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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201128 páginasCódigo CVM 21865Versão 1Recebida em 30/03/2012valores em R$

DFP 2011 de BRAZAL - BRASIL ALIMENTOS S.A

BRAZAL - BRASIL ALIMENTOS S.A · CNPJ 10.826.798/0001-89

BRAZAL - BRASIL ALIMENTOS S.A
CNPJ 10.826.798/0001-89
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
BRAZAL - BRASIL ALIMENTOS S.A
CNPJ
10.826.798/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
28
Ano de referência
2011*
Publicado em
30/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total301.692.077112.195.713168,9%
1.01Ativo Circulante37.476.89414.977250.129,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.11688426,2%
1.01.02Aplicações Financeiras37.461.6850—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo37.461.6850—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda37.461.6850—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar14.09314.0930,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar14.09314.0930,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante264.215.183112.180.736135,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo264.215.183112.180.736135,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo264.215.1830—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda264.215.1830—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0112.180.736−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0112.180.736−100,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosDiretores, Conselheiros e Acionistas daBrasil Foodservice Group S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras da Brasil Foodservice Group S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoAcreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brasil Foodservice Group S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊnfaseSem ressalvar nossa opinião, chamamos atenção para o fato que a Companhia ainda não aufere receitas operacionais e, consequentemente, apurou prejuízo de R$ 6.668 mil no exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Adicionalmente, em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresenta total de passivos superior ao total de ativos, os quais são substancialmente compostos por saldos a receber de partes relacionadas. Essas condições indicam a existência de incerteza que pode levantar dúvida quanto à capacidade de continuidade operacional da entidade. Conforme detalhado na Nota 1, a liquidação dos passivos assumidos está condicionada ao sucesso no recebimento dos créditos com partes relacionadas, bem como a aportes financeiros de seus acionistas. As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto de continuidade normal das operações e não contemplam quaisquer ajustes que poderiam decorrer do fato da Companhia não obter êxito com as referidas medidas.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntos--ContinuaçãoAuditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 29 de março de 2011, e que não conteve ressalvas.Rio de Janeiro, 23 de março de 2012ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJMauro MoreiraContador CRC - 1RJ 072.056/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASD E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e o Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores da Brasil Foodservice Group S/A - BFG ("BFG"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas nº 3.500, Bloco 02 / sala 208, inscrita no CNPJ sob nº 10.826.798/0001-89, para fins do disposto nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 ("INSTRUÇÃO"), declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da BFG relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.Rio de Janeiro, 23 de março de 2012.______________________________________________________José Ricardo Tostes Nunes Martins Diretor Presidente _____________________________________________________Raphael de Melo Távora Vargas Franco NettoDiretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDETESD E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e o Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores da Brasil Foodservice Group S/A - BFG ("BFG"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas nº 3.500, Bloco 02 / sala 208, inscrita no CNPJ sob nº 10.826.798/0001-89, para fins do disposto nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 ("INSTRUÇÃO"), declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da ERNST & YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES S.S, relativamente as demonstrações financeiras da BFG referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.Rio de Janeiro, 23 de março de 2012.______________________________________________________José Ricardo Tostes Nunes Martins Diretor Presidente _____________________________________________________Raphael de Melo Távora Vargas Franco NettoDiretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL OU ÓRGÃO EQUIVALENTE.Até a presente data, não foi instalado um Conselho Fiscal na Companhia.Não existem, também, a formação de órgãos e/ou Comitês com atribuições equivalentes.Rio de Janeiro, 23 de março de 2012.______________________________________________________José Ricardo Tostes Nunes Martins Diretor Presidente _____________________________________________________Raphael de Melo Távora Vargas Franco NettoDiretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.