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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025163 páginasCódigo CVM 24392Versão 1Recebida em 18/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de HAPVIDA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S/A

HAPVIDA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S/A · CNPJ 05.197.443/0001-38

HAPVIDA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S/A
CNPJ 05.197.443/0001-38
DFP 2025
Exercício 2025
Carregando…

Metadados

Empresa
HAPVIDA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S/A
CNPJ
05.197.443/0001-38
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
163
Ano de referência
2025*
Publicado em
18/03/2026 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total72.289.82473.499.646−1,6%
1.01Ativo Circulante10.538.65111.069.835−4,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa875.444596.75346,7%
1.01.02Aplicações Financeiras6.987.9788.177.622−14,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.987.9788.177.622−14,5%
1.01.03Contas a Receber437.930561.941−22,1%
1.01.03.01Clientes437.930561.941−22,1%
1.01.03.01.01Ativos de contratos de seguro91.77163.07345,5%
1.01.03.01.02Contas a receber de clientes346.159498.868−30,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques362.798366.428−1,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar1.281.6581.002.41127,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.07.01Despesa de Comercialização Diferida00
1.01.08Outros Ativos Circulantes592.843364.68062,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.01.02Ativos líquidos de controladas destinados para venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros592.843364.68062,6%
1.01.08.03.01Dividendos e juros sobre capital próprio a receber00
1.01.08.03.02Outros ativos592.843364.68062,6%
1.01.08.03.03Adiantamentos a fornecedores00
1.01.08.03.04Despesa de comercialização diferida00
1.01.08.03.05Instrumentos financeiros derivativos00
1.01.08.03.06Ativos líquidos de controladas destinados para venda00
1.02Ativo Não Circulante61.751.17362.429.811−1,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.462.6245.556.48016,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes321.284480.629−33,2%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos4.248.5723.752.09613,2%
1.02.01.07.01Ativo fiscal diferido4.248.5723.752.09613,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas1.9873.246−38,8%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas1.9873.246−38,8%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes1.890.7811.320.50943,2%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Despesa de comercialização diferida00
1.02.01.10.04Outros ativos163.12596.02769,9%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais1.727.6561.211.90342,6%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos012.579−100,0%
1.02.02Investimentos5.9535.7962,7%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento5.9535.7962,7%
1.02.02.02.01Investimentos5.9535.7962,7%
1.02.03Imobilizado6.481.6867.388.792−12,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível48.800.91049.478.743−1,4%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, aos Administradores e aos Acionistas daHapvida Participações e Investimentos S.A.Fortaleza - CE OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Hapvida Participações e Investimentos S.A. e de suas controladas ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Hapvida Participações e Investimentos S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas, de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1 - Mensuração dos contratos de seguros estimados de acordo com o modelo geral de mensuração (BBA) e abordagem de alocação de prêmios (PAA)Conforme descrito nas notas explicativas nº 8c, e 18 às demonstrações financeiras consolidadas, a Companhia possui ativos e passivos de contratos de seguros mensurados de acordo com o Modelo Geral de Mensuração (BBA) e a Abordagem de Alocação de Prêmios (PAA), de acordo com a norma contábil IFRS 17 (CPC 50) - Contratos de Seguro, nos montantes de R$ 91.771 mil e R$ 1.943.203 mil, respectivamente, em 31 de dezembro de 2025. Os contratos de seguros são mensurados com base nos fluxos de caixa esperados no cumprimento contratual, que compreendem uma estimativa dos fluxos caixa esperados, baseada em premissas que incluem, entre outros, expectativa de recebimento de prêmios, expectativa de sinistralidade futura, expectativa de cancelamento, inflação médica, além das taxas de desconto, do ajuste de risco pelo risco não financeiro e do critério de reconhecimento da margem contratual de seguro. A estimativa dos fluxos de caixa de cumprimento contratual requer a aplicação de modelos específicos, no caso da Companhia, o Modelo Geral de Mensuração (BBA) e a Abordagem de Alocação de Prêmios (PAA), bem como o uso de premissas determinadas com base em metodologias atuariais, anteriormente mencionadas. A mensuração dos contratos de seguros foi considerada um principal assunto de auditoria devido à relevância dos ativos e passivos de contratos de seguros, utilização de modelos complexos e ao fato de envolver julgamento e determinação de premissas relevantes por parte da Administração na apuração dos ativos e passivos de contratos de seguros, bem como às deficiências de controles internos relativas aos processos de mensuração dos contratos de seguros. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) o entendimento das políticas contábeis materiais e o critério de mensuração dos contratos de seguros, com envolvimento de nossos especialistas, com o objetivo de avaliar a aderência aos requerimentos da norma contábil (b) a avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes sobre o processo de mensuração dos contratos de seguros (c) conciliação das principais bases de dados utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, provenientes dos sistemas operacionais com os registros contábeis (c) a conferência das informações, em base amostral, contidas nas referidas bases de dados (d) a revisão e desafio dos modelos utilizados pela Administração para a mensuração dos contratos de seguros, seja pelo Modelo Geral de Mensuração (BBA) ou pela a Abordagem de Alocação de Prêmios (PAA), e das principais premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa esperados, base amostral, com envolvimento de membros seniores da nossa equipe e dos nossos especialistas (e) o recálculo dos fluxos de caixa descontados a valor presente e dos ajustes de risco pelo risco não financeiro e (f) a avaliação da adequação das divulgações da Companhia acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para mensurar os contratos de seguros são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.2 - Análise quanto a redução ao valor recuperável ("impairment") dos ágios decorrentes de combinações de negócioEm 31 de dezembro de 2025, conforme nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui saldos significativos decorrentes de ágios gerados em combinações de negócios, os quais estão sujeitos à avaliação anual da análise de redução ao valor recuperável (impairment). A administração da Companhia realiza, no mínimo anualmente, teste para avaliar a necessidade de redução ao valor recuperável do ágio. Esse teste envolve estimativas e julgamentos significativos. A determinação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa requer o exercício de julgamentos relevantes sobre determinadas premissas subjetivas, tais como: (i) estimativa de fluxos de caixa futuros (ii) estimativa dos custos e despesas necessários à operação e (iii) definição da taxa de desconto apropriada a esses fluxos de caixa futuros.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria pois: (i) os montantes envolvidos foram considerados materiais para nossa auditoria (ii) há julgamento envolvido quanto a estimativa de fluxos de caixa futuros, que contempla projeção de receitas futuras, bem como custos e despesas associados a operação e (iii) há julgamento envolvido na determinação da taxa de desconto a ser aplicada a esses fluxos de caixa futuros.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação das metodologias e premissas relevantes com a finalidade de identificação da unidade geradora de caixa (ii) a avaliação do desenho e da implementação das atividades de controles internos relevantes associadas c om a elaboração e revisão da análise do valor recuperável da UGC (iii) a avaliação da habilidade da Administração em realizar projeções acuradas de fluxos de caixa futuros, por meio do confronto entre projeções de períodos anteriores e os fluxos de caixa atuais observados (iv) o envolvimento de nossos especialistas em valorização para nos auxiliar na avaliação da razoabilidade do modelo de avaliação, na metodologia e na taxa de desconto utilizada, bem como na acurácia matemática (v) a avaliação da razoabilidade das premissas de negócio relevantes utilizadas pela Companhia, entre elas a projeção das receitas, dos custos e despesas projetados, e de sua razoabilidade perante informações macroeconômicas e dos segmentos em que a Companhia atua e (vi) a avaliação da adequação das divulgações da Companhia sobre as premissas mais sensíveis utilizadas no seu teste, ou seja, aquelas que têm efeito mais significativo na determinação do valor recuperável de sus UGC. Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios e premissas adotadas pela Administração para sua análise de redução ao valor recuperável de seus ágios, bem como as divulgações em notas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, apresentados para fins de comparação, foram examinados por outro auditor independente, que emitiu relatório datado de 19 de março de 2025, com opinião sem modificação sobre essas demonstrações financeiras.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins da norma internacional de contabilidade, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditora das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes e relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas contr oladas a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócios do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com a Governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para interesse público.São Paulo, 18 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8 Carlos ClaroContadorCRC nº 1 SP 236588/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício de doze meses findo em 31 de dezembro de 2025Em conformidade com o artigo 27, parágrafo 1°, inciso VI, da Resolução CVM n° 80/22, os diretores responsáveis pela elaboração das respectivas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e suas controladas declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício de doze meses findo em 31 de dezembro de 2025.Fortaleza, 18 de março de 2026.Jorge Fontoura Pinheiro Koren de LimaPresidenteLuccas Augusto AdibVice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores Estatutário e Vice-Presidente de Tecnologia

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do auditor independenteEm conformidade com o artigo 27, parágrafo 1°, inciso V, da Resolução CVM n° 80/22, os diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e suas controladas, declaram que reviram, discutiram e concordam com a conclusão apresentada no Relatório do auditor independente da Companhia e suas controladas, a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda., acerca das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, referentes ao exercício de doze meses findo em 31 de dezembro de 2025.Fortaleza, 18 de março de 2026.Jorge Fontoura Pinheiro Koren de LimaPresidenteLuccas Augusto AdibVice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores Estatutário e Vice-Presidente de Tecnologia

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício de doze meses findo em 31 de dezembro de 2025O Comitê de Auditoria da Hapvida Participações e Investimentos S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, revisou as demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do Relatório do auditor independente Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda., e opinou, por unanimidade, que os referidos documentos refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, para os fins a que se destina. Fortaleza, 18 de março de 2026. Comitê de AuditoriaCoordenadorJosé Luis Camargo JuniorMembroLuiz Pereira Gomes JúniorMembroMaria Paula Soares AranhaMembroWagner Aparecido MardeganMembroWanderbilt Cavalcante Maia

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório anual do Comitê de Auditoria, Riscos, Controles Internos e ComplianceAos Srs. Membros do Conselho de Administração da Hapvida Participações e Investimentos S.A ("Companhia")1. Apresentação O presente Relatório Anual de Atividades tem como objetivo apresentar de forma consolidada as principais atividades desenvolvidas pelo Comitê de Auditoria, Riscos, Controles Internos e Compliance (COAUD) ao longo do exercício de 2025, em atendimento às boas práticas de governança corporativa, controles internos e conformidade regulatória. 2. Composição do ComitêDurante o exercício, o Comitê de Auditoria foi composto pelos seguintes membros: José Luis de Oliveira Camargo Junior Maria Paula Soares Aranha Luiz Pereira Gomes Júnior Wagner Aparecido Mardegan Wanderbilt Cavalcante Maia3. Reuniões realizadasNo período, o COAUD realizou 12 reuniões ordinárias, devidamente registradas em atas, com os seguintes focos principais: Acompanhamento dos trabalhos de auditoria Avaliação de controles internos e gestão de riscos Monitoramento de demonstrações financeiras e conformidade regulatória4. Principais Atividades DesenvolvidasAo longo do exercício, o Comitê concentrou suas atividades, entre outros, nos seguintes temas:4.1 Auditoria Interna Avaliação e acompanhamento do Plano Anual de Auditoria Interna. Monitoramento das recomendações e planos de ação.4.2 Auditoria Independente Interação com os Auditores Independentes. Análise do plano de auditoria externa e escopo dos trabalhos. Avaliação das demonstrações financeiras e parecer dos auditores. Acompanhamento das recomendações dos auditores independentes.4.3 Gestão de Riscos e Controles Internos Acompanhamento do mapeamento de riscos corporativos. Avaliação dos controles internos relevantes. Discussões sobre riscos críticos e planos de mitigação.4.4 Compliance e Controles Regulatórios Monitoramento do cumprimento de normas legais, regulatórias e internas. Acompanhamento de temas relacionados à ética, integridade e conformidade.4.5. Transações com Partes Relacionadas (TPRs): Avaliação da conformidade de transações com partes relacionadas e seguida de recomendação de aprovação ou desaprovação por parte do Conselho de Administração.4.6. Políticas internas Recomendações de aprovação ou desaprovação de políticas internas por parte do Conselho de Administração.5. Avaliação Geral do ComitêCom base nas informações analisadas e nos trabalhos realizados, o Comitê de Auditoria entende que, no exercício de 2025: As recomendações emitidas estão sendo adequadamente endereçadas. Não foram identificadas situações relevantes que comprometessem a integridade das informações financeiras.6. Plano de Atividades para o Próximo ExercícioPara o próximo exercício, além das atividades desempenhadas e descritas neste relatório, o COAUD pretende priorizar o acompanhamento das alterações nos processos e políticas sob responsabilidade da recém-criada Vice-presidência de Riscos, a qual terá responsabilidade sobre as áreas de compliance, riscos, controles internos, ouvidoria e auditoria interna. O COAUD pretende apoiar a nova Vice-presidência de Riscos na implementação de novas políticas e revisão de processos internos com uma visão estratégica e de suporte para execução das alterações necessárias de modernização e adoção das melhores práticas.7. ConclusãoO Comitê de Auditoria reafirma seu compromisso com as melhores práticas de governança, transparência e integridade, colocando-se à disposição do Conselho de Administração para os esclarecimentos que se fizerem necessários.Fortaleza, 18 de março de 2026. Comitê de AuditoriaCoordenadorJosé Luis Camargo JuniorMembroLuiz Pereira Gomes JúniorMembroMaria Paula Soares AranhaMembroWagner Aparecido MardeganMembroWanderbilt Cavalcante Maia

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias502.630.88427.905.027
Preferenciais00
Total502.630.88427.905.027

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.