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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019Código CVM 22560Versão 1Recebida em 27/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de INBRANDS S.A

INBRANDS S.A · CNPJ 09.054.385/0001-44

INBRANDS S.A
CNPJ 09.054.385/0001-44
DFP 2019
Exercício 2019
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
INBRANDS S.A
CNPJ
09.054.385/0001-44
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2019*
Publicado em
27/03/2020 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total1.292.5431.057.21922,3%
1.01Ativo Circulante420.970435.707−3,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa21.41026.157−18,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber143.108131.0729,2%
1.01.03.01Clientes143.108131.0729,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques179.217190.727−6,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar72.08683.607−13,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar72.08683.607−13,8%
1.01.07Despesas Antecipadas2.1451.43549,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.0042.70910,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros3.0042.70910,9%
1.02Ativo Não Circulante871.573621.51240,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo169.33519.526767,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos17.9838.809104,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos17.9838.809104,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas1.4722.816−47,7%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas5441.592−65,8%
1.02.01.09.05Créditos com controladas em conjunto9281.224−24,2%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes149.8807.9011.797,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Outros Ativos Não Circulantes5.7135.4484,9%
1.02.01.10.04Tributos Correntes a Recuperar144.1672.4535.777,2%
1.02.02Investimentos43.40538.52612,7%
1.02.02.01Participações Societárias43.40538.52612,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto43.40538.52612,7%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado208.26877.117170,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação65.52677.117−15,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento142.7420
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível450.565486.343−7,4%
1.02.04.01Intangíveis450.565486.343−7,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis238.603268.396−11,1%
1.02.04.01.03Ágio211.962217.947−2,7%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas e Administradores daInbrands S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Inbrands S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Inbrands S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfasePotenciais efeitos da COVID-19Sem ressalvar a nossa opinião, chamamos a atenção para a nota explicativa nº 28 às demonstrações financeiras, na qual a Companhia descreve os potenciais efeitos da COVID-19 em suas operações e as ações tomadas até o momento.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Teste de redução ao valor recuperável ("impairment") dos saldos de ágio e marcas Por que é um PAAConforme divulgado na nota explicativa nº 14 às demonstrações financeiras, em 31 de dezembro de 2019, os saldos de ágio e marcas reconhecidos nas demonstrações financeiras são de aproximadamente R$212milhões e R$176 milhões, respectivamente.As normas contábeis requerem que ativos intangíveis de vida útil indefinida sejam objetos de testes de "impairment", pela Administração, no mínimo anualmente, a menos que haja evidências que possam indicar a necessidade de antecipação do teste. A Administração realizou teste de "impairment" utilizando o método do fluxo de caixa descontado e identificou a necessidade de reconhecer uma baixa de aproximadamente R$6 milhões no ágio e de R$19 milhões no ativo intangível de marcas.Esse tema foi considerado significativo em nossa auditoria em virtude: (i) da relevância dos valores envolvidos (ii) das projeções de fluxo de caixa utilizadas para fins desses testes, que são realizadas individualmente, por unidade geradora de caixa (UGC), e levam em conta estimativas e premissas sensíveis e (iii) da utilização de diferentes premissas nas projeções de fluxo de caixa futuro. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação da razoabilidade das premissas e das metodologias usadas pela Companhia (ii) comparação do valor recuperável apurado pela Administração, com base nos fluxos de caixa descontados, com o respectivo valor contábil da UGC e (iii) a avaliação da adequação da divulgação referente ao teste de "impairment" de ativos.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria acima sumarizados e, conforme nota explicativa n° 12, às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, entendemos que as avaliações relacionadas a redução de ágios e marcas ao seu valor recuperável, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Adoção do pronunciamento técnico CPC 06 (R2)/IFRS 16 - Operações de Arrendamento Mercantil Por que é um PAAConforme nota explicativa 3.1, a partir de 1º de janeiro de 2019, a Companhia passou a contabilizar as suas operações de arrendamento operacional de acordo com o pronunciamento técnico CPC 06 (R2)/IFRS 16 - Arrendamento. Esse novo pronunciamento técnico introduziu aspectos contábeis complexos para a mensuração do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento.Esse tema foi considerado significativo em nossa auditoria pois: (i) refere-se à adoção de um pronunciamento técnico que trouxe um efeito material nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, conforme divulgado na nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas (ii) há julgamento envolvido quanto às taxas de juros consideradas para cálculo dos valores do passivo e (iii) utilização de controles manuais que processa alto volume de dados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação da identificação e classificação dos contratos de arrendamento mercantil realizados pela Administração (ii) teste documental dos contratos de arrendamento operacional, base para o cálculo (iii) a análise e revisão das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e (iv) avaliação dos critérios adotados pela Administração para determinação da taxa de desconto (taxa incremental) utilizada para a mensuração do passivo de arrendamento.Com base em nossos procedimentos de auditoria descritos, consideramos os critérios para avaliação dos efeitos de adoção do pronunciamento técnico CPC 06 (R2)/IFRS 16 aceitáveis, para fins de divulgação, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, conforme descrito na nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.ICMS na base de cálculo do PIS e COFINS Por que é um PAAConforme divulgado na nota explicativa nº 8 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, durante o exercício de 2019, a Companhia e a controlada Inbrands Indústria S.A. obtiveram o trânsito em julgado do processo que determinou a exclusão do valor do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS. Foram aproveitados os créditos de 2008 a março de 2017 cujo montante totalizou R$113.740 mil na controladora e R$138.748 mil nos saldos consolidados e foram registrados no resultado do exercício como segue: i) R$76.116 mil na controladora e R$93.938 mil nos saldos consolidados na rubrica de outras receitas e despesasa operacionais, líquidas e corresp ondem ao valor histórico do crédito e ii) R$37.623 mil na controladora e R$44.809 mil no resultado financeiro e decorre da atualização monetária do respectivo valor.Devido à relevância dos valores envolvidos, a complexidade dos cálculos com base na sentença judicial transitada em julgado, consideramos a avaliação, mensuração e divulgação desse assunto como área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) envolvimento de especialistas tributários para revisão e análise processual e metodologia de cálculo (ii) o teste amostral de documentação suporte utilizada na apuração dos créditos fiscais e (iii) revisão da divulgação realizada nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria acima descritos, entendemos que os critérios e metodologias adotados pela Administração para avaliação dos efeitos do registro dos saldos de PIS e COFINS a recuperar, oriundo da exclusão do ICMS na base de cálculo desses tributos, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das respectivas divulgações nas notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições fut uras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com a Administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de março de 2020DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Eduardo Franco TenórioAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 216175/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2019, autorizando a conclusão nesta data.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2019, emitido nesta data.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.