Paulo onde o Varejo é beneficiário de Regime Especial para ser o responsável por sujeição passiva nas operações de abastecimento com mercadorias adquiridas, sujeitas ao regime de substituição tributária. Adicionalmente existem créditos tributários diferidos calculados sobre prejuízos fiscais, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias do Varejo e sobre diferenças temporárias da Companhia. Este assunto foi considerado um PAA, devido ao risco significativo em relação aos créditos tributários versus a capacidade da Companhia e do Varejo em realizar os referidos créditos tributários por meio de suas operações normais de revenda das mercadorias, assim como, sobre a capacidade de materialização da expectativa de lucros tributários futuros, que suportariam o registro dos créditos tributários, conforme determinam as práticas contábeis adotadas no Brasil, já que estes ativos estão sujeitos a estimativas, julgamentos e suposições efetuadas pela Administração da Companhia e do Varejo que envolvem alto grau de julgamento e estimativas críticas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais na mensuração da futura recuperação ou realização dos créditos tributários, foram realizados, entre outros procedimentos: Avaliação dos controles internos implementados pela administração para identificar e mensurar os créditos tributários e sua forma de realização. Nesse sentido, foram envolvidos nosso time de especialistas da área tributária, para validação dos regimes especiais do ICMS em que o Varejo é beneficiário nos Estados de São Paulo e Bahia, por meio dos quais é o responsável tributário por sujeição passiva nas operações de abastecimento com mercadorias adquiridas sujeitas ao regime de substituição tributária, testes na integridade dos relatórios que compõem os saldos de impostos, nas transações de compras através de amostragem. No caso dos créditos tributário diferidos decorrentes de prejuízos fiscais, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias, envolvemos nossos especialistas da área financeira para validação das premissas e cálculos de expectativa de rentabilidade futura, que suportavam o registro dos referidos créditos tributários diferidos. Adicionalmente, testamos a apropriada segregação entre circulante e não circulante no caso dos impostos a recuperar de acordo com o histórico de recuperabilidade media dos impostos ocorridos e nas estimativas preparadas pela Administração para realização dos referidos créditos com base nas operações estimadas a serem realizadas entre o curto e longo prazo. Analise de recuperabilidade do Ágio registrado na aquisição da Siciliano(Conforme notas explicativas 3. Principais politicas contábeis j) intangível e 13. Intangível)A Companhia por meio de sua controlada "Varejo" adquiriu em 06 de março de 2008 o controle da Siciliano. Na aquisição foi pago a título de "Ágio" o montante de R$62.670 mil, o qual anualmente é avaliado a sua recuperabilidade através das projeções dos fluxos de caixa livre com base em orçamento financeiro, descontado a valor presente com a taxa de desconto nominal. Este assunto foi considerado um PAA, devido ao risco de a avaliação de recuperação do ativo estar de forma inadequada mensurada, uma vez que na determinação do valor justo, existe utilização de premissas desenvolvidas internamente, além de julgamento, estimativas e suposições desenvolvidas pela Administração da Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria: A fim de mitigar o risco de distorções materiais na mensuração do impairment sobre o ágio registrado na aquisição da Siciliano, realizamos, entre outros procedimentos: testes das bases utilizadas para a elaboração do fluxo de caixa, envolvidos nosso time de especialistas de valuation, que avaliaram, testaram e desafiaram as premissas e suposições utilizadas na projeção de fluxo de caixa.Outros AssuntosAuditoria dos valores correspondentes individuais e consolidadas As demonstrações contábeis individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentadas para fins comparativos, foram examinadas por outro auditor independente, que emitiu relatório em 28 de março de 2016 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações contábeis.Demonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicional (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins de IFRS que não requerem o DVA, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com nossa auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definido nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos ou expressaremos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistentes com as demon strações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidas de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de março de 2017.Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1Rafael Dominguez BarrosContador CRC 1SP-208.108/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em cumprimento ao disposto no artigo 25 da Instrução CVM n. 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Contábeis, individuais e consolidadas da Editora, autorizando sua conclusão nesta data.São Paulo, 27 de março de 2017

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em cumprimento ao disposto no artigo 25 da Instrução CVM n. 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações, emitido nesta data.São Paulo, 27 de março de 2017

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia, por seus membros efetivos, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, analisou: (i) o Relatório Anual da Administração (ii) as demonstrações contábeis dos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2016 e 2015, incluindo o Relatório da Grant Thornton Auditores Independentes, sem ressalva, a respeito da fidedignidade das demonstrações contábeis de acordo com as normas internacionais de relatórios financeiros e práticas adotadas no Brasil, emitido em 27 de março de 2017 e (iii) a proposta da Administração de distribuição parcial do dividendo obrigatório retido do exercício social de 2015 no valor de R$ 4.803.488,10 (quatro milhões, oitocentos e três mil, quatrocentos e oitenta e oito reais e dez centavos), correspondentes ao valor bruto de R$ 0,18 (dezoito centavos) por ação e equivalente a 22% (vinte e dois por cento) do saldo da Reserva Especial para Dividendo Obrigatório Não Distribuído constituída nos termos do art. 202, parágrafos 4º e 5º, da Lei nº 6.404/76, conforme deliberação tomada na Assembleia Geral Ordinária da Companhia realizada em 28 de abril de 2016. Com base nas suas verificações e esclarecimentos obtidos da Administração, o Conselho Fiscal, por maioria, é de opinião que o Relatório Anual da Administração e as demonstrações contábeis descritas nos itens (i) e (ii) acima e a proposta da Administração mencionada no item (iii) acima estão em condições de serem submetidas à deliberação dos acionistas da Companhia, em Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária previstas para ocorrer no dia 28 de abril de 2017.São Paulo, 28 de março de 2017.João Verner JuenemannPresidenteKaren Sanchez GuimarãesSérgio Ramires SalzanoSecretárioDaniel Vinicius Alberini SchrickteCarlos Antonio Vergara Cammas

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.