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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201020 páginasCódigo CVM 17043Versão 1Recebida em 30/03/2011valores em R$

DFP 2010 de FG TRUST S.A.

FG TRUST S.A. · CNPJ 02.312.666/0001-00

FG TRUST S.A.
CNPJ 02.312.666/0001-00
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
FG TRUST S.A.
CNPJ
02.312.666/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
20
Ano de referência
2010*
Publicado em
30/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total309.904394.285−21,4%
1.01Ativo Circulante277.210368.592−24,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa22.21933.016−32,7%
1.01.02Aplicações Financeiras202.306257.782−21,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber25.32553.364−52,5%
1.01.03.01Clientes25.32553.364−52,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes27.36024.43012,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros27.36024.43012,0%
1.02Ativo Não Circulante32.69425.69327,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo32.69425.69327,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber32.69425.69327,2%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber32.69425.69327,2%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAoConselho de Administração e Acionistas daFG Trust S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras da FG TRUST S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Base para opinião com ressalvaConforme descrito no Instrumento Particular de Escritura de 1ª Emissão de Debêntures é assegurado aos debenturistas o pagamento dos valores devidos, referentes às vendas dos lotes, deduzidos as despesas descritas nos itens 4.11.1 e 4.19.1 do referido Instrumento. Os custos e despesas inerentes a comercialização dos lotes foram conservadoramente contabilizados nos resultados dos exercícios na época das vendas dos lotes. Como previsto no Instrumento citado acima, a Companhia deveria reconhecer esses gastos como recuperação de custos e despesas, tendo como contrapartida a conta de Debêntures, registrada no passivo circulante.Conforme comentado na nota explicativa nº 5, após o recebimento da totalidade dos recursos referentes à comercialização de todos os imóveis, seja à vista ou a prazo, as debêntures serão canceladas, uma vez homologadas pela Assembléia Geral de Debenturistas (AGD), segundo escritura de emissão, mesmo considerando eventuais saldos ainda devidos aos titulares das debêntures, que em 31 de dezembro de 2010 era de R$3.922.601. Como todos os imóveis foram alienados, Companhia deveria reconhecer no resultado do exercício o cancelamento dessas debêntures. Consequentemente, o passivo circulante está superavaliado e o patrimônio líquido está subavaliado no mesmo valor. A Administração da Companhia aguarda Assembléia Geral de Debenturistas (AGD) que homologará este procedimento de acordo com a Escritura de emissão. Conforme detalhado na nota explicativa nº 9, a Companhia não constituiu provisão para contingência, no montante, aproximado, de R$165.000, em face de perda em processo trabalhista, o qual teve negado provimento ao Agravo Regimental no Tribunal Superior do Trabalho. A sentença encontra-se em fase de liquidação. Consequentemente, o resultado do exercício e o patrimônio líquido estão superavaliados no mesmo valor.Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeirasEm nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos descritos no parágrafo Base para opinião com ressalva, sobre as demonstrações financeiras, às demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da FG TRUST S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB. ÊnfaseEm face da Companhia não possuir mais receitas operacionais, sua continuidade fica comprometida, devendo seus ativos e passivos estarem ajustados de acordo com as normas vigentes.Outros assuntosExaminamos, também, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), referente ao exercício em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar para IFRS que não requerem a apresentação da Demonstração do Valor Adicionado (DVA). Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentadas para fins de comparação, foram por nós examinadas, e o nosso parecer datado de 26 de fevereiro de 2010, conteve ressalvas similares as descritas no parágrafo Base para opinião com ressalva e também com a seguinte ênfase:A companhia vem incorrendo em prejuízos operacionais, gerando conseqüências que prejudicam a liquidação do seu passivo de debêntures. Isso denota o comprometimento da continuidade das suas operações normais, inclusive pelo excesso de passivo circulante sobre ativo circulante, além de apresentar passivo a descoberto. A liquidação das referidas debêntures está vinculada ao valor total auferido da comercialização de seus imóveis, deduzidas as despesas, conforme previsto no Instrumento de Escritura Particular e seu aditamento, registrado no 7º Ofício de Registro de Imóveis da cidade do Rio de Janeiro, após isso as debêntures serão declaradas canceladas, já que a emissora não disporá de qualquer outro recurso para efetuar os pagamentos.Rio de Janeiro, 31 de janeiro de 2011Mário Vieira LopesCONTADOR - CRC-RJ-60.611/O

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

As demostraçoes foram apreciadas pela Diretoria, que conclui pela sua validação pois refletem a realidade dos negócios efetuados no exercício.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A diretoria considera que sendo a Cia de proposito especifico criada exclusivamente para vender os imoveis com o que seriam amortizadas as debentures,depois de deduzidas as despesas. Não hà o que se comentar a respeito da continuiidade da empresa. Na realidade, aguarda-se apenas a AD para a ratificacao do término da exigibilidade conservadoramente lançada em balanço como ainda por quitar. Considera portanto que, dada a natureza da Cia, sua finalidade já cumprida. A ressalva e a enfase sao excesso de cautela. Por outro lado na questao trabalhista mencionada, a empresa não teve empregados e foi arrolada pela Justica do trabalho por proximidade, mas considera tambem que a probabilidade de pagamento pelos devedores originais ( CTFG Massa Falida ) e outros deve ser praticamente zerada.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.