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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015Código CVM 1171Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 15/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

Versões deste exercício: v1 (29/02/2016) · v2 (15/03/2016), esta

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2015 (V2)
Exercício 2015
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2015*
Publicado em
15/03/2016 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total5.269.0675.032.2934,7%
1.01Ativo Circulante2.957.8882.911.9341,6%
1.01.01Disponibilidades169.858158.0767,5%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez730.100525.77838,9%
1.01.02.01Aplicações no mercado Aberto543.911380.75542,9%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros186.189145.02328,4%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estrangeira00
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários477.905545.657−12,4%
1.01.03.01Carteira Própria340.110325.4334,5%
1.01.03.02Vinculados a Compra e Recompra131.874216.957−39,2%
1.01.03.03Vinculados ao Banco Central00
1.01.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.01.03.05Vinculados a Prestação de Garantias5.9213.26781,2%
1.01.04Relações Interfinanceiras77.328268.990−71,3%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar311−72,7%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central76.467268.066−71,5%
1.01.04.03SFH - Sistema Financeiro de Habitação00
1.01.04.04Correspondentes858913−6,0%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito1.326.0131.235.3697,3%
1.01.06.01Setor Público00
1.01.06.02Setor Privado1.393.6141.312.0266,2%
1.01.06.03(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−67.601−76.65711,8%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos172.102174.524−1,4%
1.01.08.01Carteira de Câmbio73813−91,0%
1.01.08.02Rendas a Receber1.2111.1445,9%
1.01.08.03Negociações e Intermediações de Valores00
1.01.08.04Diversos176.802178.052−0,7%
1.01.08.05(Provisão p/ Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−5.984−5.485−9,1%
1.01.09Outros Valores e Bens4.5823.54029,4%
1.01.09.01Outros Valores e Bens3.4434.670−26,3%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−1.441−3.12653,9%
1.01.09.03Despesas Antecipadas2.5801.99629,3%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo2.192.6102.009.4449,1%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários147.872274.891−46,2%
1.02.02.01Carteira Própria147.872274.891−46,2%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra00
1.02.02.03Vinculados a Prestação de Garantias00
1.02.03Relações Interfinanceiras55.31349.13712,6%
1.02.03.01SFH - Sistema Financeiro de Habitação55.31349.13712,6%
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito1.835.0061.582.82715,9%
1.02.05.01Setor Público00
1.02.05.02Setor Privado1.925.9201.680.80414,6%
1.02.05.05(Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)−90.914−97.9777,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos154.419102.58950,5%
1.02.07.01Diversos154.419102.58950,5%
1.02.08Outros Valores e Bens00
1.03Ativo Permanente118.569110.9156,9%
1.03.01Investimentos33330,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos1711710,0%
1.03.01.04.01Outros Investimentos1671670,0%
1.03.01.04.02No Exterior440,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−138−1380,0%
1.03.02Imobilizado de Uso89.46184.2106,2%
1.03.02.01Imóveis de Uso46.14745.3891,7%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso134.238121.85310,2%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−90.924−83.032−9,5%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível29.07526.6729,0%
1.03.04.01Outros Ativos Intangíveis44.51334.96027,3%
1.03.04.02(Amortização Acumulada - Intangível)−15.438−8.288−86,3%
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00
1.03.05.02(Amortização Acumulada)00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e aos acionistas doBanco do Estado do Pará S.A.Belém - PAExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício, findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeira do banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício, findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Demonstração do valor adicionadoExaminamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2015, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco do Estado do Pará S.A., que está sendo apresentada como informação suplementar. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belém, 19 de fevereiro de 2016.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6André Dala PolaContador CRC ISP214007/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2015 do Banco do Estado do Pará S/A - Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Belém (PA), 19 de fevereiro de 2016.Augusto Sérgio Amorim CostaDiretor PresidenteBraselino Carlos da Assunção Sousa da SilvaDiretorMárcia Regina Maués da Costa MirandaDiretoraJorge Wilson Campos e Silva AntunesDiretorGeize Maria Teixeira da Silva de FigueiredoDiretoraEugênio Luis de Sousa PessoaDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes sobre as demonstrações contábeis relativas ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2015 do Banco do Estado do Pará S/A - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém (PA), 19 de fevereiro de 2016.Augusto Sérgio Amorim CostaDiretor PresidenteBraselino Carlos da Assunção Sousa da SilvaDiretorMárcia Regina Maués da Costa MirandaDiretoraJorge Wilson Campos e Silva AntunesDiretorGeize Maria Teixeira da Silva de FigueiredoDiretoraEugênio Luis de Sousa PessoaDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo artigo nº 163 da Lei nº 6.404/76, tendo examinado o Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa, correspondentes ao semestre e exercício findos naquela data, acompanhados do Parecer dos Auditores Independentes e do Relatório da administração, constataram que o critério das normas contábeis observado na elaboração das citadas demonstrações, confirma a posição financeira e o resultado das operações do Banco e que as mesmas refletem, com clareza, as atividades desenvolvidas pela Instituição no período". Deste modo, se manifestam favoráveis à sua aprovação. Belém (PA), 19 de fevereiro de 2016.Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.