Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 16373Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE

COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE · CNPJ 33.352.394/0001-04

COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE
CNPJ 33.352.394/0001-04
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA ESTADUAL DE AGUAS E ESGOTOS CEDAE
CNPJ
33.352.394/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total13.629.09613.566.0000,5%
1.01Ativo Circulante1.636.2131.371.64319,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa191.160178.1557,3%
1.01.01.01Bens Numerários00
1.01.01.02Depósitos Bancários28.20634.548−18,4%
1.01.01.03Aplicações Financeiras162.954143.60713,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.439.1831.185.77221,4%
1.01.03.01Clientes1.387.2431.176.67017,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Usuários1.387.2431.176.67017,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber51.9409.102470,6%
1.01.03.02.01Outros Créditos15.6454.807225,5%
1.01.03.02.02Impostos Recuperáveis36.2954.295745,1%
1.01.04Estoques5.8707.716−23,9%
1.01.04.01Materiais para Operação5.8707.716−23,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante11.992.88312.194.357−1,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.809.3661.891.877−4,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber2.6674.170−36,0%
1.02.01.03.01Clientes2.6674.170−36,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.806.6991.887.707−4,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais1.488.6681.436.2573,6%
1.02.01.09.04Bloqueio de Processos Judiciais00
1.02.01.09.05Títulos e Valores Mobiliários55.376201.969−72,6%
1.02.01.09.06Outros Créditos46.43635.66030,2%
1.02.01.09.07Contas a Receber de Partes Relacionadas216.219213.8211,1%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado81.49680.1541,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação81.49680.1541,7%
1.02.03.01.01Bens de Uso Geral15.52213.58814,2%
1.02.03.01.02Bens de Uso Geral Reavaliado65.97466.566−0,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível10.102.02110.222.326−1,2%
1.02.04.01Intangíveis10.102.02110.222.326−1,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Bens Afetos1.214.8671.263.521−3,9%
1.02.04.01.03Bens Afetos Reavaliados4.205.8344.319.307−2,6%
1.02.04.01.04Bens não Afetos73.37775.135−2,3%
1.02.04.01.05Bens não Afetos Reavaliados3.458.5003.569.997−3,1%
1.02.04.01.06Projetos e Obras em Andamento1.149.443994.36615,6%
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAosConselheiros, Administradores e Acionistas daCompanhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAERio de Janeiro-RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia. Mensuração do passivo atuarialA Companhia é patrocinadora de planos de previdência complementar na modalidade de benefício definido e apura suas obrigações atuariais de acordo com laudo atuarial emitido por seu atuário consultor. Em 31 de dezembro de 2017, as obrigações atuariais da Companhia estão relacionadas aos planos de previdência complementar Prece I, Prece II e Prece CV, o plano de assistência médica Caixa de Assistência dos Servidores - CAC e o prêmio aposentadoria, conforme divulgado na Nota Explicativa no 20, e totalizam R$2.388.866 mil. O monitoramento deste assunto foi considerado significativo para nossa auditoria, tendo em vista que o processo de mensuração deste passivo é complexo e envolve um alto grau de subjetividade e é baseado em cálculos atuariais, que utilizam diversas premissas tais como taxa de desconto, a taxa de retorno esperada sobre os ativos de fundo de pensão aumentos salariais futuros, tábuas de mortalidade e aumentos futuros de benefícios de aposentadorias e pensões. A obrigação de benefício definido é altamente sensível a mudanças nessas premissas. Como nossa auditoria conduziu este assunto Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: o uso de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologias usadas pela Companhia, em particular aquelas relacionadas às estimativas taxa de desconto e hipóteses biométricas e demográficas. Adicionalmente: (i) avaliamos a exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos e (ii) realizamos cálculo independente da obrigação atuarial e confrontamos com os cálculos apresentados pela Administração.Como resultado dos nossos procedimentos descritos acima, foram identificados ajustes de auditoria indicando que o passivo atuarial se encontrava subavaliada devido a utilização de premissas que não refletiam as estimativas mais apropriadas considerando o período examinado. Referido ajuste não foi efetuado pela Administração dada a sua imaterialidade sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o passivo atuarial, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de mensuração deste passivo adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas na Nota Explicativa 20 às demonstrações financeiras.Provisão para risco de créditoA Administração exerce julgamento significativo para fins da determinação da provisão para risco de crédito, de acordo com as análises e estudos internos que indicam a recuperabilidade dos saldos em aberto junto a seus clientes. Em 31 de dezembro de 2017, a provisão para risco de crédito totaliza R$12.107.090 mil, dos quais R$954.406 mil representam o incremento da provisão em 2017 tendo como contrapartida o resultado do exercício, conforme divulgado na Nota Explicativa no 8.4.O monitoramento deste assunto foi considerado significativo para nossa auditoria devido à relevância dos montantes provisionados e demais saldos de recebíveis sujeitos à avaliação de perda, da situação econômica do Estado do Rio de Janeiro que impacta diretamente a capacidade dos consumidores em efetuar os pagamentos quando devido e do elevado grau de subjetividade envolvendo diversos fatores tais como idade de saldos vencidos e não pagos e histórico de inadimplência de clientes.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a análise do histórico de inadimplência (ii) teste dos saldos a receber por idade de vencimento e análise de recebimentos subsequentes dos saldos vencidos e (iii) o recálculo da provisão para riscos de crédito, efetuada pela Administração da Companhia.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a provisão para risco de crédito, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de mensuração da provisão adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas na Nota Explicativa 8.4 às demonstrações financeiras.Mensuração da provisão para contingênciasEm 31 de dezembro de 2017, a Companhia é parte em diversos processos administrativos e judiciais quantificados em R$4.126.934 mil, dos quais R$2.463.506 mil estão regist rados na rubrica provisão para contingências em função da sua probabilidade provável de perda (R$1.663.428 mil representam causas com prognóstico de perda possível e remoto), como definido pela Administração e seus consultores legais e divulgado na Nota Explicativa no 17, incluindo a divulgação das principais causas cuja probabilidade de perda seja avaliada como possível. O monitoramento deste assunto foi considerado significativo para nossa auditoria pois a mensuração do passivo relacionado às provisões para contingências a ser reconhecido e divulgado envolve alto grau de julgamento profissional relacionado à determinação da probabilidade de perda e ao valor do risco relacionado às demandas, que podem ser de natureza tributária, cível, trabalhista, previdenciário e ambiental.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) envio de cartas de circularização aos advogados que patrocinam as respectivas causas, questionando quanto aos valores e prognósticos de perda das demandas envolvendo a Companhia (ii) confronto das informações resultantes do processo de circularização com as posições informadas e registradas pela Companhia (iii) obtenção de representações formais do departamento jurídico da Companhia e da Administração acerca dos advogados que prestaram serviços relevantes à Companhia (iv) Nossos procedimentos incluíram também a utilização de profissionais especializados em tributos para nos auxiliar na revisão dos prognósticos de perda e valores correspondentes as causas fiscais de maior risco e complexidade.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a provisão para contingências, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de mensuração da provisão adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas na Nota Explicativa 17 às demonstrações financeiras.Reconhecimento da receita a faturarParte das receitas reconhecidas pela Companhia referem-se a serviços prestados e não faturados aos consumidores finais ("receitas a faturar"), uma vez que o faturamento é efetuado tomando como base ciclos de faturamento que em alguns casos se sucedem ao período de encerramento contábil. No encerramento de cada mês, a Companhia determina a receita a faturar com base em estimativas de consumo para o período compreendido entre a data da leitura e o encerramento do mês, que incluem dados históricos como a média de consumo obtida da última leitura de hidrômetros.O saldo de contas a receber derivado do fornecimento não faturado totaliza R$1.159.222 mil em 31 de dezembro de 2017 e está divulgado na Nota Explicativa nº 8 às demonstrações financeiras.O cálculo da receita não faturada é significativo para a nossa auditoria devido à relevância dos valores envolvidos e às subjetividades atreladas ao processo de estimativa, que requer julgamento por parte da Administração na determinação das premissas utilizadas, principalmente na estimativa de consumo médio diário de cada cliente, entre a data da última leitura e a data do encerramento das demonstrações financeiras, de forma que as receitas se contraponham aos custos em sua correta competência.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e a eficácia dos controles internos implementados pela Administração sobre o cálculo da receita a faturar, incluindo a compreensão e documentação do processo de estimativa e das premissas utilizadas pela Administração (ii) recálculo do saldo de receita a faturar em 31 de dezembro de 2017, levando em consideração o número de dias não faturados em relação a data de fechamento do mês e avaliação se estes saldos não faturados estão consistentes com os saldos faturados no mês subsequente (iii) avaliação da movimentação trimestral da receita a faturar durante o exercício, analisando flutuações que não estejam alinhadas às nossas expectativas estabelecidas com base em nosso conhecimento da Companhia e da indústria e (iv) Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia sobre o assunto, incluídas na Nota Explicativa anteriormente mencionada.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a receita a faturar, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de reconhecimento de receita adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas na Nota Explicativa 8 às demonstrações financeiras.Recuperabilidade dos ativos não financeiros com vida útil definidaEm 31 de dezembro de 2017, a Companhia possui saldo de ativos intangíveis decorrentes de contratos de concessão, nos valores de R$10.102.021 mil, conforme divulgados na Nota Explicativa nº 12.Esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria devido à relevância dos valores envolvidos, a complexidade e alto grau de subjetividade no processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos intangíveis, que é baseado em diversas premissas, tais como: a determinação da unidade geradora de caixa, taxas de desconto, percentuais de crescimento e rentabilidade dos negócios da Companhia para anos futuros. Estas projeções são elaboradas com base em premissas que são afetadas por expectativas futuras em relação as condições econômicas e de mercado.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) utilização de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia, em particular relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxa de crescimento, taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa descontados e margem de lucro da unidade geradora de caixa (ii) avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade dos referidos ativos financeiros e intangíveis decorrentes dos contratos de concessão. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o teste de recuperabilidade dos atuvos não financeiros com vida útil definida, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de recuperabilidade destes ativos adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas na Nota Explicativa 12 às demonstrações financeiras. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, e ssas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 23 de março de 2018.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Gláucio Dutra da SilvaContador CRC-1RJ090174/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PELOS DIRETORESEm atendimento ao inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE, sociedade anônima de economia mista, de capital aberto, com sede na Av. Presidente Vargas, Nº 2655 - Cidade Nova, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob o nº 33.352.394/0001-04, declaram que reviram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras em IFRS da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 23 de março de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DO PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE PELOS DIRETORESEm atendimento ao inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE, sociedade anônima de economia mista, de capital aberto, com sede na Av. Presidente Vargas, Nº 2655 - Cidade Nova, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob o nº 33.352.394/0001-04, declaram que reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no parecer da Ernst & Young Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras em IFRS da Companhia Estadual de Águas e Esgotos - CEDAE referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 23 de março de 2018.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.