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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20354Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.

SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A. · CNPJ 05.799.312/0001-20

SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.
CNPJ 05.799.312/0001-20
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.
CNPJ
05.799.312/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.222.4592.102.0875,7%
1.01Ativo Circulante536.320444.99320,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa10.5614.232149,6%
1.01.02Aplicações Financeiras7100
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber38.90614.234173,3%
1.01.03.01Clientes12.7195.164146,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber26.1879.070188,7%
1.01.03.02.01Títulos a Receber00
1.01.04Estoques259.067205.93025,8%
1.01.05Ativos Biológicos202.684195.1613,9%
1.01.06Tributos a Recuperar17.67117.5490,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas4.1803.43821,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.5414.449−42,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda51210−75,7%
1.01.08.01.01Ativos Disponiveis para Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros2.4904.239−41,3%
1.01.08.03.01Créditos diversos01.860−100,0%
1.01.08.03.02Partes Relacionadas02.379−100,0%
1.02Ativo Não Circulante1.686.1391.657.0941,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo305.070258.05118,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos171.567151.53213,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes133.503106.51925,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar89.18059.20850,6%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais20.2237.880156,6%
1.02.01.09.05Outros Créditos12.76115.046−15,2%
1.02.01.09.06Títulos a receber11.33924.385−53,5%
1.02.02Investimentos7.8400
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.8400
1.02.03Imobilizado1.092.8021.114.547−2,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível280.427284.496−1,4%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangível00
1.02.04.01.03Diferido00
1.02.04.01.04Ágio00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAoConselho de Administração e Acionistas daTerra Santa Agro S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Terra Santa Agro S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Terra Santa Agro S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos (Notas explicativas de nº 2.21 e 9) - Controladora e ConsolidadoA Companhia e suas controladas reconheceram ativos fiscais diferidos relativos a diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social considerados recuperáveis com base na projeção de lucros tributáveis futuros. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias. O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e depende da capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar materialmente as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos, estudos técnicos e análises da projeção de lucros tributáveis futuros disponibilizadas pela Companhia.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e a metodologia utilizadas pela Companhia, especialmente as relativas às expectativas de preços de vendas das commodities (soja, milho e algodão), produtividade das áreas agrícolas, custos operacionais e administrativos e a consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração e com os dados disponíveis no mercado.Avaliamos, com auxílio de especialistas em finanças corporativas, a análise de sensibilidade de resultados elaborada pela Companhia considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos o orçamento aprovado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas em impostos, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais.Analisamos à data das demonstrações financeiras, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização.Avaliamos ainda se as projeções da Companhia indicavam lucros tributáveis futuros suficientes para permitir a realização dos prejuízos fiscais não utilizados e das diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, principalmente as relativas às expectativas de realização de ativos fiscais diferidos.Baseados nos procedimentos de auditoria acima sumariados, consideramos que o valor do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, no tocante a sua recuperabilidade, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas como um todo, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Avaliação do valor recuperável de ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negócios (Notas explicativas de nº 2.11, 2.14, 2.16, 11.3 e 14c) - Controladora e Consolidado Combinações de negócios ocorridas em anos anteriores resultaram em reconhecimento de ágios por expectativa de rentabilidade futura, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação do valor recuperável envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, incluindo preços de vendas das commodities (soja, milho e algodão), produtividade das áreas agrícolas, taxas de câmbio, de crescimento e de desconto, que podem resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável disponibilizados pela Companhia.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das premissas e a metodologia utilizadas pela Companhia e comparamos com dados disponíveis no mercado. Adicionalmente, avaliamos a análise de sensibilidade de resultados preparada pela Companhia considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos o orçamento aprovado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros.Comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caix a descontados e avaliamos a adequação das divulgações da Companhia, principalmente as relativas as premissas adotadas no cálculo do valor recuperável das Unidades Geradoras de Caixa às quais foram atribuídos os ágios.Avaliamos também a adequação das divulgações requeridas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Baseados nos procedimentos de auditoria acima sumariados para testar a mensuração do valor recuperável das Unidades Geradoras de Caixa às quais foram atribuídos os ágios sobre combinações de negócios, consideramos que a mensuração preparada pela Companhia, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas como um todo, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Valorização dos ativos biológicos (Notas explicativas de nº 2.17 e 7) - Controladora e ConsolidadoDevido à relevância dos julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos ativos biológicos, tais como, preços de vendas das commodities (soja, milho e algodão), produtividade, área estimada, custos operacionais e custos estimados de venda no momento que atingem o ponto de colheita e, do impacto que eventuais mudanças nas premissas e estimativas usadas na mensuração desse valor teriam nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados ao cálculo do valor justo dos ativos biológicos, bem como, se as políticas da Companhia que regem a técnica de mensuração estão condizentes com a norma contábil.Avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos ativos biológicos e comparamos com os dados disponíveis no mercado. Adicionalmente, avaliamos a análise de sensibilidade de resultados preparada pela Companhia considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e, comparamos o orçamento aprovado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros.Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação as premissas utilizadas para calcular o valor justo dos ativos biológicos e a análise de sensibilidade.Baseados nos procedimentos de auditoria acima sumariados, consideramos que a valorização dos ativos biológicos, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas como um todo, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Designação de contabilidade de proteção ("hedge accounting") (Notas explicativas de nº 2.2, 2.8.4 e 22.h) - Controladora e ConsolidadoA Companhia designa passivos financeiros em moeda estrangeira como instrumentos de hedge de fluxo de caixa com objetivo de proteção do risco cambial de transações futuras previstas (objeto de hedge) em relação às receitas futuras consideradas de alta probabilidade de ocorrência. A designação desses instrumentos financeiros como contabilidade de hedge e a mensuração de sua efetividade requerem o cumprimento de certas obrigações formais, e incluem a necessidade de que a Companhia faça julgamentos significativos em relação à proteção efetiva dos riscos de variação cambial. Em função do referido, bem como do potencial impacto que alterações nessas designações poderiam ter sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento do desenho do processo de identificação, designação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a documentação preparada para designação, valorização e efetividade da estratégia de contabilidade de hedge da Companhia, comparando com o desempenho passado e a estimativa futura de proteção de riscos.Avaliamos ainda a adequação das divulgações sobre as premissas, os julgamentos, as estratégias de proteção e a exposição ao risco de crédito das contrapartes.Baseados nos procedimentos de auditoria sumariados acima, consideramos aceitável a contabilidade de hedge dos instrumentos de hedge de fluxo de caixa, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas como um todo, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes Os valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos aos balanços patrimoniais em 1º de janeiro de 2016 (derivados das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015) e 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na nota explicativa 2.2, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 27 de março de 2018, sem qualquer modificação e, apresentados para fins de comparação.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeit o.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de março de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Ulysses M. Duarte MagalhãesContador CRC RJ-092095/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIADECLARAÇÃO EM CUMPRIMENTO AOS INCISOS V e VI do ART. 25 DA INSTRUÇÃO CVM. N. 480/09.Os Diretores da Terra Santa Agro S.A., sociedade anônima, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, 108, cj 81 - Cidade Monções, CEP. 04571-150 e inscrita no CNPJ/MF sob o n. 05.799.312/0001-20, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório emitido pela KPMG Auditores Independentes e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício de 2017, em cumprimento ao art. 25, incisos V e VI da Instrução CVM n. 480/09.São Paulo, 27 de março de 2018.__________________________________________Arlindo de Azevedo Moura__________________________________________Cristiano Soares Rodrigues__________________________________________José Humberto Prata Teodoro Junior__________________________________________Márcio José Ferreira _________________________________________Sandro Marcelo Costa

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIADECLARAÇÃO EM CUMPRIMENTO AOS INCISOS V e VI do ART. 25 DA INSTRUÇÃO CVM. N. 480/09.Os Diretores da Terra Santa Agro S.A., sociedade anônima, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, 108, cj 81 - Cidade Monções, CEP. 04571-150 e inscrita no CNPJ/MF sob o n. 05.799.312/0001-20, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório emitido pela KPMG Auditores Independentes e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício de 2017, em cumprimento ao art. 25, incisos V e VI da Instrução CVM n. 480/09.São Paulo, 27 de março de 2018.__________________________________________Arlindo de Azevedo Moura__________________________________________Cristiano Soares Rodrigues__________________________________________José Humberto Prata Teodoro Junior__________________________________________Márcio José Ferreira _________________________________________Sandro Marcelo Costa

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros do Conselho Fiscal da Terra Santa Agro S. A., no exercício das suas atribuições e responsabilidades legais, examinaram as Demonstrações Financeiras, o Relatório da Administração e a Proposta de destinação do resultado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, e, com base nesses exames efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando, ainda, o parecer favorável, sem ressalvas, emitido pela KPMG Auditores Independentes, concluem que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, e opinam, por unanimidade, pelo seu encaminhamento para a deliberação da Assembleia Geral de Acionistas, a ser convocada nos termos da Lei.São Paulo, 27 de março de 2018 Edmundo de Macedo Soares e Silva Filho Presidente do Conselho Fiscal Vanessa Claro Lopes Conselheira Fiscal Marcel Cecchi Vieira Conselheiro Fiscal Marcos Reinaldo Severino Peters Conselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.