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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201160 páginasCódigo CVM 4782Versão 1Recebida em 02/04/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A

MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A · CNPJ 17.162.082/0001-73

MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A
CNPJ 17.162.082/0001-73
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A
CNPJ
17.162.082/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
60
Ano de referência
2011*
Publicado em
02/04/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total9.130.6268.086.04412,9%
1.01Ativo Circulante11.8682.570361,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa152.281−99,3%
1.01.01.01Caixa20—
1.01.01.02Bancos Conta Movimento132.281−99,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber11.4322893.855,7%
1.01.03.01Clientes52928983,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.9030—
1.01.03.02.01Títulos a Receber10.9030—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes4210—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4210—
1.02Ativo Não Circulante9.118.7588.083.47412,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.068.7678.034.05312,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber135.047170.395−20,7%
1.02.01.03.01Clientes73.68673.6860,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber61.36196.709−36,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos306.273284.7007,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos306.273284.7007,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.13816.424−93,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas04−100,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores016.420−100,0%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas1.1380—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes8.626.3097.562.53414,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Direitos Creditórios8.623.5107.557.08514,1%
1.02.01.09.04Outros Realizáveis a Longo Prazo2.7995.449−48,6%
1.02.02Investimentos22.36021.2845,1%
1.02.02.01Participações Societárias22.36021.2845,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas110,0%
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto22.35921.2835,1%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Terrenos00—
1.02.02.02.02Outros investimentos00—
1.02.03Imobilizado27.63128.137−1,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação27.63128.137−1,8%
1.02.03.01.01Terrenos17.02717.0270,0%
1.02.03.01.02Edificações10.60411.110−4,6%
1.02.03.01.03Maquinas e Equipamentos00—
1.02.03.01.04Outros00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.02.01Máquinas e Equipamentos00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas da Mendes Júnior Engenharia S.A. Belo Horizonte - MGExaminamos as demonstrações financeiras da Mendes Júnior Engenharia S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações de resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Mendes Júnior Engenharia S.A.. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases(i) Conforme mencionado na nota explicativa nº 7, às demonstrações financeiras, em 31 de dezembro de 2011, encontra-se contabilizada a importância de R$8.623.510 mil (R$7.557.085 mil em 31 de dezembro de 2010) líquido das cessões de créditos relativa a direitos creditórios decorrentes de operações da Companhia junto à Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - CHESF e correspondentes encargos financeiros pleiteados pela Companhia por meio de Ação Declaratória transitada em julgado. Atualmente, a Companhia apresentou Recurso Especial para o Superior Tribunal de Justiça - STJ e Recurso Extraordinário para o Supremo Tribunal Federal - STF que estão em fase de processamento face à decisão da primeira turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região que deu provimento a apelação da CHESF, Govrno Federal e Ministério Público Federal. Referidos créditos foram parcialmente utilizados como garantia ou foram cedidos para liquidação de passivos. Os direitos creditórios são considerados pela Administração, com base em parecer de seus assessores jurídicos, como líquidos, certos e conservadores quanto ao pleito judicial em curso, cujo montante é considerado suficiente para suportar as referidas cessões e garantias, bem como em relação à expectativa de recebimento. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.(ii) As notas explicativas nos 8 e 15 fazem menção ao fato de que a Companhia mantêm direitos creditórios no montante de R$46.012 mil (idem em 31 de dezembro de 2010), oriundos do encontro de contas junto à instituição financeira federal credora da Companhia, cujo montante de R$5.604.620 mil (R$4.538.660 mil em 31 de dezembro de 2010), classificado no balanço patrimonial como redutor do saldo de Empréstimos e Financiamentos ,foi cedido para compensação de dívidas. A instituição financeira credora efetuou execução de cobrança destes passivos, para a qual Companhia efetuou embargos, com sentença favorável. A Instituição Financeira Federal apelou da sentença em 1ª instância e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais em 13 de abril de 2011, julgou os embargos improcedentes e determinou o prosseguimento da execução. A companhia apresentou embargos infringentes que foram julgados improcedentes e apresentou embargos declaratórios que estão pendentes de julgamento. Os direitos creditórios são decorrentes de operações do Grupo Mendes Junior no Iraque e são considerados pela Administração, com base em parecer de seus assessores jurídicos, como créditos líquidos e certos. A solução desta questão está na dependência de decisão na esfera judicial. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.(iii) Conforme descrito na nota explicativa nº 6 às demonstrações financeiras, as contas a receber de clientes (circulante e não circulante) no montante de R$74.215 mil (R$ 73.975 mil em 31 de dezembro de 2010) incluem créditos vencidos junto a empresas e entidades governamentais. A Administração da Companhia, com base em ações que vem implementando (cobranças judiciais e negociações), entende que a totalidade destes créditos é realizável de acordo com a classificação entre circulante e não circulante, cuja realização depende do sucesso destas ações. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.(iv)Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para a nota explicativa nº 1 às Demonstrações Financeiras que indica que a administração da Companhia vem trabalhando no sentido de lograr êxito em suas ações ordinárias de cobrança relativas a Direitos Creditórios junto a empresas do Governo suportada por ganho de ação declaratória por decisão unânime e trânsito e julgado. A Companhia também vem apresentando passivo circulante que excedeu o total do ativo em R$15.519 mil (R$24.275 mil em 31 de dezembro de 2010). Essas condições, juntamente com outros aspectos conforme descrito nos assuntos comentados nos parágrafos (i), (ii) e (iii) indicam a incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto a capacidade de continuidade operacional da companhia. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em noss opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes do exercício anteriorEm 4 de abril de 2011 a BDO Auditores Independentes, entidade legal estabelecida no Brasil e que detinha por contrato o uso da marca internacional BDO, passou a integrar a rede KPMG de sociedades profissionais de prestação de serviços com a nova denominação social de KPMG Auditores Associados (incorporada em 2 de dezembro pela KPMG Auditores Independentes). A BDO Auditores Independentes auditou as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, enquanto ainda detinha o direito de uso da marca BDO, tendo emitido relatório datado em 31 de março de 2011 que não conteve modificação.Belo Horizonte, 23 de março de 2012.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6-F-MG Antônio de Pádua Soares PelicarpoContador CRC MG027739/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Diretoria Executiva da Companhia aprovou, em 22 de março de 2012, a conclusão das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social de 2011, bem como enviou ao Conselho de Administração, para a deliberação e encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária, o Relatório da Administração e as mencionadas Demonstrações Financeiras, acompanhados dos documentos complementares. Sobre os documentos, na reunião, os Diretores discutiram e concordaram com as citadas Demonstrações Financeiras.Belo Horizonte, 26 de março de 2012. A Diretoria.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESA Diretoria Executiva da Companhia aprovou, em 22 de março de 2012, a conclusão das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social de 2011, bem como enviou ao Conselho de Administração, para a deliberação e encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária, o Relatório da Administração e as mencionadas Demonstrações Financeiras, acompanhados dos documentos complementares. Os Diretores discutiram e concordaram com as opiniões expressas dos Auditores Independentes.Belo Horizonte, 26 de março de 2012. A Diretoria.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Mendes Júnior Engenharia S.A ("Companhia"), em reunião realizada nesta data, em observância ao disposto no artigo 163, da Lei n.º 6.404/76, e no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinou as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e a Proposta da Administração para destinação do resultado do exercício.Com base nos documentos examinados, nos esclarecimentos prestados pelos representantes da Companhia e no Relatório dos auditores independentes, KPMG Auditores Independentes, datado em 23 de março de 2012, os membros do Conselho Fiscal concluíram que as referidas demonstrações financeiras expressam adequadamente a situação financeira e patrimonial da Companhia em 31 de dezembro de 2011 e opinam favoravelmente quanto ao encaminhamento dos referidos documentos para aprovação pela Assembleia Geral Ordinária de acionistas.O Conselho Fiscal, outrossim, é de parecer favorável à proposta da administração de não a distribuição de dividendos no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, tendo em vista que é incompatível com a situação financeira da Companhia bem como à proposta de constituição de Reserva de Retenção de Lucro no valor de R$417.848.845,53 (quatrocentos e dezessete milhões, oitocentos e quarenta e oito mil, oitocentos e quarenta e cinco reais e cinquenta e três centavos), com a destinação de R$117.848.845,53 (quatrocentos e dezessete milhões, oitocentos e quarenta e oito mil, oitocentos e quarenta e cinco reais e cinquenta e três centavos), para atender as necessidades de investimentos futuros da Companhia, nos termos do artigo 196, da Lei 6.404/76, cuja viabilidade e execução está dependente do recebimento dos direitos creditórios de longo prazo e de R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais), para aumento do capital social.Belo Horizonte, 26 de março de 2012.O CONSELHO FISCAL

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.