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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 19208Versão 1Recebida em 28/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CONCESSIONARIA RIO TERESOPOLIS S A

CONCESSIONARIA RIO TERESOPOLIS S A · CNPJ 00.938.574/0001-05

CONCESSIONARIA RIO TERESOPOLIS S A
CNPJ 00.938.574/0001-05
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CONCESSIONARIA RIO TERESOPOLIS S A
CNPJ
00.938.574/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
28/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total224.470256.635−12,5%
1.01Ativo Circulante42.70153.167−19,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa21.46330.446−29,5%
1.01.01.01Caixa Geral384509−24,6%
1.01.01.02Bancos Conta Movimento4.0463.7318,4%
1.01.01.03Aplicações Financeiras17.03326.206−35,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber16.46116.3870,5%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber16.46116.3870,5%
1.01.03.02.01Créditos Tributários2.4693.810−35,2%
1.01.03.02.02Créditos a Receber Partes Relacionadas0474−100,0%
1.01.03.02.03Créditos a Receber13.43711.60815,8%
1.01.03.02.04Adiantamento a Fornecedores55549512,1%
1.01.04Estoques9288874,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas2.1291.9549,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.7203.493−50,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.7203.493−50,8%
1.01.08.03.01Outras Contas a Receber1.3441.3291,1%
1.01.08.03.02Indenizações a Receber3762.164−82,6%
1.02Ativo Não Circulante181.769203.468−10,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.6939.949−2,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.1713.688−14,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Aplicações Financeiras3.1713.688−14,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber1.4671.3885,7%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.4671.3885,7%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos1540
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1540
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.9014.8730,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais9208923,1%
1.02.01.09.04Indenizações a receber3.9813.9810,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado7.7747.06910,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.7747.06910,0%
1.02.03.01.01Imobilizado7.7747.06910,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível164.302186.450−11,9%
1.02.04.01Intangíveis164.302186.450−11,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangível164.302186.450−11,9%
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e AcionistasConcessionária Rio Teresópolis S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Concessionária Rio Teresópolis S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Concessionária Rio Teresópolis S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior.Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAA Provisão para passivos contingentes de natureza cível e trabalhista Conforme divulgado na nota explicativa 15, a Companhia é parte em processos de natureza cível e trabalhista, para os quais a administração estima os valores envolvidos e registra provisão nas demonstrações financeiras nos casos em que considera que haverá perda provável.Adicionalmente, a Companhia possui ações cíveis e trabalhistas em andamento para as quais não foram registradas provisões, considerando que as perspectivas para perda foram avaliadas como possíveis pela administração, a partir de posições de seus assessores jurídicos.As avaliações de risco e as estimativas de perdas são elaboradas pela administração com base nas evidências disponíveis e nas opiniões dos assessores jurídicos da Companhia, envolvendo elevado grau de julgamento, dada a complexidade dos temas. Nesse contexto, o andamento dos referidos processos nas diversas esferas aplicáveis pode resultar em alterações nas avaliações dos riscos de perda e impactar de forma significativa as provisões constituídas e o resultado da Companhia.Considerando os aspectos acima, essa foi uma área de foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação da consistência entre a política contábil relacionada ao reconhecimento de provisão para perdas com processos judiciais, os procedimentos internos adotados pela administração para a determinação da provisão e respectiva divulgação.Adicionalmente, obtivemos confirmação dos consultores jurídicos externos que patrocinam as causas da Companhia, contemplando os prognósticos de perda para os principais processos, bem como a quantificação dos montantes estimados como perda remota, possível e provável. Testamos a consistência das informações recebidas dos assessores externos com as informações provenientes dos controles auxiliares preparados e mantidos pela administração.Consideramos como razoáveis os critérios e as premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para passivos contingentes, bem como as correspondentes divulgações, estando consistentes com as informações recebidas ao longo de nossa auditoria.Contabilização dos gastos com infraestrutura e concessão Conforme descrito na Nota 11, em 31 de dezembro de 2017 a Companhia apresenta saldo de ativo intangível no montante de R$ 163.855 mil, correspondente aos gastos com infraestrutura do contrato de concessão da Rodovia Rio-Teresópolis, que é recebido por meio da cobrança aos usuários via tarifa de pedágio.Esse tema foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria, devido à magnitude dos valores investidos em infraestrutura, ao julgamento quanto aos valores de amortização até o final da concessão e aos controles e critérios de elegibilidade para o registro de adições no período correto.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: Teste da consistência da política contábil relacionada ao registro contábil dos gastos com infraestrutura com os procedimentos internos adotados pela administração. Entendimento e teste dos controles internos relevantes sobre o ambiente de tecnologia da informação que suporta a estrutura de controles da Companhia, bem como entendimento e teste dos controles internos relevantes ao processo de registro dos gastos em infraestrutura do período, reconhecidos no ativo intangível de concessão. Inspeção, em base amostral, dos documentos suporte referentes aos gastos em infraestrutura do período, bem como recálculo da amortização do ativo intangível, pelo prazo do contrato de concessão.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para registro e amortização dos gastos em infraestrutura são razoáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras, bem como consistentes com as políticas contábeis da Companhia. Reconhecimento das receitas de pedágio Conforme descrito na Nota 19, as receitas da Companhia advêm substancialmente de cobrança de pedágio. Tais receitas são auferidas por meio de cobrança manual e também por meio de sistemas automáticos de arrecadação, que computam automaticamente a passagem dos veículos e atualizam os registros contábeis da Companhia Considerando o elevado nível de automação do processo de registro da receita e a representatividade dos montantes envolvidos, julgamos que essa é uma área importante para a nossa auditoria em decorrência do risco de distorções relevantes associados a totalidade das receitas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, teste da consistência entre a política contábil relacionada ao reconhecimento de receitas e os procedimentos internos adotados pela administração para o registro da receita de cobrança de pedágio.Também realizamos o entendimento e teste dos controles internos relevantes s obre o ambiente de tecnologia da informação que suporta a estrutura de controles da Companhia, bem como realizamos o entendimento e teste dos controles associados a totalidade da receita.Obtivemos, ainda, confirmação das empresas de arrecadação automática de pedágio sobre transações da receita gerada por meio desses sistemas de cobrança, bem como confirmamos os correspondentes depósitos nas contas correntes bancárias da Companhia para transações selecionadas da receita originadas de arrecadação manual.O resultado desses procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria, no contexto das demonstrações financeiras, e não revelaram inconsistências em relação às políticas contábeis da Companhia.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunic ação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 13 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Aníbal Manoel Gonçalves de OliveiraContador CRC 1RJ056588/o-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, o Diretor-Presidente e o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Concessionária Rio-Teresópolis S/A ("Concessionária"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rodovia Santos Dumont (BR 116/RJ), s/nº - km 133,5 - Praça de Pedágio Engenheiro Pierre Berman, no bairro de Bongaba, no município de Magé, no estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ 00.938.574/0001-05, para fins do disposto no inciso VI do artigo 25 da instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Concessionária relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Ricardo Fraiha BustaniDiretor-PresidenteCarlos Eduardo Soares de MenezesDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, o Diretor-Presidente e o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Concessionária Rio Teresópolis S/A ("Concessionária"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rodovia Santos Dumont (BR 116/RJ), s/nº - km 133,5 - Praça de Pedágio Engenheiro Pierre Berman, no bairro de Bongaba, no município de Magé, no estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ 00.938.574/0001-05, para fins do disposto no inciso V do artigo 25 da instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordam com a conclusão expressa no relatório da Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Concessionária referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Ricardo Fraiha BustaniDiretor-PresidenteCarlos Eduardo Soares de MenezesDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.