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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 23795Versão 1Recebida em 20/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A

CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A · CNPJ 22.543.331/0001-00

CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A
CNPJ 22.543.331/0001-00
DFP 2016
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CAIXA SEGURIDADE PARTICIPACOES S/A
CNPJ
22.543.331/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
20/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total3.932.8053.701.0626,3%
1.01Ativo Circulante489.523682.612−28,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa218.83852.113319,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber37.31134.3218,7%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber37.31134.3218,7%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes233.374596.178−60,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros233.374596.178−60,9%
1.02Ativo Não Circulante3.443.2823.018.45014,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos3.443.2823.018.45014,1%
1.02.02.01Participações Societárias3.443.2823.018.45014,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas3.046.9732.635.36015,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias396.309383.0903,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado00
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCAIXA Seguridade Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais da CAIXA Seguridade Participações S.A. ("CAIXA Seguridade" ou "Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Examinamos também as demonstrações contábeis consolidadas da CAIXA Seguridade Participações S.A. e sua controlada ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CAIXA Seguridade Participações S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CAIXA Seguridade Participações S.A. e sua controlada em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Estimativas contábeis nos investimentos em coligadas - Caixa Holding Securitária S.A. e Caixa Seguros Holding S.A.Porque é um PAA Considerando a atividade de holding desempenhada pela Companhia o investimento em participações societárias representa 88% do total de ativos e 87% do resultado da Companhia individual e do Consolidado em 2016. Parte substancial dos investimentos (88%) está alocado em participação na Caixa Seguros Holding S.A e Caixa Holding Securitária S.A. que são controladoras de empresas que atuam nos ramos de seguros, previdência, capitalização, consórcios e saúde.As demonstrações contábeis das Holdings apresentam estimativas contábeis críticas referentes a operações que requerem elevado nível de julgamento para registro e mensuração das transações e apuração dos saldos contábeis. Conforme notas 6 k 1.2 e 6 k 2.2, a principal estimativa refere-se ao cálculo das principais provisões técnicas incluindo PPNG - Provisão de Prêmios Não Ganhos, PSL - Provisão de Sinistros a Liquidar, IBNR - Provisão de Sinistros Ocorridos e Não Avisados, IBNER - Provisão de Sinistros Ocorridos mas não Suficientemente Avisados, BMCAC - Provisão Matemática de Benefícios a Conceder, PMBC - Provisão Matemática de Benefícios Concedidos, bem como o teste de adequação dos passivos (TAP), utilizado para determinar eventual insuficiência nas demais provisões técnicas contabilizadas.Considerando o exposto acima o teste das principais provisões técnicas, bem como o teste de adequação dos passivos foi uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos trabalhos, também como auditores das Holdings e das empresas operacionais incluíram, dentre outros procedimentos de auditoria:Com auxílio técnico de nossos especialistas na área atuarial, analisamos a razoabilidade da aplicação de determinadas premissas e julgamentos utilizados pela administração na mensuração das provisões técnicas e do TAP. Testamos a metodologia utilizada pela administração na mensuração das provisões técnicas e do TAP.Testamos a consistência dos dados, bem como a integridade e a totalidade das bases de dados envolvidas para apuração dos saldos das provisões técnicas e do TAP.Realizamos o recálculo das principais provisões técnicas utilizando a metodologia, premissas e dados validados. Com base nas evidências obtidas, consideramos que os critérios e as premissas adotados pela administração para a determinação dessas estimativas críticas produzem valores que estão dentro de intervalos aceitáveis no contexto da auditoria das demonstrações contábeis. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Brasília, 14 de março de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" DFGuilherme Naves ValleContador CRC 1MG070614/O-5 "S" DF

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2016 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 14 de março de 2017.RAPHAEL REZENDE NETODIRETOR-PRESIDENTEDeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2016 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 14 de março de 2017.PAULO EDUARDO CABRAL FURTADODIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que revisei as Demonstrações Contábeis relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2016 da CAIXA Seguridade Participações S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado.Brasília (DF), 14 de março de 2017.GUSTAVO DE MORAES FERNANDESDIRETOR EXECUTIVO

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 14.03.2017, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2016, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 14 de março de 2017.RAPHAEL REZENDE NETODIRETOR-PRESIDENTEDeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 14.03.2017, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2016, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 14 de março de 2017.PAULO EDUARDO CABRAL FURTADODIRETOR EXECUTIVODeclaração dos Membros da Diretoria Executiva sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaro que baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório da PricewaterhouseCoopers, de 14.03.2017, referentes às demonstrações contábeis da CAIXA Seguridade Participações S.A relativas ao período findo em 31.12.2016, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 14 de março de 2017.GUSTAVO DE MORAES FERNANDESDIRETOR EXECUTIVO

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O CONSELHO FISCAL DA CAIXA SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. no uso de suas atribuic¸o~es legais e estatuta´rias, procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis individuais e consolidadas, da execução orçamentária, do Relatório da Administração, incluindo a proposta de destinac¸a~o do resultado da Caixa Seguridade Participações S.A, relativos ao exerci´cio social findo em 31 de dezembro de 2016, os quais foram aprovados pelo Conselho de Administrac¸a~o em 13 de março de 2017. Com base nos exames efetuados, nas informac¸o~es e esclarecimentos recebidos no decorrer do exerci´cio e no Relato´rio dos Auditores Independentes - PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sem ressalvas, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos esta~o em condic¸o~es de ser encaminhados para aprovac¸a~o da Assemble´ia Geral dos Acionistas. Brasília, 13 de março de 2017.Bruno Cirilo Mendonça de CamposConselheiro Henriete Alexandra Sartori BernabeConselheiraOsvaldo Bruno Brasil CavalcantePresidente do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.