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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 11398Versão 1Recebida em 26/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL S.A.

TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL S.A. · CNPJ 15.115.504/0001-24

TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL S.A.
CNPJ 15.115.504/0001-24
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL S.A.
CNPJ
15.115.504/0001-24
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total625.428644.348−2,9%
1.01Ativo Circulante482.112426.38713,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.7781.738347,5%
1.01.02Aplicações Financeiras72.95882.537−11,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo72.95882.537−11,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e valores mobiliários5.5526.333−12,3%
1.01.02.01.04Aplicações financeiras67.40676.204−11,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber78.48498.674−20,5%
1.01.03.01Clientes78.48498.674−20,5%
1.01.03.01.01Mercado interno76.643101.164−24,2%
1.01.03.01.02Mercado externo5.6521.128401,1%
1.01.03.01.03(Provisão para devedores duvidosos)−3.811−3.618−5,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.03.02.01Dividendos a Receber00
1.01.03.02.02Outros Ativos00
1.01.04Estoques199.747189.3675,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar50.27840.20225,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar50.27840.20225,1%
1.01.06.01.01Tributos correntes50.27840.20225,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes72.86713.869425,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda72.86713.869425,4%
1.01.08.01.01Valores a receber de partes relacionadas23.83211.186113,1%
1.01.08.01.02Outros ativos19.0352.683609,5%
1.01.08.01.03Adiantamentos a fornecedores30.0000
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante143.316217.961−34,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo23.05567.935−66,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.8235.413−29,4%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Depósitos Judiciais3.8235.413−29,4%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos019.092−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos019.092−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes19.23243.430−55,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a recuperar12.09141.030−70,5%
1.02.01.09.04Outros ativos7.1412.400197,5%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado120.216149.244−19,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação120.216149.244−19,5%
1.02.03.01.01Terrenos4.4264.4260,0%
1.02.03.01.02Edificações109.793109.1130,6%
1.02.03.01.03Máquinas e Equipamentos322.684364.867−11,6%
1.02.03.01.04Instalações149.301177.650−16,0%
1.02.03.01.05Obras em Andamentos19.0756.676185,7%
1.02.03.01.06ARO48.00248.0010,0%
1.02.03.01.07Outros15.64331.849−50,9%
1.02.03.01.08(Depreciação acumulada)−548.708−593.3387,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível45782−94,2%
1.02.04.01Intangíveis45782−94,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Benfeitoria4.2664.2660,0%
1.02.04.01.03Melhoria em Software9671.021−5,3%
1.02.04.01.04(Depreciação Acumulada)−5.188−4.505−15,2%
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas e AdministradoresCristal Pigmentos do Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Cristal Pigmentos do Brasil S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cristal Pigmentos do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras ". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAProvisão para gastos para desmobilização da mina (Nota 13 às demonstrações financeiras)Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresenta provisão para desmobilização da mina no montante de R$ 90.177 mil. Consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria, uma vez que o cálculo dessa provisão envolve julgamentos críticos por parte da administração devido à complexidade inerente à estimativa do prazo e do valor dos custos futuros a serem incorridos com a recuperação de áreas degradadas e encerramento da mina, bem como na determinação da taxa de desconto apropriada para descontar esses fluxos de pagamento a valor presente.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Realizamos, entre outros, os seguintes procedimentos de auditoria:Avaliamos a consistência entre a política contábil definida pela Companhia relativamente à provisão para fechamento de minas e os procedimentos por ela adotados para a determinação da provisão e suas respectivas divulgações.Avaliamos também a competência, habilidade e objetividade dos especialistas externos da administração que efetuaram os cálculos das estimativas de custo a serem incorridos no fechamento das minas.Com o apoio de nossos especialistas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e estimativas de custos consideradas pela administração, comparando-as com dados de mercados e cotações externas, quando aplicável. Adicionalmente, testamos os cálculos de atualização monetária da provisão.Os resultados de nossos procedimentos demonstram que os julgamentos e premissas utilizadas pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidos ao longo de nossos trabalhos.Ajustes ao ativo imobilizado (Nota 1 às demonstrações financeiras)Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia finalizou os trabalhos de inventário físico dos bens do ativo imobilizado e, como resultado, efetuou a baixa contábil dos itens não localizados. Também como parte do processo de melhoria dos controles relacionados ao ativo imobilizado, efetuou o recálculo da depreciação dos itens do ativo imobilizado existente em 31 de dezembro de 2017, considerando as vidas úteis revisadas em 2010 que não haviam sido adequadamente aplicadas desde então. O ajuste total de correção do saldo do ativo imobilizado, no valor de R$ 37.779 mil, foi registrado no balanço de abertura do exercício corrente, uma vez que, devido a deficiências de controle existentes na área, a administração concluiu ser impraticável determinar, com razoável segurança e de forma objetiva, os efeitos referentes ao exercício comparativo de 2016, bem como aos exercícios anteriores. Essa foi uma área de foco em nossa auditoria, pois as avaliações sobre o tema e os recálculos efetuados, como acima descritos, envolveram julgamentos relevantes por parte da administração da CompanhiaComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Realizamos, entre outros, os seguintes procedimentos de auditoria:Avaliamos a consistência entre a política contábil definida pela Companhia relativamente ao ativo imobilizado, incluindo capitalização, baixa e depreciação, e os procedimentos por ela adotados para a determinação do referido ajuste.Avaliamos a competência, habilidade e objetividade dos especialistas externos contratados pela administração, que efetuaram os procedimentos de inventário físico do imobilizado, bem como dos especialistas internos, responsáveis pela avaliação das estimativas de vidas úteis dos itens do ativo imobilizado.Inspecionamos, em base de testes, a documentação suporte referente às aquisições de bens do ativo imobilizado, bem como testamos os cálculos retroativos de depreciação para a totalidade dos itens do ativo imobilizado existentes em 31 de dezembro de 2017. Avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela administração, incluindo a definição das vidas úteis atribuídas aos ativos e as bases da administração sobre a impossibilidade de retroação dos cálculos de depreciação e ajustes referente às baixas aos períodos anteriores à 1° de janeiro de 2017. Os resultados de nossos trabalhos demonstram que os procedimentos efetuados pela administração para os ajustes do ativo imobilizado, bem como as divulgações, são razoáveis e consistentes com dados e informações obtidos. As deficiências de controles internos foram reportadas à administração e aos órgãos de governança da Companhia.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é con sistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior O exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria com data de 14 de março de 2017, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Salvador, 23 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Leandro Mauro ArditoContador CRC 1SP188307/O-0 "S" BA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃOPelo presente instrumento, os Diretores e os Administradores da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede BA 099, KM 20 - Centro - Abrantes - Camaçari, Bahia, inscrita n CNPJ sob nº 15.115.504.0001-24, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que: (i) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Cristal referente a 2017. Camaçari, 23 de março de 2018. __________________________Ciro Mattos MarinoDiretor__________________________Paulo Roberto Dantas OliveiraDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃOPelo presente instrumento, os Diretores e os Administradores da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede BA 099, KM 20 - Centro - Abrantes - Camaçari, Bahia, inscrita n CNPJ sob nº 15.115.504.0001-24, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que: (i)Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Cristal referente a 2017. Camaçari, 23 de março de 2018. __________________________Ciro Mattos MarinoDiretor__________________________Paulo Roberto Dantas OliveiraDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., abaixo assina-dos, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, nos termos do artigo 163, incisos II, III e VII, procederam a análise das Demonstrações Financeiras tomadas em seu conjunto, do Relatório Anual da Administração e demais demonstrativos, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando ainda, o relatório sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 23 de março de 2018 e seus esclarecimentos, concluíram que os documentos acima, estão adequadamente apresentados em todos os seus aspectos relevantes, e, considerando as observações de responsabilidade do Conselheiro Massao Oya, no que tange a constituição de Reservas de Lucros apresentadas na ata da reunião do Conselho Fiscal de 23 de março de 2018, opinam pelo seu encaminhamento para deliberação em Assembléia Geral Ordinária dos Acionistas.Camaçari - BA, 23 de março de 2018.__________________________________________________Massao Fábio Oya Aurélio Cezar da Silva Cardozo _______________________João Roberto S Paixão

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Não aplicável

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

A Companhia não possui Comitê de Auditoria.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.