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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019102 páginasCódigo CVM 20478Versão 1Recebida em 30/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES · CNPJ 02.950.811/0001-89

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ 02.950.811/0001-89
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ
02.950.811/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
102
Ano de referência
2019*
Publicado em
30/03/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total1.934.8842.475.628−21,8%
1.01Ativo Circulante1.494.3501.921.804−22,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa111.353128.274−13,2%
1.01.01.01Caixa e Bancos45.51551.461−11,6%
1.01.01.02Aplicações Financeiras65.83876.813−14,3%
1.01.02Aplicações Financeiras6.9739.967−30,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado6.9739.967−30,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação6.9739.967−30,0%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber195.435330.526−40,9%
1.01.03.01Clientes195.435330.526−40,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.162.6671.422.421−18,3%
1.01.04.01Estoques de Imóveis a Comercializar1.162.6671.422.421−18,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar10.13418.287−44,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar10.13418.287−44,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Despesas a Apropriar00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes7.78812.329−36,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros7.78812.329−36,8%
1.01.08.03.02Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos00—
1.01.08.03.04Direitos Creditórios Adquiridos00—
1.01.08.03.06Contrato de Mútuo7.7887.5233,5%
1.01.08.03.07Outros Créditos00—
1.01.08.03.10Impostos Diferidos04.806−100,0%
1.02Ativo Não Circulante440.534553.824−20,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo391.976494.904−20,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber87.486130.807−33,1%
1.02.01.04.01Clientes87.486130.807−33,1%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques172.957224.652−23,0%
1.02.01.05.01Estoques de Imóveis a Comercializar172.957224.652−23,0%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes131.533139.445−5,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos49.60242.58916,5%
1.02.01.10.04Assunção de Dívida a Receber4.3904.3890,0%
1.02.01.10.05Dividendos a Receber00—
1.02.01.10.06Contratos de Mútuo00—
1.02.01.10.07Direitos Creditórios Adquiridos00—
1.02.01.10.08Partes Relacionadas00—
1.02.01.10.09Debêntures00—
1.02.01.10.10Outros Créditos60.04278.064−23,1%
1.02.01.10.11Adiantamento p/ Novos Negócios00—
1.02.01.10.12Impostos Diferidos00—
1.02.01.10.13Tributos Correntes a Recuperar17.49914.40321,5%
1.02.02Investimentos44.98653.320−15,6%
1.02.02.01Participações Societárias44.98653.320−15,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas44.98653.320−15,6%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.265259388,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação52259−79,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.2130—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.3075.341−56,8%
1.02.04.01Intangíveis2.3075.341−56,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS (EMITIDO COM ABSTENÇÃO DE OPINIÃO)Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daPDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicialSão Paulo - SPAbstenção de opiniãoFomos contratados para examinar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicial ("Companhia"), identificadas como "Controladora" e "Consolidado", respectivamente, e que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - em recuperação judicial, devido à relevância dos assuntos descritos na seção a seguir intitulada "Base para abstenção de opinião", pois não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Base para abstenção de opiniãoLimitações de escopo para o nosso exame1.Conforme descrito na nota explicativa nº 1(b), o plano de recuperação judicial da Companhia ("plano") e de determinadas controladas foi majoritariamente aprovado em assembleia de credores realizada no dia 30 de novembro de 2017 e homologado em 6 de dezembro de 2017 pelo juiz da 1º Vara de Falências e Recuperações Judiciais e Conflitos Relacionados a Arbitragem da Comarca de São Paulo. Eventuais alterações em valor, reclassificações dos credores entre classes de dívida e/ou opção de pagamento, ainda podem ocorrer após o julgamento das impugnações e agravos em curso, os quais devem ser concluídos após as reuniões de conciliações a serem agendadas em juízo, bem como da inclusão de determinados credores que não foram previamente considerados no plano de recuperação judicial.A situação patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, que no exercício findo em 31 de dezembro de 2019 incorreram em prejuízo de R$ 900.046 mil (R$ 838.910 mil em 2018) na Controladora e R$ 909.851 mil (R$ 846.015 mil em 2018) no Consolidado, além de apresentarem capital circulante líquido negativo de R$ 2.163.982 mil (R$ 1.954.625 mil em 2018) na Controladora e R$ 2.242.632 mil (R$ 1.661.457 mil em 2018) no Consolidado e patrimônio líquido negativo de R$ 4.863.708 mil (R$ 3.963.662 mil em 2018) na Controladora e R$ 4.923.387 mil (R$ 3.999.480 mil em 2018) no Consolidado, em conjunto com os assuntos e eventos apresentados nas notas explicativas nº 1(b), 11, 12, 13 e 15(a), refletem dúvida significativa de como os ativos serão realizados e os passivos serão pagos, se por meio das operações da Companhia ou por meio de venda de parte ou de todos os ativos. Dessa forma, as situações acima descritas, em conjunto com a ausência um acompanhamento tempestivo da projeção de fluxo de caixa para os próximos anos, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade operacional da Companhia e suas controladas. Em decorrência desse assunto, não foi possível concluir sobre o pressuposto de continuidade e se a base de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas é apropriada.2.As demonstrações financeiras da Companhia em 31 de dezembro de 2018 contemplam investimentos nas seguintes controladas: Esperança Incorporadora Ltda. Torre de Ferrara Incorporadora Ltda. Torre de Rhodes Incorporadora Ltda. Gundel Incorporadora Ltda. Orion Incorporadora Ltda. e More Alphaville Empreendimentos Imobiliários Ltda., as quais estavam sendo avaliadas pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, com saldo na conta de investimentos de R$ 19.714 mil e na conta de provisão para perdas com investimentos de R$ 3.969 mil, e está sendo consolidado nas demonstrações financeiras consolidadas, correspondentes aos totais de ativos e passivos de R$ 226.714 mil e de R$ 203.512 mil, respectivamente, conforme mencionado na nota explicativa nº 7(a). Em razão da limitação de acesso às informações financeiras e contábeis dessas empresas, não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar a nossa opinião e para determinar se algum ajuste advindo dessas empresas seria necessário nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 dezembro de 2018, apresentadas para fins de comparabilidade.Inobservância de princípio contábil3.O prejuízo do exercício findo em 31 de dezembro de 2018, individual e consolidado, está superavaliado em R$ 44.660 mil e em R$ 41.637 mil, respectivamente, influenciado pelo fato de a Companhia ter reconhecido no resultado do exercício de 31 de dezembro de 2018 determinados ajustes no balanço patrimonial originados em exercícios anteriores. Tais ajustes, de acordo com a normativa contábil vigente, deveriam ter sido atribuídos retroativamente aos exercícios anteriores afetados. Dessa forma, a ressalva limita-se aos efeitos reconhecidos nas demonstrações do resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2018, apresentado para fins de comparabilidade.Conforme descrito na nota explicativa nº 2.2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM, e as demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM. Dessa forma, a determinação da política contábil adotada pela entidade para o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída, sobre os aspectos relacionados à transferência de controle, segue o entendimento manifestado pela CVM no Ofício circular/CVM/SNC/SEP/nº 02/2018 sobre a aplicação da NBC TG 47 (IFRS 15). Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoFomos contratados para avaliar também as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS. Para a emissão do nosso relatório, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Entretanto, devido à relevância dos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar nossa opinião sobre essas demonstrações do valor adicionado, bem como se elas são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Consequentemente, não expressamos opinião ou qualquer afirmação sobre elas.Responsabilidade da Ad ministração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária, e consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04, editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e os controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria e a de emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido aos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.São Paulo, 25 de março de 2020.PP&C Auditores IndependentesCRC2SP16.839/O-0E. Camillo PachikoskiCRC1SP158.871/O-7ContadorGiácomo Walter Luiz de PaulaCRC1SP243.045/O-0Contador

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25, §1°, INCISO VI, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.955, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.950.811/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2019.São Paulo, 25 de março de 2020.AUGUSTO ALVES DOS REIS NETODiretor PresidenteDiretor Vice-Presidente Financeiro eDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25, § 1°, INCISO V, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaro, na qualidade de diretor responsável por fazer elaborar as demonstrações financeiras da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.955, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.950.811/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revi, discuti e discordo da abstenção de opinião expressa no parecer dos auditores independentes da Companhia (PP&C Auditores Independentes) referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2019 (o "Parecer"), pelas seguintes razões:1. A Companhia encontra-se atualmente em recuperação judicial com seu plano de recuperação aprovado pelos credores da Companhia em Assembleia Geral de Credores, realizada em 30 de novembro de 2017 (o "Plano de Recuperação"). Desde 6 de dezembro de 2017, o Juízo da 1º. Vara de Falências e Recuperações Judiciais e Conflitos e relacionados a Arbitragem da Comarca de São Paulo homologou o referido plano, autorizando a Companhia a iniciar sua implementação.2. A Companhia está seguindo as fases previstas no Plano de Recuperação e cumpriu, até o momento, integralmente os pagamentos previstos, estando em dia com todas as suas obrigações.3. Sobre as incertezas na continuidade operacional da Companhia em razão de possíveis alterações no Plano de Recuperação, por conta de valor, reclassificações dos credores entre classes de dívida e/ou opção de pagamento após o julgamento de impugnações e agravos em curso, bem como a possível inclusão de determinados credores que não foram previamente considerados na relação de credores, a Companhia esclarece que está previsto um procedimento de conciliação para análise de impugnações de crédito apresentadas por determinados credores, o qual, em conjunto com o julgamento das impugnações em si, poderão gerar alterações exclusivamente à relação de credores da Companhia inclusos no Plano de Recuperação. Contudo o referido procedimento, bem como as impugnações em curso não tem o propósito ou o condão seja de alterar o Plano de Recuperação, seja de invalidá-lo ou interrompê-lo. Além disso, os agravos de instrumento ajuizados contra decisão homologatória do Plano de Recuperação não gozam de efeito suspensivo.4. Portanto, o Plano de Recuperação encontra-se atualmente com plena eficácia e em fase de implementação pelo Grupo PDG, de modo que várias das medidas nele previstas, tais como (i) o aumento de capital, no valor de R$ 74,2 milhões para conversão de dívidas concursais (ii) o pagamento dos créditos trabalhistas quirografários e detidos por microempresas e empresas de pequeno porte no valor de mais de R$ 107,3 milhões, e (iii) dações em pagamento no valor de R$ 99,8 milhões, foram realizados até o final do exercício de 2019.5.Assim, entendemos por relevante ressaltar que, a Companhia já quitou em 2019, mais de R$ 281 milhões em dívidas concursais, ou seja, dívidas que foram reestruturadas dentro do Plano de Recuperação.Desta forma, considerando o acima, apesar de respeitarmos a opinião do auditor, discordamos de que existem incertezas significativas, que sejam do nosso conhecimento até o presente momento, na implementação do Plano de Recuperação que possam se refletir em um questionamento razoável sobre a continuidade operacional da Companhia. São Paulo, 25 de março de 2020.AUGUSTO ALVES DOS REIS NETODiretor PresidenteDiretor Vice-Presidente Financeiro Diretor de Relação com investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer Conselho FiscalO Conselho Fiscal da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial, no uso das suas atribuições legais, em reunião realizada em 25 de março de 2020 analisou o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, compreendendo o balanço patrimonial, a demonstração de resultados, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração do fluxo de caixa, a demonstração do valor adicionado e as notas explicativas.Com base nos exames por nós efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração e pelos auditores independentes (PP&C Auditores Independentes), o Conselho Fiscal concluiu sobre as demonstrações financeiras citadas, acompanhadas do parecer dos auditores independentes e do relatório da administração, e que os mesmos devem ser submetidos e apreciados pelo Conselho de Administração da Companhia.São Paulo, 25 de março de 2020.Luiz Claudio Fontes, presidenteFlávio Pereira de Costa Barros, membroLuis Antonio Tauffer Padilha, membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.