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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 22721Versão 1Recebida em 26/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CONCESSIONARIA RODOVIAS DO TIETE S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL

CONCESSIONARIA RODOVIAS DO TIETE S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 10.678.505/0001-63

CONCESSIONARIA RODOVIAS DO TIETE S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 10.678.505/0001-63
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CONCESSIONARIA RODOVIAS DO TIETE S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
10.678.505/0001-63
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total1.625.1761.593.2312,0%
1.01Ativo Circulante65.92330.979112,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa32.3011.6801.822,7%
1.01.02Aplicações Financeiras0600−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0600−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas0600−100,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber20.06616.71520,0%
1.01.03.01Clientes20.06616.71520,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar10.5709.43312,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar10.5709.43312,1%
1.01.07Despesas Antecipadas1.5361.645−6,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.45090660,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros0906−100,0%
1.02Ativo Não Circulante1.559.2531.562.252−0,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo360.581397.224−9,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo188.716234.281−19,4%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas188.716234.281−19,4%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos135.180119.23513,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos135.180119.23513,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas100263−62,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes36.58543.445−15,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar6.52916.075−59,4%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais25.31623.1709,3%
1.02.01.09.05Outros Ativos Não Circulantes4.7404.20012,9%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado9.72211.059−12,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.72211.059−12,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.188.9501.153.9693,0%
1.02.04.01Intangíveis1.188.9501.153.9693,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Direito de Outorga da Concessão00
1.02.04.01.03Direito de Exploração da Infraestrutura00
1.02.04.01.04Direito de Uso de Software00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e AcionistasConcessionária Rodovias do Tietê S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Concessionária Rodovias do Tietê S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Concessionária Rodovias do Tietê S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAAProjeções de resultado utilizadas na avaliação do valor recuperável de ativos tangíveis e intangíveis e na realização de tributos diferidos Notas "3. Julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas", "8. Imposto de renda e contribuição social", "9. Imobilizado" e "10. Intangível" às demonstrações financeiras.As projeções de resultado são base para a elaboração de fluxos de caixa futuros descontados e demandam a adoção de premissas e julgamentos significativos, a fim de determinar uma adequada mensuração do valor recuperável dos ativos intangíveis e dos ativos imobilizados, bem como na mensuração de lucros tributáveis futuros para a avaliação da realização dos tributos diferidos.Focamos nossos trabalhos nessas projeções da administração em virtude do significativo grau de julgamento e determinação de premissas relevantes e nem sempre objetivas, tais como curva de crescimento de tráfego, percentuais futuros de reajuste de tarifa de pedágio pela ampliação de rodovias, entre outras. Variações na realização dessas premissas podem impactar significativamente a recuperação dos saldos registrados e, por consequência, os resultados das operações e a posição patrimonial e financeira da Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Entre outros procedimentos, envolvemos nossos especialistas em avaliação para entendimento do modelo de avaliação aplicado pela administração e testamos a consistência entre as principais premissas utilizadas, comparando-as com os orçamentos atuais aprovados e com dados e expectativas do setor em que a Companhia atua. Também comparamos as projeções realizadas pela administração nos anos anteriores para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 em contraposição ao resultado efetivamente realizado de modo a analisar a assertividade da administração na preparação de projeções futuras.Realizamos análise de sensibilidade e recalculamos as projeções considerando determinados intervalos e cenários de taxas de crescimento e de descontos, bem como efetuamos leitura das divulgações realizadas.Quanto aos trabalhos relacionados com os tributos diferidos, testamos, adicionalmente, e com o apoio de nossos especialistas, as bases de cálculo dos prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, bem como das diferenças temporárias, analisando a razoabilidade de sua formação histórica e confrontando-as com as escriturações fiscais correspondentes. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizados pela administração na projeção do resultado são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAACapitalização de gastos no ativo intangível Notas "3. Julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas" e "10. Intangível" às demonstrações financeiras.Os gastos incorridos na construção ou melhoria da infraestrutura usada para prestar um serviço público, para operar e manter essa infraestrutura durante determinado prazo e para obter o direito de exploração da concessão são representados contabilmente pelo ativo intangível da concessão e apresentam valores expressivos em relação ao conjunto das demonstrações financeiras da Companhia. Focamos nossos trabalhos na adequação das adições dos gastos elegíveis de serem capitalizados, uma vez que essas adições podem representar custos não qualificáveis ou que não representem obras efetivamente realizadas para ativação de acordo com as normas contábeis. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Entre outros procedimentos, avaliamos as principais premissas e julgamentos adotados pela administração da Companhia para a identificação, elegibilidade e registro dos gastos capitalizados no ativo intangível, bem como avaliamos o desenho e eficácia dos controles internos relevantes que suportam as adições registradas nas demonstrações financeiras. Ademais, com base em testes amostrais, confrontamos as adições efetuadas com as respectivas documentações suportes, bem como observamos selecionadas obras realizadas por meio de inspeções físicas. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações realizadas pela Companhia a respeito desse assunto.Os resultados de nossos procedimentos nos demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração em relação a esse tema são razoáveis e consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAA Endividamento e processo de restruturação financeira Notas "1.1. Contexto operacional", "13. Debêntures" e "20. (c) Objetivos e políticas para gestão do risco financeiro - risco de liquidez" às demonstrações financeiras.Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresentou capital circulante líquido negativo de R$ 49.980 mil e prejuízo do exercício findo nessa data de R$ 35.527 mil. Nesse contexto, a Companhia propôs aos seus debenturistas um plano de reestruturação financeira, com o objetivo de readequar o perfil de seu endividamento ao seu fluxo de caixa em Assembleia Geral de Titulares de Debêntures ("AGD") ocorrida em 13 de dezembro de 2017, a maioria dos debenturistas votou por não aceitar o plano nos termos propostos pela administração. Aguarda-se a realização de nova "AGD" até o dia 30 de abril de 2018, quando nova proposta de restrutur ação será apresentada pela administração aos debenturistas.A administração da Companhia possui expectativa, baseada em suas projeções de resultados e fluxos de caixa futuros para os próximos doze meses a partir da data do balanço, de continuar gerando recursos de suas atividades operacionais e, portanto, liquidez, visando suprir as atuais necessidades de caixa e cumprir com compromissos junto a terceiros no curto prazo, mesmo em caso de não aprovação do plano de restruturação financeira pelos debenturistas. Dadas as circunstâncias acima descritas, consideramos esse um dos principais assuntos de nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossa abordagem de auditoria considerou, entre outros, os seguintes procedimentos:Obtivemos informações da administração sobre as estratégias tomadas e planejadas para suprir a necessidade de caixa e fazer face aos compromissos firmados. Também obtivemos o plano de negócio elaborado pela administração para o período de doze meses após a data base das demonstrações financeiras e as explicações da administração em relação às premissas relevantes. Efetuamos leitura das atas de reunião de debenturistas, de acionistas e do Conselho de Administração ocorridas até a data de nosso relatório. Testamos os procedimentos realizados pela administração em relação ao cumprimento das cláusulas restritivas dos contratos de debêntures. Também analisamos os eventos subsequentes ocorridos até a emissão deste relatório. Como resultado de nossos procedimentos, consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras estão consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, preparadas originalmente antes das reclassificações descritas na Nota 1.3, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 28 de março de 2017, sem ressalvas. Como parte de nosso exame das demonstrações financeiras de 2017, examinamos também as reclassificações descritas na Nota 1.3 que foram efetuadas para alterar as demonstrações financeiras de 2016, apresentadas para fins de comparação. Em nossa opinião, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2016 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 2016 tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objeti vo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Sorocaba, 15 de março de 2018.PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F"Marcos Roberto SponchiadoContador CRC 1SP175536/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e o Diretor Administrativo Financeiro da Concessionária Rodovias do Tietê S.A ("Concessionária"), sociedade por ações, com sede na Rod. Comendador Mario Dedini, km 108 Salto/SP, inscrita no CNPJ 10.678.505/0001-63, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2017 e 2016.Salto, 15 de Março de 2018.Emerson Luiz BittarDiretor PresidenteNuno Filipe Nogueira Alves CoelhoDiretor Administrativo Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e o Diretor Administrativo Financeiro da Concessionária Rodovias do Tietê S.A ("Concessionária"), sociedade por ações, com sede na Rod. Comendador Mario Dedini, km 108 Salto/SP, inscrita no CNPJ 10.678.505/0001-63, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordam com a opinião expressa no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Companhia referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2017 e 2016.Salto, 15 de Março de 2018.Emerson Luiz BittarDiretor PresidenteNuno Filipe Nogueira Alves CoelhoDiretor Administrativo Financeiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.