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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201161 páginasCódigo CVM 17779Versão 1Recebida em 29/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de MAORI S/A

MAORI S/A · CNPJ 02.535.295/0001-26

MAORI S/A
CNPJ 02.535.295/0001-26
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
MAORI S/A
CNPJ
02.535.295/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
61
Ano de referência
2011*
Publicado em
29/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total10.96610.3506,0%
1.01Ativo Circulante6.8687.325−6,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa220,0%
1.01.02Aplicações Financeiras6.8646.6073,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo6.8646.6073,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação6.8646.6073,9%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2382−99,5%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber2382−99,5%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar0334−100,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar0334−100,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante4.0983.02535,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.0983.02535,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4.0983.02535,5%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4.0983.02535,5%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasÀDiretoria e Acionistas daMaori S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Maori S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que as evidências de auditoria obtidas são suficientes e apropriadas para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Maori S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Maori S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase de continuidadeSem ressalvar nossa conclusão, chamamos a atenção para a Nota Explicativa 1 às notas explicativas, que indica que a Companhia incorreu em prejuízo de R$ 5.304 mil durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e que, naquela data, o passivo circulante consolidado da Companhia excedeu o ativo total em R$ 30.361 mil. Essas condições, juntamente com outros assuntos, conforme descrito na Nota Explicativa 1, indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.Ênfase sobre investimento em controladasConforme descrito na Nota Explicativa 3.a, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Maori S.A essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 16 de março de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcos Antonio BoscoloContador CRC 1SP198789/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

À KPMG Auditores Independentes Rua Dr. Renato Paes de Barros, nº 33CEP: 4530904 - São PauloSão Paulo, 23 de março de 2012 Demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011Prezados senhores:Esta carta de representação da Administração é fornecida em conexão com a sua auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Maori S.A., identificadas como Controladora e Consolidado ("a Companhia"), para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, com o objetivo de expressar uma opinião se as demonstrações financeiras foram apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Para fins de identificação, as demonstrações financeiras examinadas por V. Sas. apresentam os seguintes valores básicos: Confirmamos que, com base em nosso entendimento e opinião, depois de feitas as indagações que consideramos necessárias para o fim de nos informarmos apropriadamente: Demonstrações financeiras1.Cumprimos nossas responsabilidades, tal como estabelecida nos termos da proposta datada de 25 de abril de 2011, pela elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRSs e, em particular, que as demonstrações financeiras foram apresentadas adequadamente em conformidade com essas práticas.2.Os pressupostos significativos utilizados para fazer estimativas contábeis, incluindo àqueles avaliados pelo valor justo, são razoáveis.3.Todos os eventos subsequentes à data das demonstrações financeiras, e para os quais as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRSs que requerem ajuste ou divulgação, foram ajustados ou divulgados.Informações fornecidas:4.Nós lhes fornecemos:acesso a todas as informações das quais estamos cientes que são relevantes para a elaboração das demonstrações financeiras, tais como registros, documentações, e outrosinformações adicionais solicitadas com o propósito de efetuar a auditoria eacesso irrestrito a pessoas dentro da Companhia, para obtenção de evidências.5.Todas as transações relevantes foram adequadamente registradas nos registros contábeis e estão refletidas em nossas demonstrações financeiras. Confirmamos o seguinte:i)Divulgamos a V. Sas. os resultados de nossa avaliação do risco de que as demonstrações financeiras estão livres de ter distorção relevante como resultado de fraude. Entendemos que o termo "fraude" inclui declarações inexatas, resultantes de relatório financeiro fraudulento e de desvio de ativos. As declarações inexatas resultantes de relatório financeiro fraudulento envolvem declarações inexatas intencionais, incluindo omissões de quantidades ou divulgações nas demonstrações financeiras, para enganar os usuários das demonstrações financeiras. As declarações inexatas resultantes de desvio de ativos envolvem o roubo dos ativos de uma entidade, muitas vezes acompanhado de registros ou documentos falsos ou enganosos, a fim de ocultar a falta desses ativos, ou que estes foram comprometidos sem autorização adequada.ii)Divulgamos para V. Sas. todas as informações relativas à:a)fraude ou suspeita de fraude de que temos conhecimento e que afetem a Companhia envolvendo:A administraçãoOs funcionários que desempenha papel significativo no controle interno ouOutros, em que a fraude poderia ter efeito relevante sobre as demonstrações financeiras.b)Divulgamos a V. Sas. todas as informações relativas à fraude ou suspeita de fraude que afetem as demonstrações financeiras da Companhia, comunicadas por funcionários, antigos funcionários, analistas, reguladores ou outros.6.Com relação ao que foi dito acima, reconhecemos nossa responsabilidade pelos controles internos que considerarmos como necessários à elaboração das demonstrações financeiras que estão isentas de distorções materiais em virtude de fraude ou erro. Particularmente reconhecemos nossa responsabilidade pela elaboração, implantação e manutenção dos controles internos para prevenir e detectar fraudes e erros.7.Não temos nenhum caso conhecido de não conformidade ou suspeita de não conformidade com leis e regulamentos, cujos efeitos poderiam impactar a elaboração das demonstrações financeiras. Adicionalmente, divulgamos a V.Sas. e devidamente contabilizamos e/ou divulgamos nas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS todos os litígios ou reclamações, atuais ou possíveis, e cujos efeitos devem ser considerados na elaboração de demonstrações financeiras.8.Divulgamos a V.Sas. a identidade de todas as partes relacionadas da companhia e todos os relacionamentos e transações com partes relacionadas das quais temos conhecimento. Os relacionamentos e transações com partes relacionadas foram apropriadamente contabilizados e divulgados em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS. 9.Todas as transações de vendas são finais e não existem entendimentos informais com os clientes ou outros termos e condições que permitam a devolução de mercadorias, excetuando as condições cobertas pelas garantias usuais e de costume.10.Não há nenhum ônus ou gravame sobre os ativos da Companhia:Nós confirmamos que divulgamos para V. Sas. todas as informações relacionadas aos seguintes assuntos e não temos:contratos onerosos, como por exemplo, aqueles contratos em que os custos inevitáveis de satisfazer as obrigações do contrato excedem os benefícios econômicos que se esperam sejam recebidos ao longo do mesmo contrato, incluindo perdas derivadas dos compromissos de compra e venda que são contratos onerosos de acordo com o CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (IAS 37)passivos para juros sobre depósitos e outras dívidas, incluindo dívidas subordinadas e empréstimos de participação perdas de transações não reconhecidas no balanço patrimonialacordos e opções para recomprar ativos vendidos anteriormente, incluindo vendas com compromisso de recompraativos penhorados como garantia física (collateral)acordos com instituições financeiras envolvendo limitações sobre saldos de caixa e linhas de crédito ou acordos semelhantes 11.Com exceção do divulgado nas demonstrações financeiras ou notas explicativas, a Companhia tem cumprido com todos os requisitos contratuais que poderiam ter um efeito material sobre as demonstrações financeiras em caso de descumprimento como por exemplo, "debt covenants". Confirmamos que não recebemos qualquer notificação de credores ou de seus agentes fiduciários (trustees) com relação à possível descumprimento de cláusulas restritivas sobre contratos de empréstimos e financiamentos12.Não existe nenhum acordo formal ou informal com instituições financeiras envolvendo saldos compensatórios ou outras restrições sobre saldos bancários disponíveis e linhas de crédito abertas ou outros semelhantes.13.Não temos planos ou intenções que possam afetar o valor contábil ou classificação de ativos e passivos.14.A Companhia possui documentação e títulos de propriedade para todos os seus ativos e não temos conhecimento de hipotecas, penhoras ou garantias sobre tais ativos, além daquelas já reveladas nas demonstrações financeiras. Não existem quaisquer outros ativos que não tenham sido apresentados nessas demonstrações.15.Nós avaliamos todos os ativos financeiros, exceto aqueles mensurados ao valor justo através do resultado, para apurar se existe ou não evidência objetiva de perda ao valor recuperá vel como resultado de um ou mais eventos que ocorreram após o reconhecimento inicial, e se quaisquer perdas de valor identificadas têm sido reconhecidas nas demonstrações financeiras, conforme o caso. 16.Nós confirmamos que lhes disponibilizamos todas as informações relacionadas às exposições a riscos da Companhia oriundas das demonstrações financeiras que são adequadas para permitir aos usuários avaliar a natureza e extensão desses riscos aos quais a Companhia estão expostos ao final do período para o qual as demonstrações financeiras foram elaboradas, de acordo com o CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação (IFRS 7), incluindo as exposições a riscos e como eles surgem, nossos objetivos, políticas e procedimentos para gerenciamento dos riscos, os métodos utilizados para gerenciamento dos riscos e um resumo dos dados quantitativos sobre nossa exposição a riscos. 17.Concentrações relevantes de risco de crédito decorrentes de instrumentos financeiros e informações sobre as garantias que suportam tais instrumentos financeiros foram adequadamente divulgados nas demonstrações financeiras. Além disso, os dados quantitativos divulgados são representativos da exposição a riscos decorrentes dos instrumentos financeiros da Companhia durante o período.18.Acreditamos que as premissas e técnicas por nós utilizadas são apropriadas e que todas as mensurações do valor justo são determinadas de acordo com o CPC 38 - Instrumento Financeiro: Reconhecimento e Mensuração (IAS 39) e o CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação (IFRS 7).19.Divulgamos de maneira apropriada o valor justo dos ativos e obrigações financeiras nas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com o CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação (IFRS 7). Acreditamos que as divulgações categorizam de maneira adequada as mensurações do valor justo na hierarquia de valor justo. 20.Divulgamos os métodos e premissas aplicados na determinação do valor justo de cada classe de instrumento financeiro. 21.Nós consideramos qual moeda reflete a essência econômica dos eventos e circunstâncias que são relevantes para a Companhia (a "moeda funcional"). Concluímos que a moeda funcional da Companhia é o Real. 22.Foram colocados à disposição de V.Sas. todos os livros, registros contábeis, documentação comprobatória e todas as, atas ou minutas de assembléia de acionistas, reuniões da diretoria, reuniões do Comitê de Auditoria ou resumo de providências de reuniões recentes, cujas respectivas atas (minutas) ainda não tenham sido preparadas.23.Confirmamos que não temos conhecimento de conflitos de interesse envolvendo a Administração ou seus empregados graduados.24.Julgamos que os seguros contratados foram efetuados em valores suficientes para cobrir eventuais sinistros que possam ocorrer e que possam impedir a continuidade normal dos negócios.25.Confirmamos a seguir o nome de todos os consultores jurídicos que cuidam de litígios, impostos, ações trabalhistas e quaisquer outros processos, a favor da - ou contra a - Companhia, bem como de qualquer outro fato que possa ser considerado como contingência:Ângela CyprianoChoaib, Paiva e Justo AdvogadosDias e Pamplona AdvogadosFonseca Fernandes AdvogadosLoeser Portela AdvogadosLourival J. Santos AdvogadosManuel Alceu Affonso Ferreira AdvogadosMoraes Pitombo AdvogadosPatrícia Assis Netto Hollatz Pedro Novinsky Pessoa de BarrosRui Celso Reali Fragoso e Advogados AssociadosTrench, Rossi e Watanabe AdvogadosVella PuglieseBuosi e Guidoni AdvogadosNão temos conhecimento de litígios ou reivindicações que estejam sob os cuidados de outros advogados, além dos mencionados acima.26.Não há acordos para manutenção de limites mínimos de saldos em bancos ou outras vinculações, estando esses saldos disponíveis.27.Confirmamos a seguir o nome de todas as instituições financeiras que a Companhia mantém vínculo e operações, bem como de qualquer outra transação que possa ser considerada como instrumentos financeiros:Itaú BBA S.A.Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A.28.Confirmamos que não existem operações de instrumentos financeiros derivativos em aberto em 31 de dezembro de 2011.29.Não há qualquer fato conhecido que possa impedir a continuidade normal das atividades da Companhia, exceto pelo fato mencionado no relatório de revisão dos auditores independentes, ora descrito abaixo:

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Temos ciência do parágrafo de ênfase constante no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras: Ênfase de continuidadeSem ressalvar nossa conclusão, chamamos a atenção para a Nota Explicativa 1 às notas explicativas, que indica que a Companhia incorreu em prejuízo de R$ 5.304 mil durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e que, naquela data, o passivo circulante consolidado da Companhia excedeu o ativo total em R$ 30.361 mil. Essas condições, juntamente com outros assuntos, conforme descrito na Nota Explicativa 1, indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.Ênfase sobre investimento em controladasConforme descrito na Nota Explicativa 3.a, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não possui Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.