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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016105 páginasCódigo CVM 20702Versão 1Recebida em 29/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. · CNPJ 67.571.414/0001-41

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
CNPJ 67.571.414/0001-41
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
CNPJ
67.571.414/0001-41
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2016*
Publicado em
29/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total984.3991.307.012−24,7%
1.01Ativo Circulante742.538971.228−23,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa33.08122.73845,5%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa33.08122.73845,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber386.336575.263−32,8%
1.01.03.01Clientes386.336575.263−32,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques304.252353.269−13,9%
1.01.04.01Imóveis a comercializar304.252353.269−13,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.98511.134−55,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.98511.134−55,2%
1.01.07Despesas Antecipadas8528194,0%
1.01.07.01Despesas com vendas a apropriar8528194,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes13.0328.00562,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.02.01Ativos mantidos para venda00—
1.01.08.03Outros13.0328.00562,8%
1.01.08.03.01Créditos Diversos13.0328.00562,8%
1.02Ativo Não Circulante241.861335.784−28,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo194.985266.852−26,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber20.73229.546−29,8%
1.02.01.03.01Clientes20.73229.546−29,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques138.855185.879−25,3%
1.02.01.04.01Imóveis a comercializar138.855185.879−25,3%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas615648−5,1%
1.02.01.07.01Despesas com vendas a apropriar615648−5,1%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas5.9405.8142,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas5.9405.8142,2%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes28.84344.965−35,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Contas correntes com parceiros nos empreendimentos23.27644.123−47,2%
1.02.01.09.04Impostos e contribuições a compensar5.567842561,2%
1.02.02Investimentos30.09145.773−34,3%
1.02.02.01Participações Societárias30.09145.773−34,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas30.09145.773−34,3%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado7.60111.739−35,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.60111.739−35,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível9.18411.420−19,6%
1.02.04.01Intangíveis9.18411.420−19,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software/Outros9.18411.420−19,6%
1.02.04.01.03Ágio na aquisição de empresas00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daViver Incorporadora e Construtora S.A. - Em recuperação judicialSão Paulo - SP Abstenção de opinião Fomos contratados para examinar as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Viver Incorporadora e Construtora S.A. - Em recuperação judicial ('Companhia'), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia pois, devido à relevância do assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis.Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalConforme mencionado na Nota Explicativa nº 1, em 16 de setembro de 2016, a Companhia ajuizou pedido de recuperação judicial na Comarca da Capital do Estado de São Paulo, em conjunto com suas controladas, nos termos da Lei nº 11.101/05. Em 28 de setembro de 2016, foi deferido o processamento do pedido da recuperação judicial, conforme decisão da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital do Estado de São Paulo. Em 06 de fevereiro de 2017, foram protocolados os 17 planos de recuperação judicial para as 64 empresas solicitantes. A Companhia atualmente trabalha no seu plano de recuperação judicial com a discriminação dos meios de recuperação a serem empregados, demonstração da viabilidade econômica e laudos econômico-financeiros e de avaliação de bens e ativos da Companhia e suas controladas. A continuidade normal dos negócios da Companhia e de suas controladas está diretamente vinculada ao sucesso na aprovação e implementação do plano de recuperação judicial e à eventual geração de caixa para liquidação de suas dívidas.No exercício findo em 31 de dezembro de 2016, a Companhia incorreu no prejuízo individual e consolidado de R$ 347.170 mil e R$ 348.597 mil, respectivamente, possuía prejuízos acumulados de R$ 1.791.172 mil, o passivo circulante individual e consolidado excedeu o ativo circulante em R$ 1.149.073 mil e R$ 523.057 mil, respectivamente, e apresentou patrimônio líquido negativo de R$ 509.494 mil. Essa situação indica a existência de incerteza significativa que levanta dúvidas quanto à capacidade de continuidade normal dos negócios da Companhia e suas controladas e quanto à base para preparação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, considerando que em 31 de dezembro de 2016, os ativos e passivos individuais e consolidados da Companhia foram classificados e avaliados no pressuposto de continuidade normal dos negócios. Devido ao fato de a Companhia e suas controladas dependerem do sucesso na aprovação e implementação do plano de recuperação e na geração de caixa futura, não nos foi possível concluir se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia deveriam ser preparadas com base na continuidade normal dos negócios ou se deveriam ser preparadas em base de liquidação. ÊnfaseOrientação OCPC04Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2.1(a), as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As informações contábeis intermediárias consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária brasileiras, editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota Explicativa nº 3.2(a).Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) da Companhia pois, devido à relevância do assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis e opinar se essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e se são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações co ntábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações contábeis da Companhia de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e a de emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido ao assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis. Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. São Paulo, 17 de março de 2017. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1Julian Clemente Contador CRC 1 SP 197232/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasVIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.CNPJ/MF nº 67.571.414/0001-41NIRE 35.300.338.421(Companhia Aberta)Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPelo presente instrumento, declaramos para fins do disposto no inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM número 480 que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Viver Incorporadora e Construtora S.A. relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Viver Incorporadora e Construtora S.A.Eduardo Ramos CanônicoDiretor Presidente, Vice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresRicardo dos SantosDiretor Vice-Presidente Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesVIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.CNPJ/MF nº 67.571.414/0001-41NIRE 35.300.338.421(Companhia Aberta)Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesPelo presente instrumento, declaramos para fins do disposto no inciso V do artigo 25 da Instrução CVM número 480 que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer da BDO RCS Auditores Independentes S/S para as Demonstrações Financeiras da Viver Incorporadora e Construtora S.A. referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Viver Incorporadora e Construtora S.A.Eduardo Ramos CanônicoDiretor Presidente, Vice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresRicardo dos SantosDiretor Vice-Presidente Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Pareceres e Declarações / Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão EquivalenteOs membros do Conselho Fiscal da Viver Incorporadora e Construtora S.A. abaixo assinados, no exercício de suas atribuições e responsabilidades estatutárias e legais, conforme previsto nos incisos II e VII, do artigo 163 da Lei 6.404/76:(i)Procederam ao exame e análise do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nada tendo a opor ou ressalvar.(ii)Baseados na análise realizada e considerando o parecer com abstenção de opinião dos auditores independentes, opinaram que referidos documentos estão aptos a serem submetidos à Assembleia Geral Ordinária da Companhia.(iii)Opinaram, por fim, que referidos documentos devem ser aprovados, sem ressalvas, pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.São Paulo, 29 de março de 2017.João Paulo Vargas da SilveiraAlexandre Machado Navarro StotzDaniela Maluf Pfeiffer

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.