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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 21636Versão 1Recebida em 27/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de RENOVA ENERGIA S/A

RENOVA ENERGIA S/A · CNPJ 08.534.605/0001-74

RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ 08.534.605/0001-74
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
RENOVA ENERGIA S/A
CNPJ
08.534.605/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
27/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total2.628.3852.929.337−10,3%
1.01Ativo Circulante1.737.707143.5381.110,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa14.92924.750−39,7%
1.01.02Aplicações Financeiras13.7780
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado13.7780
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber8.21044.611−81,6%
1.01.03.01Clientes8.21044.611−81,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar4.48214.400−68,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas2.4912.3277,0%
1.01.07.01Adiantamento a Fornecedores2.4912.3277,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.693.81757.4502.848,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.693.81757.4502.848,3%
1.01.08.03.01Outros Créditos8698.033−89,2%
1.01.08.03.02Cauções e Depósitos Vinculados00
1.01.08.03.03Ativos Classificados como Mantidos para Venda1.683.76816.19810.294,9%
1.01.08.03.04Dividendos a Receber9.18033.219−72,4%
1.02Ativo Não Circulante890.6782.785.799−68,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo47.53548.105−1,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.8647.7891,0%
1.02.01.03.01Títulos Mantidos até o Vencimento7.8647.7891,0%
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos1.7731.44223,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes37.89838.874−2,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Cauções e Depósitos Vinculados10.86611.361−4,4%
1.02.01.10.04Outros Créditos6.2146.1291,4%
1.02.01.10.05Outras Contas a Receber00
1.02.01.10.06Depósitos Judiciais20.81821.384−2,6%
1.02.02Investimentos603.747685.362−11,9%
1.02.02.01Participações Societárias603.747685.362−11,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas603.747685.362−11,9%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado239.3962.052.332−88,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação159.038173.783−8,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento80.3581.878.549−95,7%
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Acionistas, Conselheiros e AdministradoresRenova Energia S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Renova Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Renova Energia S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos atenção para a nota 1.3 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que indica que, em 31 de dezembro de 2018, o passivo circulante da Companhia excedeu o total do ativo circulante em R$ 457.664 mil no consolidado, e, nessa data, a Companhia apresentou prejuízo no exercício findo naquela data de R$ 856.297 mil, margem bruta negativa de R$ 124.440 mil, prejuízos acumulados, na controladora e no consolidado, de R$ 3.050.887 mil e passivo a descoberto de R$76.489 mil. Além disto, a Companhia depende da obtenção de capital para cumprir com os compromissos inclusive de construção dos parques eólicos e solares. Esses eventos ou condições, juntamente com outros assuntos descritos na nota 1, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Ênfase Riscos relacionados a conformidade com leis e regulamentosConforme mencionado na nota 19.1 às demonstrações financeiras, encontram-se em andamento investigações e outras medidas legais conduzidas por autoridades públicas sobre determinados gastos e suas destinações que, além da Companhia, envolvem e incluem também alguns de seus acionistas. Os órgãos de governança da Companhia autorizaram a contratação de empresa especializada para analisar os procedimentos internos relacionados a esses gastos e apurar tais alegações. Neste momento, não é possível prever os desdobramentos futuros decorrentes destes processos de investigação interna e conduzidos pelas autoridades públicas, nem seus eventuais efeitos reflexos sobre as demonstrações financeiras da Companhia. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia. Valor recuperável do investimento e do ativo imobilizado De acordo com o CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, equivalente ao IAS 36, a Companhia deve assegurar que seus ativos estejam registrados contabilmente por valor que não exceda seus valores de realização. Em 31 de dezembro de 2018, como resultado do teste anual de recuperabilidade desses ativos, a Companhia e suas controladas observaram a existência de indicativos de desvalorização de certos ativos mantidos a venda, e consequentemente reconheceram uma perda por redução ao valor recuperável do ativo imobilizado no montante de R$ 150.630 mil, conforme divulgado na Nota 13.2 às demonstrações financeiras e consequentemente ao investimento da controladora.Esse assunto foi considerado significativo para nossa auditoria tendo em vista: (i) a relevância dos saldos dos ativos da Companhia e suas controladas, especialmente no que diz respeito aos ativos imobilizado em curso no montante de R$ 1.659.664 mil, divulgados na nota 13.2 e que foram transferidos para ativos mantidos para venda (ii) a complexidade e à criticidade do processo de avaliação da Administração, que se baseia em diversas premissas como taxa de desconto, volume e preço de venda de energia, prazos de continuidade da operação e gastos para reparação e manutenção dos equipamentos. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) análise de informações internas e externas que pudessem indicar desvalorização significativa dos ativos imobilizados registrados ao custo histórico (ii) análise do processo, controles e premissas utilizadas pela Administração para identificação de impairment através das Unidades Geradoras de Caixa (UGC) e cálculo do seu valor recuperável líquido, quando aplicável (iii) a utilização de especialistas em modelos de valorização para nos ajudar a avaliar e testar o modelo utilizado para mensurar o valor recuperável e as premissas e projeções e metodologia utilizadas pela Companhia (iv) validação das informações utilizadas nos cálculos e (v) a realização de cálculo independente sensibilizando as principais premissas utilizadas. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações da Companhia sobre este assunto.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os saldos do ativo imobilizado e do teste de seu valor recuperável, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas de valor recuperável dos ativos adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na Nota 13.2 às demonstrações financeiras, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos cont roles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Salvador, 27 de março de 2019ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6Shirley Nara S. SilvaContadora CRC-1BA 022.650/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara querevisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dosAuditores Independentes - ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.São Paulo, 27 de março de 2019. _______________________________Cristiano Corrêa de BarrosDiretor Presidente_______________________________Cláudio Ribeiro da Silva NetoDiretor Vice-Presidente de Finanças, Desenvolvimento de Negócios e Relações com Investidores_______________________________Gustavo Henrique Simões dos SantosDiretor Vice-Presidente Jurídico, Regulação e de Relações Institucionais

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara querevisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras contidas neste Relatório e com as opiniões expressas no Parecer dosAuditores Independentes - ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.São Paulo, 27 de março de 2019. _______________________________Cristiano Corrêa de BarrosDiretor Presidente_______________________________Cláudio Ribeiro da Silva NetoDiretor Vice-Presidente de Finanças, Desenvolvimento de Negócios e Relações com Investidores_______________________________Gustavo Henrique Simões dos SantosDiretor Vice-Presidente Jurídico, Regulação e de Relações Institucionais

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da RENOVA ENERGIA S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. Com base nos exames efetuados, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e, considerando, ainda, o parecer dos auditores independentes - Ernst & Young Auditores Independente, o qual apresenta parágrafos de ênfase, também corroborados pelos conselheiros fiscais, acerca (i) dos riscos relacionados à conformidade com leis e regulamentos (conforme nota 19.1 das DFs) e (ii) a incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional, opina favoravelmente, por maioria, que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral de Acionistas, com voto contrário do conselheiro Olavo Fortes Campos Rodrigues Júnior, cuja manifestação de voto constitui o Anexo I à ata de reunião do Conselho Fiscal desta data.São Paulo, 27 de março de 2019.Olavo Fortes Campos Rodrigues JúniorPresidente do Conselho FiscalMembros do Conselho Fiscal:Jugurtha Villote Neto Joel Antônio de AraújoMaurício José Palmieri Orlandi

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.