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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 23795Versão 1Recebida em 05/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A

CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A · CNPJ 22.543.331/0001-00

CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A
CNPJ 22.543.331/0001-00
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A
CNPJ
22.543.331/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
05/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total4.489.1793.932.80514,1%
1.01Ativo Circulante691.191489.52341,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa257.511218.83817,7%
1.01.02Aplicações Financeiras136.1350
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber41.95537.31112,4%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber41.95537.31112,4%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes255.590233.3749,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros255.590233.3749,5%
1.01.08.03.01Dividendos a receber192.847134.67643,2%
1.01.08.03.02Juros sobre capital próprio a receber62.67998.668−36,5%
1.01.08.03.03Ativos por impostos correntes6430113,3%
1.02Ativo Não Circulante3.797.9883.443.28210,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos3.797.9883.443.28210,3%
1.02.02.01Participações Societárias3.797.9883.443.28210,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas3.402.5263.046.97311,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias395.462396.309−0,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado00
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCAIXA Seguridade Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais da Caixa Seguridade Participações S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas da Caixa Seguridade Participações S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Caixa Seguridade Participações S.A. e da Caixa Seguridade Participações S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àquele do exercício anterior.Porque é um PAA Estimativa contábil crítica, notadamente o Teste de adequação do passivo (TAP), nas investidas Caixa Holding Securitária S.A. e Caixa Seguros Holding S.A. (Holdings). Considerando a atividade de holding desempenhada pela Companhia, o investimento em participações societárias representa 85% do total de ativos, bem como o resultado de investimento em participações societárias representa 79% do resultado da Companhia individual e do Consolidado em 2017. Esses investimentos (Nota 11) são formados por participações na Caixa Seguros Holding S.A. ("Caixa Seguros") e na Caixa Holding Securitária S.A. ("Caixa Holding"), coletivamente denominadas "Holdings", que são controladoras de empresas operacionais que atuam nos ramos de seguros, previdência, capitalização, consórcios e saúde.As demonstrações contábeis das Holdings apresentam estimativas contábeis críticas referentes a operações que requerem julgamento para registro e mensuração das transações e apuração dos saldos contábeis. A principal estimativa refere-se ao cálculo do teste de adequação de passivo (TAP). Quando o resultado desse teste reflete insuficiência de provisão, é registrada provisão adicional na Provisão Complementar de Cobertura (PCC) - (Notas 6 L 1.2 e 6 L 2.2).Considerando a subjetividade inerente a esse processo do teste de adequação de passivo (TAP), essa continua sendo uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos trabalhos, também como auditores dasHoldings e de suas respectivas empresas operacionais (Nota 1 (b)) incluíram, além do envio de instruções de auditoria para os auditores desses componentes, também auditados pela PwC, a revisão dos papéis de trabalho e discussão sobre os seguintes principais procedimentos de auditoria:Análises de razoabilidade da aplicação de determinadas premissas e julgamentos utilizados pela administração na mensuração do TAP, efetuadas por especialistas da área atuarial.Testes da metodologia utilizada pela administração na mensuração das provisões técnicas e do TAP, assim como da consistência dos dados, da integridade e da totalidade das bases de dados envolvidas para apuração dos saldos do TAP.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela administração das Holdings para a determinação do TAP produzem valores que estão suportados e são razoáveis no contexto das demonstrações contábeis.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado , concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Brasília, 1 de março de 2018PricewaterhouseCoopersGuilherme Naves ValleAuditores IndependentesContador CRC 1MG070614/O-5CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2017 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 01 de março de 2018.RAPHAEL REZENDE NETODIRETOR-PRESIDENTEDeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2017 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 01 de março de 2018.GUSTAVO DE MORAES FERNANDESDIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2017 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 01 de março de 2018.PAULO EDUARDO CABRAL FURTADODIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2017 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 01 de março de 2018.THIAGO SOUZA SILVADIRETOR EXECUTIVO

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 01.03.2018, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2017, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 01 de março de 2018.RAPHAEL REZENDE NETODIRETOR-PRESIDENTEDeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 01.03.2018, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2017, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 01 de março de 2018.GUSTAVO DE MORAES FERNANDESDIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 01.03.2018, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2017, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 01 de março de 2018.PAULO EDUARDO CABRAL FURTADODIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 01.03.2018, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2017, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 01 de março de 2018.THIAGO SOUZA SILVADIRETOR EXECUTIVO

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O CONSELHO FISCAL DA CAIXA SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. no uso de suas atribuic¸o~es legais e estatuta´rias, procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis, execução orçamentária, Relatório da Administração e distribuição do resultado da Caixa Seguridade Participações S.A., relativos ao exerci´cio social findo em 31 de dezembro de 2017, os quais foram aprovados pelo Conselho de Administrac¸a~o em 28 de fevereiro de 2018. Com base nos exames efetuados, nas informac¸o~es e esclarecimentos recebidos no decorrer do exerci´cio pela Administração da Companhia e ainda, no Relato´rio da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, este Conselho Fiscal opina favoravelmente, sem ressalvas, que os referidos documentos esta~o em condic¸o~es de ser encaminhados para deliberação da Assemble´ia Geral dos Acionistas. Brasília, 28 de fevereiro de 2018.Bruno Cirilo Mendonça de CamposConselheiro Paulo Roberto Vanderlei Rebello FilhoConselheiroOsvaldo Bruno Brasil CavalcantePresidente do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.