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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 2461Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 16/04/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA · CNPJ 83.878.892/0001-55

Versões deste exercício: v1 (29/03/2018) · v2 (16/04/2018), esta

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ 83.878.892/0001-55
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ
83.878.892/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
16/04/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total9.060.2528.628.7155,0%
1.01Ativo Circulante3.872.6173.765.5392,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa564.594917.464−38,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.399.5631.270.10510,2%
1.01.03.01Clientes1.251.8641.128.29911,0%
1.01.03.01.01Contas a receber de Clientes1.719.8351.520.58813,1%
1.01.03.01.02Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa−467.971−392.289−19,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber147.699141.8064,2%
1.01.04Estoques9.73210.006−2,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar75.831121.761−37,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar75.831121.761−37,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.822.8971.446.20326,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.822.8971.446.20326,0%
1.01.08.03.01Dividendos a Receber00
1.01.08.03.02Ativo Financeiro Indenizatório - Concessão00
1.01.08.03.03Dividendos a Receber9.0457.95913,6%
1.01.08.03.04Outros Créditos250.663180.26139,1%
1.01.08.03.05Ativo Financeiro - "Parcela A" - CVA00
1.01.08.03.06Ativo Financeiro - Bonificação de Outorga30.27728.2427,2%
1.01.08.03.07Recursos da CDE para Cobertura de CVA1.532.9121.229.74124,7%
1.02Ativo Não Circulante5.187.6354.863.1766,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.644.9211.418.14916,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo137.478137.4780,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação137.261137.2610,0%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda2172170,0%
1.02.01.01.03Títulos de Empréstimos e Recebíveis00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber38.90434.39313,1%
1.02.01.03.01Clientes35.38031.49712,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber3.5242.89621,7%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos641.806514.87024,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos641.806514.87024,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas6.6226.4722,3%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores6.1345.9842,5%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4884880,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes820.111724.93613,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar19.44017.9858,1%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais161.430124.33629,8%
1.02.01.09.05Ativo Financeiro Indenizatório - Concessão397.355349.04113,8%
1.02.01.09.06Ativo Financeiro Parcela A - CVA00
1.02.01.09.07Ativo Financeiro Bonificação de Outorga241.886233.5743,6%
1.02.01.09.20Outros00
1.02.02Investimentos216.481227.554−4,9%
1.02.02.01Participações Societárias216.481227.554−4,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas128.663130.437−1,4%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias87.81897.117−9,6%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado151.672158.495−4,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível3.174.5613.058.9783,8%
1.02.04.01Intangíveis3.174.5613.058.9783,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3.164.6193.046.9543,9%
1.02.04.01.02Outros Intangíveis9.94212.024−17,3%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseReapresentação dos valores referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016Conforme mencionado na nota explicativa nº 4.2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em decorrência das reclassificações descritas na referida nota explicativa, os valores correspondentes ao balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no pronunciamento técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro, na norma internacional IAS 8 - "Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors", no pronunciamento técnico CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis e na norma internacional IAS 1 - "Presentation of Financial Statements". Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.a)Reconhecimento de receita - fornecimento de energia elétricaConforme mencionado nas notas explicativas nº 4.23 e nº 31.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, o faturamento da energia elétrica que compõe a receita da Companhia é volumoso e pulverizado. A valorização das quantidades de energia faturadas deve estar em conformidade com os critérios regulatórios específicos das classes de consumidores e tarifas determinadas pelo Órgão Regulador do setor. Concluído o processamento do faturamento, a adequação do registro contábil depende da correta integração entre os sistemas de faturamento e contábil. Observa-se, ainda, que as transações de fornecimento de energia elétrica da Companhia são processadas substancialmente por meio de rotinas automatizadas. A finalização do processo de reconhecimento da receita ainda inclui julgamento por parte da Administração quanto à estimativa em relação à parcela da receita de fornecimento de energia no mês, que somente será faturada no mês seguinte, de acordo com o regime de competência.Em virtude da relevância da receita nas demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas, bem como dos processos que suportam seu reconhecimento, continuamos a considerar o reconhecimento da receita como um dos principais assuntos de auditoria.Os principais procedimentos de auditoria executados para endereçamento dos riscos de reconhecimento de receita anteriormente descritos incluíram, entre outros, os seguintes: (i) obtenção do entendimento sobre o fluxo de reconhecimento de receitas considerando a natureza da receita de fornecimento de energia elétrica, as classes de consumidores e as tarifas correspondentes, entre outros (ii) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração sobre o reconhecimento de receitas (iii) obtenção do entendimento dos principais sistemas utilizados no processo de reconhecimento da receita, envolvendo nossos especialistas de Tecnologia da Informação (iv) testes, com base amostral, sobre a documentação-suporte, incluindo o confronto das informações do faturamento com os dados de consumo individual e tarifas aprovadas pelo Órgão Regulador (v) recálculo dos valores não faturados e confronto das informações utilizadas referentes às quantidades de energia e tarifas com fontes extracontábeis (vi) testes de verificação da integridade entre os sistemas de faturamento e contábil e (vii) análise sobre a valorização da receita decorrente da energia fornecida, por meio do confronto dos valores reconhecidos pela Companhia com as expectativas geradas a partir de informações independentes. Avaliamos, também, a adequação das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que os critérios de reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica, adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são apropriados no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. b)Benefícios pós-emprego - passivo atuarialConforme mencionado nas notas explicativas nº 4.19 e nº 28.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui planos vitalícios de benefício pós-emprego, concedidos a funcionários e ex-funcionários, relativos a previdência, assistência médica, programa de demissão voluntária e outros. Os planos classificados como "benefício definido" geram passivos relevantes, os quais são calculados com referência a premissas atuariais que incluem taxa de desconto, taxa estimada de inflação e tábua de mortalidade. Esses passivos podem ser total ou parcialmente compensados pelos valores justos dos ativos dos respectivos planos. Os planos de saúde, em adição, incluem fatores de idade e incrementos futuros no custo dos planos na determinação dos passivos relacionados.Devido ao fato de se tratarem de valores relevantes e que envolvem alto grau de julgamento pela Administração na definição das premissas envolvidas na valorização dos ativos e na mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar, continuamos a considerar o passivo atuarial como um dos principais assuntos de auditoria.Os principais procedimentos de auditoria executados incluíram, entre outros, os seguintes: (i) entendimento e avaliação dos controles internos relevantes determinados pela Administração sobre a mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar (ii) teste, com base amostral, da consistência dos dados dos participantes que foram utilizados pelo atuário responsável pela avaliação atuarial de 2017 (iii) avaliação dos principais critérios para a determinação da reserva individual de participantes selecionados e avaliação das hipóteses atuariais e premissas adotadas pelo atuário, tais como tabua de mortalidade, taxa de desconto, taxa de inflação e taxa de crescimento salarial em comparação com a legislação aplicável, bem como com as práticas de mercado e (iv) revisão da precisão matemática dos cálculos efetuados pelo atuário. Nossos procedimentos foram executados com a assistência de nossos especialistas atuariais e incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Nossos testes revelaram deficiência no desenho dos controles internos relacionados à mensuração dos benefícios pós-emprego, que resultaram em um ajuste relativo ao plano de saúde, o qual foi registrado pela Administração nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e em um ajuste relativo aos planos misto e transitório, o qual não foi registrado pela Administração, cujos impactos foram considerados não materiais para fins de nossa auditoria. Em virtude disso, alteramos a extensão de nossos procedimentos substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto ao registro dessas transações e impacto dos efeitos identificados.Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio de nossos procedimentos, entendemos que os critérios de mensuração dos benefícios pós-emprego, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações, que compreendem o Relatório da Administração e o Balanço Social.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e o Balanço Social, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler Relatório da Administração e o Balanço Social e, ao fazê-lo, considerar se eles estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidos de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração e no Balanço Social, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimen tos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Joinville, 29 de março de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSURenato Vieira LimaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" SCCRC nº 1 SP 257330/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASOs Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras (individual e consolidada)._____________________________Cleverson SiewertDiretor Presidente______________________________ Antônio José Linhares Diretor de Assuntos Regulatórios e Jurídicos __________________________Eduardo Cesconeto de Souza Diretor Comercial ______________________________ Enio Andrade Branco Diretor de Geração e Transmissão e Novos Negócios_____________________________ Fábio FickDiretor de Planejamento e Controle Interno____________________________ James Alberto GiacomazziDiretor de Distribuição_____________________________Nelson Marcelo SantiagoDiretor de Gestão Corporativa ____________________________José Carlos Oneda Diretor de Finanças e Relações com Investidores________________________________José Braulino StähelinContador - CRC/SC 18.996/O-8

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras.____________________________Cleverson SiewertDiretor Presidente______________________________ Antônio José Linhares Diretor de Assuntos Regulatórios e Jurídicos __________________________Eduardo Cesconeto de Souza Diretor Comercial ______________________________ Enio Andrade Branco Diretor de Geração e Transmissão e Novos Negócios_____________________________ Fábio FickDiretor de Planejamento e Controle Interno____________________________ James Alberto GiacomazziDiretor de Distribuição_____________________________Nelson Marcelo SantiagoDiretor de Gestão Corporativa ____________________________José Carlos Oneda Diretor de Finanças e Relações com Investidores________________________________José Braulino StähelinContador - CRC/SC 18.996/O-8

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163, da Lei 6.404/76 e suas posteriores alterações, examinou o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, o orçamento de capital e a proposta da administração para destinação do resultado, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017. Com base nos trabalhos, entrevistas e acompanhamentos realizados ao longo do exercício, e, considerando, ainda, o conteúdo do Parecer dos auditores independentes Deloitte Touche Tohmatsu, datado de 29 de março 2018, opina que tais documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação dos Senhores Acionistas.Florianópolis/SC, 29 de março de 2018.________________________________Paulo da Paixão Borges de Andrade______________________________ André Luiz Bazzo________________________Luiz Hilton Temp _____________________________ Telma Suzana Mezia_________________________Thiago Costa Jacinto

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.