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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 1171Versão 1Recebida em 22/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
22/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total7.121.2906.937.3642,7%
1.01Ativo Circulante4.009.9854.208.343−4,7%
1.01.01Disponibilidades140.386139.7930,4%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez906.5721.294.598−30,0%
1.01.02.01Aplicações no mercado Aberto651.510942.592−30,9%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros255.062352.006−27,5%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estrangeira00
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários746.895816.115−8,5%
1.01.03.01Carteira Própria323.824775.114−58,2%
1.01.03.02Vinculados a Compra e Recompra415.16933.5771.136,5%
1.01.03.03Vinculados ao Banco Central00
1.01.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.01.03.05Vinculados a Prestação de Garantias7.9027.4246,4%
1.01.04Relações Interfinanceiras363.022177.198104,9%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar956163486,5%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central172.13876.328125,5%
1.01.04.03SFH - Sistema Financeiro de Habitação00
1.01.04.04Correspondentes189.928100.70788,6%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito1.564.1691.533.9732,0%
1.01.06.01Setor Público00
1.01.06.02Setor Privado1.641.5931.612.7701,8%
1.01.06.03(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−77.424−78.7971,7%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos283.329241.03017,5%
1.01.08.01Carteira de Câmbio0670−100,0%
1.01.08.02Rendas a Receber2.368964145,6%
1.01.08.03Negociações e Intermediações de Valores00
1.01.08.04Diversos289.670243.84218,8%
1.01.08.05(Provisão p/ Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−8.709−4.446−95,9%
1.01.09Outros Valores e Bens5.6125.636−0,4%
1.01.09.01Outros Valores e Bens3.4223.442−0,6%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−1.740−1.508−15,4%
1.01.09.03Despesas Antecipadas3.9303.7026,2%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo2.911.8982.571.39513,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários111.886125.498−10,8%
1.02.02.01Carteira Própria111.886125.498−10,8%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra00
1.02.02.03Vinculados a Prestação de Garantias00
1.02.03Relações Interfinanceiras59.63955.8276,8%
1.02.03.01SFH - Sistema Financeiro de Habitação59.63955.8276,8%
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito2.500.8672.137.66517,0%
1.02.05.01Setor Público00
1.02.05.02Setor Privado2.559.6862.192.52816,7%
1.02.05.05(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−58.819−54.863−7,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos239.506252.405−5,1%
1.02.07.01Diversos239.506252.405−5,1%
1.02.08Outros Valores e Bens00
1.03Ativo Permanente199.407157.62626,5%
1.03.01Investimentos33330,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos1711710,0%
1.03.01.04.01Outros Investimentos1671670,0%
1.03.01.04.02No Exterior440,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−138−1380,0%
1.03.02Imobilizado de Uso86.75671.04422,1%
1.03.02.01Imóveis de Uso51.19946.19810,8%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso154.698135.32414,3%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−119.141−110.478−7,8%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível112.61886.54930,1%
1.03.04.01Outros Ativos Intangíveis81.37466.71622,0%
1.03.04.02(Amortização Acumulada - Intangível)−37.669−35.301−6,7%
1.03.04.03Intangível em curso68.91355.13425,0%
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00
1.03.05.02(Amortização Acumulada)00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, ao Conselho de Administração, e aos Administradores do Banco do Estado do Pará S.A.Belém-PAOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras padronizadas do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras padronizadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para Opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras padronizadas". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras padronizadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras padronizadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosa Conforme mencionado nas notas explicativas nº 2.1 h e 7.2, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, cujo valor total apresentado nas demonstrações financeiras padronizadas é de R$ 137.181 mil, o Banco classifica suas operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias, e demais fatores e premissas da Resolução CMN nº 2.682/1999, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos do Banco baseados em suas metodologias internas de classificação de risco, e a provisão para créditos de liquidação duvidosa representa a melhor estimativa do Banco quanto às perdas da carteira. Devido a relevância das operações de crédito e às incertezas relacionadas à estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa, consideramos que este é um dos principais assuntos para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNós avaliamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados aos processos de aprovação, registro, atualização das operações de crédito, bem como as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com a apuração da provisão para crédito de liquidação duvidosa. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras padronizadas, descritas nas notas explicativas nº 2.1 h e 7.2, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para a provisão para créditos de liquidação duvidosa, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras padronizadas tomadas em conjunto referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Provisões e passivos contingentes - fiscais, cíveis e trabalhistasConforme descrito nas notas explicativas nº 2.1 p e 12, o Banco é parte passiva em processos judiciais de natureza fiscal, cível e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades, cujo o total de provisão registrado nas demonstrações financeiras padronizadas é de R$ 4.653 mil, R$ 7.532 mil e R$ 77.844 mil, respectivamente. Algumas leis e regulamentos no Brasil tem grau de complexidade elevados, e portanto, a mensuração, reconhecimento e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes, relativa a processos requer julgamento do Banco. Devido à relevância, especificidades e julgamentos envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões e Passivos Contingentes, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho, a implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados à identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes. Adicionalmente, com base em testes, avaliamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados, por meio da avaliação dos critérios e premissas utilizados em sua metodologia de mensuração, considerando ainda a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos do Banco, bem como dados e informações históricas. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras padronizadas estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais assuntos fiscais, cíveis e trabalhistas que o Banco está envolvido.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para as provisões e passivos contigentes, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras padronizadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Estimativa de realização futura de ativos fiscais diferidosConforme descrito na Nota Explicativa nº 2.1 q e 18, as demonstrações financeiras padronizadas do Banco incluem ativos relativos a créditos tributários no montante de R$ 261.517 mil, substancialmente oriundos de diferenças temporárias, cuja a constituição e realização estão suportadas por estudo técnico que demonstra as estimativas de capacidade de realização futura. Devido ao grau de julgamento envolvido nas definições das premissas utilizadas e do impacto que eventuais mudanças nessas premissas teriam nas demonstrações financeiras padronizadas, consideramos este como um dos principais assuntos da nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAnalisamos o estudo técnico de realização dos critérios tributários disponibilizados pelo Banco. Adicionalmente , examinamos a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizadas na preparação desses documentos, tais como desfecho de processos judiciais, estimativa da efetivação de perdas e recuperação de operações de crédito, entre outros fatores. Também efetuamos a análise do recálculo matemático incluídos no estudo técnico, suporte ao critérios tributários. Os nossos procedimentos incluirão também a avaliação das divulgações efetuadas pelo Banco nas demonstrações financeiras padronizadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que no tocante a sua recuperabilidade os saldos dos ativos fiscais diferidos são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras padronizadas tomadas em conjunto referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras padronizadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras padronizadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras padronizadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras padronizadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras padronizadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras padronizadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras padronizadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluírmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras padronizadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras padronizadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras padronizadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras padronizadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras padronizadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras padronizadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras padronizadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras padronizadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras padronizadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras padronizadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluírmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras padronizadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras padronizadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras padronizadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exig ências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras padronizadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belém, 20 de fevereiro de 2019. KPMG Auditores IndependentesCRC PA-000742/FCarlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2018 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras correspondentes aos períodos apresentados.Belém (PA), 20 de fevereiro de 2019Braselino Carlos da Assunção Sousa da Silva - Diretor-PresidenteAugusto Sérgio Amorim Costa - DiretorJorge Wilson Campos e Silva Antunes - DiretorGeize Maria Teixeira da Silva de Figueiredo - DiretoraEugênio Luis de Sousa Pessoa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém (PA), 20 de fevereiro de 2019Braselino Carlos da Assunção Sousa da Silva - Diretor-PresidenteAugusto Sérgio Amorim Costa - DiretorJorge Wilson Campos e Silva Antunes - DiretorGeize Maria Teixeira da Silva de Figueiredo - DiretoraEugênio Luis de Sousa Pessoa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, no uso de suas atribuições, que lhes são conferidas pelo artigo nº 163 da Lei nº 6.404/76, tendo examinado o Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa, correspondente ao período findo na data, acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório de Desempenho, constataram que o critério das normas contábeis observado na elaboração das citadas demonstrações, confirma a posição financeira e o resultado das operações do Banco e que as mesmas refletem, com clareza, as atividades desenvolvidas pela Instituição no período. Deste modo, se manifestam favoráveis à sua aprovação.Belém (PA), 21 de fevereiro de 2019Conselho Fiscal

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO DO 2º SEMESTRE DE 2018.IntroduçãoO Comitê de Auditoria do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará é um órgão estatutário e foi instalado pelo Conselho de Administração em 02 de março de 2018, empossado em 26 de abril de 2018, conforme ata disponível no website do Banpará.O Comitê de Auditoria Estatutário é um órgão estatutário de assessoramento vinculado ao Conselho de Administração, de caráter permanente, atuando com independência em relação à Diretoria da Companhia, regido pela Lei n° 13.303/16, Código Brasileiro de Governança Corporativa, Estatuto Social do Banpará e seu Regimento Interno.Atualmente o referido Comitê é formado por 03 (três) membros independentes, eleitos pelo Conselho de Administração, com uma coordenadora, a qual é membro externo independente do Conselho de Administração do Banpará.O Comitê tem a competência de avaliar a efetividade dos Auditores Independentes, da Auditoria Interna, dos Controles Internos, Compliance e da Gestão de Riscos, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis ao Banpará, além de regulamentos e códigos internos, bem como avaliar o cumprimento, pela administração da instituição, das recomendações feitas pelos Auditores independentes e Auditoria Interna e recomendar à Diretoria do Banco, correção ou aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições. Compete também ao Comitê zelar pela integridade e qualidade das demonstrações contábeis da instituição.As revisões do Comitê são efetuadas com base nas informações recebidas da Administração, dos Auditores Externos, da Auditoria Interna, dos responsáveis pelo Gerenciamento dos Controles Internos e de Riscos, além de suas próprias análises.A administração é responsável pela elaboração das demonstrações contábeis do Banpará, observada a diretriz de assegurar a qualidade dos processos relacionados às informações financeiras e às atividades de controle e de gestão de riscos. A KPMG Auditores Independentes cabe assegurar que as demonstrações contábeis representam adequadamente a posição patrimonial e financeira do Banpará, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com a legislação societária brasileira e com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.Atividades DesenvolvidasApós a eleição e posse dos membros, a primeira reunião do Comitê de Auditoria foi em 30 de abril de 2018. Os membros do Comitê se reuniram 10 vezes no ano de 2018. No 2º semestre de 2018 foram realizadas 06 reuniões e mais 03 reuniões em 2019, totalizando 09 reuniões para validação das atividades referentes à revisão das atividades do exercício social, findo em 31 de dezembro de 2018, conforme atas disponíveis no website de Banpará.Ao longo do 2º semestre de 2018 e com o principal objetivo de conhecer a estrutura, atividades, controles e os profissionais, o Comitê se reuniu com diversas áreas do Banco: Auditoria Interna, Cobrança e Recuperação de Crédito Comercial, Jurídica, Prevenção de Lavagem de dinheiro - PLD e Anticorrupção, Ouvidoria, Gestão de Riscos Financeiros, Gestão de Risco Operacional Continuidade de Negócios, Controle Interno e Compliance, Prevenção e Combate à Fraude, Projetos Comerciais Estratégicos, Contabilidade, Orçamento e Controladoria, Planejamento Estratégico e Estudos Econômicos, Tecnologia da Informação, Relações com Investidores, Diretoria Colegiada, Auditoria Independente, KPMG e com o Conselho fiscal.Cabe destacar que no dia 12 de fevereiro de 2019 o Comitê se reuniu com a Auditoria Independente, KPMG, onde apreciou e discutiu as demonstrações contábeis, findadas em 31 de dezembro de 2018, conforme ata disponível no website do Banpará. Dentre as áreas que interagiram com o Comitê de Auditoria, vale destacar algumas áreas/atividades:Auditoria Interna: O Comitê apreciou o Plano Anual de Auditoria Interna - PAINT, bem como solicitou que fossem priorizados os trabalhos de maiores riscos, oriundos de exigências regulatórias. O Comitê também acompanhou o status dos planos de ação em atraso. Adicionalmente, revisou a Política Institucional de Auditoria Interna, e recomendou a aprovação pelo Conselho de Administração, após considerações e ajustes solicitados. Controle Interno e Compliance: O Comitê analisou o Programa de Compliance do Banpará, e fez algumas recomendações para melhorar a eficiência do canal de denúncias. Os membros do Comitê recomendaram que o Banco participasse do processo de avaliação do selo Pró-Ética, reconhecimento promovido pela Controladoria Geral da União - CGU, com objetivo de fortalecer ainda mais o Programa de Compliance do Banco. Gestão de Risco Financeiro: O Comitê apreciou os Riscos Financeiros identificados para o Banpará, bem como os fatores para acionamento dos planos de contingência e também os indicadores de risco referentes aos últimos três meses de 2018. Produtos de Crédito e Serviços Comercializados pela Instituição: o Comitê apreciou os projetos de novos produtos, bem como o status de desenvolvimento cada um. Os Membros do Comitê de Auditoria Estatutário enfatizaram a importância de se realizar o monitoramento do investimento versus retorno esperado, bem como o acompanhamento da rentabilidade de cada produto e serviços comercializados pelo Banpará. Ressaltou também a importância do Banco continuar investindo em tecnologia e inovação, com o objetivo de melhorar o ambiente de controle e manter a competitividade no mercado. Contabilidade, Orçamento e Controladoria: Os membros do Comitê receberam previamente as informações contábeis do Banco do Estado do Pará S.A. referentes ao 2º semestre, findo em 31 de dezembro de 2018, que compreendem o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de 6 meses findo em 31 de dezembro de 2018, incluindo as notas explicativas. Auditoria Independente: O Comitê revisou a Política de Contratação de Auditoria Independente, fez algumas considerações e recomendou a aprovação pelo Conselho de Administração. A Auditoria Independente, KPMG, apresentou os principais trabalhos realizados para o período analisado e para as demonstrações contábeis do Banco do Estado do Pará - Banpará, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais politicas contábeis. Na opinião da Auditoria Independente, KPMG, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam-se adequadas para o exercício social findo em 31 de dezembro de 2018. Planejamento Estratégico: O Comitê apreciou o planejamento estratégico do banco, bem como as ações em andamento para cumpri-lo. Os Membros do Comitê de Auditoria Estatutário - COAUD recomendaram a criação de um Mapa de Risco Estratégico com planos de ação definidos para mitigar cada risco. Educação continuada: No tocante a educação continuada do Comitê de Auditoria Estatutário, os membros participaram de diversos congressos, seminários e cursos relacionados às suas áreas de competência, totalizando 168 horas no ano de 2018, com recursos próprios, em virtude da sua necessidade de atualização.ConclusõesO Comitê não teve conhecimento de ocorrência de evento, denúncia, descumprimento de norma, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração ou fraude que, por sua relevância, não garantissem a fidedignidade de suas demonstrações contábeis, bem como não se verificou fato ou evidências relevantes que pudesse comprometer a efetividade ou a independência das Auditorias Interna e Independente.Com base nas atividades desenvolvidas, e informações recebidas e diante do que foi exposto, e respeitando as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação o Comitê, entende que as demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2018 do Banco do Estado do Pará foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as reuniões periódicas com a Contabilidade, com a Auditoria Interna, e com a Auditoria Independente e demais áreas do Banpará, possibilitam ao Comitê de Auditoria Estatutário, concluir que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.Nesse sentido, o Comitê de Auditoria, conclui que as demonstrações contábeis para o 2º semestre encerrado em 31 de dezembro de 2018 são adequadas e recomenda a aprovação do Conselho de Administração do Banpará.Belém/PA, 20 de fevereiro de 2019.TEREZA DELTA DOS SANTOS SERRÃO DE CASTROCoordenadora do Comitê de Auditoria e membro do Conselho de AdministraçãoANTÔNIO EDSON MACIEL DOS SANTOSMembro do Comitê de AuditoriaSÉRGIO ROBERTO RIBEIRO MACIELMembro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.