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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201346 páginasCódigo CVM 4111Versão 1Recebida em 15/08/2013valores em R$ mil

ITR 30/06/2013 de CACHOEIRA VELONORTE S/A

CACHOEIRA VELONORTE S/A · CNPJ 20.933.354/0001-04

CACHOEIRA VELONORTE S/A
CNPJ 20.933.354/0001-04
ITR 30/06/2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
CACHOEIRA VELONORTE S/A
CNPJ
20.933.354/0001-04
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
46
Ano de referência
2013*
Publicado em
15/08/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:39

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201331/12/2012Var.
1Ativo Total23.35523.829−2,0%
1.01Ativo Circulante3.4953.3813,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa19736.466,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.3541.29082,5%
1.01.03.01Clientes1.0601.211−12,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.294791.538,0%
1.01.04Estoques472588,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar84273514,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar84273514,6%
1.01.07Despesas Antecipadas5576−27,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes01.252−100,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros01.252−100,0%
1.02Ativo Não Circulante19.86020.448−2,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.0922.384−12,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber2.0922.384−12,2%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber2.0922.384−12,2%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado17.72918.024−1,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação17.72918.024−1,6%
1.02.03.01.01Imobilizado Tangivel00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3940−2,5%
1.02.04.01Intangíveis3940−2,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3940−2,5%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATORIO DE REVISÃO ESPECIALDOS AUDITORES INDEPENDENTESAos Srs. Acionistas e Administradores daCACHOEIRA VELONORTE S/ABelo Horizonte - MGIntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias da Cachoeira Velonorte S/A contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2013, que compreende o balanço patrimonial levantado em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado para os períodos de três e seis meses findos naquela data e das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo naquela data, incluindo o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração e apresentação adequada dessas informações intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da RevisãoNossa revisão foi efetuada com as normas específicas estabelecidas pelo IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em: (a) indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil, financeira e operacional da companhia quanto aos principais critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais e (b) revisão das informações e dos eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a posição financeira e as operações da companhia.Base para Opinião com RessalvasA Companhia não vem reconhecendo os encargos financeiros sobre os impostos tributários, parcelamentos de impostos e parcelas de empréstimos e financiamentos, cujos efeitos não foram quantificados. A Companhia possui em 30 de junho de 2013 provisão para créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ 5.051 mil. Em virtude da falta de elementos indicativos de parâmetros e critérios para a sua constituição, não temos informações suficientes para avaliar se a referida provisão é suficiente para atender as perdas prováveis na realização dos créditos da Companhia, não sendo possível quantificar a necessidade de complementação dessa provisão.A Companhia não realizou os procedimentos pertinentes aos testes de recuperabilidade dos seus ativos fixos e não apurou os ajustes a valor presente com base nos saldos de contas a receber de usuários e contas a pagar a fornecedores, conforme orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos e CPC 12 - Ajuste a Valor Presente, respectivamente. Consequentemente, ficamos impossibilitados de avaliar e opinar sobre a necessidade de eventuais reconhecimentos de perdas na realização de ganhos ou perdas nesses ativos e, também, ganhos decorrentes de ajuste a valor presente de ativos e passivos por valores não quantificados.Por intermédio dos consultores jurídicos foi informado que existem diversas ações judiciais de naturezas cíveis, fiscais, trabalhistas e ambientais contra a Companhia, com indicação de possibilidades de perdas prováveis. Conforme nota explicativa nº 11, essas contingências não foram incluídas na composição da rubrica de provisão para contingências passivas. Consequentemente, o resultado do exercício, o patrimônio líquido e o passivo não circulante estão afetados por montante não quantificado.A Companhia não revisou a vida útil de seu ativo imobilizado, conforme requerido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, CPC 27 - Ativo Imobilizado. A Companhia decidiu por manter a depreciação no que for aplicável, de seu ativo imobilizado utilizando as taxas sugeridas pela legislação fiscal vigente. Não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre a depreciação no exercício caso a revisão da vida útil houvesse sido realizada. Consequentemente, não nos foi possível determinar os impactos desta revisão no ativo imobilizado e no patrimônio líquido em 30 de junho de 2013, e no resultado do exercício findo nesta data.Conclusão com Ressalva sobre as Informações Contábeis IntermediáriasCom base em nossa revisão, exceto pelos efeitos e possíveis efeitos dos assuntos descritos no parágrafo Base para Opinião com Ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações intermediárias não apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da entidade em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o trimestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesAs demonstrações contábeis foram preparadas no pressuposto da continuidade normal da Companhia. Conforme descrito na Nota explicativa nº 1, a Companhia tem sofrido constantes prejuízos e apresentado deficiência de capital de giro. As demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores ativos ou quanto aos valores e a classificação de passivos, que seriam requeridos na impossibilidade da entidade continuar operando. Os planos da administração sobre a recuperabilidade das operações da Companhia encontram-se descritos na mesma nota.O endividamento fiscal da Companhia é considerado relevante, tendo a situação se agravado em 06/06/2008, com o recebimento da Notificação/SOART/DRF/STL/MG Nº 179/2008, comunicando o encerramento da conta do Programa de Parcelamento Especial (PAES), passando os débitos para cobrança final. Outros AssuntosRevisamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao período de seis meses findo em 30 de junho de 2013, preparada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e considerada informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foi elaborada, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias, tomadas em conjunto.Conforme mencionado na nota explicativa nº 1, a Companhia continua em regime de concordata preventiva, e o serviço jurídico informa que todos os créditos quirografários já foram liquidados ou depositados, restando apenas dois credores privilegiados que se encontram com seus créditos compensados, mas insistem no processo de cobrança, os quais aguardam a decisão da justiça.Belo Horizonte, 31 de Julho de 2013SOLTZ, MATTOSO & MENDESAuditores IndependentesCRCMG Nº 002.684/O ALVARÁ CRCMG Nº 118/2008José Roberto de Almeida MendesContador CRCMG 19.932/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISEM 30 DE JUNHO DE 2013 E 31 DE DEZEMBRO DE 2012(Em milhares de Reais)1.CONTEXTO OPERACIONALA Companhia sediada em Cachoeira da Prata - MG foi fundada em 08 de Maio de 1886 e tem por principal atividade a estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis, comercialização de tecidos nos mercados interno e externo. Conforme reforma estatutária aprovada na AGE de 13 de dezembro de 2010, as atividades de arrendamento de galpões, áreas industriais, linhas de produção, equipamentos, áreas para serviços e escritórios, aproveitamento e exploração de jazidas minerais e atividades agropecuárias deixaram de fazer parte de seu objeto social.A Companhia obteve benefício judicial da concordata preventiva decretada em abril de 1996 para pagamento dos créditos no prazo de 2 (dois) anos. Atualmente, os créditos foram depositados, com exceção de dois credores que possuem créditos privilegiados ou já quitados, mas que insistem em seu recebimento, o que aguarda um posicionamento do juiz. O direito a reabilitação será requerido à justiça somente após a comprovação do cumprimento da concordata, pendente da situação retro citada.Em 08 de janeiro de 2011 a Cachoeira Velonorte, em cumprimento aos termos do parágrafo 4° do Artigo 157 da Lei 6.404/76 e da instrução n° 358/2002 da CVM - Comissão de Valores Mobiliários, comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em decorrência da arrematação judicial do imóvel onde se localiza sua sede e instalações industriais, localizado no n° 435 da Praça Cirino Pereira, Centro, Cachoeira da Prata - MG, ocorrida em 22 de novembro de 2010, está adotando as medidas necessárias para o redimensionamento e transferência de suas atividades para novo endereço no mesmo município. Informou, ainda, que providenciará as desmobilizações necessárias para custear rescisões de contratos de qualquer natureza, renegociações de contratos de fornecimento de mercadorias e serviços, dentre outros.A Companhia vem apresentando prejuízos constantes e deficiência de capital de giro. A manutenção da atividade econômica e financeira da Cachoeira Velonorte depende, fundamentalmente, da liquidação de passivos que está sendo implementado por sua Administração.2.APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISConforme determinado pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e legislação societária, a Companhia apresenta suas demonstrações contábeis elaboradas, simultaneamente, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS") emitidas pelo "International Accounting Standards Board" ("IASB"), bem como as práticas contábeis adotadas no Brasil.As demonstrações contábeis foram aprovadas e autorizadas para emissão pela Administração da Companhia em 31 de julho de 2013.a)Base de mensuraçãoAs demonstrações contábeis foram preparadas utilizando o custo histórico como base de valor, exceto, quando aplicável, pela valorização de determinados ativos e passivos como instrumentos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo.b)Moeda funcional e moeda de apresentaçãoAs demonstrações contábeis são apresentadas em Real (R$), que é a moeda funcional da Companhia.3.PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEISAs principais práticas contábeis adotadas para elaboração destas demonstrações foram as seguintes: 3.1.Apuração do ResultadoO resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência de exercício. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As receitas e despesas de juros são reconhecidas pelo método da taxa efetiva de juros como receitas e despesas financeiras no resultado.3.2.Instrumentos Financeiros Não DerivativosOs instrumentos financeiros não derivativos incluem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outros recebíveis de curto e longo prazo, empréstimos e financiamentos, fornecedores, outras contas a pagar além de outros instrumentos de dívida e patrimônio. Os instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros não derivativos são mensurados a cada data do balanço, de acordo com a sua classificação, que é definida no reconhecimento inicial com base nos propósitos para os quais foram adquiridos ou emitidos. 3.3.Caixa e Equivalentes de CaixaA Companhia considera equivalentes de caixa: (i) uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e estando sujeita a um insignificante risco de mudança de valor, e/ou (ii) um investimento quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da contratação.3.4.Contas a Receber de ClientesSão registradas e mantidas pelo valor nominal dos títulos decorrentes das vendas de produtos, acrescidos de variações cambiais, quando aplicável. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base em análise individual dos valores a receber e em montante considerado pela administração necessário e suficiente para cobrir prováveis perdas na realização desses créditos, os quais podem ser modificados em função da recuperação de créditos junto a clientes devedores ou mudança na situação financeira de clientes.3.5.EstoquesOs estoques são apresentados pelo custo, inferior ao mercado. O custo dos produtos acabados compreende matérias-primas, mão-de-obra direta, outros custos diretos e despesas gerais de produção relacionadas. 3.6.ImobilizadoO ativo imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido dos impostos compensáveis, quando aplicável, e da depreciação acumulada.A Companhia utiliza o método de depreciação linear e leva em consideração o tempo de vida útil estimada de cada ativo. 3.7.Provisões DiversasSão constituídas em momento julgado adequado pela Administração para cobrir possíveis perdas. Os depósitos judiciais relativos às provisões estão apresentados no ativo não circulante.3.8.Uso de EstimativasNa aplicação das políticas contábeis da Companhia, a Administração deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos para os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na experiência e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas.As estimativas e premissas são revisadas continuamente. Os efeitos decorrentes das revisões feitas são reconhecidos no período em que são revistas, se a revisão afetar apenas esse período, ou em também períodos posteriores se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futuros.4.CONTAS A RECEBER DE CLIENTES30.06.1331.12.12Duplicatas a receber6.1116.262Provisão para créditos de liquidação duvidosa(5.051)(5.051)1.0601.211A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para cobrir eventuais perdas que possam ocorrer. 5.ESTOQUES30.06.1331.12.12Materiais auxiliares17-Produto químico2525Produto acabado5-47256.IMPOSTOS A RECUPERAR30.06.1331.12.12Impostos federais - Refis457334Impostos federais - Paes221221ICMS a recuperar115131ICMS / COFINS s/ ativo imobilizado3130IPI a recuperar1414Outros458427357.O UTROS CRÉDITOS30.06.1331.12.12Sertex Fiação e Tecelagem Ltda.8585Nortex Ltda.1.8091.809Mineração da Várzea Ltda.773691.9712.263Saldo remanescente das atividades operacionais antes da concordata preventiva decretada em 1996.8.IMOBILIZADO30.06.1331.12.12Custo CorrigidoDepreciação, Amortização e ExaustãoAcumuladasValor LíquidoValor LíquidoTaxasAnuais de DepreciaçãoMóveis e utensílios1.052(1.052)--10%Máquinas e equipamentos industriais1.588(1.060)52860610%Veículos---18320%Equips. de processamento de dados153(153)-620%Instalações industriais4.905(4.905)-210%Instalações ETE564(190)37440010%Reflorestamentos---175Reversão da Cisão Parcial - Imóveis 14.079-14.07914.079-Reversão da Cisão Parcial - Equipamentos2.573-2.5732.573-24.914(7.360)17.55418.024A Companhia procedeu a contabilização de reavaliação espontânea de bens do ativo imobilizado, com base em laudo técnico emitido pela empresa Steuble Costa Engenharia Ltda., aprovado pela Assembléia Geral Extraordinária realizada em 30 de julho de 2003. A contrapartida desta reserva, no valor de R$ 19.287 mil, foi contabilizada em conta de reserva no patrimônio líquido. Parte dos bens reavaliados foi vertida para a empresa Confecções Cachoeira da Prata Ltda - EPP, em processo de cisão desde 30 de julho de 2003, com a qual foi firmado contrato de arrendamento mercantil dos mesmos.Em 2006 a Companhia, conservadoramente, contabilizou a Reversão da Cisão Parcial efetuada em julho de 2003, com o objetivo de registrar tais valores até que seja transitado em julgado o processo de arquivamento que se encontra "sub-júdice". Por se encontrar com as atividades operacionais paralisadas a Companhia não vem registrando sua depreciação.A Companhia decidiu não determinar o valor justo do seu ativo imobilizado.9.ATIVO BIOLÓGICORefere-se a remanescente de reflorestamentos - florestas de eucalipto, cujos valores se encontram adequados à situação atual do ativo.10.FORNECEDORESReferem-se aos compromissos assumidos com diversos fornecedores e outras instituições, em aberto há mais de dois exercícios, para serem liquidados futuramente, e são demonstrados da seguinte forma:30.06.1331.12.12Fornecedores nacionais diversos 3.4253.422Fornecedores de bens e serviços1.2211.223Órgãos e instituições diversas1.1111.111Outros fornecedores3353356.0926.091Parcelas classificadas no passivo circulante3.7593.758No passivo não circulante2.3332.33311. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS30.06.1331.12.12CurtoLongoPrazoPrazoTotalTotalEmpréstimos e financiamentos569.1889.2449.378Empréstimos contraídos com diversas instituições financeiras, transferidos para o Passivo Não Circulante no exercício de 2007, aguardando o resultado de negociações, razão pela qual não estão sendo atualizados. 12.TRIBUTOS E ENCARGOS SOCIAIS 30.06.1331.12.12INSS - Proc. de execução e notificações33.63133.631Tributos federais26.44026.440Tributos estaduais1.8531.85361.92461.924Os débitos tributários encontram-se registrados e não vem sendo pagos devido à dificuldade financeira da Companhia. O saldo encontra-se desatualizado de juros e multas.13.CONTINGÊNCIASA Companhia tem processos, demandas fiscais, ambientais, cíveis e reclamações trabalhistas em andamento, que envolvem responsabilidade contingente. Com base na análise individual de tais processos e tendo como suporte a opinião dos advogados da Companhia, a Administração optou por não contabilizar a provisão para riscos contingentes.14.PATRIMÔNIO LÍQUIDOO Capital Social, subscrito e integralizado, está dividido em 142.024 mil ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Cada ação dá direito a um voto nas deliberações sociais, consoante à Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto. Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado de cada exercício, após compensado os prejuízos acumulados, calculado em conformidade com a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto.CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃOJosé Augusto Bahia FigueiredoPresidenteMúcio Vaz de MeloConselheiroMarcelo Vaz de Melo MoreiraConselheiroDIRETORIAArnaldo Mello Figueiredo JúniorDiretorJosé Augusto Bahia FigueiredoDiretor e Diretor de Relações c/InvestidoresRESPONSABILIDADE TÉCNICACarlos Magno AlvesContador - CRC/MG nº. 46.018/O-8

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISEM 30 DE JUNHO DE 2013 E 31 DE DEZEMBRO DE 2012(Em milhares de Reais)1.CONTEXTO OPERACIONALA Companhia sediada em Cachoeira da Prata - MG foi fundada em 08 de Maio de 1886 e tem por principal atividade a estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis, comercialização de tecidos nos mercados interno e externo. Conforme reforma estatutária aprovada na AGE de 13 de dezembro de 2010, as atividades de arrendamento de galpões, áreas industriais, linhas de produção, equipamentos, áreas para serviços e escritórios, aproveitamento e exploração de jazidas minerais e atividades agropecuárias deixaram de fazer parte de seu objeto social.A Companhia obteve benefício judicial da concordata preventiva decretada em abril de 1996 para pagamento dos créditos no prazo de 2 (dois) anos. Atualmente, os créditos foram depositados, com exceção de dois credores que possuem créditos privilegiados ou já quitados, mas que insistem em seu recebimento, o que aguarda um posicionamento do juiz. O direito a reabilitação será requerido à justiça somente após a comprovação do cumprimento da concordata, pendente da situação retro citada.Em 08 de janeiro de 2011 a Cachoeira Velonorte, em cumprimento aos termos do parágrafo 4° do Artigo 157 da Lei 6.404/76 e da instrução n° 358/2002 da CVM - Comissão de Valores Mobiliários, comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em decorrência da arrematação judicial do imóvel onde se localiza sua sede e instalações industriais, localizado no n° 435 da Praça Cirino Pereira, Centro, Cachoeira da Prata - MG, ocorrida em 22 de novembro de 2010, está adotando as medidas necessárias para o redimensionamento e transferência de suas atividades para novo endereço no mesmo município. Informou, ainda, que providenciará as desmobilizações necessárias para custear rescisões de contratos de qualquer natureza, renegociações de contratos de fornecimento de mercadorias e serviços, dentre outros.A Companhia vem apresentando prejuízos constantes e deficiência de capital de giro. A manutenção da atividade econômica e financeira da Cachoeira Velonorte depende, fundamentalmente, da liquidação de passivos que está sendo implementado por sua Administração.2.APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISConforme determinado pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e legislação societária, a Companhia apresenta suas demonstrações contábeis elaboradas, simultaneamente, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS") emitidas pelo "International Accounting Standards Board" ("IASB"), bem como as práticas contábeis adotadas no Brasil.As demonstrações contábeis foram aprovadas e autorizadas para emissão pela Administração da Companhia em 31 de julho de 2013.a)Base de mensuraçãoAs demonstrações contábeis foram preparadas utilizando o custo histórico como base de valor, exceto, quando aplicável, pela valorização de determinados ativos e passivos como instrumentos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo.b)Moeda funcional e moeda de apresentaçãoAs demonstrações contábeis são apresentadas em Real (R$), que é a moeda funcional da Companhia.3.PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEISAs principais práticas contábeis adotadas para elaboração destas demonstrações foram as seguintes: 3.1.Apuração do ResultadoO resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência de exercício. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As receitas e despesas de juros são reconhecidas pelo método da taxa efetiva de juros como receitas e despesas financeiras no resultado.3.2.Instrumentos Financeiros Não DerivativosOs instrumentos financeiros não derivativos incluem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outros recebíveis de curto e longo prazo, empréstimos e financiamentos, fornecedores, outras contas a pagar além de outros instrumentos de dívida e patrimônio. Os instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros não derivativos são mensurados a cada data do balanço, de acordo com a sua classificação, que é definida no reconhecimento inicial com base nos propósitos para os quais foram adquiridos ou emitidos. 3.3.Caixa e Equivalentes de CaixaA Companhia considera equivalentes de caixa: (i) uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e estando sujeita a um insignificante risco de mudança de valor, e/ou (ii) um investimento quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da contratação.3.4.Contas a Receber de ClientesSão registradas e mantidas pelo valor nominal dos títulos decorrentes das vendas de produtos, acrescidos de variações cambiais, quando aplicável. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base em análise individual dos valores a receber e em montante considerado pela administração necessário e suficiente para cobrir prováveis perdas na realização desses créditos, os quais podem ser modificados em função da recuperação de créditos junto a clientes devedores ou mudança na situação financeira de clientes.3.5.EstoquesOs estoques são apresentados pelo custo, inferior ao mercado. O custo dos produtos acabados compreende matérias-primas, mão-de-obra direta, outros custos diretos e despesas gerais de produção relacionadas. 3.6.ImobilizadoO ativo imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido dos impostos compensáveis, quando aplicável, e da depreciação acumulada.A Companhia utiliza o método de depreciação linear e leva em consideração o tempo de vida útil estimada de cada ativo. 3.7.Provisões DiversasSão constituídas em momento julgado adequado pela Administração para cobrir possíveis perdas. Os depósitos judiciais relativos às provisões estão apresentados no ativo não circulante.3.8.Uso de EstimativasNa aplicação das políticas contábeis da Companhia, a Administração deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos para os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na experiência e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas.As estimativas e premissas são revisadas continuamente. Os efeitos decorrentes das revisões feitas são reconhecidos no período em que são revistas, se a revisão afetar apenas esse período, ou em também períodos posteriores se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futuros.4.CONTAS A RECEBER DE CLIENTES30.06.1331.12.12Duplicatas a receber6.1116.262Provisão para créditos de liquidação duvidosa(5.051)(5.051)1.0601.211A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para cobrir eventuais perdas que possam ocorrer. 5.ESTOQUES30.06.1331.12.12Materiais auxiliares17-Produto químico2525Produto acabado5-47256.IMPOSTOS A RECUPERAR30.06.1331.12.12Impostos federais - Refis457334Impostos federais - Paes221221ICMS a recuperar115131ICMS / COFINS s/ ativo imobilizado3130IPI a recuperar1414Outros458427357.O UTROS CRÉDITOS30.06.1331.12.12Sertex Fiação e Tecelagem Ltda.8585Nortex Ltda.1.8091.809Mineração da Várzea Ltda.773691.9712.263Saldo remanescente das atividades operacionais antes da concordata preventiva decretada em 1996.8.IMOBILIZADO30.06.1331.12.12Custo CorrigidoDepreciação, Amortização e ExaustãoAcumuladasValor LíquidoValor LíquidoTaxasAnuais de DepreciaçãoMóveis e utensílios1.052(1.052)--10%Máquinas e equipamentos industriais1.588(1.060)52860610%Veículos---18320%Equips. de processamento de dados153(153)-620%Instalações industriais4.905(4.905)-210%Instalações ETE564(190)37440010%Reflorestamentos---175Reversão da Cisão Parcial - Imóveis 14.079-14.07914.079-Reversão da Cisão Parcial - Equipamentos2.573-2.5732.573-24.914(7.360)17.55418.024A Companhia procedeu a contabilização de reavaliação espontânea de bens do ativo imobilizado, com base em laudo técnico emitido pela empresa Steuble Costa Engenharia Ltda., aprovado pela Assembléia Geral Extraordinária realizada em 30 de julho de 2003. A contrapartida desta reserva, no valor de R$ 19.287 mil, foi contabilizada em conta de reserva no patrimônio líquido. Parte dos bens reavaliados foi vertida para a empresa Confecções Cachoeira da Prata Ltda - EPP, em processo de cisão desde 30 de julho de 2003, com a qual foi firmado contrato de arrendamento mercantil dos mesmos.Em 2006 a Companhia, conservadoramente, contabilizou a Reversão da Cisão Parcial efetuada em julho de 2003, com o objetivo de registrar tais valores até que seja transitado em julgado o processo de arquivamento que se encontra "sub-júdice". Por se encontrar com as atividades operacionais paralisadas a Companhia não vem registrando sua depreciação.A Companhia decidiu não determinar o valor justo do seu ativo imobilizado.9.ATIVO BIOLÓGICORefere-se a remanescente de reflorestamentos - florestas de eucalipto, cujos valores se encontram adequados à situação atual do ativo.10.FORNECEDORESReferem-se aos compromissos assumidos com diversos fornecedores e outras instituições, em aberto há mais de dois exercícios, para serem liquidados futuramente, e são demonstrados da seguinte forma:30.06.1331.12.12Fornecedores nacionais diversos 3.4253.422Fornecedores de bens e serviços1.2211.223Órgãos e instituições diversas1.1111.111Outros fornecedores3353356.0926.091Parcelas classificadas no passivo circulante3.7593.758No passivo não circulante2.3332.33311. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS30.06.1331.12.12CurtoLongoPrazoPrazoTotalTotalEmpréstimos e financiamentos569.1889.2449.378Empréstimos contraídos com diversas instituições financeiras, transferidos para o Passivo Não Circulante no exercício de 2007, aguardando o resultado de negociações, razão pela qual não estão sendo atualizados. 12.TRIBUTOS E ENCARGOS SOCIAIS 30.06.1331.12.12INSS - Proc. de execução e notificações33.63133.631Tributos federais26.44026.440Tributos estaduais1.8531.85361.92461.924Os débitos tributários encontram-se registrados e não vem sendo pagos devido à dificuldade financeira da Companhia. O saldo encontra-se desatualizado de juros e multas.13.CONTINGÊNCIASA Companhia tem processos, demandas fiscais, ambientais, cíveis e reclamações trabalhistas em andamento, que envolvem responsabilidade contingente. Com base na análise individual de tais processos e tendo como suporte a opinião dos advogados da Companhia, a Administração optou por não contabilizar a provisão para riscos contingentes.14.PATRIMÔNIO LÍQUIDOO Capital Social, subscrito e integralizado, está dividido em 142.024 mil ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Cada ação dá direito a um voto nas deliberações sociais, consoante à Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto. Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado de cada exercício, após compensado os prejuízos acumulados, calculado em conformidade com a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto.CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃOJosé Augusto Bahia FigueiredoPresidenteMúcio Vaz de MeloConselheiroMarcelo Vaz de Melo MoreiraConselheiroDIRETORIAArnaldo Mello Figueiredo JúniorDiretorJosé Augusto Bahia FigueiredoDiretor e Diretor de Relações c/InvestidoresRESPONSABILIDADE TÉCNICACarlos Magno AlvesContador - CRC/MG nº. 46.018/O-8

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.